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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Revista da Criança e do Adolescente - V. 10, n. 1 (2019)




Resultados do estudo HBSC/OMS 2018 na RPCA
Num número da Revista da Criança e do Adolescente -  V. 10, n. 1 (2019) - dedicado à compilação dos resultados do estudo Health Behaviour in School-aged Children/Organização Mundial de Saúde (HBSC/OMS) 2018, num total de 21 artigos científicos, são apresentados os principais resultados dos Comportamentos de Saúde dos Adolescentes Portugueses. Já disponíveis online free!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Be You



Vamos ajudar a desenvolver uma geração mentalmente saudável

Be You - apoio à saúde mental de crianças e jovens em serviços de educação precoce e escolas, desde os primeiros anos até os 18 anos.

https://beyou.edu.au/

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

ReachOut.com





https://au.reachout.com/

ReachOut is Australia’s leading online mental health organisation for young people and their parents. Our practical support, tools and tips help young people get through anything from everyday issues to tough times – and the information we offer parents makes it easier for them to help their teenagers, too.

sábado, 16 de junho de 2018

Falar com os filhos


Instituto de Medicina Molecular - João Lobo Antunes 
Todos os anos, cerca de um terço das pessoas diagnosticadas com cancro da mama têm crianças em idade escolar. Decidir quando e o quanto se deve dizer aos filhos é uma preocupação real para muitas famílias.
E-BOOK PARA CRIANÇAS E FAMÍLIAS:  A MINHA MÃE É A MELHOR 

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Relatório "The Resilience of Students with an Immigrant Background: Factors that Shape Well-Being"



The resilience of students with an immigrant background - factors that shape well being from EduSkills OECD

The Resilience of Students with an Immigrant Background: Factors that Shape Well-Being
O relatório "The Resilience of Students with an Immigrant Background: Factors that Shape Well-Being" resulta de um amplo estudo realizado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e mostra que as desvantagens socioeconómicas e as barreiras linguísticas são os maiores obstáculos ao sucesso na escola para estudantes de famílias de imigrantes que nasceram no estrangeiro ou que têm pais nascidos no estrangeiro. 
O documento, datado de 19 de março deste ano, é lançado num momento em que o fenómeno da migração atinge mais de 258 milhões de pessoas em todo o mundo.
O estudo mostra como os fluxos de migração estão a mudar profundamente a composição das salas de aula. Os resultados do Programa da OCDE para Avaliação Internacional de Estudantes (PISA) revelaram que, em 2015, quase 25% dos estudantes com 15 anos de idade nos países da OCDE eram estrangeiros ou tinham pais estrangeiros.
De acordo com a pesquisa agora realizada, cerca de 50% dos alunos de origem imigrante não conseguiram atingir as competências académicas básicas em leitura, matemática e ciências. Entre os alunos nativos, ou seja, os que não têm origem estrangeira, a proporção é de um em cada quatro.
O relatório mostra que os estudantes imigrantes têm um menor sentimento de pertença em relação à escola do que os estudantes nativos e constata, por parte dos imigrantes, menos satisfação e maior ansiedade relacionada com o trabalho escolar. No entanto, muitos também expressaram uma grande motivação para alcançarem um melhor desempenho.
O baixo rendimento académico entre os estudantes com antecedentes imigrantes é particularmente alto na Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Luxemburgo, Eslovênia, Suécia e Suíça. Nestes países, entre os alunos que não atingiram os mínimos académicos, os estudantes imigrantes são mais do dobro.
O estudo revela, também, que os alunos imigrantes são mais propensos a frequentarem escolas com um pior ambiente disciplinar e com uma maior prevalência de faltas. Além disso, estão mais propensos a serem vítimas de bullying e a serem tratados de forma injusta pelos professores.
No entender dos autores deste relatório, tudo isto contribui para acentuar diferenças entre estudantes nativos e imigrantes no seu desempenho académico e no seu bem-estar. No entanto, muitos estudantes imigrantes revelaram que os seus professores lhes proporcionaram um suporte adicional, o que revela uma indicação, por parte dos professores, da vontade de os apoiarem efetivamente.
O documento indica, também, que a língua é determinante. Os alunos imigrantes que não falam a língua do país que os acolhe, nas suas próprias casas, tiveram resultados piores no teste PISA do que os estudantes imigrantes que falam a língua nativa.
O relatório fornece igualmente uma análise aprofundada dos fatores de risco e proteção que podem prejudicar ou promover a resiliência dos estudantes imigrantes, explorando o papel que os sistemas educacionais, as escolas e os professores podem desempenhar para ajudar esses alunos a integrarem-se nas suas comunidades, a superar adversidades e a construir uma vida melhor a nível académico, social, emocional e motivacional.
De acordo com o estudo, os professores têm um papel fundamental a desempenhar para ajudar os alunos a adaptarem-se às suas salas de aula e à sociedade em geral. Assim, os docentes devem receber mais apoio e formação para lidar com aulas cada vez mais multiculturais, aprender a abordar o bullying e a envolver, também, os pais de estudantes imigrantes.

