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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Associação Gap Year Portugal (AGYP)

Artigo da Jornalista Andreia Sanches, no Jornal Publico de hoje, com o título"Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção."
"Isadora Freitas está a terminar a licenciatura em Ciências da Comunicação, mas não vai já procurar emprego, nem inscrever-se num mestrado. Vai tirar um ano sabático. Numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior, e milhares de jovens têm de optar entre continuar a estudar ou procurar emprego, há quem faça a mesma escolha que Isadora fez. A partir de Setembro, a Associação Gap Year Portugal (AGYP) terá cerca de 50 jovens a fazer um ano de pausa para “sair da zona de conforto”, nas palavras do vice-presidente da associação, Telmo Martins.
“Preciso de experiências que me dêem estaleca”, continua Isadora, 21 anos, para quem realizar mestrado logo após a licenciatura nunca foi opção e, tendo em conta a actual conjuntura, entrar no mercado de trabalho também não. “Ou talvez isso seja uma desculpa”, diz.
A jovem natural de Aveiro quer ser jornalista, mas os objectivos para o próximo ano passam por viajar e fazer voluntariado: “É uma questão de crescimento interior, dar tempo de mim para mim e perceber aquilo que realmente quero.”
O conceito de gap year — criado pelos ingleses na década de 1960 — aparece normalmente associado a viajar, mas pode passar pela realização de cursos, voluntariado ou desenvolver ideias de negócio, entre outros. É também comum que seja realizado no final do secundário, mas não só.
Telmo Martins já foi “gapper” — o nome pelo qual são conhecidos os que decidem viver um "gap year". Tinha 22 anos quando, ao acabar a licenciatura em Psicologia, decidiu passar um ano a viajar. Hoje, com 24, a fazer mestrado e a estagiar, dedica-se também a divulgar o conceito de gap year. O vice-presidente da AGYP explica que em Portugal o gap year é pouco comum “porque, no caso dos jovens, os pais estão muito agarrados aos filhos e consideram que é estar um ano parado — há pressa em fazer o curso e começar a trabalhar”. Considera, por isso, que é responsabilidade dos jovens ajudar os pais a compreender e a aceitar a opção, tal como ele próprio teve de fazer.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e coordenadora em Portugal do Health Behaviour in School-Aged Children (um levantamento dos comportamentos e estilos de vida dos adolescentes levado a cabo de quatro em quatro anos pela Organização Mundial de Saúde) tem a mesma opinião: “Os adolescentes portugueses não estão tão preparados como os outros adolescentes europeus porque no Sul da Europa os pais retêm os filhos mais tempo num estatuto de não autonomia e de não responsabilização.” Contudo, para a psicóloga, a realização de um ano sabático “pode constituir uma experiência inesquecível e enriquecedora na vida de qualquer adolescente”.
“Desvio saudável”
Recordando a experiência pessoal, Telmo Martins conta com entusiasmo: “Faltava ali qualquer coisa, estava algo por conquistar e consegui sozinho.” Margarida Gaspar de Matos prossegue: a realização de um sabático permite o “exercício da autonomia e responsabilização”, a “criação de redes de suporte social”, o contacto com línguas e culturas estrangeiras e até tem “vantagens escolares e profissionais para o futuro”.

O responsável da AGYP diz, aliás, que a realização de um gap yeartem sido valorizada nas entrevistas de emprego que tem realizado nas área de consultoria e recursos humanos.
Psicóloga e investigadora na área do desenvolvimento e educação, Isabel Macedo Pinto também considera que um gap year pode representar um “desvio muito saudável” na carreira académica e profissional: “A distância pode ajudar a repensar projectos de carreira, muitas vezes elaborados de forma imatura e pouco reflectida, em outros casos a reforçar e reinvestir nos projectos de carreira já elaborados.”
Isabel Macedo Pinto vê no contexto actual “um trampolim para a saída e para a aventura” e explica: “Presentemente as pessoas estão cada vez mais mentalizadas para a ideia de que os jovens têm que sair do país para encontrarem trabalho e melhores condições de vida.”
Tanto Isabel Pinto como Margarida Matos ressalvam, contudo, que um ano sabático representa gastos financeiros que grande parte das famílias portuguesas não pode suportar.
Telmo Martins confirma que a questão dos custos pode ser uma barreira, mas diz que o desafio está em contorná-la e dá o seu exemplo: “Trabalhei durante toda a licenciatura. Podia ter comprado um carro, mas para mim fazia sentido investir em mim.” Viajou durante dez meses por 23 países da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos, por 6000 euros, mas garante que as despesas dependem do nível de conforto procurado.
A maioria dos “gappers” que conhece, diz ainda o vice-presidente da AGYP, enquadram-se nas classes média e média baixa.
Críticas ao Governo
Para Isadora, a realização de voluntariado e de trabalhos esporádicos (através de plataformas como o Serviço Voluntário Europeu e a AIESEC) pode ser a solução para tirar um “ano de folga” sem dar despesas à família que considera de classe média.  “Desvantagens? Só a saudade, mas é importante para sabermos que temos onde regressar”, diz sorridente e optimista. De resto, considera que as suas experiências da realização de Erasmus e de um InterRail foram muito positivas.

