Mostrar mensagens com a etiqueta Ensino e aprendizagem do Português. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ensino e aprendizagem do Português. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Teresa e Alexandre Soares dos Santos INICIATIVA EDUCAÇÃO




Nascemos a partir de uma ideia dos nossos promotores, Teresa e Alexandre Soares dos Santos, que desde sempre reconheceram a Educação como a chave para o progresso dos jovens e o sucesso do país, e que, por isso, em conjunto com os seus sete filhos, decidiram alocar fundos pessoais a esta causa. A Iniciativa Educação pretende ajudar a promover o sucesso dos jovens, apoiando projetos exemplares, com potencial efeito multiplicador no sistema educativo e na sociedade. Os nossos impulsionadores aprovaram o início das atividades com três projetos: promoção da aprendizagem da leitura, desenvolvimento do ensino profissional e divulgação de informação e conhecimento sobre educação.

Iniciativa Educação é dirigida por Nuno Crato, Inês Soares dos Santos Canas e Sara Miranda.


quarta-feira, 27 de março de 2019

Programa LER+Qualifica



O Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) lança, em parceria com a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP, IP), o programa LER+Qualifica, programa de leitura e escrita para adultos que frequentam os Centros Qualifica e as escolas a eles associadas. Este programa tem como objetivo desenvolver e reforçar hábitos de leitura e escrita na população adulta promovendo, além das competências de compreensão leitora funcional e instrumental, também a literária, essencial para a prática de uma cidadania informada e ativa e para a inclusão social.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Plataforma Parli



Gostavas de aprender uma língua nova de forma rápida cómoda e intuitiva? Três antigos estudantes da FEUP, Guilherme Guedes, Nelson Ribeiro Cardoso e João Pedro Abrantes, criaram a Parli que ajuda o utilizador a aprender diferentes línguas com conteúdos de interesse para o dia a dia. Começa já a aprender, acede a https://www.parliapp.com/home

segunda-feira, 23 de abril de 2018

António Carlos Cortez “O lugar do livro no ensino: problemas e ideias, um subsídio”




Artigo de António Carlos Cortez que saiu no jornal público de hoje, com o título “O lugar do livro no ensino: problemas e ideias, um subsídio”: 

O pensamento ligado à palavra, a palavra em coerência com a acção, isso perdeu-se. A crise está, portanto, do lado da educação e da cultura