sexta-feira, 9 de março de 2018

DisAbuse - Projecto europeu destinado a prevenir o bullying contra pessoas com necessidades educativas especiais ou deficiência





DisAbuse é um projecto de 2 anos que faz parte do programa Erasmus Plus, Acção-chave 2 "Cooperação para inovação e intercâmbio de boas práticas" envolvendo 5 parceiros de 4 países europeus, entre eles Portugal através do ISCTE

DisAbuse wants to help tackle disablist bullyingby learning from the experiences of both young people and adults with Special Educational Needs with Disabilities (SEN/D).

terça-feira, 27 de junho de 2017

TESE: Professores em contextos de risco:estudo exploratório do papel das relações na resiliência de professores do Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF)

Dissertação para obtenção de grau de Mestre em Sociedade, Risco e Saúde 

Autor: PATRÍCIA LOURO MORAES SARMENTO

Palavras-chave:
PALAVRAS CHAVE: STRESSE OCUPACIONAL; RESILIÊNCIA; PROFESSORES; RELAÇÕES INTERPESSOAIS; PIEF; EDUCAÇÃO

As escolas enfrentam mudanças e exigências que desafiam a sua capacidade de resposta e a saúde dos professores. O stresse ocupacional é uma consequência comum. A resiliência pode ajudar os professores a prevenir e gerir o stresse, em especial daqueles que lecionam em contextos considerados de risco. Neste estudo, aborda-se a resiliência enquanto a capacidade dos professores para manter o equilíbrio, o sentido de compromisso e controlo no dia-a-dia. Baseado numa metodologia qualitativa, este trabalho tem como objetivo caracterizar a perceção do stresse e da resiliência, com ênfase nas relações enquanto fatores de proteção, num grupo de professores com atividade profissional desenvolvida num Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF). Procura-se especificamente caracterizar e analisar a perceção destes professores sobre A) o seu stresse ocupacional; B) os recursos disponíveis para o seu desempenho profissional; e C) as relações interpessoais enquanto fator protetor. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas presenciais a nove professores, em diferentes fases da carreira, e a dois elementos não-docentes da equipa, numa escola na Amadora. Os resultados sugerem que: 1) lecionar PIEF não é percecionado pelos professores como um stressor per se; e 2) os professores conseguem identificar um conjunto de recursos que promovem a sua resiliência, nomeadamente relações interpessoais dentro e fora da escola. Este estudo contribui para uma melhor compreensão do papel das relações na resiliência dos professores, investigando em que situações os professores procuram apoio, junto de quem e quais os motivos que os levam a escolher essas pessoas. São retiradas ilações para agilizar e humanizar contextos escolares de risco, enfatizando a importância de uma responsabilização coletiva no apoio formal e informal dos professores

sexta-feira, 21 de abril de 2017

TRAUMA, RESILIÊNCIA E BEM-ESTAR - Recursos para as escolas



Promoting trauma-informed school systems that provide prevention and early intervention strategies to create supportive and nurturing school environments.
The Treatment and Services Adaptation Center website is supported by a team of clinicians, researchers, and educators who are respected authorities in the areas of school trauma and crisis response.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

RESILAND - fortalecendo a resiliência de crianças e jovens contra a exploração e o tráfico




Título: - fortalecendo a resiliência de crianças e jovens contra a exploração e o tráfico (orientações para profissionais que trabalham com e para crianças imigrantes)

Autor: Daja Wenke, Júlia Pàmias e Pippo Costella

Edição: Resiland
Ano: 2015
O projeto Resiland centra-se nas histórias de crianças migrantes. As histórias são consideradas um elo de ligação entre a criança, enquanto “caso”, e as/os proissionais: assistentes sociais, agentes dos serviços de imigração e outros/as, enquanto “gestoras e gestores de caso”. Resiland tem como objeivo criar espaços de escuta aiva com vista ao reforço da qualidade das relações humanas na prestação de serviços. Duas questões centrais orientaram a conceção do projeto: 
i) Ouvir as histórias das crianças migrantes como modo de ajudar a evitar que sejam tratadas meramente como “casos” ou “objetos de proteção”;
ii) Dar a devida atenção às histórias das crianças, como estratégia para permiir uma interação mais humana, aumentar a qualidade da prestação de serviços dirigida a crianças e jovens em movimento.
Estas questões são altamente relevantes no contexto de acolhimento, cuidado e proteção das crianças migrantes em locais de trânsito e de desino, e no contexto de um eventual retorno ao país de origem.

segunda-feira, 20 de março de 2017

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

LIVRO “Educação em quatro dimensões: As competências que os alunos devem ter para atingir o sucesso”


