sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Por que são os adolescentes impulsivos...


   "Why Teens Are Impulsive, Addiction-Prone And Should Protect Their Brains"
Entrevista a Dr. Frances Jensen.
ACEDER http://www.npr.org/blogs/health/
Dr. Frances Jensen é professora e presidente do Departamento de Neurologia da University of Pennsylvania Perelman School of Medicine

Novo Portal SeguraNet



O projeto SeguraNet, que conta já com uma década de existência, acaba de lançar um novo site.
Através do site deste projeto, a comunidade educativa poderá aceder a iniciativas, recursos e conteúdos que visam a dinamização de práticas seguras e esclarecidas da internet e dos dispositivos móveis.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

National Center Against Bullying

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O National Center Against Bullying, uma iniciativa da "The Alannah and Madeline Foundation", cujo website disponibiliza diferentes recursos e brochuras informativas (em inglês ou espanhol), com orientações práticas acerca da temática do mal trato entre pares.

sábado, 24 de janeiro de 2015

MANUAL «Redes Sociais para os Cientistas»


Três docentes da Universidade Nova de Lisboa (UNL) - Ana Sanchez António Granado Joana Lobo Antunes - desenvolveram um manual para ajudar cientistas e investigadores a usar as redes sociais.
«Redes Sociais para os Cientistas» ajuda a população a perceber «a importância que os próprios cientistas têm na evolução da economia, da saúde, do bem-estar, do conhecimento em todo o mundo».

O livro digital «Redes Sociais para Cientistas» é gratuito e disponível no site da UNL, aqui:

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pensamento 65: AMOR ETERNO


"Um dia a saudade deixa de ser dor e vira história pra contar e guardar pra sempre. Algumas pessoas são sim eternas, dentro da gente."

Verdade! 
São uma forma de amor eterno. 
Sigmund Freud referia-se a estas pessoas, que pertencem ao nosso mundo ou que já faleceram, mas que permanecem docemente na nossa memória, como fazendo parte do nosso património intimo.

No livro de Leon Grinberg, Culpa e Depressão, pode-se ler no rodapé da pag 197: O próprio Freud assim o reconheceu quando, ao referir-se à morte ou perigo de pessoas amadas, afirmou…”essas pessoas são para nós, por um lado, um património intimo, partes do nosso próprio eu."

TENHA UM ÓTIMO FIM DE SEMANA



o "Dualite"



O José Frazão, finalista de Design na EPAD (Escola Profissional de Artes, Desporto e Tecnologias) desenvolveu no âmbito da sua Prova de Aptidão Profissional, um despertador bastante inovador, o "Dualite,”

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A terapia com a família


Artigo de opinião do Psiquiatra e Terapeuta Familiar, Daniel Sampaio, que saiu na Revista 2 do Jornal  Publico do passado domingo: 

