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terça-feira, 26 de novembro de 2019

VII Encontro Nacional de Formadores: Como aprende o Cérebro? Memória, Atenção e Ligação.



Apresentações em PDFhttps://www.forma-te.com/

VII Encontro Nacional de Formadores, Instituto Politécnico de Viseu, no Dia Nacional dos Formadores, 18 de novembro de 2019. Como aprende o Cérebro? Memória, Atenção e Ligação. 
Organização conjunta do FORMA-TE, Psicosoma e Instituto Politécnico de Viseu, com o Apoio Institucional do IEFP e da ANQEP.

O evento:
https://www.forma-te.com

terça-feira, 18 de junho de 2019

Diferentes formas de Aprender, diferentes formas de motivar!




Portal da Formação e dos Formadores
Consultório da Aprendizagem: "Diferentes formas de Aprender, diferentes formas de motivar!", realizado no dia 18 de junho de 2019. Dinamizado pela Escola Profissional de Aveiro (Vencedora do Prémio Criatividade e Inovação na Formação 2019) e moderado por Mário Martins (Forma-te).

Conteúdos da sessão:
- A escola que não deixa ninguém para trás!
- Formas criativas de “agarrar” quem teima em fugir.
- Educar para a escola, para a vida, para o trabalho, para as relações.
- Projeto Educativo: E se fosse Bom fugir para a Escola!
- Exemplos de boas práticas.

https://www.forma-te.com/artigos/564-notcias/

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

quarta-feira, 31 de maio de 2017

E-book: "Envolvimento dos alunos na escola: perspetivas da psicologia e educação – motivação para o desempenho académico"


http://www.ie.ulisboa.pt (ler na íntegra)

Este E-book tem por título “Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas da Psicologia e Educação – Motivação para o Desempenho Académico / Students´ Engagement in School: Perspectives of Psychology and Education – Motivation for Academic Performance”. Reúne um conjunto de investigações apresentadas no “II Congresso Internacional Envolvimento dos Alunos na Escola” (IICIEAE2016), que ocorreu no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (IEUL), nos dias 11, 12 e 13 de julho de 2016. Os artigos recolhidos incluem também produtos de conferencistas e de investigações realizadas na continuidade do “Projeto Envolvimento dos Alunos na Escola” — PTDC/CPE-CED/114362/2009, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) — e atendem a uma pluralidade de abordagens que, tendo como referência contextos internacionais e nacionais diversos, procuram refletir sobre um conjunto de questões que remetem para os benefícios do envolvimento dos alunos na escola. Os artigos apresentados, escritos em língua portuguesa, inglesa e espanhola, deixam um importante legado que amplia o património da Psicologia e da Educação. Para além dos estudos de aprofundamento incluídos neste E-book, encontra-se disponível, também no site do IEUL, o Livro de Atas do IICIEAE2016.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Trabalho de e por projeto


https://webinars.dge.mec.pt/




Na escola, multiplicam-se as referências a «projetos de trabalho». No plano das intenções, reconhece-se que esses projetos constituem uma alternativa a práticas pedagógicas mais rotineiras, permitindo a mobilização dos saberes em situações de aprendizagem significativas. 

No entanto, na prática, o trabalho por projeto continua a ser realizado de forma pouco sistemática, afirmando-se frequentemente que os alunos são pouco autónomos, mesmo quando se trabalham de temas pensados em função dos seus interesses.
Neste contexto, importa refletir sobre a natureza das dinâmicas de trabalho desenvolvidas e sobre o grau de implicação dos alunos nessas mesmas dinâmicas, destacando:
- a necessidade de experimentar percursos de aprendizagem que visem a produção e a socialização de obras culturais;
- a importância de assegurar a instituição de uma efetiva conduta de projeto, perspetivando os alunos enquanto autores e não apenas enquanto executores de propostas que, no essencial, não foram por eles pensadas;
- o papel fundamental da avaliação cooperada dos percursos de trabalho e das aprendizagens.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

