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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Candidaturas abertas ao Conselho Nacional de Crianças e Jovens



Candidaturas abertas até 20 de janeiro de 2020


Objetivos do Conselho
• Promover o acesso a crianças e jovens a novos espaços de participação social e política; • Desenvolver nas crianças e jovens competências comunicacionais, de relacionamento interpessoal e de reflexão crítica; 
• Proporcionar o diálogo entre as crianças e jovens e decisores políticos; 
• Formar e sensibilizar os/as participantes relativamente às temáticas tratadas na CNPDPCJ, nomeadamente os Direitos da Criança; 
• Promover o intercâmbio de experiências entre as crianças e jovens de diversos pontos do país.


Quem se pode candidatar 
Podem candidatar-se todas as crianças e jovens residentes em território nacional (regiões do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira) com idades compreendidas entre os 8 e 17 anos, a partir do dia 20 de novembro de 2019 até 20 de janeiro de 2020. 

Seleção de participantes por região 
Considerando o número de crianças e jovens residentes nos diferentes distritos1 , a CNPDPCJ definiu um número máximo de participantes por região, garantindo, sempre que possível, a representatividade por distrito. No mapa seguinte podes ver quantos/as participantes serão selecionados para a tua região.
Região Norte (abrange os distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Porto): 31 crianças e jovens. 
Região Centro (abrange os distritos de Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco): 16 crianças e jovens. 
Região Lisboa e Vale do Tejo (abrange os distritos de Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal): 36 crianças e jovens. 
Região do Alentejo (abrange os distritos de Portalegre, Évora, Beja): 8 crianças e jovens. Região do Algarve (abrange o distrito de Faro): 6 crianças e jovens.
Região Autónoma dos Açores (abrange todas as ilhas): 6 crianças e jovens.
Região Autónoma da Madeira (abrange todas as ilhas): 6 crianças e jovens.

Papel a desempenhar pelas Escolas e Projetos Escolhas 
As Escolas e Projetos Escolhas são parceiros na divulgação desta iniciativa, bem como no apoio aos/às potenciais candidatos/as, designadamente: 
• na disseminação da informação sobre o processo de candidatura; 
• no esclarecimento de dúvidas que tenhas sobre o processo de candidatura ao CNCJ;
 • no apoio na realização da candidatura através de ferramentas digitais

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Educação para o Risco



A Educação para o Risco é um domínio focado na ação que visa promover o conhecimento do conceito de Risco no âmbito da Proteção Civil, e desenvolver, desde cedo, uma cultura de segurança, consubstanciada em atitudes e comportamentos de prevenção, de minimização e de autoproteção perante os riscos naturais, tecnológicos e mistos.

Aceder ao Plano de Prevenção e Emergência para Estabelecimentos de Ensino:
https://www.dge.mec.pt 

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Programa Parlamento dos Jovens 2019-20.




Encontram-se a decorrer as inscrições para o Programa Parlamento dos Jovens 2019-20.
O tema “Violência doméstica e no namoro"

Destinatáriosdirige-se aos jovens dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, de escolas do ensino público, particular e cooperativo.
O Programa culmina com a realização anual de duas sessões nacionais na Assembleia da República

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Plano de Prevenção e Combate ao Bullying e ao Ciberbullying: Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência




Todas as formas de violência escolar violam o direito fundamental à educação e nenhum país pode atingir uma educação inclusiva e de qualidade se os alunos estiverem expostos à violência. Acresce que, a violência escolar, onde se enquadram o bullying e o ciberbullying, pode ainda afetar seriamente a saúde e o bem-estar das crianças e dos adolescentes, com consequências negativas que podem persistir até à idade adulta. Por sua vez, a Escola reúne um ambiente propício à aprendizagem e ao desenvolvimento de competências, nomeadamente no âmbito da Estratégia de Educação para a Cidadania, onde os alunos adquirem as múltiplas literacias que precisam de mobilizar para um relacionamento saudável. 
Assim, preocupado e atento aos fenómenos do bullying e do ciberbullying que, de acordo com as Nações Unidas, afetam uma em cada 3 crianças/jovens, o Ministério da Educação decidiu impulsionar um “Plano de Prevenção e Combate ao Bullying e ao Ciberbullying” nas escolas. Este plano tem associada a campanha “Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência”, que se configura como um importante instrumento de sensibilização, prevenção e intervenção, destinado a toda a comunidade educativa, com vista à erradicação deste fenómeno.
O “Plano Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência”, a implementar pelas escolas, já no ano letivo 2019/2020, deverá: desenvolver-se a partir de um diagnóstico que permita identificar necessidades; incluir um plano de ação em torno de estratégias e de atividades que sensibilizem para a diversidade de comportamentos agressivos, em idade escolar; contribuir para a identificação de sinais de alerta, que indiciem o envolvimento em comportamentos de bullying e/ou de ciberbullying; constituir-se como um auxiliar de apoio às escolas, com vista à utilização de diferentes abordagens de prevenção e intervenção, face ao bullying e ao ciberbullying; e ser elaborado de modo a incentivar, reconhecer e divulgar práticas de referência.
Esta iniciativa tem os diretores, os docentes e o pessoal não docente como aliados indispensáveis. Neste âmbito, o Ministério da Educação desafia todos os diretores de Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas a elegerem a semana de 14 a 18 de outubro, véspera do Dia Mundial de Combate ao Bullying, como Semana “Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência”, mas na perspetiva de que o plano de prevenção seja trabalhado e executado ao longo de todo o ano letivo.
O plano de prevenção, bem como os materiais de suporte a ações a desenvolver pelas escolas, estão disponíveis no website www.sembullyingsemviolencia.edu.gov.pt. Este website será atualizado ao longo do ano letivo com novos materiais, estudos e vídeos.
Para mais informações, aceda a: www.sembullyingsemviolencia.edu.gov.pt
Fonte: DGE

ENTREVISTA: http://files.pt.cision.com/tv/

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Vai haver uma nova disciplina de História no 12.º ano







Vai haver uma nova disciplina de História no 12.º ano
“História, Culturas e Democracia” é de escolha opcional para todos os alunos de todos os cursos do ensino secundário. O objectivo é ajudá-los a “interpretar o presente”.
Os alunos do 12.º ano vão ter a opção de escolher uma nova disciplina no próximo ano lectivo que aborda a história contemporânea e pretende que os estudantes consigam interpretar o presente e agir de forma crítica. Chama-se “História, Culturas e Democracia” e destina-se aos alunos de todos os cursos do ensino secundário, segundo informação disponibilizada no site da Direcção-Geral de Educação (DGE).
“É uma disciplina anual de opção destinada aos alunos dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas e de Artes Visuais do Ensino Secundário e enquadra-se nas opções de oferta de escola e pretende contribuir (...) para o desenvolvimento de competências de reflexão crítica, consistente e autónoma sobre a nossa contemporaneidade”, lê-se na página da DGE.
“É uma disciplina anual de opção destinada aos alunos dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas e de Artes Visuais do Ensino Secundário e enquadra-se nas opções de oferta de escola e pretende contribuir (...) para o desenvolvimento de competências de reflexão crítica, consistente e autónoma sobre a nossa contemporaneidade”, lê-se na página da DGE.
Fonte: Jornal Publico de hoje

sábado, 31 de agosto de 2019

Novo site EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA




Com o objetivo de apoiar as escolas e de prestar informação a todos os parceiros que têm colaborado na construção de documentos de apoio à concretização dos dezassete domínios que constituem a componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento – sociedade civil, organizações não governamentais, organismos e institutos públicos, a Direção-Geral de Educação desenvolveu um novo sítio: https://cidadania.dge.mec.pt/

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Tese - EDUCAR NAS VIRTUDES: programa de intervenção para alunos do 1º ciclo de ensino básico



