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terça-feira, 26 de novembro de 2019

Seminário de Psicologia da Educação.


Transmissão em direto - DGEstE do dia 27/11/19 em: https://www.youtube.com/




Numa ação conjunta da Direção-Geral da Educação e da Ordem dos Psicólogos Portugueses vai realizar-se, nos dias 26 e 27 de novembro, o Seminário de Psicologia da Educação. Partindo de uma conferência central e com o reforço de momentos de debate entre Diretores/as das Escolas, Psicólogos/as, Encarregados de Educação e Alunos/as pretende-se promover a discussão sobre as oportunidades e os desafios que se colocam à Educação Hoje.

Local: Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz 

Datas: 26 e 27 de novembro de 2019
Numa ação conjunta da Direção-Geral da Educação e da Ordem dos Psicólogos Portugueses vai realizar-se, nos dias 26 e 27 de novembro, o Seminário de Psicologia da Educação. Partindo de uma conferência central e com o reforço de momentos de debate entre Diretores/as das Escolas, Psicólogos/as, Encarregados de Educação e Alunos/as pretende-se promover a discussão sobre as oportunidades e os desafios que se colocam à Educação Hoje.
1. Destinatários:
o Psicólogos dos estabelecimentos de educação e de ensino da rede pública e privada;
o Psicólogos e técnicos de orientação do serviço público de emprego;
o Psicólogos dos serviços e organismos de reabilitação;
o Psicólogos dos Centros Qualifica;
o Psicólogos dos gabinetes de carreira das universidades e escolas de ensino superior;
o Órgãos de gestão dos estabelecimentos de educação e ensino;
o Estudantes de psicologia;
o Pais e Encarregados de Educação;
o Professores e educadores;
o Alunos.
2. Programa provisório https://www.dge.mec.pt/
3. Inscrições decorrem entre os dias 22 de outubro e 20 de novembro.
4. As inscrições são limitadas à capacidade do auditório, sendo admitidas por ordem de registo.
5. Os participantes selecionados serão avisados via e-mail.
6. Apresentação de posters
A submissão de posters efetua-se através do link disponibilizado na ficha de inscrição, até 10 de novembro.
A confirmação da aceitação será comunicada até 17 de novembro.
7. A ficha de inscrição encontra-se disponível online em: http://area.dge.mec.pt/seminario-psicologia-orientacao
8. O Seminário está acreditado pela OPP, conferindo, aos psicólogos, créditos que podem ser utilizados nas candidaturas às especialidades profissionais da OPP. 
9. Contactos
• Telefone – 213 934 614, 213 936 886, 213934638           
• Endereço eletrónico – dseeas@dge.mec.pt;
• Euroguidance-pt@dge.mec.pt



Retirado de: https://www.dge.mec.pt
 https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/boletim/vii_seminario_psicologia_em_contexto_escolar.pdf

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

ATEC – Academia de Formação vai promover uma Feira das Profissões






Para promover a oferta formativa nas modalidades de Aprendizagem e Especialização Tecnológica, a ATEC – Academia de Formação vai promover uma Feira das Profissões no dia 7 de fevereiro de 2020, entre as 09h e as 17h.  
A Feira das Profissões destina-se a estudantes do 8º ano ao 12º ano, interessados em conhecer profissões técnicas com elevada procura no mercado de trabalho. O evento é também de interesse para professores e/ou orientadores vocacionais, uma vez que obterão conhecimento sobre diferentes tipologias de formação, diversas áreas de formação e opções profissionais de futuro, e terão ainda contacto com novas metodologias de ensino e formação, o que proporcionará um leque mais vasto de informações para posterior aconselhamento vocacional dos alunos.
A participação na Feira das Profissões é feita mediante inscrição da escola, bastando para o efeito o preenchimento da ficha de inscrição em anexo, com indicação do horário pretendido, nº de alunos e ano de escolaridade dos mesmos. A Ficha de Inscrição deverá ser entregue até 10 de janeiro, de forma a garantir a participação da Escola.
Contamos com a vossa visita!

