Assumindo o desígnio, inscrito na Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos, de transformação da sociedade por via da educação de cada cidadão, a RBE criou um sítio em linha, Cidadania e Biblioteca Escolar – Pensar e Intervir, com o propósito de promover uma cultura de cidadania democrática, reforçando o papel da biblioteca escolar no aprofundamento dos conteúdos do currículo e na formação integral das crianças e jovens nos dias de hoje, em convergência com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Enquadrando-se no plano não formal e informal da educação, os conteúdos deste sítio estruturam-se em três áreas de ação: Dinâmicas educativas, Clips e Notas das escolas.
2.ª edição do Projeto Promovido pela Comissão Nacional de Promoção de Direitos e Proteção de Crianças e Jovens (CNPDPCJ) em parceria com o Fórum para a Governação Integrada
A promoção, proteção e defesa dos direitos humanos das crianças constitui um dos pilares fundadores do desenvolvimento e progresso das comunidades, sendo imperioso continuar a adotar medidas sobre a prevenção dos maus-tratos nas crianças e jovens a nível nacional.
Garantir os Direitos da Criança em Todos os Contextos de Vida constitui-se como a base do Projeto Selo Protetor, Projeto que pretende distinguir escolas que implementem boas práticas ao nível da promoção dos Direitos Humanos da Criança.
A sua primeira edição decorreu em 2018 e abrangeu cerca de 35.000 participantes, entre alunos, professores e pessoal não docente.
Receber o Selo Protetor implica um compromisso e um desafio no sentido de desenvolver e aprofundar respostas de qualidade em áreas como a segurança e o bem-estar de crianças e na adoção de medidas para sinalizar e gerir situações de maus tratos, promovendo-se sempre um ambiente protetor para as crianças e para os jovens.
Candidaturas abertas entre 10 de janeiro e 28 de fevereiro de 2019
Para mais informações consulte o sítio da CNPDPCJ.
Entrevista de João Céu e Silva ao filosofo José Gil, que saíu no Diario de Notícias a 4 de janeiro de 2019, com o título: "O passado está a ser engavetado, digitalizado e virtualizado."
"Populismo, ameaça de fascismo, perigo de extinção ou catástrofes ecológicas. Tudo o que estamos a viver ou aquilo a que estamos a assistir por todo o planeta é novo e não tem paralelo. Por isso, José Gil evita prever o futuro próximo da humanidade e justifica-o por não existir um paradigma com que se possa comparar o novo estágio das sociedades com o que foi até agora a história. «O imobilismo é apodrecimento», diz o filósofo português. Mas levanta a questão: «Que é que os professores vão ensinar?»
(...)
Como é que se confronta pessoalmente com esta mudança de paradigmas?
Não acho que haja mudança de paradigma, porque tal não existe para o nosso presente. Estamos a mudar de paradigma sem que tenhamos aquele para o qual queremos mudar. Isto em tudo, como é o caso da educação para a cidadania. Havia antes uma educação para a transmissão e acumulação na área das humanidades, agora é o da cidadania. O que é que os professores vão ensinar? E como vão formar turmas tumultuosas. Isto é uma coisa ridícula, porque quando não se dão meios nem se preparam os professores para a cidadania não há formação possível: ou seja, não há paradigma, tanto mais que a questão da cidadania leva a ponderar questões totais na sociedade.
A colaboração, particularmente entre organizações, é um processo essencial para a gestão de problemas complexos. Há, no entanto, a consciência de que a cultura colaborativa encontra obstáculos relevantes, que necessitam de ser ultrapassados, de forma a contribuir ativamente para uma “era da colaboração”.
É neste contexto que o Forum GOVINT e os seus promotores irão promover o Ano Nacional da Colaboração (ANC) – 2019 (www.colaborar.pt).
Este projeto visa a promoção e disseminação do conceito “Colaborar faz toda a diferença” na comunidade escolar, criando dinâmica e atenção social para o tema da colaboração, como forma de contribuir para uma mudança cultural/organizacional das escolas, bem como o investimento no contexto de educação para que, desde cedo, se aprenda a cooperar e se perceba o potencial transformador da colaboração.