Relativamente às vantagens, espera que sejam muitas, mas mais do que melhorar o currículo, procura abrir os horizontes e destaca: “É importante saber, na prática, o que é estar fora da nossa zona de conforto.”
O gap year é uma realidade distante para a maioria dos portugueses, mas o país é um bom destino para os “gappers”, segundo o brasileiro Silvagner de Azevedo, que passou dois anos sabáticos em Portugal.
Era polícia e professor universitário quando, com 37 anos, decidiu partir para a “aventura”. “Estava tudo muito certinho na minha vida e precisava de oxigenar”, explica. O objectivo era dedicar o ano sabático à formação académica. Escolheu Portugal como destino pela língua portuguesa e pelo renome da Universidade de Coimbra, onde veio a fazer o doutoramento em Direito.
Silvagner garante que ao fim dos dois anos regressou ao Brasil “com o coração apertado e a bagagem cheia”. Além de ampliar os horizontes e descobrir Portugal e outros países da Europa, o brasileiro refere a descoberta pessoal. Do período que esteve em Portugal resultou o blogue “Portugal Sabático” que se tornou um sucesso e levou à escrita de poesia e crónicas mensais para um jornal brasileiro. “Hoje, sou um difusor da cultura lusitana no Brasil”, afirma Silvagner que desde então visita Portugal anualmente.
Para Rui Duarte, deputado socialista, casos como o de Silvagner confirmam a potencialidade do gap year como factor de promoção do país. Por considerar o ano sabático uma “nova modalidade de mobilidade social”, o deputado apresentou em Março de 2013 um projecto de resolução para adopção de medidas de divulgação e apoio à prática do ano sabático. A proposta, aprovada por unanimidade, previa a colaboração do Ministério da Educação e Ciência com associações que divulgam o gap year, a criação de um mecanismo de acompanhamento dos jovens através da rede consular portuguesa e a formação de um programa para receber jovens estrangeiros no país.
ui Duarte lamenta que, mais de um ano depois, o Governo não tenha dado seguimento à resolução, que ainda não tem efeitos práticos. No entanto, acredita que “a crescente força do movimento fará com que o Governo perceba que tem que acompanhar as tendências de mobilidade dos jovens e o seu potencial".
Sabática para professores
Em Portugal, o ano sabático está muito limitado ao mundo académico e de investigação. A cada seis anos após o doutoramento, os professores universitários podem pedir uma licença para dispensa da actividade docente pelo período de um ano lectivo, de forma a realizarem trabalhos de investigação, publicarem livros ou darem aulas no estrangeiro.

Doutorada em Teoria da Literatura há 22 anos, Celina Silva, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, vai usufruir da terceira licença sabática no próximo ano lectivo. Para pedi-la, diz, é necessário apresentar uma justificação e um plano de trabalho a efectuar. No final do ano ou semestre sabático, a professora terá de apresentar um relatório para ser analisado pela comissão científica da instituição e posteriormente anexado ao seu currículo, sob pena de repor as quantias correspondentes às remunerações recebidas naquele período.
A professora afirma que, do conhecimento que tem, é muito raro um pedido de licença sabática ser recusado e afirma: “A licença sabática é essencial porque os docentes são cada vez mais solicitados para questões múltiplas.”
Em licenças anteriores, Celina Silva dedicou-se à investigação nas universidades de Indiana (Estados Unidos da América) e Paris 8, na sequência da qual foi convidada a leccionar durante dois anos na universidade francesa. “Foi importante para contactar com outras realidades pedagógicas e institucionais”, afirma. A experiência possibilitou também cooperações posteriores.
Dado o contexto actual, a professora mostra-se, contudo, preocupada com o impacto da restrição orçamental nas directrizes futuras relativamente às licenças sabáticas.
Texto editado por Andreia Sanches "Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção.

