domingo, 15 de março de 2015

Pensamento 67: A CORAGEM PARA OUVIR


“É preciso muita coragem para se levantar e falar o que pensa. Porém, é preciso muito mais coragem para se sentar e ouvir o que os outros pensam.”

Verdade!
Para se ser capaz de ouvir o ponto de vista do outro, captar o que o acontecimento significa para ele, sem precipitadamente o interromper ou lhe virar costas, saber escutar, é preciso coragem para superar o medo (por isto, será mais fácil julgá-lo), como nos explica o psicólogo Carl Rogers  percursor da psicoterapia humanista:

“No entanto, uma vez que fostes capazes de ver o ponto de vista do outro, os vossos próprios comentários têm de ser profundamente revistos. (…) O que aconteceria se um conflito de trabalho entre operários e patrões seguisse esta via, de modo que os trabalhadores sem estarem necessariamente de acordo com a direção, pudessem formular corretamente o ponto de vista desta e os patrões, sem aprovarem a posição dos trabalhadores, fossem capazes de expor o problema destes de forma tal que estes o aprovariam? Isto quereria dizer que se tinha estabelecido uma real comunicação e que se poderia praticamente garantir que se chegaria a uma solução razoável.

Se uma forma de contato deste tipo é um caminho eficaz para uma boa comunicação para uma boa relação (…) qual a razão por que essa via não é mais largamente procurada e seguida? Tentarei enumerar as dificuldades que impedem o recurso a este processo. Em primeiro lugar é preciso coragem, qualidade que não está assim muito espalhada. (ao ouvirmos atentamente o outro)... corremos o risco de sermos nós próprios a mudar. Ao ver como ele vê, é possível que uma pessoa se sinta influenciada nas suas atitudes ou na sua personalidade. Este risco de ser ver modificado é uma das mais terríveis perspetivas para a maioria de nós.(…). A grande maioria não poderia ouvir; daríamos por nós a sermos compelidos a avaliar, porque ouvir poderia ser demasiado perigoso. Por isso, aquilo que se exige em primeiro lugar é coragem, e nem sempre a temos.”
 Carl Rogers Tornar-se pessoa.


TENHA UMA ÓTIMA SEMANA

sexta-feira, 13 de março de 2015

Portal das Qualificações


A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional e a Direção Geral de Educação e Ciência escolheram a Futurália para divulgar o Portal das Qualificações, uma nova plataforma que concentra tudo o que precisas de saber sobre o mundo da Formação Profissional.
www.portaldasqualificacoes.pt. É este o site a que, a partir de agora, deves aceder para obteres todas as informações sobre a Formação Profissional. Trata-se de uma plataforma desenvolvida em conjunto pela ANQEP e pela Direção Geral de Educação e Ciência, que concentra toda a informação para te orientar em questões relacionadas com as qualificações de nível 2, 4 e 5, e com o reconhecimento de competências obtidas informalmente, num portal mais simples, rápido e cómodo.
Quando acedes ao Portal das Qualificações, são seis as portas de entrada para o mundo da Formação Profissional, entre as quais a Pesquisa de Oferta Formativa, onde encontras um motor de pesquisa com vários campos que te permitem preencher e filtrar a formação que pretendes encontrar. Quando clicas em “pesquisar”, tudo o que te surge no ecrã são ofertas a funcionar no corrente ano letivo, completas com informações sobre as escolas que as ministram.
Outra das novidades importantes neste portal é a Caderneta Individual de Competências, destinada aos formandos já inseridos na Formação Profissional. Ao fazeres o login com a tua credencial, tens automaticamente acesso a todo o teu histórico enquanto aluno, a notificações sobre próximas formações relacionadas com o teu percurso e área de aprendizagem, e a um conjunto de ofertas que o sistema te sugere, com base na tua formação.
Por isso já sabes, toda a informação sobre Formação Profissional está no novo Portal das Qualificações.
[Foto: ANQEP]

TSF Pais e Filhos

Como a intuição não chega e eles não nascem com livro de instruções, a TSF propõe - em parceria com a Revista Pais e Filhos - um programa para partilhar ideias, conselhos de quem sabe (desde os conselhos técnicos de pediatras e psicólogos, aos conselhos de pais), propostas de lazer, de brincadeiras, de passeios e reportagem. Sem nunca deixar de responder às dúvidas dos pais, vamos também ouvir os filhos.
TSF Pais e Filhos, para ouvir de segunda a sexta antes das 09h30 e das 19h00. Aos domingos, versão alargada depois do meio-dia. Com coordenação de Rita Costa.
Uma parceria TSF com a revista Pais e Filhos



quinta-feira, 12 de março de 2015

GUIA para a inclusão do aluno com autismo na escola



Guia para la Integracíon del alumnado com TEA en Educación Primaria
Autora.Maria del Mar Gallego Matellán
Editora: Instituto universitario de Integración en la Comunidade - INICO
Salamanca 2012