Neste sentido, pretende-se mobilizar e inspirar Escolas portuguesas para a relevância estratégica do ato colaborativo, bem como promover a participação de escolas no Programa Nacional em rede, através de uma dinâmica descentralizada e colaborativa.
Para o efeito, pretende-se envolver comunidades educativas através de parcerias já instaladas ou a criar, que queiram desenvolver iniciativas sob este desígnio, tais como Diretores de Agrupamentos e Presidentes do Conselho Geral com responsabilidade na definição de políticas nas suas organizações; estruturas intermédias e professores através da colaboração em equipas multidisciplinares, jovens do ensino básico e secundário, entre outros.
A apresentação pública do ANC teve lugar no dia 4 de janeiro de 2019, no auditório da Escola Secundária de Camões, contando com a presença de várias entidades públicas e privadas num ato colaborativo em prole do sucesso. Fonte: http://www.dge.mec.pt
O 70.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos assinala-se esta segunda-feira. O PÚBLICO reuniu algumas questões sobre os artigos que compõe a carta, os seus defensores e abstencionistas e ainda sobre quem a deveria ter escrito.
THE MANUAL is a kit of instructions on how to create the participatory theatre show A Manual on Work and Happiness. It includes a video, a step-by-step document, a set design kit and the texts of the show in five languages (English, Portuguese, Italian, Greek and Spanish).
THE MANUAL is royalty-free. People around the world – artists, professional or amateur companies – are encouraged to download it and create their own version of the show!
THE MANUAL is one of the outcomes of a two-year project which included, among other events, five artistic residencies and five participatory stage performances in five cities from three countries (Portugal, Italy and Greece). Those residencies were coordinated by Portuguese theatre company mala voadora and were designed to the local communities, thus turning a group of citizens out of arts scene into performers.
Each one of those five performances was based on a series of instructions and texts which were tested and adjusted to the necessities of different groups and different venues.
THE MANUAL is a compilation of those instructions and texts written by Pablo Gisbert (including the ones which were left out of the performances). Upcoming shows, directed by motivated professional or non professional artists worldwide willing to give it a try, are expected to follow THE MANUAL, but also keep a certain level of creative freedom.
Now you have everything you need to do this show.
Try not to be too strict and enjoy yourself!
Estas Orientações, construídas num diálogo intenso e construtivo com a Ordem dos Psicólogos Portugueses, visam apoiar os psicólogos no exercício das suas atividades, sobretudo tendo em conta a produção de nova legislação sobre inclusão e currículo e o desenvolvimento de várias medidas de apoio ao desenvolvimento de um sentimento de pertença em cada aluno: apoios tutoriais específicos, programas integrados municipais, sinalização precoce de dificuldades, reforço da educação estética e artística, entre tantas outras medidas que visam a geração de sentimento de felicidade e bem-estar junto dos alunos.
Conjunto de sugestões para promover os direitos humanos na sua escola, com atividades que incentivam os alunos a melhor compreender e valorizar os DH e a responsabilizaram-se pelo seu respeito, defesa e promoção.
Outros materias pedagógicos no âmbito dos Direitos Humanos:
Escócia
é o primeiro país a incluir aulas LGBTI em todas as escolas
O objectivo das aulas é fazer com que “todos as crianças e jovens LGBTI
se sintam seguros, apoiados e incluídos na escola”. Mas também "promover a
tolerância e as relações positivas” entre todos. Iniciativa governamental é
estreia mundial.
A Escócia vai ser o primeiro país a leccionar, em
todas as escolas públicas, os direitos das pessoas lésbicas, gay,
bissexuais, transgénero e intersexo. O plano curricular vai passar a integrar a
história dos movimentos que lutam pela igualdade da comunidade LGBTI, bem como
discutir formas de explorar a terminologia e a identidade de género e combater
a homofobia, bifobia e a transfobia.