Numa polémica recente, quer José Pacheco Pereira, quer António Guerreiro dissertaram sobre o lugar do livro (e da leitura, ou de certo tipo de leituras) na sociedade actual. O historiador, a pretexto do fecho de livrarias como a Leitura, no Porto, ou a Pó dos Livros, em Lisboa, coloca o dedo na ferida ao considerar que “quanto à morte das livrarias [repetem-se] os mesmos lugares-comuns sobre o arcaísmo dos livros face às novas plataformas digitais, às mudanças de hábitos de leitura geracionais” (in PÚBLICO, 3/3/18). Mas há outras feridas que convém não esquecer, de tão abertas que estão.
Referindo-se à “ascensão de novas e agressivas formas de ignorância, aquilo a que [tem] chamado a ‘nova ignorância’”, fruto do apagamento da memória e da degradação de valores civilizacionais, Pacheco Pereira apela a que se combata essa nova barbárie, tal como se combate o autoritarismo, o sexismo, a violência e o populismo. Importa, a meu ver, ao discutir-se o livro e a leitura, levar a debate até ao campo onde esse tema pode e deve ser mais alvo da mais profunda reflexão: a Escola, já que a Assembleia da República, casa da Democracia, jamais se debruça sobre tão superficial assunto.
Espanta, porém, que tais artigos não tenham merecido da parte da Escola e da Universidade algum tipo de eco. É verdade que a emergência dos novos meios tecnológicos (o tablet e seus quejandos) não garante – antes impede – a criação de qualquer novo tipo de leitura. Ilude-se quem pensa que o computador pode levar à leitura do livro. A tecnologia pode ser útil quando instrumental, é nefasta quando se crê essencial. Para mais, se os estudantes do ensino secundário ou do ensino universitário, na sua maioria, não lêem, por que razão haveria o livro de se transformar em meio de saber se nunca verdadeiramente o foi só porque se usa o computador? Soma-se a este facto, um outro: reféns que estão da lógica depredatória de exames nacionais, ou da lógica do “decorar agora, esquecer a seguir”, não admira que o livro lhes seja completamente estranho. A explicação, quanto a mim, é óbvia: nos últimos 25 anos (veja-se o que foi a reforma de programas em 1996) a Escola transformou-se no lugar da formação técnica e tal paradigma não se compagina com a leitura competente de livros exigentes na forma e no conteúdo.
Com efeito, desde meados dos anos 90, enfraqueceu-se a presença, nos currículos, das disciplinas ancoradas na reflexão sobre a linguagem. É, pois, natural que os mais novos sintam dificuldades na prática da redacção e, subsequentemente, na prática da oralidade. Isso advém da dificuldade de pensar com clareza. E como pensar com clareza se poucas palavras se dominam? Resta, assim, o macaquear dos dedos, o dedilhar teclados. O pensamento ligado à palavra, a palavra em coerência com a acção, isso perdeu-se. A crise está, portanto, do lado da educação e da cultura. Proponha-se no exame de Português que aí vem do 12.º ano, no Grupo III, uma dissertação sobre o Maio de 68 (passam 50 anos, impõe-se lembrar...) e ver-se-á o que para os mais jovens isso significa... Ver-se-á o que leram, o que lhes foi dado a saber; como escrevem, de que modo lhes foi ensinada a competência da escrita...
Neste Dia do Livro, quer-me parecer que, para além dos argumentos de Pacheco Pereira e de Guerreiro, outros há que podemos elencar. Lembrando os aparelhos ideológicos de Estado, como os definiu Louis Althusser, tem-se hoje a sensação de que, da Escola às Universidades, se impôs uma política educativa que visa transformar a Escola num avatar das empresas. Com o aspecto cool e o auricular da praxe, caminhando, qual Steve Jobs do saber, nos palcos deste ou daquele auditório desta ou daquela escola pública, um ministro da Educação promove os computadores como meio de transmissão de conhecimentos. É uma cópia do gestor sapiente cujos lugares-comuns espantam as audiências fascinadas. Impera a retórica do marketingmais sabujo quando se trata de defender esta ou aquela política educativa. Sucesso a quanto custe, essa é a única mensagem que verdadeiramente se ouve. Os computadores, não os livros, surgem, para o cumprimento desse desígnio, como os aliados da nova elite tecnológica e, na mesma lógica, pergunta-se para quê o livro se a biblioteca, moderna e tão apelativa com os seus computadores, é o lugar ideal para jogar o Call of Duty? Perante um trabalho que exige investigação, o tablet ou o iPhone são as tábuas de salvação, julga-se. Mas sem o conhecimento de bibliografia activa e passiva (sem livros na memória!) sobre as matérias acerca das quais têm de “investigar”, que podem os estudantes vir a ler e saber através desses miraculosos suportes virtuais?
