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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Bolsas de Estudo no Exterior da Iniciativa Ashinaga África 2020



Início:  Fim:  Data de abertura:  Data de encerramento:  Países: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe

Bolsas de Estudo no Exterior da Iniciativa Ashinaga África 2020
A Iniciativa Ashinaga África(IAA) é um programa de liderança acadêmica que tem como objetivo proporcionar a estudantes órfãos a oportunidade de estudar nas melhores universidades do mundo todo. Os candidatos devem ter a cidadania de um dos seguintes países: Moçambique, Angola, Cabo Verde ou Guiné-Bissau.


quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Associação Gap Year Portugal (AGYP)

Artigo da Jornalista Andreia Sanches, no Jornal Publico de hoje, com o título"Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção."
"Isadora Freitas está a terminar a licenciatura em Ciências da Comunicação, mas não vai já procurar emprego, nem inscrever-se num mestrado. Vai tirar um ano sabático. Numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior, e milhares de jovens têm de optar entre continuar a estudar ou procurar emprego, há quem faça a mesma escolha que Isadora fez. A partir de Setembro, a Associação Gap Year Portugal (AGYP) terá cerca de 50 jovens a fazer um ano de pausa para “sair da zona de conforto”, nas palavras do vice-presidente da associação, Telmo Martins.
“Preciso de experiências que me dêem estaleca”, continua Isadora, 21 anos, para quem realizar mestrado logo após a licenciatura nunca foi opção e, tendo em conta a actual conjuntura, entrar no mercado de trabalho também não. “Ou talvez isso seja uma desculpa”, diz.
A jovem natural de Aveiro quer ser jornalista, mas os objectivos para o próximo ano passam por viajar e fazer voluntariado: “É uma questão de crescimento interior, dar tempo de mim para mim e perceber aquilo que realmente quero.”
O conceito de gap year — criado pelos ingleses na década de 1960 — aparece normalmente associado a viajar, mas pode passar pela realização de cursos, voluntariado ou desenvolver ideias de negócio, entre outros. É também comum que seja realizado no final do secundário, mas não só.
Telmo Martins já foi “gapper” — o nome pelo qual são conhecidos os que decidem viver um "gap year". Tinha 22 anos quando, ao acabar a licenciatura em Psicologia, decidiu passar um ano a viajar. Hoje, com 24, a fazer mestrado e a estagiar, dedica-se também a divulgar o conceito de gap year. O vice-presidente da AGYP explica que em Portugal o gap year é pouco comum “porque, no caso dos jovens, os pais estão muito agarrados aos filhos e consideram que é estar um ano parado — há pressa em fazer o curso e começar a trabalhar”. Considera, por isso, que é responsabilidade dos jovens ajudar os pais a compreender e a aceitar a opção, tal como ele próprio teve de fazer.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e coordenadora em Portugal do Health Behaviour in School-Aged Children (um levantamento dos comportamentos e estilos de vida dos adolescentes levado a cabo de quatro em quatro anos pela Organização Mundial de Saúde) tem a mesma opinião: “Os adolescentes portugueses não estão tão preparados como os outros adolescentes europeus porque no Sul da Europa os pais retêm os filhos mais tempo num estatuto de não autonomia e de não responsabilização.” Contudo, para a psicóloga, a realização de um ano sabático “pode constituir uma experiência inesquecível e enriquecedora na vida de qualquer adolescente”.
“Desvio saudável”
Recordando a experiência pessoal, Telmo Martins conta com entusiasmo: “Faltava ali qualquer coisa, estava algo por conquistar e consegui sozinho.” Margarida Gaspar de Matos prossegue: a realização de um sabático permite o “exercício da autonomia e responsabilização”, a “criação de redes de suporte social”, o contacto com línguas e culturas estrangeiras e até tem “vantagens escolares e profissionais para o futuro”.