Universidade de Lisboa - Faculdade de Psicologia
Autor: Maria da Ressurreição Morais Monge da Silva
Orientador: Maria Helena Marujo
Tese de Doutoramento
2014

RESUMO
Este estudo visou a construção, aplicação e avaliação de um Programa de Intervenção em contexto escolar, dirigido a alunos do 1.º ciclo do ensino básico a frequentarem os 1.º, 2.º e 3.º anos de escolaridade, com uma média de idades de 7,5 anos, destinado a promover atividades e contextos facilitadores do desenvolvimento de forças e virtudes. Para tal comparou os resultados de um grupo experimental (N=107), a quem o Programa foi aplicado, com um grupo de controlo (N=84), que não foi submetido ao Programa. Esta comparação foi feita em três momentos temporais – pré-teste, pós-teste e follow-up. A investigação realizada, que utilizou metodologias qualitativas e quantitativas, teve como base teórica a Psicologia Positiva e partiu do trabalho de concetualização de Peterson e Seligman (2004) sobre as Virtudes e Forças de Caráter. O treino das forças e virtudes foi assim desenvolvido através: a) da consciência e reflexão individuais e coletivas da sua operacionalização e prática; b) do envolvimento numa horta pedagógica baseada em agricultura natural; c) da prática da arte do Ikebana. Os resultados sugerem que, de acordo com as suas auto descrições, os alunos sujeitos ao Programa, comparativamente ao grupo de controlo, evidenciaram aumento da utilização das forças Criatividade; Curiosidade; Pensamento Crítico; Desejo de Aprender; Perspetiva; Bravura; Persistência; Integridade; Vitalidade; Amor; Bondade; Inteligência Social; Cidadania; Equidade; Perdão; Humildade; Prudência; Autocontrolo; Apreciação da Beleza; Gratidão; Esperança e Humor, integradas nas seis Virtudes - Sabedoria; Coragem; Humanidade, Justiça; Temperança e Transcendência. Não se encontraram diferenças entre os alunos dos dois grupos, controlo e experimental, nas forças: Liderança e Espiritualidade. Os dados encontrados foram discutidos à luz da literatura e da psicologia educacional considerando-se o interesse psicológico e pedagógico de Programas de promoção de virtudes no contexto escolar.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

"Partilhas à Quarta" - projetos no âmbito da Educação para a cidadania



Vídeo de apresentação da 7.ª sessão da iniciativa "Partilhas à Quarta" (ERTE/DGE), realizada no dia 8 de maio de 2019, entre as 21h e as 22h, com a apresentação de dois projetos no âmbito da Educação para a cidadania: - "Sair da escola dos diferentes para a escola das diferenças " (cenário de aprendizagem LA), da responsabilidade de Maria Clara Silva e de José Bessa Oliveira, do Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades; - "Litter@sea" (eTwinning), da responsabilidade de Manuela Correia, do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes de Almeida, Espinho.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Rede Portuguesa de Mentoria | Tutoria Interpares no Ensino Superior,

Foi oficialmente criada no passado dia 27 de março, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Rede Portuguesa de Mentoria | Tutoria Interpares no Ensino Superior, que pretende fortalecer a cooperação, o diálogo e a partilha de experiências suscetíveis de influenciar novas formas de participação, integração e solidariedade na vivência do Ensino Superior.
Fonte: Noticias da Univ do Porto


quinta-feira, 16 de maio de 2019

Candidaturas Abertas - Intercultura–AFS Portugal



A Intercultura–AFS Portugal é uma associação de Juventude e Voluntariado, sem fins lucrativos. Tem como objectivos contribuir para a Paz e Compreensão entre os Povos através de intercâmbios de jovens e famílias, para uma Aprendizagem Intercultural e Educação Global.

