Ainda era criança quando deu os primeiros passos na construção de instrumentos tradicionais madeirenses. Hoje, com 24 anos, Henrique já construiu 70 e é o mais jovem luthier da ilha.
Ler o artigo no Jornal Publico: https://www.publico.pt/
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terça-feira, 28 de maio de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
TerPsiCore: Base de dados de dança e artes performativas
TerPsiCore é um arquivo de documentos sobre dança e artes performativas, tanto em suporte físico como digital, incluindo programas de espectáculos, artigos de imprensa (críticas, antevisões e artigos de opinião), documentos iconográficos (cartazes, postais e fotografias) e vídeos. O arquivo é um projecto do INET-md, Instituto de Etnomusicologia - centro de estudos em música e dança, que visa a prossecução de fins de utilidade pública, nomeadamente a valorização do seu património arquivístico enquanto fonte de investigação científica. A grande maioria dos documentos encontra-se disponível para consulta no pólo do INET-md situado na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, no edifício Esteiros, na Cruz Quebrada, estando os outros locais de consulta devidamente assinalados. As digitalizações dos documentos disponibilizados online têm o intuito de facilitar a consulta numa perspectiva de divulgação científica. Se alguém considerar que isso pode causar prejuízo do legítimo interesse dos seus autores, por favor, queira entrar em contacto pelo seguinte email: terpsicore@fmh.ulisboa.pt
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
O património cultural da Europa: conjunto de ferramentas para professores
Esta série de ferramentas destina-se aos alunos dos 10 aos 15 anos de idade. Visa ajudar os professores a abordar e a debater o tema do património cultural nas salas de aula. A ideia é incentivar os jovens a comemorar, descobrir e experimentar a riqueza e a diversidade do património cultural europeu de uma forma lúdica. É acompanhado de um jogo em linha.
Este pacote de ferramentas foi concebido como um recurso para professores de qualquer tópico ou disciplina, a fim de ajudá-los nas aulas, em debates e em trabalho de projeto sobre temas relacionados com o património cultural.
- Grupo etário: 10-15
- Tópicos: todos
- Publicado por: Comissão Europeia
- Ano: 2018
- Línguas disponíveis: todas as línguas da UE
- Ligação: clicar aqui (conjunto de ferramentas) e aqui (jogo em linha)
domingo, 23 de dezembro de 2018
Plataforma LIVRAR
Partilha gratuita de livros através de plataforma ‘online’
SABER mais sobre o projeto: https://www.portugal.gov.pt
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
site "CULTURA ACESSÍVEL" - Agenda Cultural
A Acesso Cultura é uma associação cultural, sem fins lucrativos, que promove o acesso – físico, social, intelectual – à participação cultural. Tem como associados profissionais da cultura, entidades culturais e outras pessoas interessadas nas questões da acessibilidade.
Com o apoio exclusivo da Fundação Millennium BCP, a Acesso Cultura criou este website que reúne informação sobre a programação cultural acessível em Portugal.
Ao entrar na página, o visitante pode navegar pelos vários
eventos sem critério ou limitar a sua pesquisa: pelos géneros (cinema, dança,
música, oficina, performance, teatro, visita guiada ou visita livre); pela data
ou distrito, ou ainda pelo público a que se destina. Aí, poderá seleccionar a
faixa etária e a necessidade específica de quem vai assistir: deficiência
visual, deficiência auditiva ou surdez, deficiência intelectual ou outras
necessidades específicas.
segunda-feira, 23 de abril de 2018
António Carlos Cortez “O lugar do livro no ensino: problemas e ideias, um subsídio”
Artigo de António Carlos Cortez
que saiu no jornal público de hoje, com o título “O lugar do livro no ensino:
problemas e ideias, um subsídio”:
O
pensamento ligado à palavra, a palavra em coerência com a acção, isso
perdeu-se. A crise está, portanto, do lado da educação e da cultura
Numa polémica recente, quer José Pacheco
Pereira, quer António Guerreiro dissertaram sobre o lugar do livro (e da
leitura, ou de certo tipo de leituras) na sociedade actual. O historiador, a
pretexto do fecho de livrarias como a Leitura, no Porto, ou a Pó dos Livros, em
Lisboa, coloca o dedo na ferida ao considerar que “quanto à morte das livrarias
[repetem-se] os mesmos lugares-comuns sobre o arcaísmo dos livros face às novas
plataformas digitais, às mudanças de hábitos de leitura geracionais” (in PÚBLICO,
3/3/18). Mas há outras feridas que convém não esquecer, de tão abertas que
estão.