O responsável da AGYP diz, aliás, que a realização de um gap yeartem sido valorizada nas entrevistas de emprego que tem realizado nas área de consultoria e recursos humanos.
Psicóloga e investigadora na área do desenvolvimento e educação, Isabel Macedo Pinto também considera que um gap year pode representar um “desvio muito saudável” na carreira académica e profissional: “A distância pode ajudar a repensar projectos de carreira, muitas vezes elaborados de forma imatura e pouco reflectida, em outros casos a reforçar e reinvestir nos projectos de carreira já elaborados.”
Isabel Macedo Pinto vê no contexto actual “um trampolim para a saída e para a aventura” e explica: “Presentemente as pessoas estão cada vez mais mentalizadas para a ideia de que os jovens têm que sair do país para encontrarem trabalho e melhores condições de vida.”
Tanto Isabel Pinto como Margarida Matos ressalvam, contudo, que um ano sabático representa gastos financeiros que grande parte das famílias portuguesas não pode suportar.
Telmo Martins confirma que a questão dos custos pode ser uma barreira, mas diz que o desafio está em contorná-la e dá o seu exemplo: “Trabalhei durante toda a licenciatura. Podia ter comprado um carro, mas para mim fazia sentido investir em mim.” Viajou durante dez meses por 23 países da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos, por 6000 euros, mas garante que as despesas dependem do nível de conforto procurado.
A maioria dos “gappers” que conhece, diz ainda o vice-presidente da AGYP, enquadram-se nas classes média e média baixa.
Críticas ao Governo
Para Isadora, a realização de voluntariado e de trabalhos esporádicos (através de plataformas como o Serviço Voluntário Europeu e a AIESEC) pode ser a solução para tirar um “ano de folga” sem dar despesas à família que considera de classe média.  “Desvantagens? Só a saudade, mas é importante para sabermos que temos onde regressar”, diz sorridente e optimista. De resto, considera que as suas experiências da realização de Erasmus e de um InterRail foram muito positivas.

Relativamente às vantagens, espera que sejam muitas, mas mais do que melhorar o currículo, procura abrir os horizontes e destaca: “É importante saber, na prática, o que é estar fora da nossa zona de conforto.”
O gap year é uma realidade distante para a maioria dos portugueses, mas o país é um bom destino para os “gappers”, segundo o brasileiro Silvagner de Azevedo, que passou dois anos sabáticos em Portugal.
Era polícia e professor universitário quando, com 37 anos, decidiu partir para a “aventura”. “Estava tudo muito certinho na minha vida e precisava de oxigenar”, explica. O objectivo era dedicar o ano sabático à formação académica. Escolheu Portugal como destino pela língua portuguesa e pelo renome da Universidade de Coimbra, onde veio a fazer o doutoramento em Direito.
Silvagner garante que ao fim dos dois anos regressou ao Brasil “com o coração apertado e a bagagem cheia”. Além de ampliar os horizontes e descobrir Portugal e outros países da Europa, o brasileiro refere a descoberta pessoal. Do período que esteve em Portugal resultou o blogue “Portugal Sabático” que se tornou um sucesso e levou à escrita de poesia e crónicas mensais para um jornal brasileiro. “Hoje, sou um difusor da cultura lusitana no Brasil”, afirma Silvagner que desde então visita Portugal anualmente.
Para Rui Duarte, deputado socialista, casos como o de Silvagner confirmam a potencialidade do gap year como factor de promoção do país. Por considerar o ano sabático uma “nova modalidade de mobilidade social”, o deputado apresentou em Março de 2013 um projecto de resolução para adopção de medidas de divulgação e apoio à prática do ano sabático. A proposta, aprovada por unanimidade, previa a colaboração do Ministério da Educação e Ciência com associações que divulgam o gap year, a criação de um mecanismo de acompanhamento dos jovens através da rede consular portuguesa e a formação de um programa para receber jovens estrangeiros no país.
ui Duarte lamenta que, mais de um ano depois, o Governo não tenha dado seguimento à resolução, que ainda não tem efeitos práticos. No entanto, acredita que “a crescente força do movimento fará com que o Governo perceba que tem que acompanhar as tendências de mobilidade dos jovens e o seu potencial".
Sabática para professores
Em Portugal, o ano sabático está muito limitado ao mundo académico e de investigação. A cada seis anos após o doutoramento, os professores universitários podem pedir uma licença para dispensa da actividade docente pelo período de um ano lectivo, de forma a realizarem trabalhos de investigação, publicarem livros ou darem aulas no estrangeiro.