SOBRE A ATEC - ACADEMIA DE FORMAÇÃO
ATEC - Academia de Formação, é um projeto idealizado e promovido pela Volkswagen Autoeuropa, Siemens, Bosch e Câmara de Comércio e Indústria Luso- Alemã, que se materializou em dezembro de 2003 como uma Associação de Formação para a Indústria.  Nasceu da fusão das estruturas de formação em que participava a Volkswagen Autoeuropa (FORMAUTO) e a Siemens, S.A. (ANFEI – Associação Nacional de Formação Eletrónica Industrial), assumindo um papel próprio e autónomo que soube conjugar todo o know-how destas entidades. Atualmente a ATEC conta com uma taxa de empregabilidade média de 94


quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Banco de dados internacional de métodos para orientação profissional em ambientes de grupo

https://naviguide.net



The Leonardo da Vinci project NAVIGUIDE intends to transfer and expand an existing Austrian "guidance methods" database, a product officially owned by the Austrian Public Employment Agency AMS (www.ams-forschungsnetzwerk.at), into the European guidance system. The database developed between 2008 and 2010 contains more than 400 methods for guidance in group settings. NAVIGUIDE will establish this guidance methods database as a common knowledge base for European career counsellors, as various studies have shown that the quality of career counselling across Europe is affected by heterogeneous training.

Within the scope of the project, the project partners from six partner countries (Austria, Croatia, France, Ireland, Poland, Turkey) selected 102 guidance methods for translation into the different national languages. Career counsellors were trained in these methods in at least six one-day workshops per country (in total 45 workshops were conducted) in different European regions. Aside from the platform and workshop evaluations, a questionnaire among practitioners identified their training needs and an ex-post evaluation showed how applicable the methods are in everyday practice of guidance in group settings.



Key products of the projects are a CD-ROM with 102 guidance methods, a methods guidance handbook as well as an online methods database in the different languages of the partner countries.

Produto: guidance handbook
https://naviguide.net/handbooks/

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Relatório: Learning for Jobs OCDE

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Associação Gap Year Portugal (AGYP)

Artigo da Jornalista Andreia Sanches, no Jornal Publico de hoje, com o título"Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção."
"Isadora Freitas está a terminar a licenciatura em Ciências da Comunicação, mas não vai já procurar emprego, nem inscrever-se num mestrado. Vai tirar um ano sabático. Numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior, e milhares de jovens têm de optar entre continuar a estudar ou procurar emprego, há quem faça a mesma escolha que Isadora fez. A partir de Setembro, a Associação Gap Year Portugal (AGYP) terá cerca de 50 jovens a fazer um ano de pausa para “sair da zona de conforto”, nas palavras do vice-presidente da associação, Telmo Martins.
“Preciso de experiências que me dêem estaleca”, continua Isadora, 21 anos, para quem realizar mestrado logo após a licenciatura nunca foi opção e, tendo em conta a actual conjuntura, entrar no mercado de trabalho também não. “Ou talvez isso seja uma desculpa”, diz.
A jovem natural de Aveiro quer ser jornalista, mas os objectivos para o próximo ano passam por viajar e fazer voluntariado: “É uma questão de crescimento interior, dar tempo de mim para mim e perceber aquilo que realmente quero.”
O conceito de gap year — criado pelos ingleses na década de 1960 — aparece normalmente associado a viajar, mas pode passar pela realização de cursos, voluntariado ou desenvolver ideias de negócio, entre outros. É também comum que seja realizado no final do secundário, mas não só.
Telmo Martins já foi “gapper” — o nome pelo qual são conhecidos os que decidem viver um "gap year". Tinha 22 anos quando, ao acabar a licenciatura em Psicologia, decidiu passar um ano a viajar. Hoje, com 24, a fazer mestrado e a estagiar, dedica-se também a divulgar o conceito de gap year. O vice-presidente da AGYP explica que em Portugal o gap year é pouco comum “porque, no caso dos jovens, os pais estão muito agarrados aos filhos e consideram que é estar um ano parado — há pressa em fazer o curso e começar a trabalhar”. Considera, por isso, que é responsabilidade dos jovens ajudar os pais a compreender e a aceitar a opção, tal como ele próprio teve de fazer.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e coordenadora em Portugal do Health Behaviour in School-Aged Children (um levantamento dos comportamentos e estilos de vida dos adolescentes levado a cabo de quatro em quatro anos pela Organização Mundial de Saúde) tem a mesma opinião: “Os adolescentes portugueses não estão tão preparados como os outros adolescentes europeus porque no Sul da Europa os pais retêm os filhos mais tempo num estatuto de não autonomia e de não responsabilização.” Contudo, para a psicóloga, a realização de um ano sabático “pode constituir uma experiência inesquecível e enriquecedora na vida de qualquer adolescente”.
“Desvio saudável”
Recordando a experiência pessoal, Telmo Martins conta com entusiasmo: “Faltava ali qualquer coisa, estava algo por conquistar e consegui sozinho.” Margarida Gaspar de Matos prossegue: a realização de um sabático permite o “exercício da autonomia e responsabilização”, a “criação de redes de suporte social”, o contacto com línguas e culturas estrangeiras e até tem “vantagens escolares e profissionais para o futuro”.