G.A.M.E. – Gerar Aprendizagem, Motivação e Empenho

Com Hélder Cacito Marto na http://webinar.dge.mec.pt

O GAME é um processo de gamificação e mobilização de pares para o sucesso. É uma competição interturmas que visa a melhoria da assiduidade, pontualidade, comportamento e cumprimento de tarefas, por parte dos alunos, dentro e fora da sala de aula. Nasceu em 2014-15, na Escola Secundária de Mira de Aire, e envolveu todos os professores e alunos. Em 2015-16, estendeu-se ao Agrupamento de Escolas de Porto de Mós (AEPMOS), envolvendo todos os professores e alunos do 5.º ao 7.º ano. É baseado num sistema de pontos (“netos” – termo para “dinheiro”, em calão mirense; “castelos” e “mós”, nas adaptações territoriais do AEPMOS) atribuídos ao cumprimento de requisitos por toda a turma, aos resultados escolares e sua evolução e à participação em atividades (clubes, ateliês, desporto escolar e PAA). Há prémios finais para a melhor turma e prémios intermédios que garantem possibilidades de sucesso até ao fim – não há impossíveis! O feedback aos alunos é imediato (pontos na sala e divulgação na hora das pontuações de cada turma, através da utilização de meios eletrónicos).

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Manual de Teorías Emocionales y Motivacionales







Título:
Manual de Teorías Emocionales y Motivacionales
Autor(es):
Francisco Palmero Cantero Cristina Guerrero Rodríguez Consolación Gómez Iñiguez Amparo Carpi Ballester Ricardo Gorayeb
Publicación:
2011
Editorial:
Universitat Jaume I
Núm. Páginas:
281p
Español


terça-feira, 24 de novembro de 2015

A escola e o desempenho dos alunos




Fundação francisco Manuel dos Santos - Mês da Educação
O desempenho dos alunos é uma preocupação de qualquer sistema educativo, para todos os interessados: alunos, professores, pais, escolas e, em última instância, para todo o país. Que notas têm os alunos? Chumba-se muito? Como se compara Portugal com outros países? E qual o papel da escola no desempenho dos alunos?


Todas estas questões foram discutidas com base na investigação mais recente. O debate, que inaugurou o Mês da Educação 2015, contou com a participação de Luís Catela Nunes (Nova School of Business and Economics), Hugo Reis (Banco de Portugal), Ana Balcão Reis (Nova School of Business and Economics), Maria do Carmo Seabra (Nova School of Business and Economics), Maria Eugénia Ferrão (Universidade da Beira Interior), Miguel Portela (Universidade do Minho), David Justino (Conselho Nacional da Educação), Adelino Calado (Agrupamento de Escolas de Carcavelos) e Margaret Raymond (Stanford University, CREDO).

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

MELHORAR A ESCOLA



MELHORAR A ESCOLA - SUCESSO ESCOLAR, DISCIPLINA, MOTIVAÇÃO, DIREÇÃO DAS ESCOLAS E POLÍTICAS EDUCATIVAS
Organização Joaquim Machado; José Matias Alves
Universidade Católica do Porto
2014

Aceder em:
http://www.uceditora.ucp.pt/resources/Documentos/UCEditora/PDF%20Livros/Melhorar-a-escola_%20ebook.pdf

Retirado de: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/same (Serviço de Apoio à Melhoria das Escolas)

O que provoca a resistência às mudanças nas atitudes e a importância das recompensas


Conferência de Ruben Anderson - The Top Ten Myths of Behaviour Change. Com recurso às neurociencias, à psicologia e à economia, Ruben Anderson explica-nos o que provoca a resistência às mudanças nas atitudes e a importância das recompensas..

The Top Ten Myths of Behaviour Change from Brock Macdonald on Vimeo.

sábado, 20 de dezembro de 2014

E-Book: Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação /


Título:
Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação /
Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education.
Coordenador  Feliciano H. Veiga
Outubro 2014

Este Livro reúne um conjunto de investigações apresentadas no “I Congresso Internacional Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas da Psicologia e Educação” (ICIEAE), organizado no âmbito do “Projeto PTDC/CPE-CED/114362/2009 - Envolvimento dos Alunos na Escola: Diferenciação e Promoção” (EAE-DP), financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), que ocorreu no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, nos dias 15, 16 e 17 de julho de 2013. Os artigos deste E-Book incluem produtos de conferencistas presentes no ICIEAE, de membros do Projeto EAE-DP e de outros investigadores, atendendo a uma pluralidade de abordagens que, tendo como referência contextos internacionais e nacionais diversos, procuram refletir sobre um conjunto de questões que remetem para a importância do envolvimento dos alunos na escola (EAE). A obra é dedicada à memória de Robert Burden (University of Exeter), consultor do Projeto; a Introdução foi realizada por Shui-fong Lam (University of Hong Kong). 

