Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde Mental. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde Mental. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Relatório Anual do Observatório Português dos Sistemas de Saúde






Observatório Português dos Sistemas de Saúde
Relatório da Primavera 2019


"(...) No que concerne ao número de psicólogos no SNS, verifica-se que, em 2015, existiam apenas 601, o que corresponde a um rácio de 0,285 psicólogos por 5000 habitantes, e consequentemente, um défice de 1618 psicólogos face ao rácio recomendado de um psicólogo por cada cinco mil habitantes (4,5) ." pag 106

terça-feira, 9 de julho de 2019

TREVOR PROJECT





Founded in 1998 by the creators of the Academy Award®-winning short film TREVOR, The Trevor Project is the leading national organization providing crisis intervention and suicide prevention services to lesbian, gay, bisexual, transgender, queer & questioning (LGBTQ) young people under 25.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Burnout já é classificado como uma doença pela Organização Mundial da Saúde


A lista onde se inclui esta síndrome entra em vigor em Janeiro de 2022

burnout – síndrome do esgotamento profissional – já entrou oficialmente na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS). A aprovação da 11.ª revisão desta lista, que também inclui os videojogos como uma doença mental, aconteceu no sábado durante a 72.ª assembleia da OMS em Genebra. 
“Esta é a primeira vez” que o burnout é incluído nesta classificação, referiu Tarik Jasarevic, porta-voz da OMS, citado pela agência AFP. Esta síndrome foi incluída na 11.ª revisão da CID, que tem como objectivo padronizar a codificação das doenças e outros problemas relacionados com a saúde e que entrará em vigor em 2022.
“A CID-11 foi actualizada para o século XXI e reflecte os avanços críticos na ciência e na medicina”, lê-se num comunicado da OMS. O rascunho da actualização desta lista foi lançado no ano passado depois das recomendações de vários especialistas em saúde de todo o mundo. No comunicado, adianta-se que a CID-11 é completamente electrónica e pode ser incorporada em aplicações electrónicas de saúde e sistemas de informação, “tornando esta ferramenta muito mais acessível”.
Nesta lista, reconhecem-se os “distúrbios com videojogos” e o comportamento sexual compulsivo como transtornos mentais e muda-se a classificação do transgenderismo dos transtornos mentais, passando-a para o capítulo das “perturbações relacionadas com a saúde sexual”. O burnout inclui-se no capítulo dos “problemas associados com o emprego e o desemprego” e tem o código QD85 (https://icd.who.int/).
Na lista, burnout é definido como “uma síndrome que resulta de um stress crónico no local de trabalho que não foi bem gerido”. Também se destaca: “O burnout refere-se especificamente a fenómenos no contexto profissional e não deve ser aplicado para descrever experiências noutras áreas da vida.”
Ao todo, descrevem-se três dimensões desta síndrome: sensações de esgotamento de energia ou exaustão; aumento da distância mental do emprego ou sentimentos de negativismo e de cinismo relativamente ao emprego; e uma reduzida eficácia profissional.
Fonte: Jornal Publico de 27.05.19

AFINAL NÃO É
(em outro artigo do Publico datado de 7.6.2019):

A Organização Mundial de Saúde (OMS) trouxe para a ribalta o problema do burnout (exaustão laboral extrema) ao dar-lhe relevo durante o anúncio da aprovação da 11ª revisão da sua lista de doenças e problemas de saúde. Foi na semana passada, no final da assembleia da OMS, e os media apressaram-se a anunciar, com estrépito, que o burnout já era considerado uma doença.Afinal não é. É um “fenómeno relacionado com o trabalho” e só com o trabalho, esclareceu a organização das Nações Unidas, sublinhando que os media não compreenderam a mensagem transmitida no final da assembleia que aprovou a nova International Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems (ICD-11). Foi um “mal-entendido que conduziu a uma informação incorrecta divulgada pelos media”, precisou, por escrito ao PÚBLICO, o porta-voz da OMS Tarik Jasarevic.
Continuar a ler : https://www.publico.pt/


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Revista da Criança e do Adolescente - V. 10, n. 1 (2019)




