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sábado, 23 de novembro de 2019

CONSULTA PÚBLICA: Estratégia Nacional para os Direitos da Criança 2019-2022


Até 20 janeiro 2020
O Comité dos Direitos da Criança encorajou Portugal a elaborar uma Estratégia Nacional abrangente para aplicação da Convenção sobre os Direitos da Criança, incluindo objetivos e metas específicos para monitorizar efetivamente o progresso na aplicação dos direitos das crianças e jovens em todo o território.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Reshma Saujani




Reshma Saujani é fundadora e CEO do Girls Who Code, que visa apoiar e aumentar o número de mulheres na ciência da computação. Em 2010, Saujani se tornou a primeira mulher indiana americana a concorrer ao Congresso dos EUA. Durante a corrida, Reshma visitou escolas locais e viu a lacuna de gênero nas aulas de computação em primeira mão, o que a levou a iniciar o Girls Who Code. Em abril de 2019, Saujani, também autora de best-sellers, visitou a ONU Mulheres para discutir seu trabalho.
Sobre a palestra
Estamos criando nossas meninas para serem perfeitas e estamos criando nossos filhos para serem corajosos, diz Reshma Saujani, fundadora do Girls Who Code. Saujani assumiu a responsabilidade de socializar as jovens para assumir riscos e aprender a programar - duas habilidades necessárias para levar a sociedade adiante. Para realmente inovar, não podemos deixar para trás metade da nossa população, diz ela. "Eu preciso de cada um de vocês para dizer a todas as jovens que você sabe estar confortável com a imperfeição.

terça-feira, 2 de julho de 2019

Estudar é para todos?



EDULOG
Elsa Justino (Administradora dos Serviços de Ação Social da UTAD), João Redondo (Presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado), José Ferreira Gomes (Ex-Secretário de Estado do Ensino Superior) e Leandro Almeida (Presidente do Instituto de Educação da Universidade do Minho) debatem o tema da equidade no acesso ao ensino superior, com a moderação por Bárbara Wong (jornalista do PÚBLICO).

sexta-feira, 31 de maio de 2019

RELATÓRIO: "Trabalhar para um futuro melhor" – OIT




Trabalhar para um futuro melhor  - Organização Internacional do Trabalho – OIT
Maio 2019


A versão portuguesa do Relatório da Comissão Mundial sobre o Futuro do Trabalho "Trabalhar para um Futuro Melhor" foi lançada no dia 22 de janeiro e marcou o início das comemorações do Centenário da OIT.
Entre os pontos de uma agenda centrada no ser humano e sustentada em três pilares de ação, salienta-se o ponto Implementar uma agenda transformadora e mensurável para a igualdade de género:
“O mundo do trabalho começa em casa. Da licença parental ao investimento em serviços públicos de prestação de cuidados, as políticas precisam de promover a partilha do trabalho doméstico não remunerado de forma a criar uma igualdade de oportunidades genuína no local de trabalho. Reforçar a voz e a liderança das mulheres, eliminar a violência e o assédio no local de trabalho e implementar políticas de transparência salarial constituem pré-condições para a igualdade entre homens e mulheres. São também necessárias medidas específicas para abordar a igualdade de género no contexto dos empregos do futuro induzidos pelas novas tecnologias.”
Ler o artigo "São as pessoas, não a tecnologia que decidirão o futuro do trabalho" de 
Sharan Burrow - Secretário Geral da Confederação Internacional dos Sindicatos (ITUC) em: 

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Luis Aguiar Conraria : "O privilégio de se ser homem, heterossexual e branco"


O artigo de Luis Aguiar Conraria  que saiu no Jornal Publico a 10 de abril 19, com o título O privilégio de se ser homem, heterossexual e branco:

"É chato fugir ao circuito familiar. Mas de que adianta à esquerda enchermos a boca com a ética republicana, se não combatemos as linhagens de sangue?

