Mostrar mensagens com a etiqueta Educação pela Arte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Educação pela Arte. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Plano Nacional das Artes



https://www.dge.mec.pt/ (Resolução do Conselho de Ministros nº 42/2019)


Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o Plano Nacional das Artes (PNA) tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida. Pretende incentivar o compromisso cultural das comunidades e organizações e desenvolver redes de colaboração e parcerias com entidades públicas e privadas, designadamente, trabalhando em articulação com os planos, programas e redes pré-existentes.

Apresentação Publica a 18/06/19: https://www.dge.mec.p

segunda-feira, 4 de abril de 2016

sitio da Educação Estética e Artística do MEC


sitio da Educação Estética e Artística, do Ministério da Educação e Ciência:
http://educacaoartistica.dge.mec.pt

MISSÃO
  • promoção de um plano de intervenção no domínio das diferentes formas de arte em contexto escolar.
  • coordenação, o acompanhamento, o desenvolvimento de estudos e a proposta de orientações.
  • promoção de dinâmicas de trabalho sistemático entre as instituições de cultura e as instituições escolares.
  • desenvolvimento de modelos alternativos de formação estética e artística dos profissionais de educação.
  • identificação das necessidades de recursos pedagógicos específicos.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Educação artistica cultura e cidadania



Educación artística, cultura y ciudadanía
Lucina Jiménez Imanol Aguirre Lucia G. Pimentel Coordinadores
Organização dos Estados Ibero- Americanos
http://www.oei.es/

A pesar de los avances, la educación artística se mantiene todavía en los márgenes de los sistemas educativos. Los analfabetismos estéticos se suman a los analfabetismos digitales, marcando una situación de exclusión para millones de ciudadanos. Los retos en la educación artística son enormes: conocer su situación en los países iberoamericanos, actualizar los currículos educativos, impulsar la investigación y desarrollar programas de formación docente. Este libro constituye una reflexión sobre el itinerario que podrían seguir las políticas públicas para la educación artística, orientándose hacia creación de una nueva ciudadanía que fortalezca el conocimiento y el aprecio de las culturas de la región.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

TV Escola



A TV Escola é o canal da educação, a televisão pública do Ministério da Educação destinada aos professores, educadores, alunos e a todos interessados em aprender.
A TV Escola não é um canal de divulgação de políticas públicas da educação, é uma política pública em si, com o objetivo de subsidiar a escola e não substituí-la. E, em hipótese alguma, substituir também ao professor.
A TV Escola não vai “dar aula”, ela é uma ferramenta pedagógica disponível ao professor: seja para complementar sua própria formação, seja para ser utilizada em suas práticas de ensino.
ÁREAS TEMÁTICAS: antropologia; artes; biologia. ciência; matemática; física; educação sexual;  educação física; educação especial; ética ; filosofia; história; geografia; Informática; língua estrangeira; meio ambiente; música, química, saúde; sociologia; literatura...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Estimular a criatividade



O designer Tim Brown fala sobre a poderosa relação entre pensamento criativo e jogos -- com muitos exemplos que você pode experimentar em casa (e um que talvez não deveria).

Conferência traduzida em várias línguas em ted.com, incluindo em língua portuguesa.

domingo, 12 de junho de 2011

A Arquitectura daqui a 100 anos

Centro das ArtesCasa das Mudas do Arquitecto Paulo David

Como será a Arquitectura daqui a 100 anos?

No que às cidades diz respeito, a cada um a sua. "Nós entendemos as cidades como uma forma definida, mas penso que elas funcionarão em rede e o cidadão do futuro poderá personalizar a sua cidade. Poderá ter o bairro onde vive em Lisboa, o bairro onde trabalha em Paris e aquele onde se encontra com os amigos em Barcelona e isso será possível cruzando transportes low cost ou mecanismos de telepresença", projecta Gonçalo Furtado, professor do programa de mestrado e doutoramento da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. É, no fundo, uma evolução para "uma complexa geografia em rede, composta por centros e núcleos, assim como tecidos urbanos difusos, em que não se distingue a fronteira entre o local e o global, o natural e o artificial, e o físico e o virtual".

Nas cidades difusas do futuro, "continuarão a brotar construções, espaços físicos destinados a abrigar os nossos corpos". Mas a arquitectura dos edifícios deixará de estar refém das utopias que marcaram o passado: a vertical, "possibilitada pelo aço e pelo elevador", e a "utopia horizontal dos subúrbios, possibilitada pelo carro".
Quanto às casas, serão espaços "optimizados, efémeros, multifuncionais quando não flexíveis". Feitos "para obedecer aos nossos desejos de fluidez, transitoriedade e hibridez", prossegue Gonçalo Furtado, para enunciar: "O espaço vai ser mutante para se adaptar aos desejos do nosso corpo."
Na prática, em vez de betão, uma parede poderá ser de vapor ou um holograma. "Através de mecanismos de robótica, que deformam o espaço, ou de mecanismos de realidade aumentada ou ampliada, que funcionam como uma espécie de holografia, os espaços terão uma dimensão humana e de interactividade: uma parede pode ser feita por uma imagem, o tecto ou subir pode baixar para satisfazer os nossos desejos de conforto, os próprios cheiros poderão ser utilizados para modelar a nossa experiência", ilustra este arquitecto.
O mais certo é que edifícios assim se ponham a questionar as fronteiras do interior-exterior. "Edifícios panfletando o seu star-system e por vezes repletos de gadgets e dispositivos electrónicos que permitem expandir a sua performance para além dos limites físicos das suas paredes." Porém, "reduzidos à imagética do espectáculo, de construção expedita e sobretudo anónimos de humanidade", escreve o arquitecto, que imagina um futuro marcado por espaços em permanente reconfiguração "de acordo com os desejos e os biofeedbacks do nosso corpo".
Natália Faria Suplemento Publica 4/06/11