Resultados do estudo HBSC/OMS 2018 na RPCA
Num número da Revista da Criança e do Adolescente -  V. 10, n. 1 (2019) - dedicado à compilação dos resultados do estudo Health Behaviour in School-aged Children/Organização Mundial de Saúde (HBSC/OMS) 2018, num total de 21 artigos científicos, são apresentados os principais resultados dos Comportamentos de Saúde dos Adolescentes Portugueses. Já disponíveis online free!

quinta-feira, 14 de março de 2019

Uso problemático da internet e sentimentos de solidão



Rui Miguel Costa, Ivone Patrão & Mariana Machado (2018) Problematic internet use and feelings of loneliness, International Journal of Psychiatry in Clinical Practice, DOI: 10.1080/13651501.2018.1539180 ou https://www.tandfonline.com

Artigo de Karla Pequenino com o título “Sozinho entre milhares de amigos. Estudo associa redes sociais e solidão nos jovens, que saiu no Jornal Publico a 13 de março de 2019:

"A Investigação em Portugal indica que passar muito tempo online faz os jovens sentirem-se sozinhos, mesmo quando não deixam de falar com os amigos frente a frente. É a natureza da comunicação online que provoca a solidão? Investigadores dizem que há uma conexão.
Num mundo em que é cada vez mais normal usar o Facebook, o Twitter, o Instagram, ou o YouTube para comunicar com outras pessoas – a qualquer hora, em qualquer lugar –, são vários os trabalhos que começam a encontrar uma relação entre usar Internet e sentir mais solidão. Particularmente, nos jovens. Um estudo do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA), em Lisboa, mostra que os jovens portugueses que passam muito tempo nas redes sociais se sentem mais sozinhos. É uma conclusão comum na área da solidão digital: em 2016, um inquérito a utilizadores portugueses do Facebook, feito na Universidade Lusófona do Porto, mostrou que quem passa mais tempo na rede social se sente mais só. Em 2017, outro estudo, desta vez focado nos EUA, mostrou que passar mais de duas horas por dia em redes como Facebook, Snapchat e Twitter duplicava a probabilidade de alguém se sentir isolado.
Só que os investigadores do ISPA descobriram que o sentimento de solidão entre os jovens portugueses mantém-se, mesmo quando o tempo que passam online não interfere com o tempo que passam a falar com amigos fora da Internet, frente a frente. Em causa pode estar a falta de riqueza sensorial das conversas online. O nosso estudo sustenta que há qualquer coisa na comunicação online que causa a solidão, que é a forma como a comunicação acontece online que cria esse sentimento”, resume ao PÚBLICO o investigador do ISPA Rui Costa. “Nas raparigas, em particular, o sentimento de solidão não se explicava por passarem menos tempo com os amigos. Foi uma das questões que nos chamou a atenção.”
As conclusões foram publicadas na revista académica International Journal of Psychiatry in Clinical Practice. estudo, em que foram inquiridos 548 jovens em Portugal (dos 16 aos 26 anos) entre 2015 e 2016, mostra que as redes sociais eram de longe a actividade preferida dos jovens quando estão na Internet. Os participantes foram avaliados quanto à percepção de solidão, ao ambiente familiar, e se têm um “uso problemático da Internet”. Foi questionado o grau de identificação com afirmações como “A interacção social online é mais confortável do que frente-a-frente”, e “Faltei a compromissos sociais devido ao meu uso da Internet”.
Continuar a ler: https://www.publico.pt

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Manual EducaMente: Bem-estar e qualidade de vida em crianças e adolescentes


AQUI ou AQUI


Instituto Politécnico de Viseu  - Escola Superior de Saúde
Projeto Maissaúde mental 
Edição 2018

A edição do manual EducaMente: Bem-estar e qualidade de vida em crianças e adolescentes, constitui um indicador central do Projeto Monitorização e Avaliação dos Indicadores de Saúde Mental das crianças e adolescentes: da investigação à prática MaiSaudeMental com a Referência CENTRO-01-0145-FEDER-023293, financiado no âmbito do Programa Portugal 2020, a decorrer na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viseu. Neste âmbito a publicação do EducaMente visa aportar evidências orientadoras da prática profissional dos Agentes intervenientes na ação educativa nas vertentes escolar, saúde e da segurança. Fazer convergir num único livro contributos científicos atuais para estes três públicos-alvo é hoje um grande desafio.

