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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Relatório – Acompanhamento e Avaliação da Implementação da Lei n.º 60/2009 de 6 de agosto




A Lei n.º 60/2009, de 6 de agosto, estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar. Tendo em conta o seu artigo 13.º, cabe ao Ministério da Educação garantir o acompanhamento, supervisão e coordenação da educação para a saúde e educação sexual nas Escolas. Neste sentido, a Direção-Geral da Educação desenvolveu um instrumento (através de formulário online) para monitorização e avaliação do trabalho desenvolvido pelas escolas.

Saber maishttps://www.dge.mec.pt

domingo, 20 de outubro de 2019

funções da Equipa Multidisciplinar em Portugal



Este vídeo explica as funções da Equipa Multidisciplinar em Portugal a partir da publicação do Decreto Lei 54/2018 de 6 de julho.
Vídeo n.º 5 do curso da escola.org: https://www.escola.org/

sexta-feira, 17 de maio de 2019

DGEstE Ministério da Educação - Educação Inclusiva



Transmissão em direto de DGEstE Ministério da Educação - 

Seminário - Educação Inclusiva

TEXTO FINAL - Decreto-Lei n.º 54/2018


ASSEMBLEIA da REPÚBLICA
Apreciação Parlamentar - 2019-05-15 |  Votação final global (Aprovado)

TEXTO FINAL relativo às 

 - Apreciação Parlamentar n.º 67/XIII/ (BE) – “Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que ‘estabelece o regime jurídico da educação inclusiva’

 - ” Apreciação Parlamentar n.º 68/XIII/ (PCP) - “Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que ‘Estabelece o regime jurídico da educação inclusiva’" 


Retirado de: https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar

CONTRIBUTOS

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Artigo: Práticas colaborativas dos psicólogos escolares portugueses: Uma análise de tipologias e contextos


Sofia A. Mendes* / Ana Isabel Pinto* / Isabel M. P. Abreu-Lima* / Leandro S. Almeida** * Centro de Psicologia, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Universidade do Porto, Porto, Portugal; ** Departamento de Psicologia da Educação e Educação Especial, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Análise Psicológica (2018), 4 (XXXVI): 485-500

Aceder em: http://publicacoes.ispa.pt

abstract 
A colaboração entre psicólogos escolares e os vários serviços e profissionais da comunidade educativa é essencial para a prestação de serviços compreensivos, integrados e eficazes a alunos e famílias. Tendo por base a resposta de 477 profissionais a um inquérito eletrónico, este estudo investiga as práticas colaborativas intra e interinstitucionais dos psicólogos escolares portugueses. Os resultados encontrados sugerem que estes profissionais colaboram de forma regular, e com uma vasta gama de propósitos, com uma grande diversidade de entidades, serviços e equipas, internos e externos à escola. Entre as práticas colaborativas reportadas com mais frequência, destaca-se a colaboração dos psicólogos escolares com conselhos de turma, equipas de educação especial, comissões de proteção de crianças e jovens, e serviços de saúde. Os objetivos e a natureza das atividades desenvolvidas no contexto destas e de outras colaborações são explicitados, permitindo concretizar e colocar em evidência a natureza multifacetada do papel dos psicólogos escolares e os seus múltiplos contributos para as escolas. Implicações para a prática profissional, o desenvolvimento da profissão e futuras investigações são apresentadas.

Palavras-chave: Psicólogos escolares, Colaboração intrainstitucional, Colaboração interinstitucional.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Despacho n.º 9726/2018

Despacho n.º 9726/2018 - Diário da República, 2.ª série — N.º 200 — 17 de outubro de 2018
Cria uma equipa de coordenação nacional, coadjuvada por uma equipa técnica e por equipas regionais, com a missão de acompanhar, monitorizar e avaliar a aplicação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, bem como do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, definindo ainda o âmbito territorial de intervenção das equipas regionais.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Despacho n.º 9638/2018

Despacho n.º 9638/2018 - Diário da República n.º 198/2018, Série II de 2018-10-15 
Educação - Direção-Geral da Educação 
Equipas multidisciplinares para 2018-2019.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Manual de Apoio à Prática





