Mostrar mensagens com a etiqueta Psicólogos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Psicólogos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Relatório Anual do Observatório Português dos Sistemas de Saúde






Observatório Português dos Sistemas de Saúde
Relatório da Primavera 2019


"(...) No que concerne ao número de psicólogos no SNS, verifica-se que, em 2015, existiam apenas 601, o que corresponde a um rácio de 0,285 psicólogos por 5000 habitantes, e consequentemente, um défice de 1618 psicólogos face ao rácio recomendado de um psicólogo por cada cinco mil habitantes (4,5) ." pag 106

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Linhas de Orientação para a Prestação de Serviços de Psicologia Mediados por Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC)



Proposta do Grupo de Trabalho em Psicologia e eHealth da Ordem dos Psicólogos Portugueses  que esteve em consulta publica até 25 de maio 2019

Renato Gomes Carvalho (CP 111) (Coord.) 
Ana Dias da Fonseca (CP 12369) 
Artemisa Rocha Dores (CP 1610) 
Cristina Mendes Santos (CP 13914) 
João Batista (CP 9466) 
João Salgado (CP 4956)
 Marlene Sousa (CP 11344)



imagem exame informática

terça-feira, 9 de julho de 2019

Selo ESCOLA SAUDAVELMENTE



A escola dos seus filhos é saudável? Conheça o projecto "Escola SaudávelMente" 
A aposta na promoção da Saúde em meio escolar é fundamental e indissociável da contribuição da Psicologia e dos Psicólogos. A Ordem dos Psicólogos Portugueses tem, por isso, o dever de contribuir para uma cultura de responsabilidade, envolvimento e participação social, colaborando na promoção de políticas saudáveis na escola.

Neste sentido, em 2019, a Ordem dos Psicólogos Portugueses lança novamente a Campanha Escola SaudávelMente, com atribuição de Selo de Boas práticas de Saúde Psicológica Escolar

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Atos próprios do Psicólogo - «Aviso n.º 8456/2019


Projeto de Regulamento que Define o Ato do Psicólogo
«Aviso n.º 8456/2019. https://dre.tretas.org/

De acordo com a legislação pretende-se: 
a preocupação em definir o ato psicológico decorre da necessidade de garantir as boas práticas, a qualidade da prestação dos serviços psicológicos e o cumprimento das expectativas dos cidadãos face à obtenção de um serviço profissional qualificado, circunscrevendo uma esfera de atuação delimitada e definida e restringindo determinados atos aos profissionais devidamente qualificados”.

Está em consulta Publica por um prazo de 30 dias

quarta-feira, 27 de março de 2019

Escolas inclusivas: Projeto educação LGBTI - Episódio 1 - Psicóloga Eduarda Ferreira



Será que há uma idade certa para começar a falar de temas como orientação sexual, identidade e expressão de género? A psicóloga Eduarda Ferreira explica-nos que é importante começar a educar desde cedo para a igualdade! Essa é a nossa principal missão com o projeto educação lgbti. Se gostavas que fôssemos até à tua escola falar destes temas, escreve-nos para educacao@rea.pt


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

sábado, 17 de novembro de 2018

The Self-Authoring Suite



PLANEAR A VIDA
The Self-Authoring Suite is a series of online writing programs that collectively help you explore your past, present and future.
Site: https://www.selfauthoring.com

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Instituto de Apoio ao Jogador



Iniciado e dirigido pelo Psicólogo especializado em Adição ao Jogo e outras dependências sem substância, Pedro Hubert, o I.A.J. tem vindo a coordenar esforços em todas as áreas que digam respeito ao jogo abusivo e patológico, em especial, no domínio do tratamento, da prevenção, da formação e da investigação.