Num outro plano, admita-se: o que tem prevalecido é, na actividade docente, com fundas consequências para os alunos, a ideologia do examinador. Avalia-se, não se ensina. Se pouco ou nada se lê, e pouco ou nada se escreve, não importa o como se faz, exige-se apenas o faça-se não importa como. Por isso, vão sendo cada vez mais comuns nas Universidades e nos mais diversos cursos os alunos que, tendo de escrever sobre um dado tema, fazem plágio de trabalhos já publicados e disponíveis na Net. Eis o expediente de que se servem. Eis o modo como utilizam as plataformas digitais – ler, isso é difícil! Ler o que faz pensar exige tempo, silêncio, maturação de ideias e de conceitos. Ora, a sociedade do cansaço em que vivemos pede justamente o contrário: rapidez nas aprendizagens, nada consolidando, tornando indistinto o trigo do joio. A derrota dos apocalípticos é a vitória dos integrados. A reboque da burocracia tentacular, das reuniões onde se discutem “estratégias” (mas com base em que autores? Defendendo-se que escola de pensamento?) para que os alunos leiam e escrevam, o que temos hoje é uma Escola que esqueceu a Poesia, a História, a linguagem. Em rigor, a Escola esqueceu o “para quê” e o “como” da sua função social. Esqueceu o livro, transformou-se em empresa, linha de montagem, certificadora (como a Universidade) de diplomas. 
Discutindo-se o lugar do livro na escola, raramente se diz o que muitos sabem: a única estratégia de combate contra a “nova ignorância” (no fundo, velha, se virmos bem...) passa por trazer de novo o livro para a Escola e a Universidade. Só assim não será inútil o que escreveram nos últimos anos sobre a crise do livro e da leitura personalidades como Artur Anselmo, Saldanha Sanches, António Guerreiro, Paulo Guinote, Guilherme d’Oliveira Martins, Vasco Graça Moura, Helena Buescu, José Augusto Cardoso Bernardes. Os diagnósticos estão feitos, e não se pode deixar de ver e dizer que o rei vai nu: se quem ensina não preza o livro, se não se dão condições para que quem ensina possa reflectir e ler, aprender a saber para motivar, então semeamos no deserto.
Os professores, principais agentes neste combate que é, de facto, civilizacional, não só não têm tempo como há, entre a classe docente – digamo-lo com a coragem que se pede – um subtilíssimo (ou às vezes um declarado) ódio à leitura que extravasa os programas e os manuais adoptados. A prová-lo estão os livros de didáctica que enchem o mercado livreiro, mais vendáveis que um ensaio de Eduardo Lourenço sobre Camões ou Antero, um estudo de Jacinto do Prado Coelho sobre Eça ou Fernando Pessoa, ou um artigo de Luiz Francisco Rebello sobre o teatro de Garrett ou de Joel Serrão sobre Cesário.
De leitura se trata, com efeito. E de livros. Do livro. Se o fecho de livrarias é não só um sintoma, mas a revelação efectiva da doença da ignorância, não creio que sem uma Escola verdadeiramente transformada em espaço do conhecimento se venham a resolver quaisquer problemas relativos ao saber ler, ao saber escrever e ao saber pensar. Algumas coisas simples se podem e devem fazer: substituir, nas bibliotecas escolares, o computador pelo livro e promover, publicitar – dar a ver! – edições antigas, comentar o aspecto gráfico, contextualizar esta ou aquela colecção de poesia, aproveitar para falar da História, mas com rigor, com verdade. Um aluno ganhará sempre mais descobrindo Carlos de Oliveira ou Eugénio de Andrade, que gastando preciosas horas da sua formação leitora com os enredos de Dan Brown ou as historietas risíveis dos humoristas de serviço.

