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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

O Profissional do Futuro | Michelle Schneider | TEDxFAAP





Nessa Ted Talk Michelle fala sobre o profissional do futuro. Ela aborda a evolução do mercado de trabalho nos últimos anos e as mudanças que a tecnologia trouxe e ainda vai trazer nos próximos anos. Em um futuro em que as máquinas irão substituir metade da força global de trabalho, como os profissionais vão conseguir se diferenciar das máquinas e permanecerem humanos dentro de um mundo tão digital. Michelle é publicitária, dj, maratonista e atua hoje como Head de Educação no LinkedIn Brasil. Apaixonada por tecnologia, depois de algumas viagens para o Vale do Silicio onde visitou as universidades mais inovadoras de lá, acabou se apaixonando também pelo mundo da Educação.
Nessa Ted Talk Michelle fala sobre o profissional do futuro. Ela aborda a evolução do mercado de trabalho nos últimos anos e as mudanças que a tecnologia trouxe e ainda vai trazer nos próximos anos. Em um futuro em que as máquinas irão substituir metade da força global de trabalho, como os profisisonais vão conseguir se diferenciar das máquinas e permanecerem humanos dentro de um mundo tão digital


sexta-feira, 31 de maio de 2019

RELATÓRIO: "Trabalhar para um futuro melhor" – OIT




Trabalhar para um futuro melhor  - Organização Internacional do Trabalho – OIT
Maio 2019


A versão portuguesa do Relatório da Comissão Mundial sobre o Futuro do Trabalho "Trabalhar para um Futuro Melhor" foi lançada no dia 22 de janeiro e marcou o início das comemorações do Centenário da OIT.
Entre os pontos de uma agenda centrada no ser humano e sustentada em três pilares de ação, salienta-se o ponto Implementar uma agenda transformadora e mensurável para a igualdade de género:
“O mundo do trabalho começa em casa. Da licença parental ao investimento em serviços públicos de prestação de cuidados, as políticas precisam de promover a partilha do trabalho doméstico não remunerado de forma a criar uma igualdade de oportunidades genuína no local de trabalho. Reforçar a voz e a liderança das mulheres, eliminar a violência e o assédio no local de trabalho e implementar políticas de transparência salarial constituem pré-condições para a igualdade entre homens e mulheres. São também necessárias medidas específicas para abordar a igualdade de género no contexto dos empregos do futuro induzidos pelas novas tecnologias.”
Ler o artigo "São as pessoas, não a tecnologia que decidirão o futuro do trabalho" de 
Sharan Burrow - Secretário Geral da Confederação Internacional dos Sindicatos (ITUC) em: 

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Relatório: Outlook Employment 2019


Ensino superior
Entre os 32 países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Portugal é o país onde o facto de ter um diploma de ensino superior mais deixou de contar para ter uma remuneração elevada, mostra o relatório Outlook Employment 2019.(http://www.oecd.org/employment/outlook/) Entre 2006 e 2016, a diferença salarial de quem concluiu uma licenciatura face a quem tem apenas o ensino secundário caiu 22,8 pontos percentuais, noticia a TSF.(https://www.tsf.pt)
Fonte EDULOG - Fundação Belmiro de Azevedo

D&F – Revista para gestores e formadores, Nº 22




D&F – Revista para gestores e formadores, Nº 22

Este número da revista tem como tema o "Futuro do Trabalho"http://opac.iefp.pt/I


Neste número da revista D&F serão aprofundadas as questões relativas ao <> e às suas implicações ao nível do conteúdo do emprego.
A partir deste número a Revista passa de 72 para 80 páginas, viabilizando uma análise mais profunda dos temas escolhidos, e deixando, por outro lado, de se editar a separata.
Retirado de : https://netforce.iefp.pt

segunda-feira, 29 de abril de 2019

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Relatório sobre previsão de competências 2018 – Portugal

http://cite.gov.pt/pt/ (em inglês)

Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional – CEDEFOP

O relatório sobre previsão de competências resume as principais tendências futuras em termos de empregos e competências para Portugal até 2030, perspetivando as tendências do emprego por sectores, grupos profissionais e níveis de ensino, bem como a evolução da idade ativa da população.
Uma metodologia comum e dados harmonizados foram adotados, garantindo uma comparabilidade de resultados entre os Estados membros.
As estimativas estão em linha com as previsões económicas oficiais da UE e as projeções em termos de população.

terça-feira, 5 de março de 2019

Base de dados Skills for Jobs





O que é a base de dados Skills for Jobs?