Doutorada em Teoria da Literatura há 22 anos, Celina Silva, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, vai usufruir da terceira licença sabática no próximo ano lectivo. Para pedi-la, diz, é necessário apresentar uma justificação e um plano de trabalho a efectuar. No final do ano ou semestre sabático, a professora terá de apresentar um relatório para ser analisado pela comissão científica da instituição e posteriormente anexado ao seu currículo, sob pena de repor as quantias correspondentes às remunerações recebidas naquele período.
A professora afirma que, do conhecimento que tem, é muito raro um pedido de licença sabática ser recusado e afirma: “A licença sabática é essencial porque os docentes são cada vez mais solicitados para questões múltiplas.”
Em licenças anteriores, Celina Silva dedicou-se à investigação nas universidades de Indiana (Estados Unidos da América) e Paris 8, na sequência da qual foi convidada a leccionar durante dois anos na universidade francesa. “Foi importante para contactar com outras realidades pedagógicas e institucionais”, afirma. A experiência possibilitou também cooperações posteriores.
Dado o contexto actual, a professora mostra-se, contudo, preocupada com o impacto da restrição orçamental nas directrizes futuras relativamente às licenças sabáticas.
Texto editado por Andreia Sanches "Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção.

Consultar também no site da Gap Year Portugal (GYP) o PROGRAMA EXPERIÊNCIAS ACADÉMICAS cujas inscrições se encontram abertas até final de agosto 2019


sexta-feira, 24 de maio de 2019

Bolsas de estudo do Governo do Japão para os anos académicos 2020-2025



Programas de bolsas de estudo do Governo do Japão para os anos académicos 2020-2025 (licenciaturas) e 2020-2022 (pós-graduação, mestrado ou doutoramento).

Destinatários
Estes programas destinam a estudantes portugueses que com entre 18 e 24 anos pretendam realizar uma Licenciatura, numa universidade japonesa , ou com até 34 anos desejem realizar uma Pós-graduação, Mestrado ou Doutoramento numa universidade japonesa.

Candidaturas
Para o caso das Licenciaturas as candidaturas deverão realizar-se até ao próximo dia 5 de julho e as de pós-graduação, mestrado ou doutoramento até ao dia 26 de junho junto do Sector Cultural da Embaixada do Japão em Portugal:
Av. da Liberdade, nº 245 – 6º
1269-033 Lisboa
Tel: 21 3110560
Fax: 21 3543975

Informação adicional e os formulários de candidatura encontram-se disponíveis no portal da Embaixada do Japão: https://www.pt.emb-japan.go.jp/itpr_pt/00_bolsas_2020.html


SABER mais: AQUI e AQUI

terça-feira, 23 de abril de 2019

Bolsas de Mestrado na China





As bolsas China Three Gorges Corporation (CTG) têm por objetivo estimular os recém-diplomados da Universidade de Lisboa a prosseguirem os seus estudos pós-graduados em Universidades da China, contribuindo para  valorizar a formação de nível superior fortemente ancorada na investigação, para a valorização social e económica do conhecimento e a participação ativa no progresso das comunidades.
 
As candidaturas decorrem até ao dia 30 de abril.

terça-feira, 9 de abril de 2019

um CARTÃO e um GUIÃO para exploração de visitas de estudo a feiras de informação e orientação escolar e profissional




Explora o Teu Futuro! Visita feiras de informação e orientação escolar e profissional e descobre as oportunidades disponíveis


Edição
A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP) e a Direção-Geral da Educação (DGE)

O que são (Cartão e Guião)
Instrumentos de exploração vocacional, nomeadamente, um "CARTÃO"" e um "GUIÃO" de exploração de visitas de estudo a feiras de informação e orientação escolar e profissional.