PROGRAMA AFS  - FAMÍLIAS DE ACOLHIMENTO
O Programa AFS - Famílias de Acolhimento é uma experiência de intercâmbio em que uma família acolhe voluntariamente em sua casa um/a jovem estrangeiro que vem estudar durante um trimestre, semestre ou ano letivo numa Escola Secundária em Portugal.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Guião PROMOVER A INCLUSAO E O SUCESSO EDUCATIVO DAS COMUNIDADES CIGANAS




GUIÃO PARA AS ESCOLAS
Autor Direção-Geral da Educação (DGE)
Data Abril 2019

Este Guião é construído com base na partilha de práticas de escolas que têm vindo a conseguir que os alunos das comunidades ciganas encontrem na escola um espaço de aprendizagem e felicidade. Nenhuma escola tem a receita certa, nenhuma tem a solução infalível, todas têm dificuldades na implementação destas medidas. Mas nenhuma desistiu dos alunos e todas acreditaram que a educação para todos era possível.
A sessão de apresentação pública do Guião teve lugar no dia 23 de abril de 2019, no Agrupamento de Escolas de Esgueira.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Guia de boas práticas sobre publicidade no meio digital


https://www.consumidor.gov.pt (acesso integral ao Guia)



Este Guia tem ainda algumas disposições específicas sobre as publicações com menção ao crédito, saúde, bebidas alcoólicas ou dirigidas a menores.


A Direção Geral do Consumidor (DGC), em conjunto com intervenientes na comunicação digital, desenvolveu um guia que visa sensibilizar para o cumprimento da lei em matéria de publicidade e de proteção dos consumidores, assim como promover boas práticas na comunicação comercial no meio digital. Apresentado a 29 de março, em Lisboa, o documento surge no âmbito do impacto e da relevância crescente das redes sociais nas escolhas dos consumidores e do papel dos influenciadores.

O guia informativo explica que a identificação da publicidade é obrigatória e que uma publicação numa rede social é considerada comunicação comercial sempre que:
 •Existe algum tipo de relação comercial que implique o pagamento de um valor monetário, ou 
 •A publicação inclui a oferta de produtos com ou sem quaisquer condições, como sejam, presentes, brindes, amostras, serviços, convites para viagens, eventos, refeições, estadias, experiências, descontos e sorteios, empréstimo de artigos ou outros benefícios, mesmo que não exista uma compensação financeira, ou 
 •O conteúdo promove produtos ou serviços específicos e contém links ou códigos de desconto.
Devem assim os influenciadores e criadores de conteúdo identificar no início da publicação a relação comercial, nomeadamente com a inscrição a inserção das menções #PUB/PUB, ou #Patrocínio/Patrocínio, ou #Parceria/Parceira, ou ainda #Oferta/Oferta, conforme seja o caso.
A DGC chama a atenção para os cuidados que devem ser tidos nas publicações relacionadas com as alegações de saúde e bebidas alcoólicas.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Plataforma: Combate às fake news



A agência Lusa, em parceria com a agência espanhola EFE, criou um site para explicar o que são as “notícias falsas”, também conhecidas por fake news. Em https://combatefakenews.lusa.pt/ vão ler-se notícias, entrevistas, estudos e ficar a conhecer a legislação europeia sobre o tema.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Arrancou a terceira edição do Orçamento Participativo Jovem Portugal


Arrancou a terceira edição do Orçamento Participativo Jovem Portugal
Teve ontem início a edição de 2019 do Orçamento Participativo Jovem Portugal. Tal como previsto na Lei do Orçamento do Estado para este ano, o processo conta com o montante de 500 mil euros para aplicação em propostas apresentadas por cidadãos com idades compreendidas entre os 14 e os 30 anos.
Os projetos admitidos nesta 3.ª edição abrangem as áreas dos temas-chave do Plano Nacional para a Juventude: 
  • Emprego
  • Educação Formal e Não Formal
  • Habitação
  • Saúde Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
  • Governança e Participação
  • Igualdade e Inclusão Social