Charles Fadel, presidente do Center for Curriculum Redesign e professor convidado da Universidade de Harvard, é o autor do livro “Educação em quatro dimensões: As competências que os alunos devem ter para atingir o sucesso”, que foi traduzido para português e publicado no Brasil, em novembro de 2016, em parceria com o Instituto Ayrton Sena.
ACEDER na íntegra: 

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

RESCUR - Currículo Europeu para a Resiliência



Currículo Europeu para a Resiliência: GUIA para PAIS (Pré; 1º e 2º Ciclo)


GUIA PARA PROFESSORES - Rescur Currículo Europeu para a Resiliência na Educação Pré-Escolar, 1º E 2º Ciclo: Guia para os Professores:

GUIA PARA PROFESSORES - Surfing the Waves: http://www.rescur.eu/

sexta-feira, 27 de maio de 2016

PROGRAMA Be Positive


The objective of the project is to develop a new innovative method of training courses that will empower young unemployed individuals and/or NEETs. The specific aim will be achieved by using an approach that is based upon previous work on stress, coping and resilience in health and occupational psychology. Furthermore, it will focus on the potential stressors likely to be encountered by unemployed younger adults seeking employment or entrepreneurial opportunity. 

Be Positive Modules - The 8 modules can be used to facilitate the program for the young unemployed and/or NEETs, with Positive Psychology
  • Module 1 Why and emotions 
  • Module 2 Gratitude   
  • Module 3 Strengths
  • Module 4 Values and direction
  • Module 5 Learning Optimism.   
  • Module 6 Set Positive Goals.
  • Module 7 Connections and people 
  • Module 8 Building Resilience 
  • Bepositive_Exercises

sábado, 30 de janeiro de 2016

Pensamento 76: A RESILIÊNCIA



“Resiliência se trata da capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista, com metas clara e a certeza de que tudo passa.”

Errado
Resiliência é um processo, não é, nas palavras de Boris Cyrulnik, um catálogo dessas qualidades: "ter a mente flexível, otimista, com metas claras". Este é o modelo americano sobre a resiliência  - “ser belo, rico e jovem” - embora alguns investigadores americanos se distanciem deste modelo.
As palavras de Boris Cyrulnik: “Pode-se ser vulnerável depois de um trauma, mas se se procura dentro de si as capacidades de resiliência, se se procura no meio o suporte afetivo, social, e o sentido do que nos aconteceu, apesar de se ser vulnerável, é um bom processo de resiliência.” *
Passada a tormenta, a mente apresenta-se mais flexível e com metas mais definidas, mas as capacidades de resiliência são uma construção de uma vida e nunca podem ser consideradas como garantidas, em futuras situações de crise. Ou dizendo de outro modo, tal como Rutter (1987) concebeu, se as circunstâncias mudam, a resiliência se altera. não é uma atributo fixo do individuo.

*em entrevista a Patricia Faur em 2014, Toulon, França, pelas  IV Jornadas de SAPINE.

TENHA UM ÓTIMO DOMINGO


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Pensamento 75: DA IMAGINAÇÃO


"A imaginação é mais importante que o conhecimento. Conhecimento auxilia por fora, mas só o amor socorre por dentro. Conhecimento vem mas a sabedoria tarda." Albert Einstein

Verdade
Sob o tema da resiliência, que é um processo que se traduz em retomar o desenvolvimento depois de uma agressão traumática, que pode ser  neurológica, afetiva, social e cultural, em entrevista à Sociedade Antroposófica do Brasil, face à pergunta, Que mecanismos colocam em marcha a criança resiliente para superar o traumatismo? Dr Boris Cyrulnik:, respondeu

"(…) Sabemos, por exemplo, que entre as crianças resilientes há um grande numero de escritores, cineasta, pintores... Por que é um refugio imaginário de onde eles podem suportar o horror do real. “O real me tortura, mas existe um lugar de beleza, e nada o poderá arrebatar”. E ali a criança se defende e prepara sua aprendizagem, por exemplo, como futuro escritor e pode iniciar muito cedo, como na idade de 8 anos. Este é um ponto forte que está no interior da criança. Mas, na maioria das vezes, é o apoio daqueles que o rodeiam, que lhe permite acessar o processo resiliente e retomar o desenvolvimento.
Mas existem famílias onde este processo não é possível. “ SÓ O AMOR SOCORRE POR DENTRO

Dr Boris Cyrulnik é neurologista, psiquiatra e psicanalista. Foi um dos fundadores do Grupo de Etologia Humana, ensina Etologia e dirige um grupo de investigação na Faculdade de Medicina de Marselha. Publicou, Memória de Macaco e Palvras de Homem e Sob o Signo do Afeto; Os patinhos feios, entre outras obras. É considerado na comunidade científica, um especialista na resiliência.

TENHA UM ÓTIMO 2016!