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terça-feira, 26 de novembro de 2019

VII Encontro Nacional de Formadores: Como aprende o Cérebro? Memória, Atenção e Ligação.



Apresentações em PDFhttps://www.forma-te.com/

VII Encontro Nacional de Formadores, Instituto Politécnico de Viseu, no Dia Nacional dos Formadores, 18 de novembro de 2019. Como aprende o Cérebro? Memória, Atenção e Ligação. 
Organização conjunta do FORMA-TE, Psicosoma e Instituto Politécnico de Viseu, com o Apoio Institucional do IEFP e da ANQEP.

O evento:
https://www.forma-te.com

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Escola EB Ribeira Grande | Academias Gulbenkian do Conhecimento




O Projeto “Envolver”, desenvolvido pela Escola Básica e Integrada da Ribeira Grande, promove as competências sociais e emocionais das crianças, mas também dos pais.

Outros Videos das ACADEMIAS DO GULBENKIAN DO CONHECIMENTO:
https://gulbenkian.pt/academias/videos/

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Programa de promoção de competências pessoais e profissionais em educação





Autores

M.ª Isabel Simões Dias

Objectivo geral

Contribuir para o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais no âmbito da educação

Objectivos específicos

Ativar competências, permitindo o entendimento do processo de desenvolvimento de competências e a sua utilidade

Público-Alvo: Adultos

Contexto da Aplicação: Escolar e laboral

Retirado de http://recursos.ordemdospsicologos.pt/programas/programas/23

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Tese - EDUCAR NAS VIRTUDES: programa de intervenção para alunos do 1º ciclo de ensino básico



Universidade de Lisboa - Faculdade de Psicologia
Autor: Maria da Ressurreição Morais Monge da Silva
Orientador: Maria Helena Marujo
Tese de Doutoramento
2014

RESUMO
Este estudo visou a construção, aplicação e avaliação de um Programa de Intervenção em contexto escolar, dirigido a alunos do 1.º ciclo do ensino básico a frequentarem os 1.º, 2.º e 3.º anos de escolaridade, com uma média de idades de 7,5 anos, destinado a promover atividades e contextos facilitadores do desenvolvimento de forças e virtudes. Para tal comparou os resultados de um grupo experimental (N=107), a quem o Programa foi aplicado, com um grupo de controlo (N=84), que não foi submetido ao Programa. Esta comparação foi feita em três momentos temporais – pré-teste, pós-teste e follow-up. A investigação realizada, que utilizou metodologias qualitativas e quantitativas, teve como base teórica a Psicologia Positiva e partiu do trabalho de concetualização de Peterson e Seligman (2004) sobre as Virtudes e Forças de Caráter. O treino das forças e virtudes foi assim desenvolvido através: a) da consciência e reflexão individuais e coletivas da sua operacionalização e prática; b) do envolvimento numa horta pedagógica baseada em agricultura natural; c) da prática da arte do Ikebana. Os resultados sugerem que, de acordo com as suas auto descrições, os alunos sujeitos ao Programa, comparativamente ao grupo de controlo, evidenciaram aumento da utilização das forças Criatividade; Curiosidade; Pensamento Crítico; Desejo de Aprender; Perspetiva; Bravura; Persistência; Integridade; Vitalidade; Amor; Bondade; Inteligência Social; Cidadania; Equidade; Perdão; Humildade; Prudência; Autocontrolo; Apreciação da Beleza; Gratidão; Esperança e Humor, integradas nas seis Virtudes - Sabedoria; Coragem; Humanidade, Justiça; Temperança e Transcendência. Não se encontraram diferenças entre os alunos dos dois grupos, controlo e experimental, nas forças: Liderança e Espiritualidade. Os dados encontrados foram discutidos à luz da literatura e da psicologia educacional considerando-se o interesse psicológico e pedagógico de Programas de promoção de virtudes no contexto escolar.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Não há empatia nos currículos, mas estes 500 alunos talvez aprendam a chegar lá


Projecto europeu para alunos entre os cinco e os 15 anos aposta no ensino da argumentação para uma melhor compreensão do mundo e de pontos de vista diferentes e assim desenvolver a empatia para com o outro. Em Portugal está garantida a participação de pelo menos 20 turmas.


Artigo de Clara Viana que saíu no Jornal Publico a 23 de abril de 2019 com título Não há empatia nos currículos, mas estes 500 alunos talvez aprendam a chegar lá
Não é um estado de alma, nem tão pouco um sentimento. Será antes uma capacidade que alguns têm e outros não, mas que todos poderão aprender de modo a conseguirem identificar-se com outras pessoas e até colocarem-se no seu lugar.

A esta capacidade chama-se empatia e é um dos pilares de um novo projecto europeu destinado a alunos entre os cinco e os 15 anos, que visa promover nas salas de aula “o ensino do diálogo e da argumentação como um meio de entender as identidades, as culturas e as diversidades europeias”. A este projecto, que se iniciou em Maio passado e tem uma duração de três anos, foi dado o nome de Diálogo e Argumentação para a Aprendizagem da Literacia Cultural nas Escolas (DIALLS na sigla em inglês) http://dialls2020.eu/
É um dos projectos vencedores do programa de investigação e inovação da União Europeia Horizonte 2020, tendo-lhe sido garantido um financiamento de 4,4 milhões de euros. A Portugal, que é um dos nove países participantes, estão atribuídos 480 mil euros. Por ser um dos países envolvidos, os investigadores que lideram este projecto passaram a pente fino os documentos oficiais que norteiam a educação, da Lei de Bases do Sistema Educativo à nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, que começou a ser aplicada em todas as escolas neste ano lectivo.
Primeira conclusão: em nenhum dos documentos analisados existe qualquer menção à capacidade de empatia. O mesmo acontece com o termo multiculturalismo. E o conceito de tolerância, que em conjunto com a empatia e a inclusão é outro dos pilares do novo projecto, aparece apenas duas vezes.
Em respostas ao PÚBLICO, o Ministério da Educação (ME) reconhece que se “justifica a inclusão destes domínios nos instrumentos curriculares porque existe a convicção, suportada por evidência, de que esta integração tem um impacto positivo no sucesso escolar”. Quanto à ausência ou à sub-representação de alguns destes conceitos nas orientações oficiais para as escolas e para os alunos, o ME desvaloriza. Refere que “embora os termos não sejam os mesmos, pode-se encontrar referência às questões que suscitam” nos novos referenciais em vigor.
A este respeito, o ME especifica o seguinte: “A interculturalidade é um tema obrigatório na área curricular de cidadania e desenvolvimento, com referenciais próprios; o relacionamento interpessoal é uma das áreas de competência previstas no  Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, mobilizando atitudes de cooperação, solidariedade e empatia; o programa de Apoio Tutorial Específico [destinado a alunos com um historial de insucesso] tem como principal foco o desenvolvimento de competências sociais e emocionais.”
Ao contrário do que acontece com a empatia ou a tolerância, o conceito de cidadania bate recordes pela sua presença: conta com 110 referências. Mas isto deve-se à entrada em vigor da nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, já que nos outros documentos analisados este conceito tem uma expressão menor, adianta a equipa do DIALLS.
Esta equipa, constituída por investigadores de nove universidades (oito europeias e uma israelita), seleccionou 11 conceitos que deveriam funcionar como uma espécie de tronco comum para garantir o desenvolvimento de “competências interculturais” entre os alunos e assim fomentar “a compreensão mútua”. Dos nove países analisados, só a Finlândia tem todos estes conceitos nos seus normativos para a educação.