Consultar também no site da Gap Year Portugal (GYP) o PROGRAMA EXPERIÊNCIAS ACADÉMICAS cujas inscrições se encontram abertas até final de agosto 2019


sexta-feira, 9 de agosto de 2019

KIT EMIGRANTE – Serviços públicos para o emigrante



kit - documento com um elenco daqueles que são os serviços que mais frequentemente os cidadãos portugueses que residem fora de Portugal solicitam quando visitam Portugal nos meses de Verão”, explicou à Lusa o secretário de Estado Adjunto e da Modernização Administrativa, Luís Goes Pinheiro.
Fonte : Jornal Publico de hoje


quinta-feira, 16 de maio de 2019

Candidaturas Abertas - Intercultura–AFS Portugal



A Intercultura–AFS Portugal é uma associação de Juventude e Voluntariado, sem fins lucrativos. Tem como objectivos contribuir para a Paz e Compreensão entre os Povos através de intercâmbios de jovens e famílias, para uma Aprendizagem Intercultural e Educação Global.

PROGRAMA AFS  - FAMÍLIAS DE ACOLHIMENTO
O Programa AFS - Famílias de Acolhimento é uma experiência de intercâmbio em que uma família acolhe voluntariamente em sua casa um/a jovem estrangeiro que vem estudar durante um trimestre, semestre ou ano letivo numa Escola Secundária em Portugal.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Portaria n.º 249-A/2018

Portaria n.º 249-A/2018 - Diário da República n.º 172/2018, 1º Suplemento, Série I de 2018-09-06
Finanças, Administração Interna, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Educação, Planeamento e das Infraestruturas e Ambiente 
Alteração às condições de atribuição do «passe 4_18@escola.tp», fixadas na Portaria n.º 138/2009, de 3 de fevereiro, alterada pela Portaria n.º 982-A/2009, de 2 de setembro, pela Portaria n.º 34-A/2012, de 1 de fevereiro, e pela Portaria n.º 268-A/2012, de 31 de agosto, e alteração às condições de monitorização, fiscalização e compensação financeira do «passe sub23@superior.tp», fixadas na Portaria n.º 982-B/2009, de 2 de setembro, alterada pela Portaria n.º 34-A/2012, de 1 de fevereiro, pela Portaria n.º 268-A/2012, de 31 de agosto, e pela Portaria n.º 261/2017, de 1 de setembro.
ACEDER: https://dre.pt/

terça-feira, 31 de julho de 2018

ABRA A SUA CASA AO MUNDO: ACOLHA UM/A ESTUDANTE AFS



O Programa AFS – Famílias de Acolhimento é uma oportunidade única para que jovens, entre os 15 e os 18 anos, obtenham uma visão mais completa e profunda sobre a cultura e vida noutro país, vivendo numa família diferente da sua e experimentando outras referências culturais.

Para as Famílias de Acolhimento é uma excelente oportunidade de conviverem com um/a estudante de uma cultura diferente, partilhando o dia-a-dia da sua própria cultura e conhecendo melhor uma cultura de outra parte do Mundo.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Programa DiscoverEU - Interrail grátis



Ao abrigo do Programa:
http://www.youdiscover.eu/ (preencher um formulário e responder a algumas perguntas)

Os jovens da União Europeia (UE) com 18 anos podem candidatar-se a partir de terça-feira e até dia 26 a um bilhete que lhes permite viajar num máximo de 30 dias e visitar até quatro Estados-membros.

A partir de terça-feira às 12:00 (11:00 de Lisboa) e até à mesma hora de dia 26, os jovens de 18 anos podem candidatar-se a um bilhete que lhes dá a oportunidade de partir à descoberta da UE entre julho e o final de outubro de 2018, ao abrigo do programa DiscoverEU.
Continuar a ler https://www.voltaaomundo.pt/ Consultar a lista de países a visitar
Ou https://www.dinheirovivo.pt/

quinta-feira, 8 de março de 2018

Comboio do Conhecimento




O Governo, através das áreas governativas da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, do Planeamento e das Infraestruturas e do Turismo, apresenta o Comboio do Conhecimento.

