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terça-feira, 23 de junho de 2015

Guia para um verão + mediterrânico


Para celebrar o início de uma nova estação do ano, a Associação Portuguesa dos Nutricionistas lança o “Guia para um verão + mediterrânico”, de forma a promover as recomendações da Dieta Mediterrânica e transmitir algumas sugestões alimentares para uma semana de verão.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Plataforma FITescola®



FITescola® A Plataforma do aluno, do professor de Educação Física e das famílias
A Plataforma foi apresentada a 14 de Maio na Faculdade de Motricidade Humana.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

guia "Sexo, Amor e Vidas"



Falar sobre o amor, o sexo, a sexualidade e as relações – os altos e baixos e o que está ou não na moda. Os sentimentos e as ideias sobre sexo e sexualidade são influenciados por tudo e por todos, incluindo os amigos,família, cultura, televisão, anúncios, revistas.
O guia "Sexo, Amor e Vidas" dedicado a jovens adultos é um dos muitos materiais de Educação Sexual que pode encontrar de forma totalmente gratuita no site da APF - Associação para o Planeamento da Família!

quarta-feira, 25 de março de 2015

O projeto Papa Bem



O projeto Papa Bem coordenado pela Escola Nacional de Saúde Pública, em parceria com o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, foi adotado pela Direção-Geral da Saúde, no âmbito do Programa Nacional de Promoção da Alimentação Saudável.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Liga-te à prevenção

Liga-te à prevenção - A Escola Virtual e a Liga Portuguesa Contra o Cancro desenvolveram um conjunto de aulas interativas que pretendem sensibilizar para a importância da prevenção do cancro de pele e das doenças associadas ao consumo de tabaco.
O Ministério da Educação e Ciência e a Direção-Geral da Educação deram o seu apoio institucional ao projeto educacional “Liga-te à Prevenção” desenvolvido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em parceria com a Porto Editora.  Liga-te à Prevenção pretende ser um projeto emblemático de Educação para a Saúde, que visa atingir a população jovem através do recurso ao formato de educação via e-learning de acesso gratuito  (aulas interativas constituídas por animações, simulações, vídeos e exercícios que exploram a temática do cancro). Os materiais didáticos disponibilizados podem ser utilizados pelos profissionais nas suas aulas e os desafios permitem aos alunos responder espontaneamente ou assumir como trabalho extra.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

CARTILHA “Suicídio: informando para prevenir”

Em uma ação inédita, Conselho Federal de Medicina – CFM e Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP firmam parceria para combater os altos índices de suicídio no Brasil. Segundo dados 17% das pessoas no Brasil já pensaram, em algum momento, em tirar a própria vida. Por isso, as duas entidades se empenharam em criar uma cartilha para orientar os médicos e profissionais da área de saúde em casos de tentativa de suicídio ou para identificarem possíveis casos em seus pacientes.
A cartilha foi uma iniciativa do Conselho Federal de Medicina, representado pelo vice-presidente Emmanuel Fortes e pela Comissão de Estudos e Prevenção de Suicídio – ABP. A cartilha “Suicídio: informando para prevenir” fala sobre como abordar um paciente, explica de que forma as doenças mentais podem estar relacionadas ao suicídio, os fatores psicossociais e dados atualizados sobre o tema.


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

PROGRAMA "Crescer a Brincar”



O “Crescer a Brincar” é um programa da autoria do Dr. Paulo Moreira, editado pela Porto Editora (http://www.portoeditora.pt/), que promove o ajustamento psicológico no 1º Ciclo do Ensino, e de uma forma lúdica e atraente para as crianças, favorece que estas se envolvam num processo de promoção do ajustamento psicológico, permitindo também que, em contexto de escola ou em casa, os agentes educativos se envolvam também eles nesse processo. Permite trabalhar questões tão importantes como tomar decisões, ser assertivo, resistir a pressões dos colegas, promover a auto-estima e lidar com emoções negativas através de histórias e de actividades interactivas.


O Prof. Doutor Paulo Moreira é docente no Instituto de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade Lusíada do Porto

À venda  nas livrarias 


segunda-feira, 14 de julho de 2014

MITOS e PRECONCEITOS sobre a saúde mental infantil

O artigo de José garrido do Jornal Publico de 13.7.2014, com o título: Mitos e preconceitos sobre a saúde mental infantil:

Os cuidados de saúde mental infanto-juvenil são frequentemente vítima de discriminação, sendo a sua necessidade desvalorizada por dirigentes e profissionais de saúde, por desconhecimento e pela existência enraizada na nossa cultura de alguns mitos associados à infância, designadamente:
Mito – a infância e a adolescência são de forma geral os períodos mais felizes na vida da maioria das pessoas, pelo que as situações de doença são raras e não devemos “psiquiatrizar” em excesso.
Facto – pelo menos 15% das crianças e adolescentes têm patologia psiquiátrica a necessitar de algum tipo de ajuda, fruto de circunstâncias individuais ou mais frequentemente do contexto em que crescem e vivem.
Mito – os problemas de comportamento ou a hiperactividade na infância são questões disciplinares, de educação, ou de famílias pobres ou problemáticas.
Facto – os problemas de saúde mental infantil são transversais a toda a sociedade, e os de ansiedade ou depressão são até bastante comuns em adolescentes de famílias diferenciadas com níveis de exigência e responsabilidade acima da média.
Mito – a capacidade de recuperação das crianças que sofrem algum tipo de problema de saúde mental é muito maior que nos adultos, pelo que apenas em casos excepcionais são necessárias intervenções especializadas nesta área.
Facto – todos conhecemos e nos lembramos exemplos de adultos de sucesso que tiveram infâncias ou adolescências problemáticas, mas simultaneamente “esquecemos” de forma selectiva que a maioria dos adultos problemáticos tiveram infâncias disfuncionais e frequentemente sem qualquer oportunidade de ajuda para o seu equilíbrio, crescimento e sofrimento mental.
Mito – quem vai a consultas de Pedopsiquiatria, vai tomar medicação o resto da vida.
Facto – uma grande parte das intervenções em consulta de Pedopsiquiatria não implica a toma de medicação, dizendo respeito a ajuda em situações pontuais de crise, problemas que ocorrem ao longo do desenvolvimento, ou ainda a dúvidas sobre o normal e patológico