António Carlos Cortez é poeta, crítico literário e professor.




terça-feira, 28 de novembro de 2017

DOSSIÊ de ATIVIDADES - Os Verbos Operativos na Melhoria Cognitiva e na Aprendizagem dos Alunos




Título: Os Verbos Operativos na Melhoria Cognitiva e na Aprendizagem dos Alunos. Dossiê de Atividades 

Coordenação: Alcina de Sousa, António Paulo Rodrigues e Elisete Almeida 

Colaboradores 
(Equipa de Formação): Leandro da Silva Almeida, Maria da Conceição Teixeira Ramos, Filipa Fabiana Faria Abreu, Ana Cristina Jales de Oliveira Afonso, Elisabete da Conceição Pinheiro de Sousa, Florinda Gomes Granito, Helena Cristina Gomes Gonçalves, Ivone Fernandes da Silva Jesus, Júlia Cristina Saunders Gomes Rocha, Maria de Lurdes Castro Santos, Maria Goreti Loja Ferreira, Paulo Tarcísio Gouveia Rodrigues Alves

O objetivo deste manual é promover a melhoria cognitiva na aprendizagem dos alunos, através duma maior compreensão do significado dos verbos operativos utilizados pelos professores nos exercícios distribuídos aos discentes. Entendemos, assim, que, grande parte do insucesso escolar deriva da deficiente interpretação das perguntas colocadas aos alunos, nomeadamente quando se trata de testes sumativos.


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Jogos de Leitura e Escrita para Aprender a Ler



http://moodle.kcidade.com/file.php/1/JogosLeituraEscrita.pdf?fref=gc&dti=209133455816872

Na linha destas preocupações e numa tentativa de contribuir para a prevenção das dificuldades em leitura das crianças do primeiro ciclo do ensino básico, a Fundação Aga Khan, no âmbito do K’CIDADE – Programa de Desenvolvimento Comunitário Urbano, o Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) e a Association pour Favoriser une École Efficace (APFÉE) desenvolveram uma parceria para a implementação de clubes de leitura destinados a crianças do 1º ano de escolaridade em situação de risco de insucesso nesta aprendizagem. No quadro destes clubes, foram experimentados e aperfeiçoados diversos materiais lúdicos de apoio à aprendizagem da leitura, criados por Ana Cristina Silva do ISPA e por Sofia Jorge Ferreira da Fundação Aga Khan, materiais esses que aqui se divulgam. 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Livro: FALAR, LER e ESCREVER




Falar, Ler e Escrever de Fernanda Leopoldina Viana 

Falar, Ler e Escrever apresenta um conjunto de estratégias pedagógicas que promovem o desenvolvimento da linguagem e a descoberta da leitura e da escrita enquanto meios de comunicação e de acesso ao conhecimento fundamentais para a construção sólida dos pilares da literacia nas crianças em idade pré-escolar. É nesse pressuposto que esta obra se constitui como um importante recurso didático que poderá apoiar os educadores numa prática pedagógica estruturada e estruturante decisiva para a formação das crianças que dela beneficiarem.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Nova plataforma digital promove estudo de português e matemática


A Associação Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, a Associação de Professores de Matemática e a Fundação Vodafone acabam de lançar o CiberEstudo. A plataforma digital promove o desenvolvimento da aprendizagem de conteúdos das disciplinas de português e matemática.
O CiberEstudo é um complemento de estudo para as disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática, com conteúdos alinhados com o programa aprovado pelo Ministério da Educação. A plataforma dispõe de mais de 2.600 exercícios com dicas e explicações sobre resultados obtidos, bem como 72 exames e testes e numa primeira fase é dirigida a alunos dos 4.º, 6.º e 9.º anos.
Publicidade: Para além da área de estudo, os utilizadores dispõem de área de jogo com vista à consolidação de conhecimentos de uma forma divertida. Há, também, interação com os encarregados de educação através da disponibilização de relatórios de desempenho, que permitem o seguimento da evolução do aluno. “Caminhamos para um futuro cada vez mais tecnológico e interativo e, como tal, as novas tecnologias devem ser desenvolvidas para serem um importante aliado na construção do conhecimento e até mesmo nas práticas educativas”, indicou, em comunicado, Mário Vaz, Presidente da Fundação Vodafone Portugal. “Os jovens são, por natureza, abertos a novas experiências dinâmicas e enriquecedoras, pelo que esta ferramenta será seguramente um poderoso aliado no seu processo formativo”, acrescentou o executivo. 
“O atual modelo pedagógico de ensino pode ser alavancado se colocarmos as novas tecnologias ao serviço dos métodos de estudo. Esta plataforma tem mais de 2.600 exercícios interativos, com testes e exames que poderão ser corrigidos por professores no prazo de 24 horas, e através da qual os encarregados de educação vão conseguir analisar o desenvolvimento dos seus educandos (é uma ferramenta opcional)”, referiu José Manuel Matias, da Associação Ciberdúvidas.
O CiberEstudo está disponível com todos os seus conteúdos pelo valor de 9€ anuais.
Retirado de : http://www.bit.pt