PROBLEMA COM O JOGO: AUTO-AVALIAÇÃO http://www.iaj.pt/linha-ajuda/

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Diana Silva: "É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores"


Entrevista de Ana Dias Cordeiro à psicóloga Diana Silva que saiu no Jornal Publico a 6 de Agosto de 2017, com o título "É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores":

"Quadros de ansiedade e de depressão estão muitas vezes presentes entre os adolescentes violentos, diz investigadora
A investigadora Diana Silva é também uma das autoras do livro Intervenção psicológica com jovens agressores da editora Pactor — Edições de Ciências Sociais, Forenses e da Educação — com publicação prevista para Setembro. Nesta entrevista, a psicóloga fala de violência juvenil, sem comentar casos particulares.
PÚBLICO – Os casos mediáticos são apenas uma pequena parte dos episódios violentos em ambiente escolar?
Diana Silva – Há uma parte muito pequena que é denunciada e ainda menor é a parte das que são denunciadas através de vídeos e que acabam nas redes sociais. Os investigadores dizem que apenas cerca de metade dos casos são denunciados. Este é um fenómeno transversal a todas as escolas – sejam públicas, sem privadas, sejam alunos de estatuto socioeconómico mais elevado ou mais baixo. Situações de violência acontecem todos os dias, em todas as escolas e sempre aconteceram em contexto escolar desde que existe a escola. Quando há agressividade física, e quando há danos físicos, é mais fácil que a situação seja denunciada.
Habitualmente as vítimas não denunciam por medo? Por vergonha? 
Por sentimentos de vergonha, de inferioridade, por acharem que não vão ser ouvidas. As próprias vítimas entram depois em autocrítica, pensando ‘eu devia ter-me imposto, devia ter feito alguma coisa, eu não admito que isto aconteça’. Porém, quando estão efectivamente na situação, não conseguem ter essa postura e muitas vezes criticam-se por não denunciarem e não conseguirem sair da situação. Isso acaba muitas vezes num ciclo que gera ainda mais vergonha. Continuam a questionar-se: ‘Como é que fui capaz de me submeter a uma situação daquelas sem me defender?’
Os vídeos denunciam os suspeitos. Porque são então as imagens partilhadas na Internet?
Pode ser com o objectivo de perpetuar o ciclo de humilhação do outro ou para tentar ganhar estatuto entre o grupo – partilham e dizem ‘fui eu que partilhei esta situação onde eu estava realmente a ser dominante perante alguém’ – sem terem aquele insight de que esta é uma situação que para os próprios também é humilhante. As partilhas resultam em comentários hostis, e estes reforçam sentimentos que eles próprios já tinham – tanto a vítima como o agressor.
O agressor também tem sentimentos de inferioridade?
Sim, e o facto de repetidamente isto aparecer nas redes sociais com os comentários hostis vai ao sabor destas ideias que eles já têm sobre si mesmos. Uns têm consciência desse sentimento de inferioridade, aceitam-no e debatem-se constantemente com isso. Outros tentam negá-lo, e exteriorizá-lo nos outros. Enquanto alguns jovens interiorizam isso, acham mesmo que são inferiores, fogem das situações sociais, sofrem de ansiedade social ou acabam mesmo por ficar deprimidos, outros adolescentes não querem conviver com esse sentimento de vergonha. Tentam culpar o outro, e atacam o outro, mas o sentimento está lá na mesma. Esta é uma mensagem muito importante. Uma criança que está bem não tem necessidade de estar a fazer isso.
As vítimas têm que ser claramente ajudadas, mas os jovens com este comportamento agressivo também dão um sinal de dificuldades. Assim como existem quadros de ansiedade e quadros de depressão, existe também uma patologia de comportamento que é mesmo uma patologia e indica um nível de sofrimento. É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores. Ajudar os dois lados.
É mais difícil ultrapassar o estigma, quando a situação é exposta na Internet? 
Este tipo de exposição poderá entrar quase como um evento traumático, do lado da vítima porque é uma situação em que ela está a ser humilhada ou maltratada, e do lado do agressor porque é uma situação em que, da mesma forma, acaba por ter o mesmo impacto, o mesmo estigma, a mesma humilhação (por ter participado naquilo).


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Fatores explicativos do sucesso educativo



Ricardo Rodrigues | Licenciado e Doutorado em Psicologia Social e das Organizações pelo ISCTE─Instituto Universitário de Lisboa

Fatores explicativos do sucesso educativo: Uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2). Que fator ou fatores explicam o sucesso educativo? Esta é uma das perguntas chave que, ao longo de décadas, tem sido formulada pelos alunos, pais, organizações escolares, professores, técnicos educativos, agentes políticos, filósofos e investigadores, quando interpelados a refletir sobre o fenómeno educativo. Como é comum em temas da maior centralidade e relevância sociais, os vários atores sociais têm as suas respostas, apoiadas na experiência individual, na reflexão conjunta com pares, na informação que lhes chega através dos média ou da literatura especializada.

