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quinta-feira, 21 de março de 2019
quinta-feira, 14 de março de 2019
Uso problemático da internet e sentimentos de solidão
Rui Miguel Costa, Ivone Patrão & Mariana Machado (2018) Problematic internet use and feelings of loneliness, International Journal of Psychiatry in Clinical Practice, DOI: 10.1080/13651501.2018.1539180 ou https://www.tandfonline.com
Artigo de Karla Pequenino com o título “Sozinho entre milhares de amigos. Estudo associa redes sociais e solidão nos jovens, que saiu no Jornal Publico a 13 de março de 2019:
"A Investigação em Portugal indica que passar muito tempo online faz os jovens sentirem-se sozinhos, mesmo quando não deixam de falar com os amigos frente a frente. É a natureza da comunicação online que provoca a solidão? Investigadores dizem que há uma conexão.
Num mundo em que é cada
vez mais normal usar o Facebook, o Twitter, o Instagram, ou o YouTube para
comunicar com outras pessoas – a qualquer hora, em qualquer lugar –, são vários
os trabalhos que começam a encontrar uma relação entre usar Internet e sentir
mais solidão. Particularmente, nos jovens. Um estudo do Instituto
Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA), em Lisboa,
mostra que os jovens portugueses que passam muito tempo nas redes sociais se
sentem mais sozinhos. É uma conclusão comum na área da solidão digital: em
2016, um inquérito a utilizadores portugueses do Facebook, feito na Universidade
Lusófona do Porto, mostrou que quem passa mais tempo na rede social se sente
mais só. Em 2017, outro estudo, desta vez focado nos EUA, mostrou que passar
mais de duas horas por dia em redes como Facebook, Snapchat e Twitter duplicava
a probabilidade de alguém se sentir isolado.
Só que
os investigadores do ISPA descobriram que o sentimento de solidão entre
os jovens portugueses mantém-se, mesmo quando o tempo que passam online
não interfere com o tempo que passam a falar com amigos fora da Internet, frente a
frente. Em causa pode estar a falta de riqueza sensorial das
conversas online. “O nosso estudo sustenta que há qualquer coisa na
comunicação online que causa a solidão, que é a forma como a comunicação
acontece online que cria esse sentimento”, resume ao PÚBLICO o investigador
do ISPA Rui Costa. “Nas raparigas, em particular, o sentimento de solidão não
se explicava por passarem menos tempo com os amigos. Foi uma das questões que
nos chamou a atenção.”
As conclusões foram
publicadas na revista académica International Journal of
Psychiatry in Clinical Practice. O estudo,
em que foram inquiridos 548 jovens em Portugal (dos 16 aos 26 anos) entre 2015
e 2016, mostra que as redes sociais eram de longe a actividade preferida dos
jovens quando estão na Internet. Os participantes foram avaliados quanto à
percepção de solidão, ao ambiente familiar, e se têm um “uso problemático da
Internet”. Foi questionado o grau de identificação com afirmações como “A
interacção social online é mais confortável do que frente-a-frente”, e “Faltei
a compromissos sociais devido ao meu uso da Internet”.
Continuar a ler: https://www.publico.pt
domingo, 29 de julho de 2018
A Internet e as Crianças - riscos e potencialidades
Edição de julho 2018
A internet em geral e as redes sociais vieram colocar novos desafios ao exercício
das responsabilidades parentais, quer pela facilidade de acesso, quer pelo difícil
controlo da segurança.
A redobrada atenção que a todos se exige implica conhecimento e reflexão sobre
o que pode estar em causa.
O Centro de Estudos Judiciários, através das acções de formação organizadas
pela sua Jurisdição da Família e das Crianças, tem procurado contribuir para esse
debate.
O resultado é espelhado em mais este e-book da “Coleção Formação Contínua”.
domingo, 15 de abril de 2018
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
WEB WE WANT - Manuais para Jovens, Professores e de prevenção de Bullying e de Ciberbullying
No site do SeguraNet (http://www.seguranet.pt/pt/web-we-want) estão publicadas três brochuras/manuais que foram desenvolvidas na Europa mas já traduzidas para português, e que podem ser lidas online.