No seguimento da publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, e conforme definido no seu artigo 32.º, a DGE disponibiliza o Manual de Apoio à Prática cuja finalidade é a de apoiar os profissionais na implementação do novo regime jurídico da educação inclusiva, assim como apoiar os pais/encarregados de educação na sua colaboração com a escola.
O compromisso com a construção de uma escola inclusiva é um desígnio nacional e um desafio para o qual estamos TODOS convocados.
Brevemente será disponibilizada a versão deste Manual em formato acessível.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Despacho n.º 8372/2017

Despacho n.º 8372/2017 - Diário da República n.º 185/2017, Série II de 2017-09-25 
Educação - Direção-Geral da Educação 
Manutenção das Equipas Multidisciplinares.

a) A Equipa de Projetos de Inclusão e Promoção do Sucesso Educativo (EPIPSE); 
b) A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE); 
c) A Equipa de Educação Artística (EEA)

Aceder https://dre.pt

sexta-feira, 24 de março de 2017

Pascal Paulus: diferenciação pedagógica



WEBIN@R da DGE
Diferenciar é distinguir a diferença. Entende-se conscientemente que um grupo de pessoas, também em contexto escolar, é sempre heterogéneo. A organização faz-se em função desta heterogeneidade desenvolvendo a diferenciação pedagógica.

Abordamos a diferenciação pedagógica em mono- e pluridocência nos vários ciclos de ensino, incluindo no ensino superior. Percorremos a planificação cooperada, o trabalho a pares, a pesquisa diferenciada, o trabalho em equipa, as comunicações no grupo e os instrumentos de avaliação.
É feita a distinção entre diferenciação pedagógica e diversificação curricular, relacionando a diferenciação pedagógica com o currículo e o conhecimento na educação básica e na educação de adultos. Destaca-se o isomorfismo no projeto de aprendizagem em todos os contextos de educação e formação.
Convidado o Doutor Pascal Paulus, cocriador de uma escola assente na pedagogia institucional gerida por pais e professores (Leuven), e membro do Movimento da Escola Moderna (MEM), onde integra grupos de trabalho com docentes do pré-escolar e do ensino básico

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

LIVRO: Psicologia Escolar - que fazer é esse?




Publicado em 2016 pelo Conselho Federal de Psicologia (BRASIL), a obra traz em páginas uma importante contribuição para uma discussão tão atual: o espaço escolar e seus atravessamentos.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

GUIA: Práticas Recomendadas em Intervenção Precoce na Infância



Práticas Recomendadas em Intervenção Precoce na Infância
Um Guia para Profissionais


Um produto do  Projeto Im2 - Intervir Mais, Intervir Melhor  - é uma iniciativa da Associação Nacional de Intervenção Precoce (ANIP) que tem como objetivo promover práticas de qualidade em Intervenção Precoce na Infância (IPI) no âmbito do Sistema Nacional de Intervenção Precoce (SNIPI). 
SABER maishttp://im2.anip.net/

segunda-feira, 21 de março de 2016

Manuais - TUTORIAS em meio escolar


A metodologia Tutal é um modelo de tutoria em meio escolar vocacionado para a prevenção do abandono escolar e para a promoção de um novo modelo comunicacional entre a escola, a família e a comunidade.
RECURSOS  para implementar tutorias: 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Equipas multidisciplinares - 1º Ciclo


Webinar da DGE com Carla Cibele

As equipas multidisciplinares não constituem por si só um objetivo, elas são apenas um modo de organizar os recursos humanos e a gestão do trabalho docente em torno de uma melhor organização da sala de aula no 3.º e 4.º anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Correspondem à constituição de uma equipa de 2/3 professores de turma com partilha regular da definição do trabalho a desenvolver e consequente avaliação, mantendo um professor como titular; redefinição dos tempos escolares na turma e dos instrumentos de regulação da aprendizagem; investimento em estratégias de diferenciação pedagógica; implementação de apoios em horário extra escolar para os alunos com mais necessidades, mediante contratualização com os encarregados de educação; investimento em recursos para a aprendizagem nas diversas áreas curriculares e partilha dos mesmos.