No âmbito da iniciativa “Simplex +” foi desenvolvido o programa “Escola + Simples para Professores”, com o objetivo de simplificar procedimentos nas escolas.
Este programa visa ainda, através do lançamento de um concurso anual de ideias, desafiar as organizações escolares e os seus profissionais a contribuírem para a definição e o prosseguimento de práticas de simplificação de procedimentos e processos.
Medida 1 – Atas + Simples
Medida 2 – Visitas de Estudo + Simples
Medida 3 – Instrumentos de Autonomia + Simples
Medida 4 – Contratação de Apoio Jurídico
Medida 5 – Aquisição de Manuais Escolares + Simples
John Wooden, affectionately known as Coach, led UCLA to record wins that are still unmatched in the world of basketball. Throughout his long life, he shared the values and life lessons he passed to his players, emphasizing success that’s about much more than winning.
Audição da Pró-Inclusão - Associação Nacional de Docentes de Educação Especial - com o Grupo de Trabalho da Educação Especial, da 8ª Comissão de Educação e Ciência, no dia 31 de janeiro de 2019, na Assembleia da República.
A Associação esteve representada pelo Presidente, Professor David Rodrigues, e pelas docentes Manuela Prata e Margarida Loureiro
webinar "A implementação do Decreto-Lei nº 54/2018 no AE de Colmeias". Este webinar tem como convidado o Dr. Fernando Elias, Diretor do Agrupamento de Escolas de Colmeias (Leiria).
Com o objetivo de divulgar práticas inovadoras de ensino e de aprendizagem, desenvolvidas no âmbito da iniciativa Laboratórios de Aprendizagem e do projeto eTwinning, a ERTE/DGE agendou um conjunto de videoconferências,online – Partilhas à Quarta.
No mês que completa 18 anos de história, o Instituto Cresceranuncia o lançamento do programa APEI-50 (sigla para Avaliação das Práticas Educacionais Inovadoras), uma ferramenta para gestores avaliarem o quanto as práticas de suas escolas podem ser consideradas inovadoras e quais pontos ainda podem ser melhorados a partir de estratégias de intervenção e de investimento em tecnologia. (Fonte: http://porvir.org )
O programa visa auxiliar as lideranças educacionais a avaliarem o quanto a escola vem inovando, além de planejar estratégias de intervenção, investimento em tecnologias digitais e formação docente que contribuam para melhores oportunidades de aprendizagem.
Acredita - se que os resultados obtidos por meio do APEI-50 fomentarão as discussões pertinentes para avançar rumo à uma nova educação, que faça mais sentido para os alunos e colabore com o desenvolvimento das competências exigidas aos cidadãos do século XXIXI.
Lei nº 50 /20018 Diário da República n.º 157/2018, Série I de 2018-08-16 .- Lei-quadro da transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais ACEDER: https://dre.pt/ Artigo 11 -Novas competências dos órgãos municipais - Educação
Despertar e inscrever uma outra visão e estratégia para a escola aconselha a necessidade e a capacidade de comunicação sobre o que se tem estado a fazer e o que se está a planear fazer. No essencial, o desafio é, nas palavras de Edgar Morin (2001), “fortificar a aptidão para interrogar e de ligar o saber à dúvida, de desenvolver a aptidão para integrar o saber particular não apenas dentro de um contexto global, mas também na sua própria vida, a aptidão para apresentar os problemas da sua própria condição e do próprio tempo” (p. 15). Ao longo desta obra, os vários autores desafiam-nos a pensar, a fazer diferente, convocando e fundamentando os princípios-chave para o sucesso educativo e para o desenvolvimento humano que conjugam necessariamente as dimensões da inclusão, da flexibilidade, da cooperação, da qualidade, da inovação e da autonomia.
Promover sucesso escolar significa promover melhores aprendizagens para todos. Neste webinar apresenta-se o conjunto de medidas de política educativa em curso que concorrem para a construção de aprendizagens significativas para todos os alunos, com destaque para:
a) Educação Pré-escolar;
b) Programa Qualifica;
c) Planos de ação estratégica;
d) Formação contínua de professores.
e) Perfil do Aluno;
f) Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania;
g) Aprendizagens Essenciais;
h) Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular;
i) Modelo de avaliação;
j) Educação inclusiva.
Estas medidas complementam-se para dar substância ao Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, em curso desde 2016.
Ricardo Rodrigues | Licenciado e Doutorado em Psicologia Social e das Organizações pelo ISCTE─Instituto Universitário de Lisboa
Fatores explicativos do sucesso educativo: Uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2). Que fator ou fatores explicam o sucesso educativo? Esta é uma das perguntas chave que, ao longo de décadas, tem sido formulada pelos alunos, pais, organizações escolares, professores, técnicos educativos, agentes políticos, filósofos e investigadores, quando interpelados a refletir sobre o fenómeno educativo. Como é comum em temas da maior centralidade e relevância sociais, os vários atores sociais têm as suas respostas, apoiadas na experiência individual, na reflexão conjunta com pares, na informação que lhes chega através dos média ou da literatura especializada.
Neste webinar, apresentaremos as ideias centrais de uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2) sobre o sucesso educativo. A si, que lê estas palavras, convidamo-lo/a a juntar-se à conversa e a refletir criticamente sobre as ideias que aqui trazemos a discussão.
O Guia europeu para as escolas (European Toolkit for School) Por uma educação inclusiva e combate ao abandono escolar precoce Conjunto de Ferramentas europeias para as escolas oferece ideias concretas destinadas a melhorar a colaboração dentro, entre e fora das escolas, com o intuito de permitir que todas as crianças e jovens alcancem o sucesso escolar. Os dirigentes escolares, os pais e outras pessoas envolvidas em diferentes aspetos da vida escolar podem encontrar informações úteis, exemplos de medidas e materiais de consulta para inspirar os seus esforços de prestação de uma educação pré-escolar e escolar eficaz e de elevada qualidade. O Conjunto de Ferramentas destina-se a apoiar o intercâmbio e a transferência de melhores práticas e experiência entre os profissionais e intervenientes do setor escolar e os decisores políticos.
Os recursos disponíveis neste Conjunto de Ferramentas estão organizados em cinco áreas temáticas interligadas:
A Cooperativa ECOS (entidade associada da APCEP) acaba de publicar uma ferramenta prática de autoavaliação da participação dos vários actores escolares (docentes, estudantes, famílias, pessoal não docente) na aprendizagem, governança e relações com a comunidade.
A Escala de Referência para Escolas de Cidadania Participativa é uma ferramenta prática de autoavaliação da Participação dos atores escolares na aprendizagem, governança e relações com a comunidade. A Escala pode ser utilizada como um referencial para escolas de toda a União Europeia que pretendam compreender o nível de Participação em que se encontram e que procurem inspirar-se transformando-se em espaços mais participativos.
A Escala foi concebida para ser aplicada por escolas secundárias ou equivalentes. Apesar de poder ser adaptada aos primeiros anos escolares, será importante nesse caso ter em conta os diferentes papéis desempenhados pelo pessoal docente e não docente, pelos estudantes e pelas mães, pais e encarregados de educação, em cada nível escolar. A Escala está organizada por níveis, de forma a que a cada nível seguinte na escala corresponda a um maior nível de Participação dos vários atores escolares e, consequentemente, a um maior grau de promoção da cidadania ativa por parte das escolas.
A versão online pode ser descarregada em: http://democraticschools.ecos.pt/ Esta publicação foi desenvolvida no âmbito do projecto network of democratic Citizenship schools 2015-1- pT01_Ka201-013089, financiado com o apoio da união Europeia através do programa Erasmus +.
Política educativa
Uma abordagem escolar integrada
para a prevenção do abandono
escolar
Recomendações sobre política
educativa.
Comissão Europeia
2015
Este documento apresenta as conclusões do Grupo de Trabalho para a Política Educativa ET 2020 (2014-15)
da União Europeia1
sobre a sua prioridade temática: o abandono escolar precoce. O documento reflete os
resultados do trabalho conjunto dos representantes dos governos nacionais de 30 países da UE, de países
europeus associados e de organizações europeias de parceiros sociais.
APOIO TUTORIAL ESPECÍFICO - Informações, legislação e documentação de apoio aos Directores das escolas. E o documento Jornadas de trabalho com os directores, datado de maio/junho de 2016, AQUI
Ao tornar mais
emocionalmente positivas as escolas, estamos a contribuir para a existência de
pessoas (docentes, alunos, pais…) mais felizes e de um mundo melhor.
A inteligência emocional é aquela que,
para além de definir o nosso comportamento e as nossas atitudes, nos permite
ser honestos connosco próprios e, consequentemente, com os outros.
É a que nos
permite termos consciência e entendimento acerca dos nossos sentimentos e dos
das outras pessoas, de modo a que possamos expressar, potenciar e gerir as
emoções para encarar os problemas como desafios, de modo realista, observando
as diferentes partes e compreendendo os outros como parte dum todo, cujo
retorno se reflete na gestão, na instituição escolar e nos indivíduos que a
compõem.
Está, assim, a
observar-se uma nova transformação social: do mesmo modo que a Era Industrial
deu lugar à Era da Informação, esta está a dar lugar à Era Conceptual, uma vez
mais pela ação da riqueza, do progresso tecnológico e da globalização.
Sendo certo que
o nosso hemisfério esquerdo está associado às características da Era da
Informação e o nosso hemisfério direito à Era Conceptual, tal não significa o
domínio de um sobre o outro.
Ao invés,
pretende-se estabelecer um novo equilíbrio, dado que as diferenças vincadas
entre os dois hemisférios nos fornecem uma metáfora poderosa para
interpretarmos o presente e nos orientarmos no futuro.
Ao contrário do
elemento físico, o elemento intelectual pode ser sempre desenvolvido. Podemos
parar de nos desenvolver fisicamente, algures entre os dezoito e os vinte e
cinco anos, mas o desenvolvimento emocional prossegue até morrermos. Para tal
basta aprender e treinar as aptidões e as competências que o compõem.
São conhecidos
inúmeras as estratégias, métodos e modelos. Porém, o que importa é estar
consciente da importância do “calor humano” nas cadeiras do poder.
Os gestores
escolares contemporâneos, para além da necessidade de se encontrarem consigo
próprios, terão que permitir aos outros colaboradores da comunidade escolar
oportunidades e meios para o seu próprio crescimento, pelo que as instituições
educativas que não incorporarem atempadamente a inteligência emocional no local
de trabalho, poderão fracassar, pela impossibilidade de procederem à transição
para o paradigma da escola de aprendentes do século XXI.
Se esta nova
inteligência, a inteligência emocional, nos permite aceder às competências que
irão marcar o ritmo da vida moderna, resta-nos adotá-la num novo modelo de
gestão: aGestão Emocional, como a
chave para o sucesso profissional e a satisfação pessoal.
Neste
enquadramento, o gestor ou líder do grupo organizacional, não pode subestimar o
poder da sua «tribo», ignorando as emoções coletivas. É que essas emoções são
contagiantes e, por isso mesmo, é natural que as pessoas prestem mais atenção
aos sentimentos e às atitudes comportamentais do seu líder.
Não obstante o
modelo selecionado, a eficácia do desenvolvimento da inteligência emocional é
hoje considerado um fator de sucesso das lideranças.
Daí que acredite
que, ao tornar mais emocionalmente positivas as escolas, estamos a contribuir
para a existência de pessoas (docentes, alunos, pais…) mais felizes e de um
mundo melhor.
Artigo de Clara Viana que
saiu no Publico a 30.1.2006, com o título "As
escolas estão a tornar-se "desonestas" e "batoteiras",
acusa psicólogo:
"Eduardo Sá defendeu a existência de exames nacionais e considerou que
"mau é mudar as regras a meio do jogo", como fez o actual ministro da
Educação, ao anunciar, este mês, que aquelas provas já não se realizavam este
ano lectivo.
Foi um retrato impiedoso para as escolas
e para o sistema educativo o que o psicólogo Eduardo Sá traçou esta sexta-feira
numa conferência promovida pelo Instituto de Avaliação Educativa (Iave), o
organismo responsável pela elaboração e aplicação dos exames nacionais, que
teve como temaAvaliar para aprender. “Uma
escola que acha que tem de avaliar, embrulhando os testes e os exames num clima
de alarme, é uma escola que diz às crianças que o importante é ter bons
resultados e não aprender (…) E uma escola assim é desonesta”, comentou este
especialista em psicologia da criança e do adolescente, lembrando que muitos
alunos são afastados das escolas onde estão precisamente devido à sede destas
em garantirem bons resultados nos exames nacionais.
Para o psicólogo e psicanalista, temos
nas escolas de hoje “turmas de primeira e de segunda, disciplinas de primeira e
de segunda, alunos de primeira e alunos de segunda”. “São formas estranhas com
que temos convivido e que já mereceram aval ministerial. Mas uma escola assim
transforma-se numa escola amiga doapartheide uma escola assim avalia, mas não
educa”, criticou.
Eduardo Sá, autor de livros comoQueremos
Melhores Pais!eHoje
Não Vou à Escola!,não
se ficou por aqui. Disse que as escolas e as famílias são também “batoteiras”
nas avaliações que fazem das crianças porque não lhes dão “o direito de errar”.
“É estranho que não se acarinhe o erro, porque uma criança que não pode
livremente errar ganha uma imunodeficiência adquirida ao erro e à dor”. O que
tem como consequência, advertiu, “tornarem-se competitivos e presunçosos,
quando diante do conhecimento deviam ser rebeldes”. “Crianças assim pensam
pior”, acrescentou.
A favor dos exames
Quer isto dizer que Eduardo Sá é contra
a avaliação e os exames? A resposta é negativa e tem como alvo o actual
ministro da Educação, que no início do mês anunciou que, já este ano lectivo,
não se realizarão exames no 4.º e 6.º ano por considerar que estes têm efeitos
“nocivos” para as crianças. “Se as crianças não aprendem a conviver com o medo
de serem avaliadas ficam mais frágeis, com menos garra e menos brio”, comentou
o psicólogo, acrescentando que “não é mau que destilem medo face aos exames,
porque o medo traz também audácia”.
“Mau é mudar as regras a meio do
jogo. Mau é discutirmos as avaliações antes das aprendizagens”, acusou, antes
de afirmar o contrário do que foi dito pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues.
“Quanto mais tarde as crianças tiverem provas nacionais, mais tarde reúnem os
recursos para as vencer”, disse Eduardo Sá. Antes já tinha frisado que “os
exames não magoam as crianças, o que as magoa é a forma como os pais e as
escolas acabam por usar” esta avaliação.
Todo um conjunto de razões que levaram
este especialista a considerar que o tema da conferência do Iave deveria ser
invertido: em vez de Avaliar para aprender “devíamos assumir que tem de se
Aprender para avaliar”. “Será que a escola que avalia reconhece os seus
erros?”, questionou a propósito, com a resposta já pronta: “Raramente”. Eduardo
Sá considerou ainda que a educação “tem sido objecto de uma tremenda demagogia
política” e estranhou que nenhum dos candidatos presidenciais se tivesse
proposto promover “um pacto para a educação para 20 anos”.
O tempo dos professores Antes, Gordon Stobart, professor doInstitute
of Education, University CollegeLondon, alertara que as
formas de aprender necessárias no século XXI “não são compatíveis com o modelo
de exames que se impôs no Reino Unido e nos EUA”. “Temos fechado centenas de
escolas por ano por não terem conseguido bons resultados nos exames nacionais.
Não nos importamos sobre qual o tipo de cidadãos vamos ter, mas apenas com os
resultados dos exames”, acusou.
Mas Gordon Stobart também não poupou a
“pedagogia” que se tornou predominante nas escolas. Com base num inquérito
realizado no Reino Unido, resumiu assim o que acontece nas salas de aula: “os
professores falam 70% a 80% do tempo; fazem 200 a 300 perguntas por dia; 60% do
seu tempo é passado a rever a matéria e 20% em procedimentos – onde puseste o
lápis? O que fizeste ao caderno? –; e só menos de 5% é dedicado à discussão em
grupo de ideias com significado, o que é assustador porque esta é uma forma
poderosa de aprender”. Não por acaso, o professor inglês acrescentou ainda mais
este retrato – “70% das respostas dos alunos duram menos de cinco
segundos e resumem-se a isto: Não sei”.
Aos professores presentes na
conferência, Gordon Stobart perguntou se sabiam qual a razão da popularidade
dos programas de culinária. “É que precisamos de ver antes de fazer. É o que se
passa também nas salas de aula”, disse. "