terça-feira, 4 de abril de 2017

Resolução do Conselho de Ministros n.º 48-D/2017

Resolução do Conselho de Ministros n.º 48-D/2017 - Diário da República n.º 65/2017, 1º Suplemento, Série I de 2017-03-31 
Presidência do Conselho de Ministros 
Aprova as linhas orientadoras para o Plano Nacional de Leitura 2027
ACEDER AQUI

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Plataforma de Português Online




A aprendizagem da Língua Portuguesa é um instrumento importante para um projecto de vida em Portugal, quer seja para estudar, viver ou trabalhar. Agora poderá fazê-lo através desta plataforma de forma autónoma, gratuita e ao seu ritmo.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Plataforma "Português mais perto"



A Plataforma   Português mais perto constitui uma nova ferramenta disponível para o ensino e aprendizagem do português, reunindo dezenas de aulas interativas para a aprendizagem da língua. Está concebida como um apoio às famílias, na sua esfera educativa, proporcionando uma experiência de estudo orientada para a aprendizagem individual e autónoma do aluno, complementada, numa segunda modalidade, com a possibilidade de dispor de apoio de um tutor.
Destina-se, sobretudo, a auxiliar as crianças e jovens que iniciaram o percurso educativo em Portugal e, agora, em virtude da emigração temporária dos seus pais, se encontram a residir no estrangeiro, tendo no seu horizonte voltar ao sistema escolar português; mas também para as crianças e jovens de origem portuguesa escolarizados no estrangeiro, para os quais foi criada a oferta de Português Língua de Herança. Resulta da colaboração entre uma editora nacional, a Porto Editora, e o Camões, I.P.

sábado, 15 de outubro de 2016

Plataforma "Ainda estou a aprender"


O site da Plataforma: https://aindaestouaprender.com
EDUCAÇÃO A plataforma Ainda Estou a Aprender é um recurso didático e interativo para ajudar as crianças do 1.º ciclo a ler melhor
São objectivos da Plataforma:
  • uma revisão das questões e problemáticas em torno da avaliação e da intervenção nas DAL (Dificuldades de Aprendizagem da Leitura);
  •  materiais e atividades de avaliação que permitam a caraterização do padrão de aquisições e de dificuldades dos alunos na leitura;
  •  materiais e atividades de intervenção que permitam responder às dificuldades de leitura apresentados pelos alunos.
  • Paralelamente, espera-se facilitar o acesso dos agentes da ação educativa aos resultados da investigação em dificuldades de aprendizagem na leitura, contribuindo para a formação e ação informadas de professores neste âmbito específico.

sábado, 9 de julho de 2016

O Ensino da Leitura na Europa


Contextos, Políticas e Práticas
O presente documento é uma publicação da Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura (EACEA P9 Eurydice).

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Vídeo – Leitura e Escrita: Princípios, métodos e técnicas da alfabetização

Palestra proferida em Lisboa, na Escola Secundária Vergílio Ferreira, por José Morais, psicólogo da linguagem e da cognição, professor emérito da Universidade Livre de Bruxelas, autor de “A arte de ler” (Cosmos, 1998), “Criar leitores. Para professores e educadores” (Manole, São Paulo, 2013) e “Alfabetizar em democracia” (FFMS,2013).
O vídeo Leitura e Escrita: Princípios, métodos e técnicas da alfabetização destina-se a todos os professores responsáveis pela alfabetização dos seus alunos.
 Esta palestra responde a questões como:
- O que é ler?
- O que é alfabetizar?
- O que é o princípio alfabético?
- O que são fonemas e grafemas e o que é o código ortográfico?
- Como se adquire a habilidade de identificação das palavras escritas?
- Como e quando deve ser ensinada esta habilidade? Como implementar o método fónico?

