sexta-feira, 7 de julho de 2017

Ideias-chave da “flexibilidade curricular”

• As escolas estão a indicar ao ministério de Tiago Brandão Rodrigues quantas turmas embarcam na “experiência pedagógica” da “autonomia e flexibilidade curricular”.

• O Ministério da Educação (ME) tem garantido que apesar de surgirem as disciplinas de Cidadania e a de Tecnologias, não se vai cortar em áreas como Português e Matemática. Mas no despacho desta semana não estão definidos tempos “mínimos”, apenas tempos de referência por grandes grupos.

• A decisão de aderir ao projecto deve ser discutida e validada pelos órgãos competentes, incluindo o Conselho Geral onde têm assento pais, lembra o ME. “O trabalho a desenvolver em cada turma envolvida no projecto deverá ser dado a conhecer aos pais dos alunos envolvidos.”

• As escolas podem gerir até 25% da carga horária. Dá mais de 5 horas por semana no caso do 2.º ciclo, por exemplo.

• Podem passar disciplinas anuais a semestrais, fundi-las, ou redistribuir a carga horária promovendo tempos para projectos interdisciplinares. O leque de possibilidades é vasto. • No secundário os alunos podem trocar uma disciplina do seu curso por outra correspondente de um curso diferente.

• Não haverá provas nacionais diferentes para os alunos desta experiência, ao contrário do que o PÚBLICO escreveu ontem


Fonte: Jornal Publico de hoje

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