Aqui (http://www.fazteaomercado.org/ ) poderá aceder a toda
a informação relevante sobre o "Estudo sobre o (Des)
Encontro entre a Procura e a Oferta de Competências no Mercado de Trabalho e a sua Relação com a
Empregabilidade Jovem", dirigido a instituições de ensino e
formação, jovens, técnicos de intervenção e entidades empregadoras.
Conheça as conclusões
desta investigação nacional realizada pela TESE - Associação para o desenvolvimento - e explore as soluções que propõe
para incentivo à Empregabilidade Jovem em Portugal.
As COMPETÊNCIAS SOCIAIS e TRANSVERSAIS mais valorizadas pelos empregadores:
- TSF , ouvir a entrevista a Helena Gata responsável pelo estudo.
As COMPETÊNCIAS SOCIAIS e TRANSVERSAIS mais valorizadas pelos empregadores:
- Responsabilidade
- Disponibilidade para aprender
- Pró-actividade e iniciativa
- Motivação
- Trabalhar em equipa
- TSF , ouvir a entrevista a Helena Gata responsável pelo estudo.
- Jornal Publico - O PAPEL da ESCOLA
Que características deve um jovem ter para arranjar
emprego? artigo de Maria João Lopes, que saíu no Publico de ontem, na sua ultima parte:
"Na pergunta “Que tipo de preparação para o mercado de trabalho é feita pelas
instituições de ensino?”, a investigação permitiu verificar que “faltam pontes
com o mercado de trabalho” e que há “lacunas ao nível das experiências práticas
ao longo do percurso formativo”. Por exemplo, numa escala de 1 a 5, os recursos
humanos consideram que, na formação dos jovens, os “conhecimentos práticos”
estão no nível 2,58 e a atenção dada às “necessidades do mercado” no patamar
2,83.
Nos
documentos disponibilizados pela TESE, considera-se ainda que o sistema de
ensino revela “pouca capacidade” para “preparar os jovens para a entrada no
mercado de trabalho” e as autoras deixam algumas sugestões: “introduzir mais
experiências práticas e de formação em contexto de trabalho”; “criar pontos de
ligação entre as universidades e as empresas” e “assegurar uma maior adequação
dos currículos às necessidades do mercado de trabalho”. Às instituições de
ensino, aconselha-se ainda o “afastamento dos processos de estandardização do
ensino e da formação dos currículos que não explora as potencialidades de cada
indivíduo”.
Outras
recomendações passam por “reforçar o autoconhecimento” dos jovens, apostar em
“programas de mentoria, de desenvolvimento de talentos e de competências, dentro
e fora do sistema de ensino”. Nas empresas, as autoras recomendam “um melhor
acompanhamento das primeiras experiências profissionais” e dar mais feedback aos jovens. Quanto às políticas e
medidas públicas de incentivo ao emprego jovem, como por exemplo estágios
profissionais, recomenda-se “o bom acompanhamento dos estagiários”.
Já
os jovens devem “apostar na diversificação e expor-se a diferentes experiências
extra-escola”. Exemplos: “experiências de mobilidade internacional”, de
voluntariado, entre outras. São “altamente valorizadas pelos empregadores”,
alertam as autoras.
A
directora-executiva da TESE, Helena Gato, lamenta que, em Portugal, haja uma
“elite” com mais capacidade para investir nestes tipo de competências e que o
ensino público não invista mais nelas. Alega que continua a haver famílias com
mais capacidade para suportar actividades ou programas no estrangeiro, o que
não assegura as mesmas “oportunidades” a todos."

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