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O vice-primeiro-ministro escocês, John Swinney,
apresentou no Parlamento, a 8 de Novembro, o relatório e as linhas de
recomendação do grupo de trabalho Educação Inclusiva LGBTI. Estabelecido em
Abril de 2017, o grupo foi liderado pelos representantes da campanha Time for
Inclusive Education (TIE) e juntou dez comissões e
associações tanto governamentais como não-governamentais — e até católicas. O
governo escocês “aceitou por completo” todas as 33
propostas que resultaram da discussão.
(Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amilcar Cabral)
Trata-se de um recurso pedagógio sobre o trabalho
Este guia pedagógico para educadores e educadoras foi pensado para apoiar a utilização do recurso. A sua consulta é importante antes de passarem à prática, pois:
explica a forma como o recurso se encontra organizado e como pode ser utilizado;
apresenta algumas reflexões sobre o conceito de Educação para a Cidadania Global (ECG) e a sua evolução histórica;
fornece dicas sobre o papel do educador e da educadora à luz da ECG;
apresenta um enquadramento conceptual sobre o tema do trabalho no geral, e em particular sobre o âmbito das migrações e da automatização do trabalho, que poderá ser importante para o desenvolvimento do percurso e das atividades;
fornece dicas metodológicas concretas para a realização dos percursos e das atividades sugeridas;
sugere algumas referências (livros, artigos, sites, vídeos) que consideramos úteis e interessantes para aprofundar conhecimentos no âmbito da Educação para a Cidadania Global
De forma a fomentar a partilha de práticas pedagógicas, o Ministério da Educação divulgou, no siteAutonomia e Flexibilidade Curricular, (http://afc.dge.mec.pt/pt)vários vídeos que apresentam o modo como as escolas têm vindo a desenvolver o currículo, adequando-o aos seus contextos. Os vídeos, disponíveis no separador “Práticas”, incidem sobre as áreas: Opções curriculares, Dinâmicas de trabalho e práticas pedagógicas, Projetos com/para a comunidade, Educação para a Cidadania e Avaliação.
Programa que promove a cidadania ativa e solidária, assente na promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.
Ferramenta agregadora dos projetos solidários da escola/agrupamento, rumo à melhoria de performances e impacto.
Mobilizamos professores e alunos a contribuírem, de forma integrada e construtiva, para a melhoria de situações concretas das suas comunidades, tornando-se assim agentes de mudança positiva.
Promovemos a partilha das boas práticas e o trabalho em rede, amplificando e celebrando o contributo alcançado.
O Caderno de Educação Financeira 3 para o 3.º ciclo do ensino básico destina-se a apoiar alunos e professores na abordagem a temas do Referencial de Educação Financeira (REF) e pode, enquanto material de apoio à Educação Financeira, ser trabalhado nos diversos contextos curriculares de aprendizagem: no seio das disciplinas; em Cidadania e Desenvolvimento; em ofertas complementares ou no apoio ao desenvolvimento de projetos. Os temas do REF são trabalhados de forma criativa e didática, através de cinco histórias protagonizadas por alunos do 8.º e 9.º anos de escolaridade, promotores de iniciativas/aventuras apoiados pelos professores e pela família. As histórias são exploradas por atividades que procuram explicitar e completar os saberes de natureza financeira, inerentes à narrativa, bem como desenvolver atitudes e comportamentos financeiramente adequados.
No âmbito da implementação da Autonomia e Flexibilidade Curricular nas Escolas (Decreto Lei n.º 55/2018), o Ministério da Educação disponibiliza um novo site, (http://afc.dge.mec.pt/pt), o qual se assume como um espaço virtual para a reflexão e a partilha de práticas, assim como para a publicação de recursos e outra informação relevante, tendo em vista o reforço do conhecimento profissional docente e o desenvolvimento da escola, enquanto organização aprendente.
O Museu Nacional de Etnologia irá desenvolver, entre 2018 e 2020, o projeto Diálogos na Diversidade: Programa de Educação para a Multiculturalidade, como o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de valores e atitudes que conduzam ao exercício de uma cidadania plena no contexto de uma sociedade crescentemente multicultural.
Este programa é dirigido a estudantes dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, ensino secundário e ensino noturno, docentes e encarregados de educação.
A participação de grupos escolares é gratuita, no entanto, sujeita a reserva prévia