As temáticas centrais são abordadas numa visão preventiva de caráter prático, com foco nas premissas da neuro educação promotoras do desenvolvimento psicossocial saudável das crianças e adolescentes.

É um tema muito atraente e atual para todos aqueles que ensinam, com relevância para os professores, mas também muito interessante para os enfermeiros e restantes intervenientes na comunidade educativa como é caso dos psicólogos, agentes de segurança da equipa escola segura e assistentes operacionais educativos.
A estruturação do livro integra a apresentação de evidências em três áreas de interesse diverso, mas convergente e está ancorado nos resultados da investigação científica desenvolvida com foco nas crianças e adolescentes, nos professores, enfermeiros e agentes da segurança da equipa escola segura.

Be You



Vamos ajudar a desenvolver uma geração mentalmente saudável

Be You - apoio à saúde mental de crianças e jovens em serviços de educação precoce e escolas, desde os primeiros anos até os 18 anos.

https://beyou.edu.au/

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Am I being a bully?



Bullying comes in lots of different shapes and sizes, but there are some common signs to help you identify if you’re taking things too far and if your behaviour could be considered bullying. Ask yourself these few simple questions:
Do you tease people when you’re in a group?
Have people said to you that your behaviour bothers them? Do you force people to do things even if they don’t want to?
  • Do you exclude someone from activities on a regular basis?
  • Do you spread rumours about people?
  • Do you say things to people that you wouldn’t want people saying to you?
  • Do you regularly upset people by the things you do or say?
  • Do you feel good when someone else stuffs up?
  • Have you noticed that people never come to you for help or advice?
  • Do you always try to change people’s minds if things don’t go your way?



If you answered ‘yes’ to a bunch of these questions, it’s possible that you might be showing signs of bullying-like behaviour. It’s a good idea to keep these questions in mind whenever you’re out and about spending time with others, to help keep yourself in check.


Fonte: 

ReachOut.com





https://au.reachout.com/

ReachOut is Australia’s leading online mental health organisation for young people and their parents. Our practical support, tools and tips help young people get through anything from everyday issues to tough times – and the information we offer parents makes it easier for them to help their teenagers, too.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Sites e programas que fornecem habilidades para a gestão das emoções




Sites e programas que fornecem habilidades para a gestão das emoções e redução do estress para todos os alunos, famílias e professores. Também servem para identificar os que mais sofrem na gestão dessas habilidades.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Estudo "Gerações Mais Saudáveis – Políticas Públicas de Promoção da Saúde das Crianças e Jovens em Portugal"



O estudo Gerações Mais Saudáveis – Políticas Públicas de Promoção da Saúde das Crianças e Jovens em Portugal debruça-se sobre as políticas públicas de proteção e promoção da saúde das crianças e jovens, dos 0 aos 18 anos. Visa identificar políticas já existentes e verificar quais os determinantes da saúde que ainda carecem de algum tipo de abordagem e desenvolvimento e que podem constituir riscos acumulados ao longo da vida. E tece recomendações que permitam orientar linhas de ação estratégica para o desenvolvimento saudável deste grupo etário.
O estudo encontra-se em discussão pública até ao dia 3 de janeiro de 2019.
Todos os contributos poderão ser remetidos para o CNS, para o seguinte endereço de e-mail:

ACEDER ao ESTUDO: http://www.cns.min-saude.pt

Retirado de : http://www.cns.min-saude.pt/ (Publicações)

sábado, 17 de novembro de 2018

The Self-Authoring Suite



PLANEAR A VIDA
The Self-Authoring Suite is a series of online writing programs that collectively help you explore your past, present and future.
Site: https://www.selfauthoring.com

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

PAN - Psicotrópicos na Infância - PHDA



PAN - Partido das Pessoas-Animais-Natureza
Publicado em 24 de out de 2018
Intervenção inicial de André Silva | ARTV | 24.10.2018 | -Projecto de Lei n.º 984/XIII/3.ª (PAN) - Assegurar a não prescrição e administração de metilfenidato e atomoxetina a crianças com menos de 6 anos de idade | -Projecto de Resolução n.º 880/XIII/2.ª (PAN) - Recomenda ao Governo a realização de estudos e ações de sensibilização sobre o diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção e o consumo de metilfenidato e atomoxetina por crianças e jovens | -Projecto de Resolução n.º 881/XIII/2.ª (PAN) - Recomenda ao Governo a adoção de medidas ao nível do diagnóstico de Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção e da prescrição e administração de metilfenidato e atomoxetina em crianças e jovens |
-Projecto de Resolução n.º 882/XIII/2.ª (PAN) Recomenda ao Governo que promova um debate alargado e sensibilize os profissionais de saúde para a utilização de vários testes de diagnóstico de PHDA