Dez escolas portuguesas entre os participantes

Esta análise está incluída nas actividades calendarizadas para o primeiro ano do DIALLS, que se encontra ainda em curso. Desta primeira fase faz também parte a escolha dos materiais que serão utilizados, a partir do próximo ano lectivo, em 300 turmas dos nove países participantes, divididas entre o pré-escolar (5-6 anos), o 3.º ano de escolaridade (8-9 anos) e o 3.º ciclo (14-15 anos).
Em Portugal o projecto será conduzido pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa, estando já garantida a participação de 20 turmas (cerca de 500 alunos) de dez escolas da região de Lisboa, adianta a investigadora da FCSH que coordena esta acção, Chrysi Rapanta.
Em 2019/2020, professores destas dez escolas, a quem entretanto foi dada formação, irão garantir um mínimo de 15 aulas “baseadas no diálogo e argumentação”, tendo sempre como ponto de partida os programas em vigor. Ou seja, os temas a trabalhar são os que estão previstos no currículo, mas com uma abordagem diferente que privilegiará a aprendizagem pelos alunos da capacidade de argumentar, que seja por falta de tempo ou de vontade não costuma ser acalentada nas escolas.

"Uma forma de ser"

Espera-se que estes ao saberem expor as suas ideias e as razões que as fundamentam ganhem uma “ferramenta essencial” para compreenderem melhor o mundo e pontos de vista que são diferentes dos seus. Um projecto-piloto com o mesmo objectivo foi já desenvolvido neste ano lectivo em três escolas de Lisboa com resultados animadores, refere Chrysi Rapanta (ver texto nestas páginas).
Para que não subsistam dúvidas sobre a natureza do projecto, a professora da Universidade de Cambridge Fionna Maine, que é a coordenadora internacional do DIALLS, já pôs as cartas na mesa: “Não se trata de encontrar respostas – não estamos a tentar que as pessoas concordem entre si, nem sequer que procurem chegar a um acordo. Este projecto é sobre ouvir e aprender. É sobre uma forma de ser.”
É o que os alunos envolvidos irão experimentar primeiro nas suas salas de aulas, depois com actividades entre turmas de diferentes escolas e por fim com outras de diferentes países. Para a realização destas actividades foram já escolhidos livros e  pequenos Filmes de animação que têm em comum o facto de não terem palavras. Razão? “Não tendo palavras, sem necessidade de tradução, são um estimulante ideal para o diálogo intercultural”, responde Fionna Maine.
Pelo caminho, os promotores do DIALLS esperam que a capacidade de argumentar se torne uma competência valorizada pelo ensino. E que o próprio conceito de literacia cultural, contido na designação do projecto, sofra uma expansão. E que em vez de se referir apenas ao conhecimento da cultura em que se está inserido (literatura, arte, referências históricas, costumes, idiossincrasias, símbolos, etc.), passe também a incluir “as muitas interpretações que existam” sobre tudo isto, resume Fionna Maine.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Sites e programas que fornecem habilidades para a gestão das emoções




Sites e programas que fornecem habilidades para a gestão das emoções e redução do estress para todos os alunos, famílias e professores. Também servem para identificar os que mais sofrem na gestão dessas habilidades.



quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Programa de Desenvolvimento Socioafetivo (DAS)


Autor: M.ª V. de la Cruz Mª C. Mazaira 

População: Crianças & Adolescentes

Versão: Portuguesa

Aplicação: Coletiva

Descrição Física
O programa DSA é constituído pelo seguinte material:
  • Manual Técnico
  • Cartão com a Roda dos Sentimentos
  • Cartões com Expressões Faciais

Programa de intervenção que tem como objectivo estimular o desenvolvimento social e afetivo.
Através deste programa pretende-se que os jovens aprendam a estar e a agir em grupo, aumentem o conhecimento que têm acerca de si mesmos, aprendam a reconhecer e a aceitar os seus sentimentos, aumentem e melhorem os seus padrões comunicacionais, e aprendam a seleccionar comportamentos construtivos empregando-os na resolução de problemas.
Este programa destina-se, principalmente, à prevenção de problemas comportamentais junto de jovens que manifestam ou que podem vir a manifestar problemas ao nível do comportamento social.

https://www.forma-te.com/

http://www.edipsico.pt/_old/dsa.htm

sábado, 1 de setembro de 2018

Ana Isabel Lage Ferreira: "Sim, é possível ensinar a comunicar nas escolas! "



Licenciada em Psicologia pela Universidade do Porto e com Mestrado em Psicologia pela Universidade do Minho, completou a parte curricular do Doutoramento pelo ISCTE.IUL na área da Inteligência Emocional.

TEDxPorto