Destinatários do material
Alunos que frequentam o 3.º ciclo do ensino básico, principalmente aqueles que estão a concluir o 9.º ano de escolaridade. 

Este tipo de eventos são uma oportunidade para os alunos conhecerem e se apropriarem da oferta educativa e formativa disponível no âmbito do ensino secundário e superior, e ainda, contactarem com várias possibilidades para estudar no estrangeiro.

imagem: https://www.flickr.com/(P.Porto)

terça-feira, 2 de abril de 2019

Reconhecimento de Graus e Diplomas


Reconhecimento de graus e diplomas que permite a estrangeiros  verem os seus cursos reconhecidos em Portugal é efectuado exclusivamente por marcação.



imagem: http://www.radioportalegre.pt/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Plataforma STUDY & RESEARCH.PT



Descubra porque Portugal deve ser o seu destino para estudar ou investigar.
Descubra o que nos torna diferentes e porque é que as pessoas mais criativas escolhem Portugal para trabalhar e viver.
Aqui irá inspirar-se. Aqui irá superar-se. Aqui irá sentir-se em casa.
Aqui será feliz.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Aga Khan International Scholarship Programme (ISP) 2019-2020


Candidaturas Abertas: 
Decorre até 31 de março de 2019 o processo de candidatura ao Aga Khan International Scholarship Programme (ISP) 2019-2020. A Aga Khan Foundation atribui anualmente bolsas de estudos de pós-graduação a estudantes selecionados que não possuem outros meios para financiar os seus estudos. O objetivo do ISP é oferecer aos selecionados a oportunidade de realizar estudos de pós-graduação em instituições académicas de elevada reputação.

Os estudantes portugueses são elegíveis apenas se apresentarem a sua candidatura através da Fundação Aga Khan Portugal, tendo para isso de solicitar o formulário de candidatura através do seguinte email: akfportugal@akdn.org
São elegíveis ainda nacionais dos seguintes países: Bangladesh, Índia, Paquistão, Afeganistão, Tajiquistão, Quirguistão, Síria, Egito, Quénia, Tanzânia, Uganda, Madagáscar e Moçambique.
Para mais informações consulte:

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Decreto-Lei n.º 62/2018

Decreto-Lei n.º 62/2018 - Diário da República n.º 150/2018, Série I de 2018-08-06
Presidência do Conselho de Ministros
Altera o Estatuto do Estudante Internacional. 
Aceder: https://dre.pt/

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Portal STUDY IN EUROPE




Bem-vindo à Europa 

Gostaria de estudar numa universidade europeia?

Obtenha toda a informação acerca das oportunidades de realizar estudos num país europeu , assim como sobre bolsas de estudo.

imagem http://www.globaleducates.com

sexta-feira, 16 de março de 2018

Programa "Erasmus + Virtual Exchange "



https://europa.eu/youth/erasmusvirtual

O Programa Erasmus + vai ter uma componente virtual -  O Erasmus + Virtual Exchange, onde haverá discussões alargadas com moderadores e cursos online.  
Assim sendo, o Erasmus + Virtual Exchange faz parte do programa Erasmus + , proporcionando uma forma acessível e inovadora para os jovens se envolverem na aprendizagem intercultural. Trabalhando com Organizações de Jovens e Universidades, o programa está aberto a qualquer jovem de 18 a 30 anos que resida na Europa e no Sul do Mediterrâneo.
Através de uma série de atividades, o Erasmus + Virtual Exchange tem como objetivo expandir o alcance e o alcance do programa Erasmus + através de intercâmbios virtuais, que são diálogos de pessoas-a-pessoas habilitados para tecnologia sustentados durante um período de tempo.
O Erasmus + Virtual Exchange oferece uma comunidade on-line segura para participar de discussões facilitadas, aumentar a conscientização intercultural e construir habilidades do século 21 através da troca virtual.