The Web We Want - A Internet que queremos é uma brochura educativa, destinada a jovens entre os 13 e os 16 anos, que apresenta um conjunto de ferramentas que educa os adolescentes a saberem proteger-se quando estão online. Este recurso, tão necessário a professores, jovens e pais, foi criado com a participação ativa de adolescentes de toda a Europa, aprovado pela Comissão Europeia e traduzido para português.
ACEDER http://www.seguranet.pt/
The Web We Want - O manual Web We Want para educadores foi elaborado por docentes para professores europeus. Os planos de aula propõem ideias e atividades para incentivar os jovens a desenvolver competências criativas e pensamento crítico. Este manual tem por objetivo ajudar os professores a integrar nas suas práticas de ensino questões relacionadas com a atividade online dos jovens, através de planos de aula interativos e fichas de trabalho associados aos quadros de competências nacionais. ACEDER http://www.seguranet.pt/
Web We Want e ENABLE - Novo recurso do projeto Web We Want com atividades de prevenção de Bullying e de Ciberbullying. Esta brochura, da autoria da Rede Europeia dos Minitérios da Educação, European Schoolnet, resultou de uma colaboração entre os projetos ENABLE e Web We Want e tem como título “O meu bem-estar e o teu:
O respeito... começa em mim! Web We Want e ENABLE – Unindo esforços contra o Bullying”. ACEDER: http://www.seguranet.pt/sites
Aceder ao manual em língua inglesa :
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Manual de Ação Para Jovens - Dá a Tua Opinião sobre os teus direitos online!
Junta-te a outros jovens cidadãos europeus na criação de um
livro de recortes digital sobre os teus direitos na Internet.
Partilha as tuas criações* no Facebook, Google+, Instagram,
Pinterest, Tumblr ou Twitter, usando uma destas hashtags:
#RGPDDáATuaOpinião, ##RGPD or #DireitosDaCriança.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Artigo "Emoções no cyberbullying: um estudo com adolescentes portugueses"
Caetano, Ana Paula, Freire, Isabel, Simão, Ana Margarida Veiga, Martins, Maria José D., & Pessoa, Maria Teresa. (2016). Emoções no cyberbullying: um estudo com adolescentes portugueses. Educação e Pesquisa, 42(1), 199-212.
Aceder: http://www.scielo.br/ ou em PDF
Abstract
Neste artigo, apresenta-se uma parte do estudo extensivo do projeto Cyberbullying – um diagnóstico da situação em Portugal, com a aplicação de um questionário a 3.525 adolescentes no 6.º, 8.º e 11.º níveis de escolaridade. Com vista à caracterização do cyberbullying, pretendeu-se contribuir para a identificação e interpretação das emoções experienciadas pelos jovens envolvidos, quer como vítimas, quer como agressores em situações de cyberbullying. Os dados revelam que a tristeza, a vontade de vingança e o medo são as emoções mais frequentes das vítimas, enquanto a satisfação, a indiferença e o alívio são aquelas que os agressores mais vivenciam. Revelam ainda diferenças significativas entre as emoções experienciadas pelas vítimas e aquelas que os agressores lhes atribuem, o que, podendo ser um indicador da falta de empatia destes últimos, requer o desenvolvimento de uma educação emocional dos jovens. Verificam-se algumas diferenças significativas em relação ao nível de escolaridade, sexo, escola e município, nomeadamente: na maior incidência de emoções como a tristeza, o medo, a insegurança e a vontade de vingança nas vítimas do sexo masculino; mais sentimentos de insegurança, de alívio, de confusão e desorientação nas jovens agressoras; emoções associadas a impotência e falta de apoio, experimentadas pelos jovens no papel de vítimas, mais numas escolas do que noutras. Esses dados levam-nos a refletir sobre formas de agir no sentido da prevenção do cyberbullying.
Keywords : Emoções; Cyberbullying; Emoções morais; Competências emocionais.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Manual para o combate contra o discurso de ódio online
Manual “Bookmarks” do Conselho da Europa "REFERÊNCIAS", um
livro destinado a Combater o Discurso de Ódio online através da educação para
os Direitos Humanos.