Outros E- Books disponíveis na página do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa: 
  • Envolvimento dos Alunos na Escola
  • Práticas Profissionais dos Professores de Matemática
  • A Construção de Conhecimento sobre Políticas Públicas de Educação em Portugal
  • História dos municípios na educação e na cultura : incertezas de ontem, desafios de hoje
  • História da Universidade Teológica de Évora
  • Escola e Comunidade - Laboratórios de Cidadania Global
  • O Homem Vale Sobretudo Pela Educação Que Possui
  • A Educação nos Artigos de Jornal Durante o Estado Novo
  • Laicidade, Religiões e Educação na Europa do Sul no Século XX

terça-feira, 18 de março de 2014

Projetos de combate ao insucesso escolar

TURMA MAIS: Um Projeto holístico CENTRADO na Missão da escola

Vídeo:  (AQUI)


PROJETO FÉNIX - Programa Mais Sucesso Escolar

 Vídeo (AQUI)


Saber Mais Sobre Estes Projetos e Sobre a Escola da Ponte, na Revista Diversidades 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

“Cinco Minutos com um Cientista"


'5 minutos com um cientista' é uma série de 26 episódios, onde 26 cientistas portugueses falam do que os inspirou e despertou para a ciência, da sua motivação para a investigação que realizam e das perguntas que os inquietam e fazem continuar a investigar. São 26 perspectivas pessoais do interesse e motivação pela ciência

 Paixão pela Ciência
Programa “Cinco Minutos com um Cientista"

domingo, 12 de janeiro de 2014

A importância das lideranças no sucesso educativo



Luísa Tavares Moreira
A oradora debruçar-se-á sobre os efeitos significativos das lideranças na aprendizagem, desenvolvimento e sucesso académico dos alunos, e na qualidade das organizações educativas. Abordará ainda parte da sua experiência profissional relativamente aos cargos que desempenhou.


Doutorada em Ciências da Educação pela Universidade Católica Portuguesa (UCP). Exerceu funções ao nível de Direção escolar e no ano letivo de 2012/13 de Coordenação da EPIPSE - DGE. Presentemente, é a Coordenadora Nacional do Projeto Fénix, o qual desenhou e implementou no ano letivo de 2008/2009 no AE Campo Aberto, Beiriz. Em 2012, participou também na elaboração do livro “Projeto Fénix – As Artes do Voo e as Ciências da Navegação”, onde se deu “voz aos autores que no terreno vão fazendo a diferença”. Desenvolveu diversas parcerias com entidades empresariais privadas de suporte ao Projeto Fénix e, em colaboração com a UCP, lançou o Prémio Fundação Ilídio Pinho “Pedagogia”, exclusivo para escolas Fénix.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

ENTREVISTA a João Paulo Pereira


Entrevista de Ana Rute Silva a João Paulo Pereira, presidente da Associação Portuguesa de Psicologia da Saúde Ocupacional, que saiu no Publico no dia 30.12.13, como título “As condicionantes socioeconómicas mundiais estão a retirar lucidez aos empresários”

João Paulo Pereira, presidente da Associação Portuguesa de Psicologia da Saúde Ocupacional, diz que o contexto actual leva os gestores a reagir, em vez de agir. E, nas empresas, os trabalhadores estão à beira de um ataque de nervos.
Exaustão, cansaço profundo, desmotivação. Um estudo recente da Associação Portuguesa de Psicologia da Saúde Ocupacional (APPSO) revela que cada vez mais os trabalhadores portugueses encaram o trabalho como uma mera tarefa para ganhar um salário. João Paulo Pereira, presidente da associação e professor no Instituto Superior da Maia, diz que há um “medo generalizado”, que adia a tomada de decisões importantes, de mudança de vida. Ao mesmo tempo, começa-se “de forma algo preocupante, a olhar para questões que envolvam os trabalhadores não como investimento, mas como despesa”.
A APPSO analisou quase 33.900 casos de trabalhadores ao longo de três anos. E concluiu que cada vez mais os portugueses encaram o seu emprego como forma de apenas obter um salário no final do mês. Porquê tanta insatisfação no trabalho?
Pelo que podemos ver nos resultados que temos obtido, existe por parte dos portugueses uma fraca percepção da forma como se dedicam às suas tarefas e como são recompensados. Há aqui alguns problemas do ponto de vida do reconhecimento salarial, com todo o aumento da carga fiscal e com as contribuições de solidariedade. Toda a dinâmica do trabalho e da implicação das pessoas na organização passa a ser muito mecanicista. Trata-se de atingir um objectivo que, muitas vezes não é o objectivo da tarefa per si, mas sim o de conseguir chegar ao fim do mês e sobreviver.