Inserido no programa “Estudar mais é preciso” e sob o lema “Não fiques apeado - dá crédito aos teus estudos e vem conhecer Portugal”, o Comboio do Conhecimento visa estimular a aquisição de competências e de formação superior, aliada ao sucesso académico, e promover experiências de conhecimento do território para os estudantes que transitem do 1º para o 2º ano do ensino superior com aproveitamento escolar.
Todos os estudantes inscritos e matriculados no ensino superior em Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP), Licenciatura ou Mestrado Integrado e que tenham tido aproveitamento escolar no 1º ano do ciclo de estudos com, pelo menos, 36 ECTS, durante o ano letivo de 2017-2018, podem beneficiar de uma viagem gratuita em Portugal.




sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Pousadas de Juventude dinamizam programa “Escola em Viagem”

As Pousadas de Juventude estão a dinamizar um programa específico para reservas de grupos escolares – “Escola em Viagem”-
O programa “Escola em Viagem” visa potenciar a mobilidade estudantil, em programas de estudo fora do contexto escolar.
A participação interativa, o contacto com o mundo à nossa volta e as novas experiências fomentam valores e novas referências que certamente ajudam a formar e a desenvolver o conhecimento e a razão. Foi a pensar nisto que as Pousadas de Juventude criaram o programa “Escola em Viagem”, oferecendo um conjunto de descontos e benefícios em reservas de alojamento para grupos escolares.
Este programa é destinado a grupos mínimos de 20 participantes, provenientes de estabelecimentos de ensino e associações de estudantes, portugueses ou espanhóis, e é válido de 15/09/2017 a 30/06/2018.

OFERTA COMERCIAL:

30% de desconto sobre o PVP em quartos múltiplos e quartos privados de 4 a 12 camas sem WC;
20% de desconto sobre o PVP em quartos duplos, quartos triplos, quartos familiares e apartamentos;
30% de desconto sobre o PVP na aquisição do Cartão Pousadas de Juventude de Grupo;
Oferta de um Vale de uma noite de alojamento em quarto duplo, para usufruto em época baixa, a todos os professores que fiquem alojados com grupos escolares, em reservas superiores a 750,00€.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

AIESEC




AIESEC é uma organização internacional que proporciona oportunidades profissionais e de voluntariado aos jovens, promovendo o seu desenvolvimento, de forma a que estes tenham um maior impacto no mundo e no ambiente ao seu redor.
Descobre mais sobre as suas iniciativas em http://aiesec.pt/

quarta-feira, 8 de julho de 2015

GUIA "Viajar na Europa"


Já viajou ou vai viajar? O seu destino é um país da União Europeia, a Islândia ou a Noruega? Conheça os seus direitos e os nossos lembretes para tempos difíceis.

Leve consigo o nosso guia "Viajar na Europa". Nele encontra esclarecimentos sobre a organização da sua viagem, a escolha do alojamento, o meio de transporte, as precauções para não se escaldar com o sol, os direitos que lhe assistem e onde poderá encontrar assistência se algum contratempo teimar em desassossegar as suas férias.

ACEDER em Centro Europeu do Consumidor - Portugal


Download the app for your smartphone: http://ec.europa.eu/social/


Viajar na Europa  2016-17: /ViajarnaEuropa2016_17.pdf

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

E-Dicionário de Escrita de Viagens Portuguesa/E-Dictionary of Portuguese Travel Writing




O dicionário está está integrado no E-Dicionário de Termos Literários, 

O Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies (CETAPS, FCSH), da Universidade Nova de Lisboa, o Institute of Modern Languages Research (IMLR), da Universidade de Londres (School of Advanced Study), e o Laboratório de Interlocuções com a Ásia (LIA), da Universidade de São Paulo, irão começar a publicar, no início de 2015, o E-Dicionário de Escrita de Viagens Portuguesa/E-Dictionary of Portuguese Travel Writing, que pretende ser uma obra de referência de livre acesso no âmbito do estudo da Escrita de Viagens no espaço lusófono.