" ACEDE AQUI AO MANUAL REFERÊNCIAS " Manual para o combate contra o discurso de ódio online através da educação para
os Direitos humanos.
Este manual insere-se numa campanha criada pelo Conselho da Europa contra o
discurso de ódio, cuja coordenação da implementação em Portugal compete ao
IPDJ. O objectivo consiste em educar e sensibilizar os utilizadores da internet
para os riscos e consequências associados ao discurso de ódio, demonstrando que
a liberdade de expressão, um direito fundamental e inalienável, comporta
deveres e responsabilidades.
O evento conta com as intervenções de
Isabel Mota, administradora da Fundação Gulbenkian, de Margarida Saco, do IPDJ,
coordenadora em Portugal da campanha contra o discurso de ódio, de Matia
Losego, da Associação Dínamo, coordenador da edição portuguesa, e de Paulo
Fontes, Adjunto do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto.
ACEDA também ao MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA AO TROLL (AQUI)
ACEDA também ao MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA AO TROLL (AQUI)
Página institucional do Movimento Contra o Discurso de Ódio na qual encontra estes e outros manuais: : http://www.odionao.com.pt
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
I-LINC - Nova plataforma de competências digitais
Quer trabalhar por
conta própria? Vá a I-LINC, (http://www.i-linc.eu/) um sítio sobre competências digitais onde pode obter dicas práticas e
entrar em contacto com uma comunidade pronta a ajudá-lo a dar os primeiros
passos no mundo do trabalho por conta própria. Ou deixe-se inspirar pela EURES
Finlândia, dedicado ao empreendedorismo, e pela rede nacional crescente de
jovens empresários.
«A I-LINC procura aumentar a empregabilidade e o espírito
empresarial dos jovens», afirma Laurentiu Bunescu, CEO da Telecentre Europe. Bunescu
acredita que esta nova plataforma europeia de competências digitais oferece
soluções promissoras para a elevada taxa de desemprego de jovens da UE, que é
hoje, em média, de 18,8 % (Eurostat, julho de 2016).
A Telecentre Europe apoia vários projetos internacionais para
ajudar as pessoas a encontrar emprego tornando-as mais perspicazes a nível
digital. Trata-se de um dos quatro parceiros do projeto I-LINC, cuja nova
plataforma foi lançada em setembro.
Nova plataforma de
competências digitais
O que é exatamente a I-LINC? «É um lugar onde organizações e
indivíduos podem colaborar e garantir que os jovens adquirem as competências
digitais de que precisam para encontrar emprego e começar a trabalhar por conta
própria», observa Laurentiu. Justifica a importância de adquirir estas
competências com um inquérito de 2014, que
demonstrou que 63 % dos jovens sentem que não estão preparados para a
economia digital.
Na secção de Oportunidades de Aprendizagem da I-LINC pode
inscrever-se em cursos sobre competências digitais e de empreendedorismo. A
plataforma também tem uma base de dados de boas práticas com inúmeros exemplos
de empreendedorismo jovem. Estas incluem o programa de intercâmbio
transfronteiriço Erasmus para Jovens
Empreendedores, o projeto EJE para empresas lideradas por estudantes e o
programa educativo neerlandês Be Your Own
Boss («Sê o teu
próprio chefe»).
«A I-LINC uniu forças, recentemente, com a Drop’pin@EURES, uma vez
que ambas as plataformas têm muito em comum, nomeadamente uma comunidade ativa
em linha», acrescenta Laurentiu. Um dos objetivos da Drop’pin é ajudar os
jovens a encontrar, partilhar e debater oportunidades para melhorar a sua
empregabilidade, por exemplo com programas de aprendizagem, formação ou e-learning.
Fonte: Portal EURES
sábado, 3 de dezembro de 2016
Como criar um learning diary
Um diário de aprendizagem pode funcionar como uma
útil ferramenta de partilha e aprendizagem e por isso também como um
instrumento de avaliação, reflexão e aplicação da aprendizagem pessoal.
