terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Faz-te ao mercado



Aqui (http://www.fazteaomercado.org/ ) poderá aceder a toda a informação relevante sobre o "Estudo sobre o (Des) Encontro entre a Procura e a Oferta de Competências no Mercado de Trabalho e a sua Relação com a Empregabilidade Jovem", dirigido a instituições de ensino e formação, jovens, técnicos de intervenção e entidades empregadoras. 
Conheça as conclusões desta investigação nacional realizada pela TESE - Associação para o desenvolvimento - e explore as soluções que propõe para incentivo à Empregabilidade Jovem em Portugal.

As COMPETÊNCIAS SOCIAIS e TRANSVERSAIS mais valorizadas pelos empregadores:
  • Responsabilidade
  • Disponibilidade para aprender
  • Pró-actividade e iniciativa
  • Motivação
  • Trabalhar em equipa  
No mesmo site, o GUIA "Tens as competências que os empregadores procuram?", (aqui)


- TSF , ouvir a entrevista  a Helena Gata responsável pelo estudo. 

 - Jornal Publico  - O PAPEL da ESCOLA
Que características deve um jovem ter para arranjar emprego? artigo de Maria João Lopes, que saíu no Publico de ontem, na sua ultima parte:
"Na pergunta “Que tipo de preparação para o mercado de trabalho é feita pelas instituições de ensino?”, a investigação permitiu verificar que “faltam pontes com o mercado de trabalho” e que há “lacunas ao nível das experiências práticas ao longo do percurso formativo”. Por exemplo, numa escala de 1 a 5, os recursos humanos consideram que, na formação dos jovens, os “conhecimentos práticos” estão no nível 2,58 e a atenção dada às “necessidades do mercado” no patamar 2,83.
Nos documentos disponibilizados pela TESE, considera-se ainda que o sistema de ensino revela “pouca capacidade” para “preparar os jovens para a entrada no mercado de trabalho” e as autoras deixam algumas sugestões: “introduzir mais experiências práticas e de formação em contexto de trabalho”; “criar pontos de ligação entre as universidades e as empresas” e “assegurar uma maior adequação dos currículos às necessidades do mercado de trabalho”. Às instituições de ensino, aconselha-se ainda o “afastamento dos processos de estandardização do ensino e da formação dos currículos que não explora as potencialidades de cada indivíduo”.
Outras recomendações passam por “reforçar o autoconhecimento” dos jovens, apostar em “programas de mentoria, de desenvolvimento de talentos e de competências, dentro e fora do sistema de ensino”. Nas empresas, as autoras recomendam “um melhor acompanhamento das primeiras experiências profissionais” e dar mais feedback aos jovens. Quanto às políticas e medidas públicas de incentivo ao emprego jovem, como por exemplo estágios profissionais, recomenda-se “o bom acompanhamento dos estagiários”.
Já os jovens devem “apostar na diversificação e expor-se a diferentes experiências extra-escola”. Exemplos: “experiências de mobilidade internacional”, de voluntariado, entre outras. São “altamente valorizadas pelos empregadores”, alertam as autoras.
A directora-executiva da TESE, Helena Gato, lamenta que, em Portugal, haja uma “elite” com mais capacidade para investir nestes tipo de competências e que o ensino público não invista mais nelas. Alega que continua a haver famílias com mais capacidade para suportar actividades ou programas no estrangeiro, o que não assegura as mesmas “oportunidades” a todos."





Sem comentários: