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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Escola + Simples para Professores




Escola + Simples para Professores
No âmbito da iniciativa “Simplex +” foi desenvolvido o programa “Escola + Simples para Professores”, com o objetivo de simplificar procedimentos nas escolas.
Este programa visa ainda, através do lançamento de um concurso anual de ideias, desafiar as organizações escolares e os seus profissionais a contribuírem para a definição e o prosseguimento de práticas de simplificação de procedimentos e processos.


  1. Medida 1 – Atas + Simples
  2. Medida 2 – Visitas de Estudo + Simples
  3. Medida 3 – Instrumentos de Autonomia + Simples
  4. Medida 4 – Contratação de Apoio Jurídico
  5. Medida 5 – Aquisição de Manuais Escolares + Simples 
  6. Medida 6 – Concurso de Ideias: Escolas + Simples

terça-feira, 11 de junho de 2019

Kit de ferramentas para lidar com o abandono escolar precoce



O novo Kit de ferramentas para lidar com o abandono escolar precoce no Ensino e Formação Profissional (EFP) foi apresentado pela CEDEFOP e pela Plataforma de Aprendizagem ao Longo da Vida, em Bruxelas, no dia 29 de maio de 2019.
Este kit disponibiliza orientações, dicas e boas práticas do EFP, com o objetivo de ajudar os jovens a alcançar uma qualificação secundária superior.
O acesso ao Kit: http://www.cedefop.europa.eu/

terça-feira, 28 de maio de 2019

John Wooden: A diferença entre ganhar e ter sucesso




https://www.ted.com/talks/john_wooden

John Wooden, affectionately known as Coach, led UCLA to record wins that are still unmatched in the world of basketball. Throughout his long life, he shared the values and life lessons he passed to his players, emphasizing success that’s about much more than winning.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Pró-Inclusão - Audição na Assembleia da República



Audição da Pró-Inclusão - Associação Nacional de Docentes de Educação Especial - com o Grupo de Trabalho da Educação Especial, da 8ª Comissão de Educação e Ciência, no dia 31 de janeiro de 2019, na Assembleia da República.
A Associação esteve representada pelo Presidente, Professor David Rodrigues, e pelas docentes Manuela Prata e Margarida Loureiro

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

online – Partilhas à Quarta


Com o objetivo de divulgar práticas inovadoras de ensino e de aprendizagem, desenvolvidas no âmbito da iniciativa Laboratórios de Aprendizagem e do projeto eTwinning, a ERTE/DGE agendou um conjunto de videoconferências, online – Partilhas à Quarta.
Continuar a ler: http://www.dge.mec.pt/

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Programa avalia inovação na escola e ajuda a traçar plano de ação



No mês que completa 18 anos de história, o Instituto Crescer anuncia o lançamento do programa APEI-50 (sigla para Avaliação das Práticas Educacionais Inovadoras), uma ferramenta para gestores avaliarem o quanto as práticas de suas escolas podem ser consideradas inovadoras e quais pontos ainda podem ser melhorados a partir de estratégias de intervenção e de investimento em tecnologia. (Fonte: http://porvir.org )

O programa visa auxiliar as lideranças educacionais a avaliarem o quanto a escola vem inovando, além de planejar estratégias de intervenção, investimento em tecnologias digitais e formação docente que contribuam para melhores oportunidades de aprendizagem.
Acredita - se que os resultados obtidos por meio do APEI-50 fomentarão as discussões pertinentes para avançar rumo à uma nova educação, que faça mais sentido para os alunos e colabore com o desenvolvimento das competências exigidas aos cidadãos do século XXIXI.

domingo, 19 de agosto de 2018

Lei nº 50 /2018

Lei nº 50 /20018 Diário da República n.º 157/2018, Série I de 2018-08-16 .- Lei-quadro da transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais

ACEDER:  https://dre.pt/

Artigo 11 -Novas competências dos órgãos municipais -  Educação 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

LIVRO: CONSTRUIR A AUTONOMIA E A FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR


http://www.uceditora.ucp.pt (Download Gratuito)


Despertar e inscrever uma outra visão e estratégia para a escola aconselha a necessidade e a capacidade de comunicação sobre o que se tem estado a fazer e o que se está a planear fazer. No essencial, o desafio é, nas palavras de Edgar Morin (2001), “fortificar a aptidão para interrogar e de ligar o saber à dúvida, de desenvolver a aptidão para integrar o saber particular não apenas dentro de um contexto global, mas também na sua própria vida, a aptidão para apresentar os problemas da sua própria condição e do próprio tempo” (p. 15).
Ao longo desta obra, os vários autores desafiam-nos a pensar, a fazer diferente, convocando e fundamentando os princípios-chave para o sucesso educativo e para o desenvolvimento humano que conjugam necessariamente as dimensões da inclusão, da flexibilidade, da cooperação, da qualidade, da inovação e da autonomia.





sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Autonomia e flexibilidade curricular - porquê?