Comunicado da Comissão Europeia:

http://europa.eu/rapid/press-release_IP-18-1741_pt.htm


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

PORTAL: Study & Research Abroad




Study & Research Abroad é um guia para a mobilidade académica e científica destinado a quem pretenda realizar uma experiência de mobilidade internacional, no âmbito de atividades de ciência, tecnologia e ensino superior.

Apoia a mobilidade internacional de estudantes, investigadores, docentes e não docentes através de disponibilização de informação e recomendações e de apoio pelos serviços existentes. 
Study & Research Abroad acompanha o Study & Research in Portugal, uma plataforma de valorização e internacionalização do ensino superior, da ciência e da tecnologia, orientada para estudantes, investigadores, empresas e instituições de ciência e tecnologia.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Rede Eurodesk




A Eurodesk é uma rede europeia de informação com serviços em 31 países e é um ponto de acesso à informação europeia para os jovens e para os profissionais da área de juventude.
A Rede Eurodesk recebe apoio contínuo da Comissão Europeia através do Programa
Juventude em Acção, operacionalizado pela DG Educação e Cultura.

A União Europeia e outras organizações internacionais oferecem várias oportunidades de financiamento para os jovens e para os profissionais da área de juventude. 

Estas oportunidades podem ser, por exemplo: subvenções, programas, estágios, prémios e cursos.

Direção Regional de Juventude e Desporto (DRJD)  - Região Autonoma da Madeira - é uma Entidade Multiplicadora Eurodes a nível local.

SABER mais:


terça-feira, 13 de junho de 2017

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Plataforma de Português Online




A aprendizagem da Língua Portuguesa é um instrumento importante para um projecto de vida em Portugal, quer seja para estudar, viver ou trabalhar. Agora poderá fazê-lo através desta plataforma de forma autónoma, gratuita e ao seu ritmo.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Plataforma: "UniversitiesPortugal.com"



Gostava de ter uma experiência de ensino superior internacional e juntar-se a comunidade cada vez maior de pessoas que se valorizam com estudos superiores no estrangeiro? Já decidiu que quer, mas ainda não decidiu que país escolher? Neste website, encontrará razões para ter essa experiência de estudos superiores no estrangeiro e para escolher Portugal. Aqui encontrará também informações sobre 15 universidades, incluindo todas as universidades públicas e a Universidade Católica Portuguesa

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Iniciativas Europeias: Europass; Euroguidance e Quadro Europeu de Qualificações




Este webinar visa dar a conhecer três Iniciativas Europeias de apoio à mobilidade e à orientação de carreira.

Pretende-se elucidar sobre as potencialidades de três instrumentos europeus, dentro deste âmbito, designamente, o Europass, o Euroguidance e o Quadro Europeu de Qualificações.

Neste webinar poderá ficar a saber mais sobre o que são cada um destes instrumentos, que objetivos se propõem alcançar, qual o público-alvo a que se destinam e que atividades desenvolvem na prossecução das suas missões.

Com Catarina Oliveira e João Ribeiro

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Portal Study and Research in Portugal



Trata-se de uma nova plataforma de internacionalização do ensino superior, da ciência e da tecnologia. A iniciativa é promovida pela área governativa da ciência, tecnologia e ensino superior, em articulação com a Direção-Geral do Ensino Superior, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Secretaria de Estado do Turismo e o Turismo de Portugal.

Objectivos
Visa promover “Portugal, País de Conhecimento, espaço de Inovação”. 

Destinatários
Este instrumento é destinado a estudantes e investigadores, empresas e instituições de ciência e tecnologia estrangeiros, estimulando a diplomacia científica, o turismo, a mobilidade, a economia, o património, a língua e a cultura portuguesas.