GUIA de RECURSOS - igualdade e descriminação no trabalho



A CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa)  e a OIT (Organização Internacional do Trabalho) elaboraram um guia de recursos sobre igualdade e descriminação no trabalho.
Retirado de: http://www.cplp.org/

terça-feira, 10 de março de 2015

O cérebro adolescente - usar ou perder


 - O artigo da autoria de Diogo Guerreiro, médico psiquiatra ,no seu site:
 http://reflexoesdeumpsiquiatra.com/

- O artigo The Teen Brain: Still Under Construction http://www.nimh.nih.gov/
- O artigo " Secrets of the teenage brain: a psychologist's guide for teachers":
  http://www.theguardian.com/teacher-network/

sexta-feira, 6 de março de 2015

Liga-te à prevenção

Liga-te à prevenção - A Escola Virtual e a Liga Portuguesa Contra o Cancro desenvolveram um conjunto de aulas interativas que pretendem sensibilizar para a importância da prevenção do cancro de pele e das doenças associadas ao consumo de tabaco.
O Ministério da Educação e Ciência e a Direção-Geral da Educação deram o seu apoio institucional ao projeto educacional “Liga-te à Prevenção” desenvolvido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em parceria com a Porto Editora.  Liga-te à Prevenção pretende ser um projeto emblemático de Educação para a Saúde, que visa atingir a população jovem através do recurso ao formato de educação via e-learning de acesso gratuito  (aulas interativas constituídas por animações, simulações, vídeos e exercícios que exploram a temática do cancro). Os materiais didáticos disponibilizados podem ser utilizados pelos profissionais nas suas aulas e os desafios permitem aos alunos responder espontaneamente ou assumir como trabalho extra.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Despacho n.º 2179-B/2015

Despacho n.º 2179-B/2015 - Diário da República n.º 42/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-03-02, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário
Aprova o Regulamento de Aplicação do teste Preliminary English Test for Schools (PET) no ano letivo de 2014-2015.
ACEDER AQUI

terça-feira, 3 de março de 2015

ESCOLA VIRTUAL de Língua Gestual Portuguesa lança plataforma online


A Associação de Surdos do Porto (ASP) lançou hoje uma escola virtual de Língua Gestual Portuguesa (LGP), projeto que visa motivar a comunidade ouvinte a «quebrar barreiras de comunicação» com as pessoas que têm deficiência auditiva, indicaram os responsáveis.
 A Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa da ASP traduz-se numa plataforma online - presente no endereço http://www.lgpescolavirtual.pt/ - que contém conteúdos sobre LGP desde a descrição desta língua a módulos sobre datilografia, numerais ou mesmo formas mais comuns de saudações e cumprimentos, entre outros.
«O maior problema da comunidade surda atualmente é a barreira de comunicação existente entre o mundo surdo e o mundo ouvinte», referiu à Lusa o responsável do Departamento de Formação da ASP, Armando Baltazar.
Fonte; Diário Digital/Lusa

TESE: Eficácia da consulta psicológica vocacional de jovens



A eficácia da consulta psicológica vocacional de jovens : estudo do impacto de uma intervenção.
Liliana da Costa Faria
Tese de Doutoramento - Universidade do Minho
Trabalho efectuado sob a orientação da Professora Doutora Maria do Céu Taveira de Castro Silva Brás da Cunha
2008

segunda-feira, 2 de março de 2015

Guia Metodológico: Conceção de qualificações baseadas em resultados de aprendizagem



Guia Metodológico: Conceção de qualificações baseadas em resultados de aprendizagem
Portugal, tal como sucede com os restantes Estados-Membros, tem procurado dar resposta ao desafio de criar qualificações capazes de responder, de forma eficaz, aos princípios subjacentes ao Quadro Europeu de Qualificações, instrumento que estratificou os níveis de qualificação tendo por base descritores assentes em conhecimentos, aptidões e competências.
Assim, numa primeira fase, foi delineado um Quadro Nacional de Qualificações, em vigor desde outubro de 2010, com oito níveis. Este Quadro permitiu que Portugal desse os primeiros passos para que os processos de aprendizagem pudessem passar a ser definidos a partir do que se espera alcançar com os mesmos (os chamados "resultados de aprendizagem"). Mas, é preciso ir mais além, pois, conforme é referido no prefácio deste guia, "as qualificações não ganharão a legibilidade que precisam de ter perante os empregadores se os resultados de aprendizagem apenas se encontrarem expressos em níveis ou graus de complexidade em termos de conhecimentos, aptidões e atitudes, associados aos diferentes níveis de qualificação que o nosso sistema de educação e formação permite alcançar". 
O passo seguinte passa, portanto, por se dar visibilidade a estes resultados de aprendizagem já nas próprias qualificações, tal como foi planeado aquando da criação do Catálogo Nacional de Qualificações, em 2007. 
Este novo passo implica, no entanto, a criação de uma metodologia que permita construir novas currículos, "pondo em segundo plano a duração, os conteúdos, e os métodos de ensino das formações (inputs) e, em destaque, como ponto de partida, os resultados de aprendizagem (outputs)". 
É precisamente esta metodologia, assente em três etapas, a grande novidade deste Guia. Através de exemplos práticos, o Guia visa assim dar a conhecer os pressupostos desta nova metodologia e facilitar a tarefa de todos os que se veem confrontados com a necessidade de com ela trabalhar.