segunda-feira, 24 de março de 2014

Encontre uma Saída



CAMPANHA "Portas" - A importância da Psicologia
A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) lança hoje a sua primeira campanha de sensibilização da psicologia em Portugal. Chama-se "Portas" e tem como objectivo chamar a atenção para a importância da Psicologia na prevenção, promoção, optimização de competências e no acompanhamento de pessoas com problema ou dificuldades que podem ser ultrapassadas com o apoio de um psicólogo.
Por essa razão, foi criado um canal que assina toda a campanha e que é de fácil consultahttp://encontreumasaida.pt/


sábado, 1 de março de 2014

Russell Foster: Por que dormimos?


Russell Foster é um neurocientista: ele estuda os ciclos de sono do cérebro. E pergunta: o que sabemos sobre o sono? Não muito, parece, para algo que fazemos durante um terço de nossas vidas. Em sua palestra, Foster compartilha três teorias populares sobre por que dormimos, destrói alguns mitos sobre quanto sono precisamos em diferentes idades -- e nos dá dicas sobre algumas aplicações ousadas do sono como um indicador de saúde mental.

Conferência traduzida em várias línguas.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A Parent's Resource Guide to Social and Emotional Learning



·         Encouraging Kindness and Empathy
·         Cultivating Perseverance and Resilience
·         Mindfulness, Emotional Intelligence, and Focus
·         Home, School, and Community Partnerships
·         Children’s Social Selves and Technology
·         Additional Resources



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Em Busca do Tesouro das Famílias



O "Em Busca do Tesouro das Famílias" apresenta-se como um programa de prevenção em meio familiar, de média/longa duração, dirigido a famílias com crianças entre os seis e os doze anos. Ainda que desenhado para aplicação selectiva, pode ser utilizado como programa universal, desenrolando-se em sessões semanais de hora e meia, com sessões paralelas para pais e filhos.

 Objetivos do programa
- Prevenir problemas de abuso de substâncias e problemas de ajustamento nos jovens;

- Promover o bem-estar das famílias e dos seus elementos numa perspectiva integrada (físico, social, psicológico e espiritual);

- Aumentar processos de resiliência familiar (sistemas de crenças e significados, processos organizacionais e comunicação/resolução de problemas).



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ENTREVISTA a Daniel Sampaio




A Grande Entrevista.
Com Daniel Sampaio - Professor universitário; psiquiatra e terapeuta familiar
Entrevistador: Vitor Gonçalves

TEMAS ABORDADOS
Bullying
Depressão
Suicídio
Saúde Mental nas escolas
Tragédia do Meco que vitimou 6 jovens
...

Programa de Resolução de Conflitos

Programa de Resolución de Conflictos en Centros de Menores: Responsabilidad Social y Aprendizaje - Servicio


‐‐


(AQUI)


AUTORA: Mª INÉS LOMBRAÑA GARCÍA 
TRABAJO FIN DE GRADO DE EDUCACIÓN SOCIAL 2011/2012  - ESCUELA UNIVERSITARIA DE EDUCACIÓN DE PALENCIA
UNIVERSIDAD DE VALLADOLID

domingo, 19 de janeiro de 2014

Manuais destinados à intervenção em contexto educativo



MindMatters (http://www.mindmatters.edu.au/)  Leading mental health and well being - apoia as escolas secundárias australianas na promoção e proteção da saúde mental dos membros das comunidades escolar. 

LUTO e PERDAS 










EDUCAR PARA A VIDA




BULLYING





COMPREENDER A SAÚDE MENTAL(STRESS)









quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Bullying - é tempo de inserir a saúde mental nas escolas

Parte do artigo de Ana Cristina Pereira, que saiu no Publico de hoje, com o título Suicídio é multifactorial, diz especialista
(…)
O bullying foi a causa apontada pelo Correio da Manhã ao noticiar a morte do rapaz de 15 anos, aluno da EB 2-3 de Palmeira, em Braga. Não seria descabido. Segundo Ana Tomás de Almada, investigadora da Universidade do Minho, esta forma de violência – continuada, exercida por colegas – tende a ser desvalorizada. “Considera-se que faz parte da infância e da adolescência, que forma o carácter, endurece. Como não há condenação, não há prevenção.” (...)As escolas, explica ainda o especialista José Carlos Santos, presidente da Associação Portuguesa de Suicidologia, podem desempenhar um papel chave na prevenção. Não se refere apenas aos professores, mas também aos assistentes operacionais, que vigiam os recreios. Acha que é tempo de inserir a saúde mental no plano de saúde escolar e de apostar nos processos educativos, na cidadania, em vez de pensar apenas nos resultados. Beatriz Pereira - investigadora da Universidade do Minho -  aponta no mesmo sentido: parece-lhe que a escola tem de incentivar mais o respeito, a cooperação e menos a competição."
Nota: o sublinhado é meu

segunda-feira, 18 de novembro de 2013