Referindo-se à “ascensão de novas e
agressivas formas de ignorância, aquilo a que [tem] chamado a ‘nova
ignorância’”, fruto do apagamento da memória e da degradação de valores
civilizacionais, Pacheco Pereira apela a que se combata essa nova barbárie, tal
como se combate o autoritarismo, o sexismo, a violência e o populismo. Importa,
a meu ver, ao discutir-se o livro e a leitura, levar a debate até ao campo onde
esse tema pode e deve ser mais alvo da mais profunda reflexão: a Escola, já que
a Assembleia da República, casa da Democracia, jamais se debruça sobre tão
superficial assunto.
Espanta, porém, que tais artigos não
tenham merecido da parte da Escola e da Universidade algum tipo de eco. É verdade
que a emergência dos novos meios tecnológicos (o tablet e seus
quejandos) não garante – antes impede – a criação de qualquer novo tipo de
leitura. Ilude-se quem pensa que o computador pode levar à leitura do livro. A
tecnologia pode ser útil quando instrumental, é nefasta quando se crê
essencial. Para mais, se os estudantes do ensino secundário ou do ensino
universitário, na sua maioria, não lêem, por que razão haveria o livro de se
transformar em meio de saber se nunca verdadeiramente o foi só porque se usa o
computador? Soma-se a este facto, um outro: reféns que estão da lógica
depredatória de exames nacionais, ou da lógica do “decorar agora, esquecer a
seguir”, não admira que o livro lhes seja completamente estranho. A explicação,
quanto a mim, é óbvia: nos últimos 25 anos (veja-se o que foi a reforma de
programas em 1996) a Escola transformou-se no lugar da formação técnica e tal
paradigma não se compagina com a leitura competente de livros exigentes na
forma e no conteúdo.
Com efeito, desde meados dos anos 90,
enfraqueceu-se a presença, nos currículos, das disciplinas ancoradas na
reflexão sobre a linguagem. É, pois, natural que os mais novos sintam
dificuldades na prática da redacção e, subsequentemente, na prática da
oralidade. Isso advém da dificuldade de pensar com clareza. E como pensar com
clareza se poucas palavras se dominam? Resta, assim, o macaquear dos dedos, o
dedilhar teclados. O pensamento ligado à palavra, a palavra em coerência com a
acção, isso perdeu-se. A crise está, portanto, do lado da educação e da
cultura. Proponha-se no exame de Português que aí vem do 12.º ano, no Grupo
III, uma dissertação sobre o Maio de 68 (passam 50 anos, impõe-se lembrar...) e
ver-se-á o que para os mais jovens isso significa... Ver-se-á o que leram, o que
lhes foi dado a saber; como escrevem, de que modo lhes foi ensinada a
competência da escrita...
Neste Dia do Livro, quer-me parecer que,
para além dos argumentos de Pacheco Pereira e de Guerreiro, outros há que
podemos elencar. Lembrando os aparelhos ideológicos de Estado, como os definiu
Louis Althusser, tem-se hoje a sensação de que, da Escola às Universidades, se
impôs uma política educativa que visa transformar a Escola num avatar das
empresas. Com o aspecto cool e o auricular da praxe,
caminhando, qual Steve Jobs do saber, nos palcos deste ou daquele auditório
desta ou daquela escola pública, um ministro da Educação promove os
computadores como meio de transmissão de conhecimentos. É uma cópia do gestor
sapiente cujos lugares-comuns espantam as audiências fascinadas. Impera a
retórica do marketingmais sabujo quando se trata de defender esta
ou aquela política educativa. Sucesso a quanto custe, essa é a única mensagem
que verdadeiramente se ouve. Os computadores, não os livros, surgem, para o
cumprimento desse desígnio, como os aliados da nova elite tecnológica e, na
mesma lógica, pergunta-se para quê o livro se a biblioteca, moderna e tão
apelativa com os seus computadores, é o lugar ideal para jogar o Call
of Duty? Perante um trabalho que exige investigação, o tablet ou
o iPhone são as tábuas de salvação, julga-se. Mas sem o conhecimento de
bibliografia activa e passiva (sem livros na memória!) sobre as matérias acerca
das quais têm de “investigar”, que podem os estudantes vir a ler e saber
através desses miraculosos suportes virtuais?