Que consequências é que isso tem?
Há implicações a vários níveis, nomeadamente, na saúde física e mental e a nível da disponibilidade das pessoas. Mediante uma situação mais instável da economia e das empresas (que precisam de mais esforço dos seus trabalhadores para conseguir ultrapassar barreiras), as pessoas não estão disponíveis. E não falo de tempo.

Não estão disponíveis mentalmente para esse esforço?
Sim. As próprias organizações têm, depois, francos problemas porque dependem das pessoas e da sua disponibilidade.

O problema não é a inexistência de um aumento salarial?
Não. Por um lado, é o reconhecimento salarial pela função, por outro pela execução do trabalho. Hoje em dia com o aumento dos índices de desemprego, cai-se numa estratégia que nunca é boa na gestão da carreira, na motivação e na forma como atingem os objectivos. Há um medo generalizado de não conseguir e as pessoas adiam sine die decisões a tomar sobre a sua vida. Fazem tarefas nas quais não se reconhecem e o que obtêm como reconhecimento não é compensador. Quando olhamos para as organizações e vemos que um conjunto grande de pessoas estão nesta posição – felizmente não são todas – reduz-se quase a questão ao nível salarial, quando não o é.

Quando o trabalhador aborda o empregador e fala sobre a desmotivação que sente, estão a ser usados argumentos como “a tua sorte é teres trabalho”?
Infelizmente, cada vez mais. E cada vez mais há um receio da parte dos trabalhadores de colocarem em causa o que fazem. Vemos isso no comportamento das pessoas e no que são algumas das despesas indirectas com o trabalho, como o absentismo. Não está a crescer de forma tão drástica como antes. Não quer dizer os trabalhadores não tenham razões para faltarem. Mas dadas as variáveis e a envolvente social, e a diminuição das comparticipações sociais, trabalha-se em piores condições de saúde. Se se avança para a baixa médica, no regresso há um problema para resolver. Eventualmente o posto de trabalho foi ocupado.

Podemos também falar em investimento em acções de formação ou iniciativas que envolvam os colaboradores no que é a cultura da empresa. Hoje começamos, de forma algo preocupante, a olhar para questões que envolvam os trabalhadores não como investimento mas como despesa.
Esse discurso repetido de que é preciso baixar salários e de que o trabalhador é um custo imenso para a empresa deita, ainda mais, abaixo a motivação?
Neste momento corremos o risco de cair numa dicotomia quase egoísta, em que cada um olha para si. Por um lado, as empresas sabem que têm um conjunto de pessoas disponíveis para trabalhar.

Facilmente podem substituir trabalhadores?
Exactamente. As organizações têm um investimento imenso quando colocam alguém novo. Mas havendo um mercado disponível de recursos humanos, o custo baixa. Do lado dos trabalhadores, isto faz com que adiem decisões e impede-os de fazerem o seu balanço pessoal, quase como uma análise SWOT, onde elencam as ameaças e oportunidades [SWOT é uma análise de Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças]. Se o fizessem seriam muito mais produtivos, mais felizes, dariam muito menor despesa ao Estado.

Fazendo uma análise dessas, teriam de tomar decisões.
O problema é mesmo esse. Não é por acaso que assistimos à contínua subida do consumo de antidepressivos e ansiolíticos. Olhando para 2013, os antidepressivos aumentam mais porque muitas pessoas têm de optar apenas por um destes medicamentos.

A crise é o principal motivo para esta infelicidade?
A troika não é responsável por isto. Não é a crise em si. É evidente que é um factor que potencializa um aumento. Mas quando olhamos para trás, verificamos que o consumo de antidepressivos e ansiolíticos já estava a aumentar. E ganha significância estatística a partir do momento em que se colocam em causa os modelos do trabalho e quando chegam a Portugal os novos modelos.