Imagem retirada de http://www.lookfordiagnosis.com/

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Plataforma TOOLS OF THE MIND



Tools of the Mind is a research-based early childhood program that builds strong foundations for school success by promoting intentional and self-regulated learning. In a series of rigorous experimental trials, Tools of the Mind has been shown to have a significant impact on self-regulation of preschool children. The study also found these gains in self-regulation to be related to scores in child achievement in early literacy and mathematics.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Plataforma de Português Online



ACM lança Plataforma de Português Online

O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P.), lançou no dia 27 de maio, a Plataforma de Português Online, uma nova "ferramenta" que apresenta conteúdos para a aquisição do português europeu por adultos falantes de outras línguas. 
Retirado de: http://www.dge.mec.pt/

terça-feira, 22 de março de 2016

EKUI Cards - baralho de cartas


EKUI Cards é um baralho de cartas que ensina o alfabeto a crianças com e sem necessidades especiais, criando assim um mundo onde a inclusão social é uma realidade
O alfabeto fonético, o convencional, a lingua gestual e o braille. E se todos conseguíssemos comunicar através destes códigos? É esse o objectivo das cartas EKUI um projecto desenvolvido pela Associação Leque e criado por Celmira Macedo que idealizou um material didáctico com uma estratégia de alfabetização inclusiva, onde todas as pessoas podem comunicar de forma universal e que ensina as crianças a comunicar com todos, independentemente da sua limitação física ou cognitiva.
Estes cartões, explica Celmira Macedo, "podem ser dinamizados em contexto escolar, o que traz vantagens ao nível da aprendizagem das crianças no seu primeiro contacto com o alfabeto". "Ajuda-as a memorizarem mais rápido as letras do alfabeto português, a clarificar e a evitar as confusões gráficas comuns. É também uma ferramenta intuitiva para os professores e melhora a aquisição de competências de crianças com necessidades especiais." 
Para além da componente didáctica, as cartas EKUI têm também uma forte componente lúdica, como por exemplo o dominó, no qual todos podem jogar independentemente das limitações ou incapacidades que tenham. 
O baralho de cartas é produzido e embalado em Portugal. Esta linha de produção, chamada Oficina da Produtividade, foi concebida para incluir pessoas com necessidades especiais no mercado de trabalho. A poupança nos custos de produção e os lucros revertem a favor dos utentes da associação – quem trabalha a embalar as cartas não paga, por exemplo, as aulas de terapia da fala. 
Até ao momento as cartas EKUI estão disponíveis em duas salas do pré-escolar em Alfândega da Fé e Vila Nova de Famalicão e em 32 escolas de Vila NOva de Gaia. Este produto não só está apenas desenhado para crianças como também para adultos em processo de reabilitação que, por exemplo , tenham sofrido um AVC. 
Cada unidade custa 13,99 euros e pode ser adquirida online 

Com o apoio da Fundação EDP, da Montepio, da Missão Sorriso e do municípios de Alfandega da Fé, as cartas EKUI querem chegar a escolas de todo país e tornar a inclusão social uma realidade e não uma ideia utópica. 
Fonte: P3 Jornal Publico 8.3.16

sábado, 13 de junho de 2015

Kit do Unicef para o desenvolvimento infantil



http://desenvolvimento-infantil.blog.br

Kit do Unicef ajuda a fortalecer o desenvolvimento infantil

Este material é uma ótima ferramenta para seu trabalho de conscientização de famílias sobre os cuidados com a criança pequena.
Aborda:
  •  Pré-natal, parto e pós-parto
  • O primeiro mês de vida.
  • A criança do segundo ao 12º mês
  • A criança de um a três anos 
  • A criança de quatro a seis anos