Num outro plano, admita-se: o que tem
prevalecido é, na actividade docente, com fundas consequências para os alunos,
a ideologia do examinador. Avalia-se, não se ensina. Se pouco ou nada se lê, e
pouco ou nada se escreve, não importa o como se faz, exige-se apenas o faça-se
não importa como. Por isso, vão sendo cada vez mais comuns nas Universidades e
nos mais diversos cursos os alunos que, tendo de escrever sobre um dado tema,
fazem plágio de trabalhos já publicados e disponíveis na Net. Eis o expediente
de que se servem. Eis o modo como utilizam as plataformas digitais – ler, isso
é difícil! Ler o que faz pensar exige tempo, silêncio, maturação de ideias e de
conceitos. Ora, a sociedade do cansaço em que vivemos pede justamente o
contrário: rapidez nas aprendizagens, nada consolidando, tornando indistinto o
trigo do joio. A derrota dos apocalípticos é a vitória dos integrados. A
reboque da burocracia tentacular, das reuniões onde se discutem “estratégias”
(mas com base em que autores? Defendendo-se que escola de pensamento?) para que
os alunos leiam e escrevam, o que temos hoje é uma Escola que esqueceu a
Poesia, a História, a linguagem. Em rigor, a Escola esqueceu o “para quê” e o
“como” da sua função social. Esqueceu o livro, transformou-se em empresa, linha
de montagem, certificadora (como a Universidade) de diplomas.
Discutindo-se o lugar do livro na
escola, raramente se diz o que muitos sabem: a única estratégia de combate
contra a “nova ignorância” (no fundo, velha, se virmos bem...) passa por trazer
de novo o livro para a Escola e a Universidade. Só assim não será inútil o que
escreveram nos últimos anos sobre a crise do livro e da leitura personalidades
como Artur Anselmo, Saldanha Sanches, António Guerreiro, Paulo Guinote,
Guilherme d’Oliveira Martins, Vasco Graça Moura, Helena Buescu, José Augusto
Cardoso Bernardes. Os diagnósticos estão feitos, e não se pode deixar de ver e
dizer que o rei vai nu: se quem ensina não preza o livro, se não se dão
condições para que quem ensina possa reflectir e ler, aprender a saber para
motivar, então semeamos no deserto.
Os professores, principais agentes neste
combate que é, de facto, civilizacional, não só não têm tempo como há, entre a
classe docente – digamo-lo com a coragem que se pede – um subtilíssimo (ou às
vezes um declarado) ódio à leitura que extravasa os programas e os manuais
adoptados. A prová-lo estão os livros de didáctica que enchem o mercado
livreiro, mais vendáveis que um ensaio de Eduardo Lourenço sobre Camões ou Antero,
um estudo de Jacinto do Prado Coelho sobre Eça ou Fernando Pessoa, ou um artigo
de Luiz Francisco Rebello sobre o teatro de Garrett ou de Joel Serrão sobre
Cesário.
De leitura se trata, com efeito. E de
livros. Do livro. Se o fecho de livrarias é não só um sintoma, mas a revelação
efectiva da doença da ignorância, não creio que sem uma Escola verdadeiramente
transformada em espaço do conhecimento se venham a resolver quaisquer problemas
relativos ao saber ler, ao saber escrever e ao saber pensar. Algumas coisas
simples se podem e devem fazer: substituir, nas bibliotecas escolares, o
computador pelo livro e promover, publicitar – dar a ver! – edições antigas,
comentar o aspecto gráfico, contextualizar esta ou aquela colecção de poesia,
aproveitar para falar da História, mas com rigor, com verdade. Um aluno ganhará
sempre mais descobrindo Carlos de Oliveira ou Eugénio de Andrade, que gastando
preciosas horas da sua formação leitora com os enredos de Dan Brown ou as
historietas risíveis dos humoristas de serviço.
António Carlos Cortez é poeta, crítico literário e professor.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Alcanena flexibiliza ensino da História e da Geografia de Portugal
Este ano algumas escolas públicas e privadas estão a testar o novo modelo de flexibilização escolar. Cada escola pode organizar 25 por cento do horário dos alunos. No agrupamento de escolas de Alcanena, no Distrito de Santarém, quase 500 alunos estão envolvidos num projeto que vai levar a História de Portugal às várias freguesias do concelho.