Neste webinar, apresentaremos as ideias centrais de uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2) sobre o sucesso educativo. A si, que lê estas palavras, convidamo-lo/a a juntar-se à conversa e a refletir criticamente sobre as ideias que aqui trazemos a discussão.

terça-feira, 11 de julho de 2017

O que aconteceu para os jovens deixarem de gostar da escola nestes últimos 30 anos?




Entrevista de Ana Dias Cordeiro à psicóloga Margarida Gaspar de Matos, que saíu no Publico a 9 de julho de 2017 com o título Não há uma idade certa para se falar da IVG nas escolas”:

"O que aconteceu para os jovens deixarem de gostar da escola nestes últimos 30 anos? 
Os [nossos] estudos desde 1998 mostravam que os miúdos tinham a percepção de serem os piores da Europa inteira, mas ao mesmo tempo gostavam muito da escola — dos recreios, de conviver com os colegas, de algumas actividades e de alguns professores. Em 2014, baixou o gosto pela escola em geral, incluindo pelos recreios.
Por que motivo?
Houve um grande desinvestimento nas áreas curriculares não disciplinares, em que os miúdos podiam construíam projectos de escola com os professores. Saiu da escola toda essa componente relacional e de cidadania e a escola passou a centrar-se unicamente nas aprendizagens, com aquele foco imenso na Matemática e no Português. Nós não queremos crânios a Matemática e a Português para depois irem tomar medicação psicotrópica.
As políticas do ensino levaram a essa situação?
Eu não posso dizer isso assim, mas aconteceu tudo ao mesmo tempo: uma mudança do clima da escola, das políticas educativas e das expectativas sobre o futuro que, aparentemente, tiraram o gosto por tudo o que tenha a ver com a escola. Neste momento, há todo um ambiente economicista que não favorece envolvimento dos professores. Além disso, as políticas públicas têm que ter uma continuidade. A descontinuidade é trágica.

Como vê esta nova experiência do Ministério da Educação (ME) para flexibilizar currículos (dar margem às escolas para juntar ou criar novas disciplinas)?
É uma boa ideia os jovens e os próprios professores serem chamados a reflectir sobre os currículos, porque há matéria a mais para o tempo disponível, e os professores e os alunos são os melhores para fazer essa análise. Mas uma coisa é a lei e a outra é o que vai acontecer.
Se for bem feito, é bom. É isso?
Se for feito realmente com propriedade. A gestão das escolas, às vezes, define o que pode ser feito entre o excelente e o péssimo. O Ministério tem que monitorizar para, pelo menos, o médio acontecer nas escolas todas.
Qual a sua opinião acerca do recente projecto do ME de “referencial de educação para a saúde” (orientações às escolas) em que se propunha abordar com os alunos do 2.º ciclo a questão da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG)?
Eu estou contra um professor chegar a uma aula com um power point e falar de IVG como se fosse matéria. A questão nunca se pôs assim. A questão é se, nalgumas condições, será lícito falar disso."

Entrevista enquadrada nos 30 anos do seu projecto Aventura Social (http://aventurasocial.com), Margarida Gaspar de Matos é psicóloga e professora catedrática da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.


terça-feira, 4 de abril de 2017

Mediação de conflitos



No webinar Mediação de Conflitos iremos abordar a temática dos conflitos e estratégias de resolução de conflitos em contexto escolar. Serão abordados os diferentes tipos de conflitos, relacionados com comportamento de desvio face às normas, violência entre pares e violência com os professores. Serão reflectidas as causas, consequências e factores ligados ao risco e ligados à protecção dos conflitos. A temática do bullying será aprofundada. Ao nível das estratégias de gestão de conflitos, serão apresentadas as estratégias preventivas ao nível da prevenção de competências pessoais e sociais e estratégias de resolução de conflitos como a negociação e a mediação.
Com  Drª Tânia Gaspar, Diretora do Instituto de Psicologia e Ciências da Educação, na Universidade Lusíada de Lisboa.