Há uns dias, um destacado intelectual de esquerda mostrou-se perplexo com o falatório em torno das relações familiares dos nossos governantes. Explicou que também no Reino Unido havia muita endogamia e concluiu que em “Portugal, onde um grupo de 500 pessoas andou nas mesmas faculdades, frequenta os mesmos restaurantes e tem a filharada nos mesmos colégios, não faz sentido tal puritanismo”. Esta forma elitista de justificar a endogamia tem a virtude de dizer aquilo que muitos pensam, mas que têm vergonha de dizer: as elites não estão interessadas na mobilidade social. Para a filharada dos outros subir no elevador social, os filhinhos das elites têm de descer. Naturalmente, as elites protegem-se e perpetuam-se.
Num outro registo, como notou Maria João Marques, a 27 de Março, no Observador, esta endogamia tem a utilidade de mostrar que o principal argumento anti-quotas de género, o de que as mulheres devem lá chegar por mérito e não por quotas, é conversa fiada: já só um tontinho é que acha que as nomeações e promoções políticas têm o mérito como primeiro critério.
Apesar de concordar com a Maria João, há um ângulo que ela não explorou e que tem a ver com quais os sacrificados quando se impõem quotas de género numa sociedade endogâmica. É que é demasiado fácil para a elite impor quotas de género, parecendo que defende a igualdade, quando sabe que os seus filhos não vão perder os seus lugares. Para esses, como se vê, há sempre lugar. Com as quotas por género, abre-se caminho às filhas das famílias que estão no círculo de confiança. Não só a essas, claro, porque a nossa elite de 500 pessoas não é suficientemente grande, mas também a essas. Quem perde são os filhos das outras famílias.
Mamadou Ba, negro, dirigente do SOS Racismo e assessor do Bloco de Esquerda na Assembleia da República, manifestou no mural do seu Facebook a sua frustração com a forma como a esquerda conduz este debate, ao não reconhecer que a endogamia é incompatível com o ideal republicano: “Quem paga o preço mais alto do nepotismo e da endogamia são obviamente os deserdados/as da república, aqueles/as que não têm forma de construir teias de poder e, por isso mesmo, dispõem de pouca ou nenhuma possibilidade de acesso. Entre os/as deserdados/as da república estão, por excelência, os sujeitos racializados.” Tem razão. O nepotismo e a endogamia tramam os mesmos de sempre: negros e ciganos na linha da frente, como salientou Mamadou, mas também toda a massa de gente das famílias erradas.
Como vários estudos demonstram, à medida que o acesso à educação de qualidade se generaliza, as elites encontram novas (AQUI) formas de se protegerem (AQUI) Não surpreenderei ninguém ao dizer que a escolha das escolas privadas é apenas uma dessas formas. Ou nunca acharam contraditório que tantos políticos de esquerda defendam ardentemente a escola pública ao mesmo tempo que põem as crianças em colégios privados?
Ainda este ano, os sociólogos ingleses Sam Friedman e Daniel Laurison publicaram um livro onde mostram que o efeito da classe de origem é persistente (AQUI) Os autores, estudando com detalhe o caso do Reino Unido, mostram que, mesmo entre pessoas da mesma profissão, quem vem de classes inferiores é prejudicado. Não estou a falar da dificuldade para aceder a profissões de topo, falo dos que, vencendo todas as barreiras, conseguiram lá chegar: com a mesma profissão, quem vem de baixo ganha menos.
Aos filhos das boas famílias basta ir com o vento: vão para a escola certa onde conhecem as pessoas certas, fazem o primeiro estágio no sítio certo e aproveitam as oportunidades que surgem. Os filhos da classe laboral têm sempre o vento contra, podem lá chegar, mas demoram muito mais tempo num processo muito mais desgastante. Os autores não negam nem os efeitos da etnia nem do género, mas mostram que a essas barreiras há que acrescentar a classe. As várias discriminações reforçam-se mutuamente: uma mulher negra de origens modestas, num emprego de topo, ganha menos 20.000 libras do que o seu colega branco oriundo de uma classe privilegiada.
Os autores analisam vários casos, entrevistando empregadores e trabalhadores, e concluem que praticamente ninguém tem consciência do seu privilégio de classe: atribuem tudo ao mérito. Se fosse em Portugal, ainda diriam que eram prejudicados por serem filhos de quem são, como Daniel Oliveira e Vieira da Silva já explicaram. Aqueles que tantas vezes chamam a atenção (e bem) para os privilégios invisíveis de se ser homem, branco e heterossexual não se enxergam quando se fala do privilégio de classe.
Há uns anos conheci um responsável por uma empresa de consultoria em Lisboa. Contou-me que a sua empresa, quando recrutava jovens economistas e gestores, o fazia sempre em Lisboa. Um dia deu-se conta disso e foi contratar jovens de uma faculdade do Norte. Gostou tanto dos que contratou que, no ano seguinte, contratou mais uns quantos. Era a única empresa lisboeta onde o sotaque do Norte era dominante. É evidente o que se passou. Como consultora média que era, muitos dos melhores alunos de Lisboa tinham alternativas melhores. Quando foi ao Norte, contratou dos melhores dessa faculdade, que, naturalmente, eram melhores que os médios de Lisboa a que estava habituado. A empresa só ganhou com o esforço de alargar a base de recrutamento.
O caso que descrevi é um bom exemplo das conclusões a que chegaram vários estudos já feitos para os Estados Unidos. Quando muitas empresas procuraram, conscientemente, promover a diversidade dos seus quadros (aumentando a presença de negros, latinos, mulheres, etc.), no início não sabiam como fazer o recrutamento. Os circuitos a que estavam habituadas davam-lhes sempre o mesmo perfil de candidatos. Depois das dificuldades iniciais, aprenderam a que outras universidades e outros contactos recorrer. Aprenderam a avaliar CVs a que não estavam habituados. Uma vez passado o processo de aprendizagem, descobriram que havia vários candidatos qualificados e prontos que sempre tinham ali estado à espera da sua oportunidade. O mesmo se passou na Noruega, quando se impuseram quotas de género nas administrações de empresas: depois de um ajustamento inicial, a produtividade não caiu.
Voltando a Portugal. É chato fugir ao circuito familiar. É mais difícil obter recomendações e dá mais trabalho encontrar a pessoa certa. Compreendo tudo isso, mas de que adianta à esquerda enchermos a boca com a ética republicana, se não combatemos as linhagens de sangue?

*Professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

O emprego no mundo e perspetivas sociais – Tendências 2018


ou


Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT)

(Disponível em inglês)


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera que ter emprego não é garantia de ter condições de vida dignas, pois em 2018 a maioria dos 3.300 milhões de empregados no mundo não tinha bem estar material nem segurança económica
Segundo um relatório que a OIT apresenta esta quarta-feira em Genebra, esta situação decorre do facto de muitos trabalhadores terem de aceitar postos de trabalho que não correspondem ao padrão de trabalho digno, muitos deles precários, mal remunerados e sem proteção social ou direitos laborais.
A OIT refere ainda, como indício de má qualidade de muitos empregos, que em 2018 cerca de um quarto dos trabalhadores viviam em situação de pobreza extrema ou moderada.
No relatório, a OIT considera que "o progresso na redução do desemprego a nível mundial não se refletiu na melhoria da qualidade do emprego", o que torna irrealista a meta de trabalho digno para todas as pessoas, enquanto base do desenvolvimento sustentável.
O documento salienta ainda a falta de progresso quanto às diferenças entre mulheres e homens no acesso ao emprego.
A nível mundial, apenas 48% das mulheres fazem parte da população ativa em comparação com 75% dos homens.
As mulheres também estão em maioria na situação de subemprego.
Para a OIT, esta diferença percentual é alarmante e, por isso, defendeu a necessidade de medidas políticas para a reduzir.
Continua a ser uma preocupação para a OIT que um em cada cinco jovens com menos de 25 anos não trabalhe, não estude, nem esteja em formação, comprometendo as suas perspetivas futuras de emprego.
O relatório salienta, no entanto, alguns sinais positivos no mercado laboral, prevendo que o desemprego continue a diminuir em muitos países, se se evitar uma desaceleração significativa da economia.
Reconheceu também que se registou uma grande diminuição da pobreza no trabalho nos últimos 30 anos, especialmente em países de rendimento médio e um aumento no número de pessoas com formação escolar e/ou profissional.
Cem anos após a sua fundação, a OIT reafirma neste relatório, sobre as "Perspetivas Sociais e do Emprego no Mundo", a sua intenção de ajudar a solucionar os problemas detetados e de promover um debate fundamentado sobre as recomendações da Comissão Mundial sobre o Futuro do Trabalho.
Fonte: Agencia Lusa

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Relatório de monitoramento global da educação 2018





Relatório de monitoramento global da educação 2018: relatório conciso de gênero; cumprir nossos compromissos com a igualdade de gênero

UNESCO
Ano de Publicação: 2018
Disponível em Português; Inglês, Francês e Espanhol

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Aqeduto — projecto de investigação para avaliação da qualidade e equidade em educação

O Conselho Nacional de Educação e a Fundação Francisco Manuel dos Santos  promovem o Projeto aQeduto desde 2015.
É um projecto de investigação para avaliação da qualidade e equidade em educação —, com base em estimativas feitas pela Education Endowment Foundation, uma organização independente inglesa criada em 2011 com o objectivo de promover as aprendizagens dos alunos mais carenciados.