Promover sucesso escolar significa promover melhores aprendizagens para todos. Neste webinar apresenta-se o conjunto de medidas de política educativa em curso que concorrem para a construção de aprendizagens significativas para todos os alunos, com destaque para:
a) Educação Pré-escolar;
b) Programa Qualifica;
c) Planos de ação estratégica;
d) Formação contínua de professores.
e) Perfil do Aluno;
f) Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania;
g) Aprendizagens Essenciais;
h) Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular;
i) Modelo de avaliação;
j) Educação inclusiva.
Estas medidas complementam-se para dar substância ao Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, em curso desde 2016.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Fatores explicativos do sucesso educativo



Ricardo Rodrigues | Licenciado e Doutorado em Psicologia Social e das Organizações pelo ISCTE─Instituto Universitário de Lisboa

Fatores explicativos do sucesso educativo: Uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2). Que fator ou fatores explicam o sucesso educativo? Esta é uma das perguntas chave que, ao longo de décadas, tem sido formulada pelos alunos, pais, organizações escolares, professores, técnicos educativos, agentes políticos, filósofos e investigadores, quando interpelados a refletir sobre o fenómeno educativo. Como é comum em temas da maior centralidade e relevância sociais, os vários atores sociais têm as suas respostas, apoiadas na experiência individual, na reflexão conjunta com pares, na informação que lhes chega através dos média ou da literatura especializada.

Neste webinar, apresentaremos as ideias centrais de uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2) sobre o sucesso educativo. A si, que lê estas palavras, convidamo-lo/a a juntar-se à conversa e a refletir criticamente sobre as ideias que aqui trazemos a discussão.

terça-feira, 25 de julho de 2017

O Guia Europeu para as Escolas


 Guia europeu para as escolas (European Toolkit for School) 

Por uma educação inclusiva e combate ao abandono escolar precoce
Conjunto de Ferramentas europeias para as escolas oferece ideias concretas destinadas a melhorar a colaboração dentro, entre e fora das escolas, com o intuito de permitir que todas as crianças e jovens alcancem o sucesso escolar. Os dirigentes escolares, os pais e outras pessoas envolvidas em diferentes aspetos da vida escolar podem encontrar informações úteis, exemplos de medidas e materiais de consulta para inspirar os seus esforços de prestação de uma educação pré-escolar e escolar eficaz e de elevada qualidade. O Conjunto de Ferramentas destina-se a apoiar o intercâmbio e a transferência de melhores práticas e experiência entre os profissionais e intervenientes do setor escolar e os decisores políticos.

Os recursos disponíveis neste Conjunto de Ferramentas estão organizados em cinco áreas temáticas interligadas:
SABER mais:

quinta-feira, 2 de março de 2017

Escala de Referência para Escolas de Cidadania Participativa




A Cooperativa ECOS (entidade associada da APCEP) acaba de publicar uma ferramenta prática de autoavaliação da participação dos vários actores escolares (docentes, estudantes, famílias, pessoal não docente) na aprendizagem, governança e relações com a comunidade.
A Escala de Referência para Escolas de Cidadania Participativa é uma ferramenta prática de autoavaliação da Participação dos atores escolares na aprendizagem, governança e relações com a comunidade. A Escala pode ser utilizada como um referencial para escolas de toda a União Europeia que pretendam compreender o nível de Participação em que se encontram e que procurem inspirar-se transformando-se em espaços mais participativos.
A Escala foi concebida para ser aplicada por escolas secundárias ou equivalentes. Apesar de poder ser adaptada aos primeiros anos escolares, será importante nesse caso ter em conta os diferentes papéis desempenhados pelo pessoal docente e não docente, pelos estudantes e pelas mães, pais e encarregados de educação, em cada nível escolar. A Escala está organizada por níveis, de forma a que a cada nível seguinte na escala corresponda a um maior nível de Participação dos vários atores escolares e, consequentemente, a um maior grau de promoção da cidadania ativa por parte das escolas.
A versão online pode ser descarregada em: http://democraticschools.ecos.pt/ Esta publicação foi desenvolvida no âmbito do projecto network of democratic Citizenship schools 2015-1- pT01_Ka201-013089, financiado com o apoio da união Europeia através do programa Erasmus +.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Conclusões do Seminário: Alargamento da Escolaridade Obrigatória: contextos e desafios

seminário Alargamento da Escolaridade Obrigatória: contextos e desafios teve como objetivo identificar e refletir sobre as várias dimensões da escolaridade obrigatória e assinalar problemas e desafios, nomeadamente:
  • Equidade e sucesso e inclusão de crianças e jovens com necessidades educativas especiais
  • Mobilização social para o sucesso educativo
  • Diferenciação de percursos e aprendizagens
  • Orientação escolar e profissional/decisão
  • Organização escolar
Consulte aqui a publicação e conclusões que resultaram deste seminário:

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Uma abordagem escolar integrada para a prevenção do abandono escolar


Política educativa Uma abordagem escolar integrada para a prevenção do abandono escolar Recomendações sobre política educativa.
Comissão Europeia 
2015

Este documento apresenta as conclusões do Grupo de Trabalho para a Política Educativa ET 2020 (2014-15) da União Europeia1 sobre a sua prioridade temática: o abandono escolar precoce. O documento reflete os resultados do trabalho conjunto dos representantes dos governos nacionais de 30 países da UE, de países europeus associados e de organizações europeias de parceiros sociais. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

TUTORIAS - Apoio ao director



APOIO TUTORIAL ESPECÍFICO  - Informações, legislação e documentação de apoio aos Directores das escolas.

E o documento Jornadas de trabalho com os directores, datado de maio/junho de 2016, AQUI

segunda-feira, 4 de julho de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Escola: inteligência ou emoção?


Ao tornar mais emocionalmente positivas as escolas, estamos a contribuir para a existência de pessoas (docentes, alunos, pais…) mais felizes e de um mundo melhor.

A inteligência emocional é aquela que, para além de definir o nosso comportamento e as nossas atitudes, nos permite ser honestos connosco próprios e, consequentemente, com os outros.
É a que nos permite termos consciência e entendimento acerca dos nossos sentimentos e dos das outras pessoas, de modo a que possamos expressar, potenciar e gerir as emoções para encarar os problemas como desafios, de modo realista, observando as diferentes partes e compreendendo os outros como parte dum todo, cujo retorno se reflete na gestão, na instituição escolar e nos indivíduos que a compõem.
Está, assim, a observar-se uma nova transformação social: do mesmo modo que a Era Industrial deu lugar à Era da Informação, esta está a dar lugar à Era Conceptual, uma vez mais pela ação da riqueza, do progresso tecnológico e da globalização.
Sendo certo que o nosso hemisfério esquerdo está associado às características da Era da Informação e o nosso hemisfério direito à Era Conceptual, tal não significa o domínio de um sobre o outro.
Ao invés, pretende-se estabelecer um novo equilíbrio, dado que as diferenças vincadas entre os dois hemisférios nos fornecem uma metáfora poderosa para interpretarmos o presente e nos orientarmos no futuro.
Ao contrário do elemento físico, o elemento intelectual pode ser sempre desenvolvido. Podemos parar de nos desenvolver fisicamente, algures entre os dezoito e os vinte e cinco anos, mas o desenvolvimento emocional prossegue até morrermos. Para tal basta aprender e treinar as aptidões e as competências que o compõem.
São conhecidos inúmeras as estratégias, métodos e modelos. Porém, o que importa é estar consciente da importância do “calor humano” nas cadeiras do poder.
Os gestores escolares contemporâneos, para além da necessidade de se encontrarem consigo próprios, terão que permitir aos outros colaboradores da comunidade escolar oportunidades e meios para o seu próprio crescimento, pelo que as instituições educativas que não incorporarem atempadamente a inteligência emocional no local de trabalho, poderão fracassar, pela impossibilidade de procederem à transição para o paradigma da escola de aprendentes do século XXI.
Se esta nova inteligência, a inteligência emocional, nos permite aceder às competências que irão marcar o ritmo da vida moderna, resta-nos adotá-la num novo modelo de gestão: a Gestão Emocional, como a chave para o sucesso profissional e a satisfação pessoal.
Neste enquadramento, o gestor ou líder do grupo organizacional, não pode subestimar o poder da sua «tribo», ignorando as emoções coletivas. É que essas emoções são contagiantes e, por isso mesmo, é natural que as pessoas prestem mais atenção aos sentimentos e às atitudes comportamentais do seu líder.
Não obstante o modelo selecionado, a eficácia do desenvolvimento da inteligência emocional é hoje considerado um fator de sucesso das lideranças.
Daí que acredite que, ao tornar mais emocionalmente positivas as escolas, estamos a contribuir para a existência de pessoas (docentes, alunos, pais…) mais felizes e de um mundo melhor.
João Ruivo, Professor universitário
Jornal Publico 14.11.2015


sábado, 30 de janeiro de 2016

Eduardo Sá: As escolas estão a tornar-se "desonestas" e "batoteiras"


Eduardo Sá no minuto 1,55

Artigo de Clara Viana que saiu no Publico a 30.1.2006, com o título "As escolas estão a tornar-se "desonestas" e "batoteiras", acusa psicólogo:

"Eduardo Sá defendeu a existência de exames nacionais e considerou que "mau é mudar as regras a meio do jogo", como fez o actual ministro da Educação, ao anunciar, este mês, que aquelas provas já não se realizavam este ano lectivo.

Foi um retrato impiedoso para as escolas e para o sistema educativo o que o psicólogo Eduardo Sá traçou esta sexta-feira numa conferência promovida pelo Instituto de Avaliação Educativa (Iave), o organismo responsável pela elaboração e aplicação dos exames nacionais, que teve como tema Avaliar para aprender. “Uma escola que acha que tem de avaliar, embrulhando os testes e os exames num clima de alarme, é uma escola que diz às crianças que o importante é ter bons resultados e não aprender (…) E uma escola assim é desonesta”, comentou este especialista em psicologia da criança e do adolescente, lembrando que muitos alunos são afastados das escolas onde estão precisamente devido à sede destas em garantirem bons resultados nos exames nacionais.
Para o psicólogo e psicanalista, temos nas escolas de hoje “turmas de primeira e de segunda, disciplinas de primeira e de segunda, alunos de primeira e alunos de segunda”. “São formas estranhas com que temos convivido e que já mereceram aval ministerial. Mas uma escola assim transforma-se numa escola amiga do apartheid e uma escola assim avalia, mas não educa”, criticou.
Eduardo Sá, autor de livros como Queremos Melhores Pais! e Hoje Não Vou à Escola!, não se ficou por aqui. Disse que as escolas e as famílias são também “batoteiras” nas avaliações que fazem das crianças porque não lhes dão “o direito de errar”. “É estranho que não se acarinhe o erro, porque uma criança que não pode livremente errar ganha uma imunodeficiência adquirida ao erro e à dor”. O que tem como consequência, advertiu, “tornarem-se competitivos e presunçosos, quando diante do conhecimento deviam ser rebeldes”. “Crianças assim pensam pior”, acrescentou.
A favor dos exames
Quer isto dizer que Eduardo Sá é contra a avaliação e os exames? A resposta é negativa e tem como alvo o actual ministro da Educação, que no início do mês anunciou que, já este ano lectivo, não se realizarão exames no 4.º e 6.º ano por considerar que estes têm efeitos “nocivos” para as crianças. “Se as crianças não aprendem a conviver com o medo de serem avaliadas ficam mais frágeis, com menos garra e menos brio”, comentou o psicólogo, acrescentando que “não é mau que destilem medo face aos exames, porque o medo traz também audácia”.
 “Mau é mudar as regras a meio do jogo. Mau é discutirmos as avaliações antes das aprendizagens”, acusou, antes de afirmar o contrário do que foi dito pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues. “Quanto mais tarde as crianças tiverem provas nacionais, mais tarde reúnem os recursos para as vencer”, disse Eduardo Sá. Antes já tinha frisado que “os exames não magoam as crianças, o que as magoa é a forma como os pais e as escolas acabam por usar” esta avaliação.  
Todo um conjunto de razões que levaram este especialista a considerar que o tema da conferência do Iave deveria ser invertido: em vez de Avaliar para aprender “devíamos assumir que tem de se Aprender para avaliar”. “Será que a escola que avalia reconhece os seus erros?”, questionou a propósito, com a resposta já pronta: “Raramente”. Eduardo Sá considerou ainda que a educação “tem sido objecto de uma tremenda demagogia política” e estranhou que nenhum dos candidatos presidenciais se tivesse proposto promover “um pacto para a educação para 20 anos”.

O tempo dos professores
Antes, Gordon Stobart, professor do Institute of Education, University College London, alertara que as formas de aprender necessárias no século XXI “não são compatíveis com o modelo de exames que se impôs no Reino Unido e nos EUA”. “Temos fechado centenas de escolas por ano por não terem conseguido bons resultados nos exames nacionais. Não nos importamos sobre qual o tipo de cidadãos vamos ter, mas apenas com os resultados dos exames”, acusou.
Mas Gordon Stobart também não poupou a “pedagogia” que se tornou predominante nas escolas. Com base num inquérito realizado no Reino Unido, resumiu assim o que acontece nas salas de aula: “os professores falam 70% a 80% do tempo; fazem 200 a 300 perguntas por dia; 60% do seu tempo é passado a rever a matéria e 20% em procedimentos ­­– onde puseste o lápis? O que fizeste ao caderno? –; e só menos de 5% é dedicado à discussão em grupo de ideias com significado, o que é assustador porque esta é uma forma poderosa de aprender”. Não por acaso, o professor inglês acrescentou ainda mais este retrato  – “70% das respostas dos alunos duram menos de cinco segundos e resumem-se a isto: Não sei”.
Aos professores presentes na conferência, Gordon Stobart perguntou se sabiam qual a razão da popularidade dos programas de culinária. “É que precisamos de ver antes de fazer. É o que se passa também nas salas de aula”, disse. "