O responsável da AGYP diz, aliás, que a realização de um gap yeartem sido valorizada nas entrevistas de emprego que tem realizado nas área de consultoria e recursos humanos.
Psicóloga e investigadora na área do desenvolvimento e educação, Isabel Macedo Pinto também considera que um gap year pode representar um “desvio muito saudável” na carreira académica e profissional: “A distância pode ajudar a repensar projectos de carreira, muitas vezes elaborados de forma imatura e pouco reflectida, em outros casos a reforçar e reinvestir nos projectos de carreira já elaborados.”
Isabel Macedo Pinto vê no contexto actual “um trampolim para a saída e para a aventura” e explica: “Presentemente as pessoas estão cada vez mais mentalizadas para a ideia de que os jovens têm que sair do país para encontrarem trabalho e melhores condições de vida.”
Tanto Isabel Pinto como Margarida Matos ressalvam, contudo, que um ano sabático representa gastos financeiros que grande parte das famílias portuguesas não pode suportar.
Telmo Martins confirma que a questão dos custos pode ser uma barreira, mas diz que o desafio está em contorná-la e dá o seu exemplo: “Trabalhei durante toda a licenciatura. Podia ter comprado um carro, mas para mim fazia sentido investir em mim.” Viajou durante dez meses por 23 países da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos, por 6000 euros, mas garante que as despesas dependem do nível de conforto procurado.
A maioria dos “gappers” que conhece, diz ainda o vice-presidente da AGYP, enquadram-se nas classes média e média baixa.
Críticas ao Governo
Para Isadora, a realização de voluntariado e de trabalhos esporádicos (através de plataformas como o Serviço Voluntário Europeu e a AIESEC) pode ser a solução para tirar um “ano de folga” sem dar despesas à família que considera de classe média.  “Desvantagens? Só a saudade, mas é importante para sabermos que temos onde regressar”, diz sorridente e optimista. De resto, considera que as suas experiências da realização de Erasmus e de um InterRail foram muito positivas.

Relativamente às vantagens, espera que sejam muitas, mas mais do que melhorar o currículo, procura abrir os horizontes e destaca: “É importante saber, na prática, o que é estar fora da nossa zona de conforto.”
O gap year é uma realidade distante para a maioria dos portugueses, mas o país é um bom destino para os “gappers”, segundo o brasileiro Silvagner de Azevedo, que passou dois anos sabáticos em Portugal.
Era polícia e professor universitário quando, com 37 anos, decidiu partir para a “aventura”. “Estava tudo muito certinho na minha vida e precisava de oxigenar”, explica. O objectivo era dedicar o ano sabático à formação académica. Escolheu Portugal como destino pela língua portuguesa e pelo renome da Universidade de Coimbra, onde veio a fazer o doutoramento em Direito.
Silvagner garante que ao fim dos dois anos regressou ao Brasil “com o coração apertado e a bagagem cheia”. Além de ampliar os horizontes e descobrir Portugal e outros países da Europa, o brasileiro refere a descoberta pessoal. Do período que esteve em Portugal resultou o blogue “Portugal Sabático” que se tornou um sucesso e levou à escrita de poesia e crónicas mensais para um jornal brasileiro. “Hoje, sou um difusor da cultura lusitana no Brasil”, afirma Silvagner que desde então visita Portugal anualmente.
Para Rui Duarte, deputado socialista, casos como o de Silvagner confirmam a potencialidade do gap year como factor de promoção do país. Por considerar o ano sabático uma “nova modalidade de mobilidade social”, o deputado apresentou em Março de 2013 um projecto de resolução para adopção de medidas de divulgação e apoio à prática do ano sabático. A proposta, aprovada por unanimidade, previa a colaboração do Ministério da Educação e Ciência com associações que divulgam o gap year, a criação de um mecanismo de acompanhamento dos jovens através da rede consular portuguesa e a formação de um programa para receber jovens estrangeiros no país.
ui Duarte lamenta que, mais de um ano depois, o Governo não tenha dado seguimento à resolução, que ainda não tem efeitos práticos. No entanto, acredita que “a crescente força do movimento fará com que o Governo perceba que tem que acompanhar as tendências de mobilidade dos jovens e o seu potencial".
Sabática para professores
Em Portugal, o ano sabático está muito limitado ao mundo académico e de investigação. A cada seis anos após o doutoramento, os professores universitários podem pedir uma licença para dispensa da actividade docente pelo período de um ano lectivo, de forma a realizarem trabalhos de investigação, publicarem livros ou darem aulas no estrangeiro.