Projeto de investigação, aQeduto: Avaliação, qualidade e equidade em educação, tem como propósito construir um corpo de referenciais sobre avaliação, qualidade e equidade em educação, baseado em investigação comparada a partir das bases de dados dos alunos portugueses que participaram nos sucessivos ciclos de testes PISA (2000, 2003, 2006, 2009, 2012) e visa explicar a variação dos resultados dos alunos portugueses nos testes PISA, nomeadamente os fatores responsáveis pela evolução positiva verificada em Portugal ao longo dos doze anos, tendo em conta três eixos fundamentais:
  • os alunos (alterações na condição social, económica, cultural, comportamental e motivacional dos alunos e das famílias);
  • as escolas (mudanças na organização escolar);
  • e o país (variações nas condições económicas a nível macro do país).
Este projeto tem como principal objetivo municiar a opinião pública com informação credível e sustentada sobre o desempenho dos alunos portugueses...
Continuar a  ler: http://www.aqeduto.pt/

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Localização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável numa perspetiva de género




Produzida no âmbito da Agenda 2030 – Objetivos e Desenvolvimento Sustentável (ODS), esta publicação é um contributo para a implementação dos ODS a nível local numa ótica de integração transversal e sistemática da dimensão da igualdade entre mulheres e homens. Integra informação sobre o que são os ODS, com particular enfoque no ODS 5| Igualdade de Género e o empoderamento das mulheres e raparigas; especifica a relação entre todos os ODS, o empoderamento das mulheres e a promoção da igualdade entre mulheres e homens; e explicita como pode ser localizada a agenda numa perspetiva de género. Publicado pela PpDM em 2017, a publicação está disponível em formato papel e online.

Outras Publicações da Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres





domingo, 9 de setembro de 2018

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

A Igualdade entre Mulheres e Homens no mercado de trabalho em Portugal em FLASH

A CITE - Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego disponibilizou um documentoI I FLASH que retrata a situação das mulheres e dos homens no mercado de trabalho em Portugal.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Pilar Europeu dos Direitos Sociais




A União Europeia acaba de lançar um guia de bolso sobre o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, assente nos direitos que os cidadãos deverão ter, agrupados em três grandes categorias: igualdade de oportunidades e acesso ao mercado de trabalho; condições de trabalho justas e proteção e inclusão sociais.
O guia utiliza experiências do mercado de trabalho, da vida quotidiana e de situações de pessoas na reforma para demostrar como os cidadãos podem beneficiar destes direitos inerentes a uma União Europeia mais justa e mais inclusiva, assente num crescimento económico sustentável. 
Para Marianne Thyssen, Comissária Europeia para o Emprego, Assuntos Sociais, Competências e Mobilidade Laboral, a Europa social significa: dar aos trabalhadores o direito de terem um tratamento justo e igual nas suas condições de trabalho; o acesso à proteção social e formação, independentemente do tipo, duração e da relação de emprego; apoiar os trabalhadores na mudança de trabalho temporário para contratos permanentes; fomentar formas inovadoras de trabalho, garantindo condições de trabalho de qualidade; incentivar o empreendedorismo e o auto-emprego e impedir as relações de trabalho que levam a condições precárias de trabalho (incluindo a proibição do abuso de contratos atípicos).
Através de testemunhos concretos de gestores, empreendedores, jovens estudantes, famílias ou simples cidadãos reformados ou desempregados, o guia mostra como é possível responder à preocupação generalizada que existe sobre o futuro do trabalho, a desigualdade e a mudança demográfica. 
Fonte: anqep

quinta-feira, 31 de maio de 2018

ESTUDO: 'Igualdade de género ao longo da vida'





FUNDAÇÃO FRANCISCO MANUEL DOS SANTOS
Coordenação da socióloga Anália Torres
O livro que se apresenta dá conta dos principais resultados da pesquisa Igualdade de género e idades da vida que pretendeu responder de forma genérica à seguinte questão principal: como se caracterizam e estruturam as relações de género nas diferentes idades da vida, em diferentes contextos geográficos e sociais?

SABER mais:
https://www.ffms.pt/publicacoes/grupo-estudos/2601/igualdade-de-genero-ao-longo-da-vida

Sobre a apresentação do Estudo
https://www.ffms.pt/conferencias/detalhe/2584/apresentacao-do-estudo-igualdade-de-genero-ao-longo-da-vida

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Educação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: objetivos de aprendizagem



Título original: Education for Sustainable Development Goals: learning objectives
Autor: Rieckmann, Marco
Brasília: UNESCO, 2017. 62 p
O objetivo desta publicação é ser um guia para profissionais da educação sobre o uso da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) na aprendizagem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e, consequentemente, contribuir para a realização dos ODS. 

O guia identifica objetivos de aprendizagem indicativos e sugere temas e atividades de aprendizagem para cada ODS. Ele também apresenta métodos de implementação em diferentes níveis, desde a formulação de cursos até estratégias nacionais (Qian Tang, diretor-geral assistente para Educação da UNESCO).

Retirado de: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia

Consultar também um RESUMOhttp://www.oikos.pt e o GUIA http://www.oikos.pt