Lançada em 2017 pela OCDE, a base Skills for Jobs faculta informação sobre a escassez e o excedente de competências em 40 países, assim como sobre desequilíbrios profissionais.

A base de dados analisa competências cognitivas, sociais e físicas, e pode ajudá-lo(a) a compreender quais as competências difíceis de encontrar e quais existem em excesso - seja um candidato a emprego que procura otimizar o seu conjunto de competências, ou um empregador que tenta encontrar trabalhadores qualificados.

Por que motivo é importante?
Se for um trabalhador com competências existentes em excesso, pode acabar por ter de aceitar trabalho numa área não relacionada com a sua especialização ou abaixo do seu nível de qualificação, o que pode levar a insatisfação. De igual modo, caso não possua as competências necessárias para a sua carreira de eleição, pode ser difícil encontrar um trabalho satisfatório.

Enquanto empregador, pode ter dificuldades em preencher posições em aberto ou arrisca-se a ser ultrapassado quando tem de adotar novas tecnologias se não se mantiver a par das informações mais recentes sobre competências.

A base de dados Skills for Jobs pode ajudá-lo(a) a compreender melhor os desequilíbrios de competências e de que forma estes podem prejudicá-lo(a) ou ajudá-lo(a) e ao seu negócio.
Continuar a ler: https://ec.europa.eu/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

O emprego no mundo e perspetivas sociais – Tendências 2018


ou


Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT)

(Disponível em inglês)


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera que ter emprego não é garantia de ter condições de vida dignas, pois em 2018 a maioria dos 3.300 milhões de empregados no mundo não tinha bem estar material nem segurança económica
Segundo um relatório que a OIT apresenta esta quarta-feira em Genebra, esta situação decorre do facto de muitos trabalhadores terem de aceitar postos de trabalho que não correspondem ao padrão de trabalho digno, muitos deles precários, mal remunerados e sem proteção social ou direitos laborais.
A OIT refere ainda, como indício de má qualidade de muitos empregos, que em 2018 cerca de um quarto dos trabalhadores viviam em situação de pobreza extrema ou moderada.
No relatório, a OIT considera que "o progresso na redução do desemprego a nível mundial não se refletiu na melhoria da qualidade do emprego", o que torna irrealista a meta de trabalho digno para todas as pessoas, enquanto base do desenvolvimento sustentável.
O documento salienta ainda a falta de progresso quanto às diferenças entre mulheres e homens no acesso ao emprego.
A nível mundial, apenas 48% das mulheres fazem parte da população ativa em comparação com 75% dos homens.
As mulheres também estão em maioria na situação de subemprego.
Para a OIT, esta diferença percentual é alarmante e, por isso, defendeu a necessidade de medidas políticas para a reduzir.
Continua a ser uma preocupação para a OIT que um em cada cinco jovens com menos de 25 anos não trabalhe, não estude, nem esteja em formação, comprometendo as suas perspetivas futuras de emprego.
O relatório salienta, no entanto, alguns sinais positivos no mercado laboral, prevendo que o desemprego continue a diminuir em muitos países, se se evitar uma desaceleração significativa da economia.
Reconheceu também que se registou uma grande diminuição da pobreza no trabalho nos últimos 30 anos, especialmente em países de rendimento médio e um aumento no número de pessoas com formação escolar e/ou profissional.
Cem anos após a sua fundação, a OIT reafirma neste relatório, sobre as "Perspetivas Sociais e do Emprego no Mundo", a sua intenção de ajudar a solucionar os problemas detetados e de promover um debate fundamentado sobre as recomendações da Comissão Mundial sobre o Futuro do Trabalho.
Fonte: Agencia Lusa

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Grandes Opções do Plano para 2019

Lei n.º 70/2018 - Diário da República n.º 251/2018, Série I de 2018-12-31117537582 Assembleia da República 
Grandes Opções do Plano para 2019
Aceder: https://dre.pt/

