quarta-feira, 7 de março de 2018

Relatório Estatístico: Transição entre o Secundário e o Superior






A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência apresenta um relatório estatístico sobre a transição dos alunos entre o ensino secundário e o ensino superior em Portugal Continental. O relatório contém dados de 2016/17 e dos seis anos letivos precedentes.
Transição entre o Secundário e o Superior: série temporal

Retirado de: http://www.dgeec.mec.pt/np4/893.html

Bragança, Leiria e Castelo Branco são os três distritos onde existe uma maior percentagem de alunos oriundos de cursos profissionais que prosseguiram estudos para o ensino superior, segundo dados divulgados ontem pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC). A DGEEC foi apurar qual a situação em 2016/2017 dos alunos que concluíram o ensino secundário em 2015/2016. Nesta análise volta a ser evidente o fosso existente entre os que fizeram o secundário nos Cursos Científico-Humanísticos e aqueles que o concluíram no ensino profissional: entre os primeiros, cerca de 80% estavam no superior um ano depois de terem terminado o 12.º ano, enquanto entre os segundos esta percentagem baixava para 16%. Dos alunos que concluíram o profi ssional, 6% iniciaram um curso de licenciatura ou mestrado integrado e os outros 10% estavam frequentar os novos cursos técnicos superiores profissionais (Tesp) ou de especialização tecnológica (CET). E é em relação a estas últimas ofertas que os distritos de Bragança e Leiria se distinguem. “A grande diferença entre as taxas de transição para o superior do distrito de Bragança e dos distritos de Lisboa e Porto está não na taxa de transição para cursos de licenciatura e ou mestrado integrado [que varia entre 4% e 7%], mas sim na taxa de transição para cursos Tesp, os quais captaram 28% dos diplomados do ensino profissional de Bragança, ou 20% dos diplomados do distrito de Leiria, mas só 6% dos seus colegas de Lisboa e Porto”, frisa a DGEEC na introdução ao seu estudo. Os cursos Tesp podem ser concluídos em dois anos, sendo ministrados exclusivamente em institutos politécnicos. Os estudantes que os escolhem não têm de realizar exames nacionais do ensino secundário. Jornal Publico  https://www.publico.pt

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