 Os verbetes serão redigidos por académicos de todo o mundo e contemplarão: viajantes; obras; tipologias de textos e de viagens; zonas geográficas; imagotipos; conceitos (interdisciplinares) úteis para esta área de estudos, dos estudos pós-coloniais e da antropologia (do espaço) à história; temáticas da literatura ou escrita de viagens portuguesa desde a Idade Média até à atualidade; figuras de estilo e estratégias literárias. 
O dicionário será coordenado por Rogério Miguel Puga, a quem deverão ser enviadas as sugestões de entradas e as próprias entradas, até ao 31 de dezembro de 2014, através dos emailsrogerio_puga@hotmail.com ou edevp@outlook.com. 
O dicionário será de acesso livre e estará disponível online, na senda do E-Dicionário de Termos Literários, como work in progress que possibilitará aos colaboradores, sempre que o entenderem, modificar e atualizar os seus verbetes. 
Cada entrada deverá ser redigida em português e ter até 700 palavras (determinadas entradas, como por exemplo as temáticas, poderão ultrapassar esse limite). O verbete deverá terminar com a secção BIBLIOGRAFIA, que conterá até 6 referências bibliográficas abreviadas (Edward Said, Orientalism, 1979: 45-67). As citações em línguas que não a inglesa, francesa, italiana e espanhola deverão ser traduzidas. O/a autor/a do verbete deverá indicar a sua filiação após o nome, no fim do verbete.
Plastaforma9.com


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Online Linguistic Support


Há uma nova ferramenta online para estudantes Erasmus+, para ajudá-los a melhorar as suas competências linguísticas durante a sua estadia no estrangeiro! Esta ferramenta está disponível em Inglês, Francês, Espanhol, Alemão, Italiano e Holandês. 
Saiba mais em:

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Cartão Europeu de Seguro de Doença



O Cartão Europeu de Seguro de Doença é um cartão gratuito que lhe garante o acesso aos cuidados de saúde de que possa necessitar durante uma estadia temporária em qualquer um dos 28 países da UE, bem como na Islândia, no Listenstaine, na Noruega e na Suíça, nas mesmas condições e ao mesmo custo (em alguns países, gratuitamente) que as pessoas cobertas pelo sistema de saúde público do país onde se encontra. Já tem o seu?

Saiba mais sobre o Cartão Europeu de Seguro de Doença em:

http://ec.europa.eu/social

Como posso obter o Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)?Através da Segurança Social ou do seu subsistema de saúde. Nas lojas do cidadão ou nos subsistemas de saúde (ADSE, SSMJ, etc). E ainda na Internet (os beneficiários da Segurança Social, com número de identificação da segurança social, podem pedir o CESD na página da Internet em http://www.seg-social.pt/, através da Segurança Social Directa, com palavra-chave ou Cartão de Cidadão para acesso ao serviço (é necessário registo prévio).

Em que circunstâncias posso utilizar o cartão?
Quando se deslocar temporariamente nos Estados da União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suíça. Por exemplo, quando vai de férias, viagem de negócios ou estudar no estrangeiro. O cartão não abrange as situações em que a pessoa vai ao estrangeiro com o objectivo de receber tratamento médico por comprovada impossibilidade de tratamento em Portugal (falta de meios técnicos). O cartão não abrange prestadores de cuidados de saúde do sector privado.
Quais são as prestações a que tenho direito?
O cartão garante o mesmo acesso aos cuidados de saúde do sector público (ou seja, um médico, uma farmácia, um hospital ou um centro de saúde) que os cidadãos do país que está a visitar. Se for necessário receber tratamento médico num país em que os cuidados de saúde não sejam gratuitos, o portador do cartão será reembolsado imediatamente ou mais tarde, quando regressar ao seu país
Tenho uma doença crónica que me obriga a consultar um médico muito regularmente. Pretendo ir a outro Estado-membro, para uma estada temporária. O CESD cobre a minha assistência médica nesse país? 
Sim. Se a sua doença exigir tratamento em unidades médicas especializadas, unidades dotadas de equipamento especial e/ou pessoal especializado, bem como se a sua situação clínica exigir vigilância médica especial e, em particular, o recurso a técnicas ou equipamentos especiais (por exemplo, tratamentos de diálise renal ou oxigenoterapia).
Quais são as vantagens do CESD?
Simplificação administrativa de identificação do titular e da instituição financeiramente responsável pelos custos dos cuidados de saúde de que este possa vir a necessitar. Evita ainda que o segurado seja obrigado a regressar prematuramente ao Estado competente para receber os cuidados requeridos pelo seu estado de saúde.
Que documentação é necessária para obter o CESD?
Consoante a situação, o cartão de beneficiário da segurança social, de utente do Serviço Nacional de Saúde ou do subsistema que assegura a sua protecção na doença e o bilhete de identidade/cartão do cidadão.
Fonte: Jornal Publico 10-8-15