Doutorada em Teoria da Literatura há 22 anos, Celina Silva, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, vai usufruir da terceira licença sabática no próximo ano lectivo. Para pedi-la, diz, é necessário apresentar uma justificação e um plano de trabalho a efectuar. No final do ano ou semestre sabático, a professora terá de apresentar um relatório para ser analisado pela comissão científica da instituição e posteriormente anexado ao seu currículo, sob pena de repor as quantias correspondentes às remunerações recebidas naquele período.
A professora afirma que, do conhecimento que tem, é muito raro um pedido de licença sabática ser recusado e afirma: “A licença sabática é essencial porque os docentes são cada vez mais solicitados para questões múltiplas.”
Em licenças anteriores, Celina Silva dedicou-se à investigação nas universidades de Indiana (Estados Unidos da América) e Paris 8, na sequência da qual foi convidada a leccionar durante dois anos na universidade francesa. “Foi importante para contactar com outras realidades pedagógicas e institucionais”, afirma. A experiência possibilitou também cooperações posteriores.
Dado o contexto actual, a professora mostra-se, contudo, preocupada com o impacto da restrição orçamental nas directrizes futuras relativamente às licenças sabáticas.
Texto editado por Andreia Sanches "Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção.

Consultar também no site da Gap Year Portugal (GYP) o PROGRAMA EXPERIÊNCIAS ACADÉMICAS cujas inscrições se encontram abertas até final de agosto 2019


sexta-feira, 17 de maio de 2019

terça-feira, 9 de abril de 2019

um CARTÃO e um GUIÃO para exploração de visitas de estudo a feiras de informação e orientação escolar e profissional




Explora o Teu Futuro! Visita feiras de informação e orientação escolar e profissional e descobre as oportunidades disponíveis


Edição
A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP) e a Direção-Geral da Educação (DGE)

O que são (Cartão e Guião)
Instrumentos de exploração vocacional, nomeadamente, um "CARTÃO"" e um "GUIÃO" de exploração de visitas de estudo a feiras de informação e orientação escolar e profissional.

Destinatários do material
Alunos que frequentam o 3.º ciclo do ensino básico, principalmente aqueles que estão a concluir o 9.º ano de escolaridade. 

Este tipo de eventos são uma oportunidade para os alunos conhecerem e se apropriarem da oferta educativa e formativa disponível no âmbito do ensino secundário e superior, e ainda, contactarem com várias possibilidades para estudar no estrangeiro.

imagem: https://www.flickr.com/(P.Porto)

domingo, 25 de novembro de 2018

OS PSICÓLOGOS E O PROCESSO DE ORIENTAÇÃO





Titulo : OS PSICÓLOGOS E O PROCESSO DE ORIENTAÇÃO
Editor :Direção - Geral da Educação
Ministério da Educação 2016

