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terça-feira, 9 de julho de 2019

Selo ESCOLA SAUDAVELMENTE



A escola dos seus filhos é saudável? Conheça o projecto "Escola SaudávelMente" 
A aposta na promoção da Saúde em meio escolar é fundamental e indissociável da contribuição da Psicologia e dos Psicólogos. A Ordem dos Psicólogos Portugueses tem, por isso, o dever de contribuir para uma cultura de responsabilidade, envolvimento e participação social, colaborando na promoção de políticas saudáveis na escola.

Neste sentido, em 2019, a Ordem dos Psicólogos Portugueses lança novamente a Campanha Escola SaudávelMente, com atribuição de Selo de Boas práticas de Saúde Psicológica Escolar

quinta-feira, 3 de maio de 2018

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Relatório "The Resilience of Students with an Immigrant Background: Factors that Shape Well-Being"



The resilience of students with an immigrant background - factors that shape well being from EduSkills OECD

The Resilience of Students with an Immigrant Background: Factors that Shape Well-Being
O relatório "The Resilience of Students with an Immigrant Background: Factors that Shape Well-Being" resulta de um amplo estudo realizado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e mostra que as desvantagens socioeconómicas e as barreiras linguísticas são os maiores obstáculos ao sucesso na escola para estudantes de famílias de imigrantes que nasceram no estrangeiro ou que têm pais nascidos no estrangeiro. 
O documento, datado de 19 de março deste ano, é lançado num momento em que o fenómeno da migração atinge mais de 258 milhões de pessoas em todo o mundo.
O estudo mostra como os fluxos de migração estão a mudar profundamente a composição das salas de aula. Os resultados do Programa da OCDE para Avaliação Internacional de Estudantes (PISA) revelaram que, em 2015, quase 25% dos estudantes com 15 anos de idade nos países da OCDE eram estrangeiros ou tinham pais estrangeiros.
De acordo com a pesquisa agora realizada, cerca de 50% dos alunos de origem imigrante não conseguiram atingir as competências académicas básicas em leitura, matemática e ciências. Entre os alunos nativos, ou seja, os que não têm origem estrangeira, a proporção é de um em cada quatro.
O relatório mostra que os estudantes imigrantes têm um menor sentimento de pertença em relação à escola do que os estudantes nativos e constata, por parte dos imigrantes, menos satisfação e maior ansiedade relacionada com o trabalho escolar. No entanto, muitos também expressaram uma grande motivação para alcançarem um melhor desempenho.
O baixo rendimento académico entre os estudantes com antecedentes imigrantes é particularmente alto na Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Luxemburgo, Eslovênia, Suécia e Suíça. Nestes países, entre os alunos que não atingiram os mínimos académicos, os estudantes imigrantes são mais do dobro.
O estudo revela, também, que os alunos imigrantes são mais propensos a frequentarem escolas com um pior ambiente disciplinar e com uma maior prevalência de faltas. Além disso, estão mais propensos a serem vítimas de bullying e a serem tratados de forma injusta pelos professores.
No entender dos autores deste relatório, tudo isto contribui para acentuar diferenças entre estudantes nativos e imigrantes no seu desempenho académico e no seu bem-estar. No entanto, muitos estudantes imigrantes revelaram que os seus professores lhes proporcionaram um suporte adicional, o que revela uma indicação, por parte dos professores, da vontade de os apoiarem efetivamente.
O documento indica, também, que a língua é determinante. Os alunos imigrantes que não falam a língua do país que os acolhe, nas suas próprias casas, tiveram resultados piores no teste PISA do que os estudantes imigrantes que falam a língua nativa.
O relatório fornece igualmente uma análise aprofundada dos fatores de risco e proteção que podem prejudicar ou promover a resiliência dos estudantes imigrantes, explorando o papel que os sistemas educacionais, as escolas e os professores podem desempenhar para ajudar esses alunos a integrarem-se nas suas comunidades, a superar adversidades e a construir uma vida melhor a nível académico, social, emocional e motivacional.
De acordo com o estudo, os professores têm um papel fundamental a desempenhar para ajudar os alunos a adaptarem-se às suas salas de aula e à sociedade em geral. Assim, os docentes devem receber mais apoio e formação para lidar com aulas cada vez mais multiculturais, aprender a abordar o bullying e a envolver, também, os pais de estudantes imigrantes.

terça-feira, 25 de julho de 2017

O Guia Europeu para as Escolas


 Guia europeu para as escolas (European Toolkit for School) 

Por uma educação inclusiva e combate ao abandono escolar precoce
Conjunto de Ferramentas europeias para as escolas oferece ideias concretas destinadas a melhorar a colaboração dentro, entre e fora das escolas, com o intuito de permitir que todas as crianças e jovens alcancem o sucesso escolar. Os dirigentes escolares, os pais e outras pessoas envolvidas em diferentes aspetos da vida escolar podem encontrar informações úteis, exemplos de medidas e materiais de consulta para inspirar os seus esforços de prestação de uma educação pré-escolar e escolar eficaz e de elevada qualidade. O Conjunto de Ferramentas destina-se a apoiar o intercâmbio e a transferência de melhores práticas e experiência entre os profissionais e intervenientes do setor escolar e os decisores políticos.

Os recursos disponíveis neste Conjunto de Ferramentas estão organizados em cinco áreas temáticas interligadas:
SABER mais:

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Uma abordagem escolar integrada para a prevenção do abandono escolar


Política educativa Uma abordagem escolar integrada para a prevenção do abandono escolar Recomendações sobre política educativa.
Comissão Europeia 
2015

Este documento apresenta as conclusões do Grupo de Trabalho para a Política Educativa ET 2020 (2014-15) da União Europeia1 sobre a sua prioridade temática: o abandono escolar precoce. O documento reflete os resultados do trabalho conjunto dos representantes dos governos nacionais de 30 países da UE, de países europeus associados e de organizações europeias de parceiros sociais. 

sábado, 15 de outubro de 2016

Nova plataforma de formação de acesso livre



Há mais uma plataforma que disponibiliza em acesso aberto um conjunto de materiais de formação, bem como outros materiais para os interessados na matéria do estudo do abandono escolar precoce (entre os 10 a 15 anos).
Estes materiais são constituídos sobretudo por produtos multimédia produzidos no âmbito do projeto Erasmus+ “2Young2Fail”, no qual participa o investigador do CIEC, Jorge Pinto. A parceria envolve diversas instituições de Portugal, Espanha, Itália e Holanda.
(Fonte:https://ciecum.wordpress.com/2016/10/14/plataforma-de-formacao-de-acesso-livre/?

Melhores práticas, nas áreas: 



sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O clima da escola


O início de um novo ano letivo é uma boa altura para nos preocuparmos com a maneira como os alunos, professores e funcionários, percebem o clima da escola como local promotor de um bom desempenho para estudar e trabalhar.
Na necessidade de compreender as dimensões que podem estar envolvidas nestes processos, e de construir instrumentos de avaliação das mesmas, estes recursos poderão ser uteis para implementar novas práticas:
imagem retirada daqui.