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Guia Pedagógico: O TRABALHO HOJE E NO FUTURO




ou
(Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amilcar Cabral)

Trata-se de um recurso pedagógio sobre o trabalho
  • Este guia pedagógico para educadores e educadoras foi pensado para apoiar a utilização do recurso. A sua consulta é importante antes de passarem à prática, pois:
  • explica a forma como o recurso se encontra organizado e como pode ser utilizado;
  • apresenta algumas reflexões sobre o conceito de Educação para a Cidadania Global (ECG) e a sua evolução histórica;
  • fornece dicas sobre o papel do educador e da educadora à luz da ECG;
  • apresenta um enquadramento conceptual sobre o tema do trabalho no geral, e em particular sobre o âmbito das migrações e da automatização do trabalho, que poderá ser importante para o desenvolvimento do percurso e das atividades;
  • fornece dicas metodológicas concretas para a realização dos percursos e das atividades sugeridas;
  • sugere algumas referências (livros, artigos, sites, vídeos) que consideramos úteis e interessantes para aprofundar conhecimentos no âmbito da Educação para a Cidadania Global

Destinatários: 3º Ciclo e secundário

Imagem: Gazeta do Povo

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Seleção de textos: O FUTURO do TRABALHO

Hot Links | 2025: Future of Work

Textos:
  • 21 Jobs of the Future*
  • New World of Work*
  • What key competencies are needed In the digital age?*
  • Social and Solidarity Economy and the Future of Work*
  • Robots vs Jobs*
  • The Digital Talent Gap: Are Companies Doing Enough?*
  • Future of Work*
  • The Future of Skills: Employment in 2030*
  • Workforce of the Future: The Competing Forces Shaping 2030*
  • AI and the Future of Work*
  • A review on the future of work: online labour exchanges or crowdsour, em: https://oshwiki.eu/

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Previsões do CEDEFOP: Menos músculos e mais cérebro para os trabalhadores do futuro


Menos músculos e mais cérebro para os trabalhadores do futuro:
http://www.cedefop.europa.eu/files/9130_pt.pdf
"As competências exigidas pelo mercado laboral deverão alterar-se, tendo os trabalhadores de oferecer novas competências para satisfazer necessidades diferentes". Este é o ponto de partida para a mais recente nota informativa do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP), intitulada Menos músculos e mais cérebro para os trabalhadores do futuro.
Tendo por base a previsão do CEDEFOP em matéria de competências, o documento aponta alguns "factos relevantes": por exemplo, cerca de 4 em 5 novas vagas de emprego estarão relacionadas com profissões altamente especializadas.
De acordo com estas projeções (que abrangem os 28 Estados-Membros da UE, a Islândia e Suíça), prevê-se uma crescente polarização do emprego "com o aumento de novos empregos, tanto nas profissões que exigem um elevado nível de competências, como naquelas que exigem um baixo nível de competências, a par de uma redução dos empregos que exigem níveis médios de qualificações".
Outra tendência que irá marcar os próximos anos será a substituição dos trabalhadores que se reformam, representando estae "a maioria das vagas na economia europeia".
A diminuição do trabalho rotineiro e, em sentido contrário, o aumento do relevo das Tecnologias de Informação e Comunicação são outros dos elementos focados neste documento. "As projeções apontam para uma redução generalizada das tarefas físicas e um aumento das tarefas intelectuais e sociais", refere o estudo do CEDEFOP. Por isso mesmo, competências ligadas à comunicação, ao empreendedorismo e outras competências essenciais (em domínios como o das vendas/capacidade de persuasão e da interação/atendimento/prestação de cuidados) terão um papel de relevo.