Refere-se à flexibilidade laboral?
Sim. E uma maior exigência de adaptação das pessoas, que passam a estar num permanente desafio face às suas competências. Já não há emprego seguro e o próprio espaço de trabalho mudou. Cada vez mais há mais empresas a trabalhar em open office, em escritórios virtuais, em sistemas em que o trabalhar chega e não tem a sua secretária definida. Mesmo que em Portugal estejamos a falar de pequenas e médias empresas. O grande impacto acaba por ser nesta alteração na filosofia de trabalho que visa uma redução de custos na parte da produção e logística, mas por outro lado, uma mudança na perspectiva cultural do trabalho. Muitas vezes quando perguntamos a alguém o que faz a resposta é: “Não estou a trabalhar na minha área”. Antes havia a expectativa de nos aproximarmos mais da nossa área através das competências profissionais que íamos demonstrando, do nosso envolvimento com o trabalho, da produtividade nos seus vários índices, da energia. Esta é uma variável importante no nosso estudo - é o tal quilómetro extra que por vezes é preciso fazer nas organizações. Nesta matéria, coloca-se a questão da pertinência, ou não, das 40 horas semanais de trabalho. Os estudos dizem-nos que a maior produtividade é atingida entre as 25 e as 30 horas semanais.

O que é que 40 horas semanais acrescentam à produtividade?
As pessoas vão trabalhar mais tempo pelo mesmo quantitativo em termos do que é a negociação laboral que têm. Será que vai resultar? Os estudos dizem-nos que não. A perspectiva é olhar para as organizações através das pessoas. Quando são pensadas, todas as empresas são perfeitas. Ao colocarmos pessoas, colocamos diferentes formas de ver, de olhar os objectivos traçados. As organizações de sucesso são as que conseguiram desenvolver uma capacidade de resiliência, e de encontrar objectivos comuns. Falo de variáveis como o sentimento de comunidade e de justiça que se traduzem no sentimento de que “vale a pena estar aqui”.

As empresas saudáveis são as que ouvem os seus trabalhadores?
Sim. Aliás, faz todo o sentido. Sabemos que o sucesso de gestão de pessoas depende muito do que é o envolvimento (engagement), o compromisso assumido num objectivo comum, que é o sucesso de ambos: uma relação em que todos ganham no estabelecimento da parceria. Organizações saudáveis são as mais produtivas, as que têm menores índices de turnover [rotação de pessoal], onde existem os mesmos problemas do que nas outras empresas mas têm estratégias para lhes fazer face.

Como é que avalia as empresas portuguesas? Aparentemente, e tendo em conta os resultados do estudo, não são assim tão saudáveis. 
Não são saudáveis. Quando digo isto, não quer dizer que seja uma responsabilidade directa dos empresários. Estou a dizer que as condicionantes socioeconómicas mundiais estão a retirar alguma lucidez aos empresários para conseguirem perceber o que podem fazer, para agir em vez de reagir.

O foco tem sido sobreviver para continuar a pagar salários.
É o reagir e não o agir. Mas se traçarmos um plano realista face ao cenário que temos é mais fácil criar alternativas. O que é necessário, neste momento, é que haja um plano A, um B e um C. Se houver, existe uma sensação de controlo por parte de quem tem a responsabilidade de gestão. Esses planos têm de ser do conhecimento das pessoas. Muitas vezes, neste mecanismo de reacção, ainda se pede mais dos colaboradores. É interessante olhar para os índices de acidentes de trabalho e os incidentes – que geralmente não valorizamos mas que potencialmente poderiam vir a ser acidentes. Quando as pessoas se envolvem menos, facilitam mais, andam com o arnês mal colocado ou sem o capacete. As pessoas estão a reagir e não se preparam para a acção.

Os trabalhadores portugueses estão a atingir níveis preocupantes de exaustão laboral? 
Diria que os trabalhadores portugueses estão à beira de um ataque de nervos. As pessoas motivadas cansam-se tanto como as outras. A diferença é no tempo de recuperação. Uma boa noite de sono ou um fim-de-semana bastam para recuperar. Quando analisamos o burnout, por exemplo, há uma variável protectora que é a da “realização”: independentemente de eu estar mais ou menos realizado, sinto que o que faço é reconhecido. Podendo até não ser um trabalho da minha área. Mas quando vemos que os índices de realização estão a baixar e as pessoas estão cada vez mais cansadas, quando se levantam de manhã em vez de dizerem: “Que bom vou trabalhar”, dizem “que aborrecimento, vou trabalhar”.