ACEDER ao Documento http://www.dge.mec.pt/boletim/ae_alcanena.pdf
Projetos de outras escolas:
http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/boletim/boletim_dge_n21_janeiro2018.html
ACEDER ao Documento http://www.dge.mec.pt/boletim/ae_alcanena.pdf
Projetos de outras escolas:
http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/boletim/boletim_dge_n21_janeiro2018.html
Boletim mensal NOESIS – Notícias da Educação – do mês de janeiro.
Trata-se de uma edição especial, resultado do convite às escolas para divulgarem o trabalho que estão a fazer, bem como as metodologias em prática, no âmbito do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC) e deixar espaço para tudo aquilo que quisessem partilhar.
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Documentários online
Documentary Addict é um portal onde encontras mais de 5 mil documentários, a que podes assistir gratuitamente. O catálogo é vasto e incluí títulos da VICE e BBC. Os conteúdos estão alojados no Vimeo ou YouTube, pelo que o Documentary Addict é um site 100% legal.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Portal Study and Research in Portugal
Trata-se de uma nova plataforma de internacionalização do ensino superior,
da ciência e da tecnologia. A iniciativa é promovida pela área governativa da ciência, tecnologia e ensino superior, em articulação com a Direção-Geral do Ensino Superior, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Secretaria de Estado do Turismo e o Turismo de Portugal.
Objectivos
Visa promover “Portugal, País de Conhecimento,
espaço de Inovação”.
Destinatários
Este instrumento é destinado a estudantes e investigadores, empresas e
instituições de ciência e tecnologia estrangeiros, estimulando a diplomacia
científica, o turismo, a mobilidade, a economia, o património, a língua e a
cultura portuguesas.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Património Português de Ciência e Tecnologia em novo Portal
A criação deste portal é uma iniciativa
do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em parceria com o
Ministério da Cultura e com o objetivo de identificar o património associado às
instituições de ciência, tecnologia e ensino superior.
A primeira fase de construção do Portal decorre até 30 de janeiro, e consiste na recolha de informações. As instituições podem dar a conhecer o seu património, preenchendo o formulário disponível online.
A primeira fase de construção do Portal decorre até 30 de janeiro, e consiste na recolha de informações. As instituições podem dar a conhecer o seu património, preenchendo o formulário disponível online.
Saber mais: https://www.fct.pt
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Kit de Recolha do Património Cultural Imaterial
foto de Mariana Consciência Pereira
O Kit de Recolha do Património Imaterial, projecto desenvolvido pela Direção Geral do Património Cultural, obteve o 3º lugar ex aequo na Categoria I, da III Edición del Premio Iberoamericano de Educación y Museos.
O programa Ibermuseus é uma iniciativa intergovernamental vinculada à Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB) e conta com o apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional (AECID).
O Prémio Ibero-americano de Educação e Museus tem como objetivo identificar, premiar e dar visibilidade, no âmbito Ibero-americano, às boas práticas de ação educativa promovidas pelos museus e instituições vinculadas a estes.
Em resultado de um trabalho de parceria entre a Direção-Geral de Educação e a Direção-Geral do Património Cultural, prevê-se disponibilizar online a Base de Dados "Kit de Recolha do Património Cultural Imaterial", acessível através dos seguintes endereços:
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Portal das Memórias de África e do Oriente
O Portal das Memórias de África e do Oriente é da responsabilidade da Fundação Portugal-África, com a Universidade de Aveiro. É um instrumento fundamental e pioneiro na tentativa de potenciar a memória histórica dos laços que unem Portugal e a Lusofonia, sendo deste modo uma ponte com o nosso passado comum na construção de um identidade colectiva aos povos de todos esses países.
No referido portal, encontra registos bibliográficos diversos, nomeadamente os Manuais de Boas Práticas de Arquitectura Sustentável de Angola, Cabo Verde, Guiné e Moçambique que foram cedidos pelo Professor Doutor Manuel Correia Guedes, Coordenador da Publicação e Coordenador do Núcleo de Investigação de Arquitectura (ICIST-8) do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do Instituto Superior Técnico. Os manuais encontram-se acessíveis na íntegra, em:
http://memoria-africa.ua.pt/Home.aspx
http://memoria-africa.ua.pt/Home.aspx
sábado, 23 de abril de 2011
Museu Virtual da Educação
O Museu Virtual da Educação surgiu em 2002 e constitui um repositório de memórias referentes ao Património Cultural da Educação em Portugal.
Visite em: http://193.137.22.223/pt/patrimonio-educativo/museu-virtual/exposicoes/.
Visite em: http://193.137.22.223/pt/patrimonio-educativo/museu-virtual/exposicoes/.
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