Consegue-se, com a sua utilização, incentivar os participantes a fazerem uma
introspeção, a aplicarem informações e a formarem pontos de vista e opiniões
pessoais, algo fundamental em qualquer área, como é o caso do desenvolvimento
sustentável. Permite, ainda, a todos os envolvidos, uma forma de melhor
expressarem as suas experiências, apoiar o crescimento pessoal, assim como
reconhecer os pontos fortes e fracos na sua aprendizagem
O artigo sobre o learning diary, está na página 51 de:
D&F – Revista para gestores e formadores, Nº 13 - que dedica esta edição ao desenvolvimento sustentável.
Aceder à Revista em: http://opac.iefp.pt:
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Guidelines for Child Online Protection
- Children New!
- Parents, Guardians, and Educators New!
- Industry: Updated guidelines and online case studies are now available
- Policy Makers
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Manual de Orientação sobre a Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital
Está disponível para download o Manual de Orientação sobre a Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital produzido pelo Departamento Científico de Adolescência da SBP. (Brasil)
Contém orientações bem práticas de como equilibrar o tempo passado com as tecnologias, proteger a criança e melhorar a interação.
Retirado de:
https://www.sbp.com.br/
sábado, 19 de novembro de 2016
Centro de Segurança e Prevenção ao Bullying
O Facebook lançou um novo Centro de Segurança e Prevenção ao Bullying.
Pode visitá-lo em https://www.facebook.com/safety
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Cibercrime no Ambiente Escolar
O espaço
virtual – a Internet e em especial as redes sociais -, com todas as suas
virtudes e contributos para o progresso humano, é um campo fértil para a
manifestação de atitudes censuráveis, não raras vezes de coloração criminal. O
meio escolar é propício à expansão de alguns desses comportamentos desviantes,
que importa conhecer para melhor os enfrentar e combater.
Neste webinar serão
abordadas questões relacionadas com o cibercrime no ambiente escolar.
Pedro
Verdelho
Magistrado
do Ministério Público desde 1990.
Entre outros tribunais, exerceu funções no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, na secção especializada na investigação de crimes informáticos. Foi docente do Centro de Estudos Judiciários, na área penal, da qual foi coordenador. Representante de Portugal na União Europeia e no Conselho da Europa, em assuntos relacionados com a cibercriminalidade. Presentemente, coordenador do Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República.
Entre outros tribunais, exerceu funções no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, na secção especializada na investigação de crimes informáticos. Foi docente do Centro de Estudos Judiciários, na área penal, da qual foi coordenador. Representante de Portugal na União Europeia e no Conselho da Europa, em assuntos relacionados com a cibercriminalidade. Presentemente, coordenador do Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
O Grupo PSISCOLAS - Profissionais de Psicologia em Contexto Escolar
O Grupo PSISCOLAS - Profissionais de Psicologia em Contexto
Escolar - foi criado no dia 17 de Setembro de 2010 em Vila do Conde.
Constituído inicialmente
por 25 membros da zona norte litoral, rapidamente se alargou às restantes áreas
geográficas de Portugal.
Actualmente, possui cerca de 200 membros, de norte a sul do país.
É por isso um
grupo de representação e expressão nacional dos/as psicólogos/as a trabalhar em
contexto escolar.
ADIRA ao grupo no Facebook.
sábado, 13 de junho de 2015
Publicação Juvenília
Esta edição da Juvenília (nº12) uma publicação do Conselho Nacional de Juventude, é sobre comunicação online, redes sociais e muito mais.
sábado, 24 de janeiro de 2015
MANUAL «Redes Sociais para os Cientistas»
Três docentes da Universidade Nova de Lisboa (UNL) - Ana Sanchez António
Granado Joana Lobo Antunes - desenvolveram um manual
para ajudar cientistas e investigadores a usar as redes sociais.
«Redes Sociais para os Cientistas» ajuda a população a perceber «a
importância que os próprios cientistas têm na evolução da economia, da saúde,
do bem-estar, do conhecimento em todo o mundo».
O livro digital «Redes Sociais para Cientistas» é gratuito e disponível no site da UNL, aqui:
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