Autores
Maria do Céu Taveira, Maria Paula Paixão, Vítor Gamboa
Escola de Psicologia, Universidade do Minho
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Universidade Coimbra
Departamento de Psicologia e Ciências da Educação, Universidade do Algarve

sábado, 17 de novembro de 2018

The Self-Authoring Suite



PLANEAR A VIDA
The Self-Authoring Suite is a series of online writing programs that collectively help you explore your past, present and future.
Site: https://www.selfauthoring.com

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Guia Pedagógico: O TRABALHO HOJE E NO FUTURO




ou
(Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amilcar Cabral)

Trata-se de um recurso pedagógio sobre o trabalho
  • Este guia pedagógico para educadores e educadoras foi pensado para apoiar a utilização do recurso. A sua consulta é importante antes de passarem à prática, pois:
  • explica a forma como o recurso se encontra organizado e como pode ser utilizado;
  • apresenta algumas reflexões sobre o conceito de Educação para a Cidadania Global (ECG) e a sua evolução histórica;
  • fornece dicas sobre o papel do educador e da educadora à luz da ECG;
  • apresenta um enquadramento conceptual sobre o tema do trabalho no geral, e em particular sobre o âmbito das migrações e da automatização do trabalho, que poderá ser importante para o desenvolvimento do percurso e das atividades;
  • fornece dicas metodológicas concretas para a realização dos percursos e das atividades sugeridas;
  • sugere algumas referências (livros, artigos, sites, vídeos) que consideramos úteis e interessantes para aprofundar conhecimentos no âmbito da Educação para a Cidadania Global

Destinatários: 3º Ciclo e secundário

Imagem: Gazeta do Povo

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Livro de Resumos do 4º Congresso OPP



Livro de Resumos: http://psyprjournal.com

ORDEM DOS PSICÓLOGOS PORTUGUESES (OPP)
Esta disponibilização procura dar continuidade ao Congresso para além do seu término e cujo tema foi dedicado à “Psicologia na Prevenção e Promoção do Desenvolvimento das Pessoas, Coesão Social e Crescimento Económico”, procurando promover a reflexão e informação em torno das práticas profissionais dos psicólogos e a ligação entre a ciência psicológica e a prática.
A criação e partilha em tempo útil deste Livro de Resumos só foi possível graças ao trabalho desenvolvido pela Comissão Científica do 4º Congresso OPP, presidida por Eugénia Ribeiro Pereira, e pelo editor da a revista cientifica da OPP “The Psychologist: Practice and Research Journal”, Osvaldo Santos. Fonte (OPP)
Site do Congresso :http://oppcongresso2018.pt/

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

terça-feira, 10 de julho de 2018

OCDE: Working it out



https://www.oecd-ilibrary.org/education/working-it-out_51c9d18d-en

Working it out

RESUMO

Career and education decisions are amongst the most important young people make. Gender, ethnicity and socio-economic factors all strongly affect these choices. Career guidance is both an individual and a social good: it helps individuals to progress in their learning and work, but it also helps the effective functioning of the labour and learning markets, and contributes to a range of social policy goals, including social mobility and equity. This justifies the public investment in career guidance activities. Empirical evidence point towards career guidance services – in school and outside – having a formative influence on young people’s understanding of themselves and the world of work, and can often improve educational, social and economic outcomes. As young people stay in education and training longer and as the labour market becomes more complex, the case for career guidance grows. But what makes for effective provision? This paper looks at the features of good career guidance practice, including the need for schools to begin early and the essential role of exposure to the world of work.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Dados e Estatísticas de Cursos Superiores




Infocursos


Ferramenta importante para analisar o que cada curso superior tem para oferecer

Na caixa de pesquisa - os dados e estatísticas incidem sobre os seguintes parâmetros:

  • Como ingressam os estudantes neste curso?
  • Onde estavam os estudantes 1 ano após iniciarem este curso ()?
  • Distribuição das classificações finais dos diplomados neste curso
  • Percentagem de recém-diplomados do curso que estão registados no IEFP como desempregados
  • Percentil dos alunos que entram no curso, em termos de notas nas provas de ingresso, quando comparados com todos os alunos do País que realizaram as mesmas provas
  • Distribuição dos alunos inscritos por sexo
  • Distribuição dos alunos inscritos por nacionalidade
  • Distribuição por idades dos alunos inscritos neste curso

Imagem: https://pplware.sapo.pt/internet/infocursos