"Este ano de 2015 completam-se 30 anos de publicação, em Portugal, do primeiro livro de terapia familiar. Foi em 1985 que eu e o José Gameiro publicámos Terapia Familiar, nas Edições Afrontamento. Esta obra está hoje, como é evidente, um pouco desactualizada, mas na altura constituiu um marco na divulgação da terapia familiar sistémica como forma de intervenção em saúde mental. Vários cursos, realizados nos anos seguintes, utilizaram o livro como manual de aprendizagem e muitos formandos elaboraram trabalhos tendo como base as nossas páginas.
Trinta anos depois, a terapia familiar sistémica evoluiu muito. Já não temos a ideia, um pouco romântica, de que uma intervenção bem feita, proposta por um terapeuta experiente, poderia conduzir a uma grande mudança. Nem temos a convicção de outrora, de que certas perturbações psiquiátricas derivavam de comunicações distorcidas nas famílias de origem. Hoje sabemos que as doenças da mente resultam da interacção complexa de factores biológicos, psicológicos e sociais, e que a intervenção deve reunir uma série de procedimentos terapêuticos ajustados a cada caso, de modo a potenciarmos sinergias para podermos ser cada vez mais eficazes.
A terapia familiar sistémica, todavia, continua a ser fundamental em muitas situações. Refiro-me a problemas relacionados com crianças, adolescentes e suas famílias, bem como as questões originadas pelas interacções com sistemas sociais como a escola, o grupo juvenil e os tribunais (sobretudo na relação com o divórcio dos pais). Ouvindo a família e interagindo com ela, o terapeuta fica na posse de informações essenciais para a condução da terapia, ao mesmo tempo que mobiliza e ajuda as famílias na sua missão de cuidar.
Quando oiço dizer, na televisão, que faltam camas de internamento para tratar as perturbações psiquiátricas da infância e da adolescência, não posso deixar de concordar. Em vários distritos existe apenas um pedopsiquiatra e muitos psicólogos que se ocupam dos casos, apesar do seu meritório trabalho, necessitariam do apoio de médicos para poder levar a cabo um atendimento correcto. Em muitos casos, teria sido importante falar com a família, em vez de propor um internamento, porque todas as organizações familiares, em maior ou menor grau, têm possibilidade de responder às crises e de encontrar alternativas ao seu funcionamento. A minha experiência de 35 anos de trabalho com famílias mostra que, muitas vezes, basta sermos capazes de estruturar uma conversa — em que todos os membros da família podem fazer ouvir a sua voz e escutar a de outro — para que aquele conjunto de pessoas que vive em conjunto passe a ser capaz de conseguir um nível mais tranquilo de comunicação, de onde vão emergir soluções para os seus problemas.
Num caso recente de que tive conhecimento, em que uma adolescente de 16 anos se recusa a frequentar a escola, a intervenção tem consistido em sessões mensais com pai e mãe, conduzidas por dois médicos, enquanto a jovem é seguida individualmente por uma psicóloga. Segundo relato dos pais, as intervenções terapêuticas surgem descoordenadas, sobretudo os progenitores não se sentem ajudados a lidar com a filha. Seria muito mais simples se todos falassem em conjunto, numa sessão de terapia familiar sistémica!
A terapia familiar deveria ser hoje chamada “terapia com a família”, no sentido em que precisamos de a mobilizar e depois ajudar, qualquer que seja a sua configuração actual."   


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

ABC da Saúde Mental



Pais e professores muitas vezes têm perguntas sobre o comportamento de crianças e adolescentes. Podem se preocupar se um comportamento é adequado para uma determinada idade ou fase de desenvolvimento, ou um sinal de que algo pode estar errado.  O ABC da Saúde Mental fornece dois, Recursos gratuitos de Internet - uma para professores e outra para os pais - para ajudar a responder essas perguntas. Os recursos incluem ideias para promover a saúde mental de crianças e adolescentes, informações sobre como as crianças mudam à medida que envelhecem, as descrições de comportamentos que podem indicar um problema, e sugestões práticas para passos a tomar. 
Trata-se de um recurso em língua inglesa.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Twins Come Out To Dad



Os irmão Aaron e Austin são ambos gays e já tinham saído do armário para toda a família... excepto o pai!
Eles decidiram gravar em vídeo esse momento

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

MATERIAIS do seminário "Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens"


Já se encontram disponíveis os materiais do seminário "Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens"

O seminário organizado pelo Conselho Nacional da Educação teve como objetivo refletir e debater dois aspetos essenciais: o modo como os professores usam a avaliação formativa e sumativa para promover mais e melhores aprendizagens e a forma como esta área de estudo é abordada na formação inicial e contínua de professores. Neste seminário procurou-se igualmente refletir sobre resultados da investigação produzida em Portugal sobre estas temáticas, com particular destaque para o papel do feedback em todo o processo




Avaliação Externa das Escolas

Documentos de enquadramento e objetivos
Na página da Inspeção-Geral da Educação e Ciência disponibiliza-se aos agrupamentos de escolas e às escolas que vão ser avaliadas e aos demais interessados, um conjunto de documentos de enquadramento da avaliação externa:
http://www.ige.min-edu.pt/
e
http://www.igec.mec.pt/