Fonte: anqep

https://www.ilo.org/ The Future of Work: A Literature Review

segunda-feira, 23 de julho de 2018

LIVRO “Work in the Digital Age. Challenges of the Fourth Industrial Revolution"



No passado mês de junho, foi lançado o livro “Work in the Digital Age. Challenges of the Fourth Industrial Revolution“, uma obra da autoria do think tank alemão, Das Progressive Zentrum.
O livro reune análises de mais de 50 profissionais de políticas públicas do mundo que discutem sobre os efeitos da automatização, da produtividade estagnada, do crescimento das disparidades regionais e dos crescentes níveis de desigualdade entre e dentro de países.
“No desenrolar da revolução digital, foram proporcionadas oportunidades de crescimento na produtividade o que resultou no melhoramento considerável da vida das pessoas. Mas este crescimento provocou mudanças sociais e políticas significativas como também um aumento no risco de desigualdades”.
Disponibilizamos aqui, o link para o pdf do livro que é gratuito, mas também é possível adquiri-lo nas livrarias.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

PORTUGAL: Previsões para o emprego e competências até 2025

emprego passado e emprego previsto até 2025


Por país - edição de 2015
Country forecasts - skill supply and demand up to 2025

Atuar perante as tendências de futuro
As previsões anunciadas este mês, em Bruxelas, pelo Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP), considerando o período até 2013, voltam a reforçar a necessidade de se repensar o ensino e a formação profissional, perante as tendências que já é possível antecipar relativas às mudanças que a força de trabalho irá enfrentar nestes próximos anos.
O instrumento Skills Forecast, que concilia os estudos prospetivos do CEDEFOP com os dados do Monitor de Empregos Europeu, antevê um crescimento moderado dos empregos, mas com uma aceleração das tendências que já eram conhecidas, salientando-se o peso dos empregos associados a serviços e uma polarização ainda maior no que diz respeito ao emprego. Esta polarização traduzir-se-á num crescimento do emprego para as ocupações que exigem qualificações mais elevadas, em contrabalanço com os empregos relativos às baixas qualificações. Para além disso, haverá um esvaziamento das ocupações inerentes às qualificações médias, à medida que a automação for ganhando terreno.
Outro aspeto crítico que não deverá ser descurado, associado a esta polarização, prende-se com a redução dos empregos considerados "bons e bem pagos" com um crescendo dos empregos mal remunerados e tidos por "inferiores".
Tudo isto são desafios com impactos significativos na definição do que deve ser hoje o ensino e a formação profissional, não havendo muito tempo para se refletir e implementar soluções que respondam a estes cenários de futuro. Que novos perfis profissionais têm de ser criados? Que competências deverão ser incorporadas nos referenciais? Precisamos de perfis de banda mais larga ou, pelo contrário, mais estreita, focados no efetivo desempenho de uma determinada ocupação? E, não menos importante, como garantir que as empresas se envolvam rapidamente nestes processos de reflexão, ajudando a criar respostas para estes desafios?
Ao nível deste envolvimento há já algum caminho percorrido. Em Portugal temos, por exemplo, a constituição dos Conselhos Setoriais para a Qualificação, que envolvem empresas nos trabalhos de atualização do Catálogo Nacional de Qualificações, bem como o contributo dos empresários na identificação das necessidades de qualificações, a médio e curto prazo, para a definição da rede de ofertas formativas destinadas aos jovens, através do modelo de funcionamento do Sistema de Antecipação de Necessidades de Qualificação. Mas é preciso ir mais além. O envolvimento das empresas tem de ser muito superior, pelo que se olha agora com grande entusiasmo para as iniciativas que começam a surgir ao abrigo da Iniciativa Portugal INCoDe.2030. Nalguns setores, como o do calçado, quando se compara o passado recente com o que está a ser feito neste momento, a mudança é surpreendente. As empresas começaram a reagir pró-ativamente na captação de talento jovem e na qualificação e requalificação dos seus futuros e atuais colaboradores.
Esperamos agora que exemplos como este alastrem a muitos outros domínios, levando-nos a acelerar o passo na preparação de um futuro que, sendo incerto, tem no ensino e na formação profissional a única saída viável para o controlo dos gritantes desequilíbrios que os cenários do futuro identificam se nada for feito.
Gonçalo Xufre Silva
Presidente do Conselho Diretivo da ANQEP

segunda-feira, 25 de junho de 2018

A ameaça de um futuro sem emprego



Aceder: AQUI

Sessão Especial no âmbito das XIII Semana da gestão - 2018 - A Ameaça de Um futuro Sem Emprego de Martin Ford
Sérgio Leal  - Coordenação

CIAEGT - Instituto Politécnico de Tomar


Imagem: http://www.olaserragaucha.com.br/

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018