terça-feira, 15 de setembro de 2015

Separar os bons dos maus alunos

- MORGADO, José. Política educativa, educação inclusiva e diferenciação ou «Como posso fazer pedagogia diferenciada se tenho vinte e oito alunos e quatro são diferentes dos outros?». Aná. Psicológica 1999, vol.17, n.1  Disponível em http://www.scielo.gpeari.mctes.pt ou aqui

 - EDUARDO SÁ -  “Quanto mais solidária, melhor é a escola”, defende Eduardo Sá.  “Ter ao nosso lado alguém que tem muitas dificuldades nalguma área em que tudo nos parece simples é uma bênção, porque nos ajuda a ser humildes”. Ninguém aprende sozinho e a pluralidade na sala de aula ajuda as crianças a aprender melhor. Ouça tudo em mais um vídeo Pais&filhos/TSF.  Entrevista Pais&filhos/TSF. de fev 2015




"Estas perspectivas que consideraremos mais clássicas assentam num conjunto de pressupostos que pela sua actualidade ainda merecem referência (Ainscow & Muncey, 1989):
  1. Um grupo de crianças pode ser identificado como diferente da maioria;
  2. Só este relativamente pequeno grupo necessita de ajuda especial;
  3. Os problemas destas crianças resultam das suas deficiências ou limitações pessoais;
  4. A ajuda especial pode ser melhor providenciada se organizada em torno de grupos separados de crianças com problemas semelhantes;
  5. Uma vez providenciado apoio a esse grupo, a restante população da escola pode ser considerada como normal."
José Morgado "Como posso fazer pedagogia diferenciada se tenho vinte e oito alunos e quatro são diferentes dos outros?».

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