O Orçamento Participativo Jovem Portugal (OPJP) é, como referido, um processo de participação democrática em que os cidadãos jovens dos 14 aos 30 anos, inclusive, apresentam e votam projetos de investimento público.
Nas duas edições anteriores foram apresentadas mais de 800 propostas que foram votadas por mais de 13 mil cidadãos jovens.
A fase de apresentação de propostas da terceira edição decorre de 25 de março a 29 de abril. As propostas podem ser apresentadas através da plataforma https://opjovem.gov.pt ou presencialmente nos encontros de participação.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Europa nos manuais escolares





Europa nos manuais

O tratamento superficial de questões relacionadas com o projeto europeu na escola afasta os jovens da participação cívica. O estudo Aprender sobre União Europeia em tempos de crise: livros portugueses e visões normativas da cidadania europeia, desenvolvido por investigadores da Universidade do Porto, analisou a forma como a União Europeia é representada em 5 manuais escolares do ensino secundário e concluiu que “há um lapso na transmissão de conhecimento e de noção política”. Nos manuais há informação descritiva, mas faltam atividades que promovam o pensamento crítico, lê-se no PUBLICO
Fonte: Fundação Belmiro de Azevedo


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Orçamento Participativo das Escolas 2019




O Orçamento Participativo das Escolas (OPE) é uma iniciativa que desafia, até ao fim de fevereiro, os alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, a propor, debater e votar ideias que contribuem para melhorar a escola onde estudam.
ACEDER:
https://opescolas.pt/

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Conferência (Re)Pensar a Escola enquanto Escola Transformadora


A FGS - Fundação Gonçalo da Silveira e o CIDAC promoveram a Conferência (Re)Pensar a Escola enquanto Escola Transformadora, no âmbito do seu trabalho em Educação para o Desenvolvimento (ED) / Educação para a Cidadania Global (ECG), na educação formal.
A Conferência inseriu-se no projeto 'Desafios Globais: reforçar a ECG em meio escolar para responder aos contextos da atualidade' e teve como objetivos contribuir para repensar as práticas de educadores/as e professores/as, numa perspetiva de educação transformadora, e analisar os possíveis espaços para a concretização desta abordagem no quadro da educação formal.
O evento destinou-se a toda a comunidade escolar (professores/as, educadores/as, estudantes, assistentes escolares, famílias e organizações/ entidades das comunidades envolventes) e a todos/as os/as que, de modo geral, têm interesse neste tema.
Contou-se com a intervenção do Secretário de Estado da Educação, João Costa, e da Alejandra Boni, investigadora em ECG que tem desenvolvido trabalho com o Movimiento por la Educación Transformadora y Ciudadania Global, do Estado Espanhol.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Iniciativas de Educação para a Cidadania Global em meio escolar - Estudo Exploratório


Estudo Exploratório 
Iniciativas de Educação para a Cidadania Global em meio escolar


Entre 2017 e 2018, o CIDAC e a FGS promoveram um estudo de natureza exploratória que procurou perceber que iniciativas de Educação para a Cidadania acontecem em meio escolar, mas sobretudo, compreender em que medida estas práticas se cruzam com o que entendemos por ECG, mesmo não fazendo referência ao conceito. O estudo foi concebido e concretizado por uma equipa composta pelo CIDAC, FGS e duas investigadoras e contou com o apoio de várias pessoas envolvidas na ECG, nomeadamente, membros da Rede ECG. Para a sua implementação foi elaborado um quadro concetual, a partir do qual se desenhou um inquérito enviado a escolas, professores e professoras e diferentes redes de educação. Das 164 respostas recebidas, 124 foram consideradas válidas.
Os resultados podem ser consultados aqui. ( https://www.cidac.pt ) O resumo executivo em inglês e castelhano, estão acessíveis aqui.
Este estudo foi realizado no âmbito do projeto "Desafios Globais: Reforçar a Educação para a Cidadania Global nas escolas para responder aos contextos da atualidade", projeto cofinanciado pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. e pela Fundação Calouste Gulbenkian.