Ler mais: http://www.europarl.europa.eu/news


        

sexta-feira, 27 de junho de 2014

KIT EUROPASS e EUROPASS CV JÚNIOR

KIT EUROPASS
• Ajuda os cidadãos a transmitir as suas qualificações e competências de uma forma eficaz;
• Oferece uma ferramenta abrangente para os usuários com base num formato electrónico acessível;
• Permite que pessoas com diferentes formações e experiências tenham acesso a oportunidades de aprendizagem e de emprego em toda a Europa, em particular, ajudando as pessoas a mover-se entre países ou entre os sectores laborais;
• Promove fortes ligações entre a educação e a formação, a actividade comercial e industrial, assegurando a relevância contínua e adequada apreciação das competências e qualificações.
Atenção aos 5 documentos
ACEDER:
http://www.europass.pt/
http://www.europass.proalv.pt/np4/8.html 

EXEMPLO DE MATERIAIS A ACEDER NO KIT EUROPASS:




quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Portal "A sua Europa"


No Portal A sua Europa – tudo sobre ajuda e aconselhamento para os cidadãos da EU e seus familiares, sobre os temas:

- Viajar
- Trabalho e Reforma
- Viver no estrangeiro
- Educação e Juventude
- Saúde
- Família
- Consumidores
- Veículos (brevemente)

ACEDER aqui


A Sua Europa - Aconselhamento:
http://europa.eu/youreurope/advice/index_pt.htm

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Estudar na Europa


StudyPortals é uma plataforma “online”  - The European Study  Choice Plataform -  financiada pela União Europeia onde os estudantes podem encontrar e comparar as suas opções de estudo e de trabalho por todo o continente.
Consulte Também o portal Ploteus para saber das oportunidades de estudar na Europa.

ESTUDAR na EUROPA - Aceda a outros post na mesma etiqueta

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Queres trabalhar na União Europeia?

A ideia é tornar as ofertas de emprego em instituições e organismos da União Europeia (UE) acessíveis a todos os cidadãos portugueses, através de um serviço “direccionado e de proximidade”. O Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) criou, no início do ano, um site que junta anúncios de emprego de todas as vagas disponíveis na UE.
As ofertas do site Trabalhar na União Europeia ( aqui ) são para todos os cidadãos portugueses – de qualquer idade e formação – e podem ser para funcionário permanente, contratado, temporário ou especialista.
O CIEJD  responde a todas as dúvidas por email (func.port.ue@dgac.pt) ou telefone (211 225 045).
A notícia na comunicação social:  http://p3.publico.pt

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Os direitos do passageiro

Foi-lhe recusado o embarque? Cancelamento? Atraso considerável? Perdeu a bagagem?
Mobilidade reduzida?
Em caso de recusa de embarque, cancelamento ou de chegada ao destino final especificado no seu bilhete com mais de 3 horas de atraso, os passageiros podem receber uma indemnização, que varia entre 250 e 600 euros consoante a distância do voo.
Conheça os seus direitos em:
passenger-rights (http://ec.europa.eu/transport/passenger-rights/pt/) da Comissão Europeia.
E para saber mais (como pedir o reembolso ou indemnização...):
http://europa.eu/youreurope/citizens/travel/passenger-rights/air/index_pt.htm

Directiva 90/314/CEE do Conselho -A Diretiva relativa às viagens organizadas protege os consumidores europeus em férias e abrange pacotes de viagens pré-organizadas que combinem pelo menos dois dos seguintes serviços: transporte, alojamento ou outros serviços turísticos tais como excursões (tudo incluído no preço global):
.http://eur-lex.europa.eu/legal-content


Outro Recurso: Centro Europeu de Defesa do Consumidorhttp://cec.consumidor.pt/

Em tempo de férias é bom saber.
Consultar ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA datado de fev. 2013, aqui.