RESOLUÇÃO
Proíbição de Ritalina a menores de 6 anos não passou
O Parlamento aprovou ontem uma resolução do PAN para que haja um debate alargado sobre a perturbação de hiperactividade/ rejeitou a proposta de proibir a défice de atenção (PHDA), mas prescrição de estimulantes do Ritalina) no tratamento de PHDA sistema nervoso central (como a a menores de seis anos. Fonte: Jornal Publico de 27.10.18


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Guia para a elaboração do código de boa conduta para a prevenção e combate ao assédio no trabalho



Guia para a elaboração de Código de boa Conduta para a prevenção e combate ao assédio no trabalho
A CITE – Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego é, desde 1979, o mecanismo nacional responsável por prosseguir a igualdade e não discriminação entre homens e mulheres no mercado de trabalho.
Em 2017 foi publicado o estudo Assédio Moral e Sexual no Trabalho, promovido pela CITE e desenvolvido pelo CIEG - Centro Interdisciplinar de Estudos de Género do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas(*).
Este estudo permitiu conhecer e dar a conhecer a dimensão da realidade do assédio no local de trabalho em Portugal, bem como a suas características, com base num inquérito realizado pelo CIEG a nível nacional.
Com efeito, os dados do referido inquérito, realizado em 2015, revelam que as mulheres são as principais vítimas de assédio moral (16,7%) e sexual (14,4%) no local de trabalho. Mas os homens também estão sujeitos a estas formas de assédio (15,9% e 8,6%, respetivamente).
O amplo debate nacional em torno da dignidade no local de trabalho veio a culminar na publicação da Lei n.º 73/2017, de 16 de agosto, diploma que reforçou o quadro legislativo visando a prevenção da prática de assédio, quer no setor privado quer no setor público, prevendo, nomeadamente, que as entidades empregadoras, com sete ou mais trabalhadores/as, devem elaborar um Código de boa Conduta com o objetivo de prevenir e combater qualquer comportamento ofensivo e humilhante.
É sabido que o assédio moral e o assédio sexual provocam problemas graves na saúde física e psíquica das vítimas e das suas famílias e criam desestabilização no ambiente laboral, geradora de conflitos que potenciam acentuada quebra de produtividade. Geram, igualmente, um clima nocivo e prejudicial nas relações interpessoais.
Assim, a CITE, no âmbito da sua missão e assinalando os seus 39 anos de existência, marcados pelo progresso na área da igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho, disponibiliza online um documento facilitador, que visa auxiliar entidades empregadoras na criação de um instrumento de gestão facilitador da política de tolerância zero ao assédio: O Guia para a elaboração de Código de Conduta para a prevenção e combate ao assédio no trabalho.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

PISA : How is participation in sports related to students’ performance and well-being?



Sports play a vital role in students’ life. Playing sports on a regular basis can reduce the risks of obesity, anxiety disorders, low self-esteem and bullying among adolescents, and it can help them live a more active and healthy life as adults. But physical education classes and extracurricular sports activities compete for time with many other important pursuits, including homework and study. Educators and parents may ask whether their children spend enough time (or perhaps too much time) in physical activities, and to what degree participation in sports is associated with students’ academic performance and well-being.   (https://www.oecd-ilibrary.org/education/how-is-participation-in-sports-related-to-students-performance-and-well-being_e124db26-en )

sábado, 16 de junho de 2018

Falar com os filhos


Instituto de Medicina Molecular - João Lobo Antunes 
Todos os anos, cerca de um terço das pessoas diagnosticadas com cancro da mama têm crianças em idade escolar. Decidir quando e o quanto se deve dizer aos filhos é uma preocupação real para muitas famílias.
E-BOOK PARA CRIANÇAS E FAMÍLIAS:  A MINHA MÃE É A MELHOR