Um fim-de-semana ou uma boa noite de sono já não são suficientes?
Não. Nas redes sociais até é visível. O dia de felicidade no fim-de-semana agora é o sábado. Estamos reduzidos a 24 horas. Sexta-feira ainda se trabalha, mas é o dia de preparação para a felicidade: começamos a ver posts engraçados no final do dia, com o Garfield a sorrir. No Domingo, o Garfield está triste pela antecipação da segunda-feira. Reduzimos a nossa capacidade de energia de bem-estar e de qualidade de vida a um dia por semana. Fazendo esta redução estamos a colocar em risco a energia que teremos para o resto dos cinco dias de trabalho. Além disso, cada vez mais e em mais situações esta questão da divisão da semana em cinco dias de trabalho e dois de descanso deixa de existir. Os jornalistas e os professores são bons exemplos disso. Dou aulas há 20 anos e cada vez mais ao fim-de-semana trabalho. Para uma boa parte das pessoas, o fim-de-semana e as férias já não são sinónimo de descanso. Quantas vezes não levamos o telemóvel connosco, sempre contactáveis e com acesso ao e-mail? Aqui estão as tais variáveis da mudança da filosofia do trabalho. O trabalho está pensado de outra forma, mas como é que nos adaptámos a isto?

As novas tecnologias podem ser usadas a nosso favor?
No limite sim. Mas há uma variável que estraga isto: o tempo. Ele não estica. Teremos falta de tempo ou será que, com o tempo que temos, estamos a organizá-lo pior? Fabricámos esta realidade mas ainda não nos adaptámos a ela em termos culturais. Estamos numa zona cinzenta. E a isto se juntaram outras variáveis que põem em causa a sobrevivência económica das empresas e, em consequência, das pessoas.

A crise surgiu, assim, numa altura de mudança profunda no trabalho, e de disseminação de novas tecnologias. É tudo isto junto que traz infelicidade?
Sim, mas eu não conheço no mundo nenhum povo tão fantástico como os portugueses. Nas suas competências, na sua capacidade adaptativa, resiliência e esforço. Nós cumprimos como mais ninguém, somos espectaculares. É preciso fazer, fazemos. Estamos a viver uma situação económica e social complexa. Penso que não é uma crise, é uma mudança de paradigma. Nada será como dantes. Isto implica todo um processo de adaptação e as pessoas terão de agarrar nas suas várias áreas de vida e reajustarem-se. Somos fantásticos a fazer isso. O problema é que este processo obriga a uma série de sacrifícios. E uma das coisas que faz falta para os portugueses aproveitarem realmente as suas capacidades é perceberem porque é que têm de o fazer. Penso que deixaram de acreditar nas pessoas que explicam.





quarta-feira, 3 de julho de 2013

Teorias da motivação


MENEZES, Natércia do Céu Andrade Pesqueira (2012), Motivação de alunos com e sem utilização das TIC em sala de aula. Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Portucalense, sob a orientação de Professora Doutora Sónia Rolland Sobral, aqui.

A investigação está organizada em duas partes, uma primeira, que faz um enquadramento teórico resultante da revisão bibliográfica, com referência às teorias da motivação, e uma segunda que corresponde ao estudo empírico.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Programa de Competências de Vida


(AQUI)  e (AQUI)

Título: Promoção de experiências positivas em crianças e jovens : programa de competências de vida : Manual para os Participantes e Manual para o Monitor: grupo até 10 anos
  
Autor: Gomes, António Rui
Data: 2010
Editora: Associação High Play

Retirados de http://escola.psi.uminho.pt/ 

ÍNDICE

  • Gestão de Stress 
  • Motivação 
  • Gestão do tempo
  • Resolução de problemas 
  • Comunicação 
  • Trabalho de equipa

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Programas de Orientação



Ainda sobre este Portal de Orientação ( aqui ), depois de proceder ao seu registo (eu já estou registada), tem acesso entre outros recursos, aos seguintes programas de orientação:

Programa SABER COMO APRENDER
Programa desenvolvido pelo IEFP destinado a desenvolver competências facilitadoras da aprendizagem. Prefencialmente dirigido a públicos frequentadores de cursos do ensino básico (até ao 9º ano de escolaridade).

Promoti – PROGRAMA DE PROMOÇÃO MOTIVACIONAL
Programa do IEFP destinado a desenvolver nos cidadãos um nível de motivação apropriado para enfrentar transições associadas à situação perante o emprego (desemprego, novo emprego, primeiro emprego).

PTE – TÉCNICAS DE PROCURA DE EMPREGO
Programa do IEFP destinado a sensibilizar os cidadãos, candidatos a emprego, para a necessidade de adotarem uma atitude empreendedora e pró-ativa, através de comportamentos organizados e sistemáticos, no processo de procura de emprego. Inclui também atividades para aprendizagem das diferentes estratégias de abordagem do mercado de trabalho e das técnicas que lhe são inerentes.