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terça-feira, 26 de março de 2019

Estatísticas APAV: Relatório Anual de 2018 - APAV



A APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima apresenta hoje (26 de março) as Estatísticas APAV: Relatório Anual de 2018. A APAV divulga as estatísticas do trabalho da organização nas vésperas da apresentação, pelo Governo da República à Assembleia da República, do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) relativo a 2018.
Os dados estatísticos disponibilizados reportam-se aos processos de apoio desenvolvidos presencialmente, por telefone e online, no ano transato, pelos 55 serviços de proximidade da APAV: o Sistema Integrado de Apoio à Distância (Linha de Apoio à Vítima 116 006 + apoio online), pela rede nacional de 18 Gabinetes de Apoio à Vítima, pela rede de Estruturas de Acolhimento e pelas três sub-redes de apoio especializado: a Rede UAVMD – Unidade de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação; a Rede CARE – Rede de Apoio Especializado a Crianças e Jovens Vítimas de Violência Sexual; e a RAFAVHVT – Rede de Apoio a Familiares e Amigos de Vítimas de Homicídio e de Terrorismo.
No ano de 2018, a APAV registou um total de 46.371 atendimentos, verificando-se um aumento de 31 % no número de atendimentos de 2016 a 2018 - quando, de 2015 a 2017, se havia verificado um aumento na ordem dos 19 %.
Verifica-se ainda, de 2017 para 2018, um crescimento de 1,8 % no número de vítimas apoiadas pela APAV (de 9.176 em 2017 para 9.344 vítimas em 2018) e um pequeno decréscimo no número de crimes e outras formas de violência reportados (de 21.161 em 2017 para 20.589 em 2018).
A análise do relatório permite ainda aferir diferentes contextos da vitimação e tipos de vítimas: em 2018, a APAV apoiou 926 pessoas idosas (+65 anos) vítimas de crime (em média, 3 por dia e 18 por semana); 941 crianças e jovens (em média, 3 por dia e 18 por semana); 854 homens adultos (em média, 2 por dia e 16 por semana) e 5.173 mulheres adultas (em média, 14 por dia e 99 por semana).
Os dados de 2018 indicam a manutenção da tendência de anos anteriores, com uma maioria de vítimas do sexo feminino (82,5 %). Do total das 9.344 vítimas apoiadas pela APAV em 2018, 74,1 % foram vítimas de violência doméstica (6.928). Destacam-se ainda, por tipo de crime, crimes de violência sexual, nomeadamente o abuso sexual de crianças (348 crimes), o stalking/perseguição (470 crimes) e o cibercrime (41 crimes).
No âmbito da formação e da sensibilização e prevenção da violência, foram ministradas 1.100 atividades formativas, abrangendo 26.238 formandos/participantes.
Sendo a maior organização nacional sem fins lucrativos de apoio à vítima de crime, seus familiares e amigos/as, a APAV pretende contribuir, com a apresentação deste relatório, para um maior conhecimento das realidades da criminalidade e da vitimação em Portugal.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Encontro de Abertura do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância 2019


No dia 1 de abril, irá ter lugar, no Auditório António Domingues de Azevedo da Ordem dos Contabilistas Certificados, o Encontro de Abertura do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância 2019, promovido pela Comissão Nacional que reúne vários especialistas na matéria dos maus-tratos.

Este encontro faz parte de uma série de iniciativas que serão desenvolvidas ao longo de todo o mês de abril promovidas pela Comissão Nacional e pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens de todo o País.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através do link:




terça-feira, 5 de março de 2019

Guia de Recursos online na área da Violência Doméstica





A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género disponibiliza o Guia de Recursos online com o objetivo de pretende facilitar e agilizar o trabalho de profissionais,  que, a nível nacional, acompanham e encaminham casos de violência doméstica, concentrando, numa única ferramenta, os contactos das entidades que integram a rede nacional de apoio a vitimas de violência doméstica.
Neste Guia, pode encontrar os recursos existentes nesta rede nacional de apoio, com desagregação específica por categorias (Estruturas de Atendimento a Vítimas, Forças de Segurança, Saúde, etc.) e por distrito ou ilha de cada Região Autónoma.
A pesquisa por “Categorias” pode ser feita com recurso às opções disponíveis por defeito – “modo cascata”-, selecionando uma das categorias acima referidas, e a pesquisa territorial (“Distritos ou ilhas”) através do mapa disponibilizado. Pode ainda realizar uma pesquisa mais específica, digitando o pretendido em cada uma das janelas disponíveis.
Tendo em conta que os casos de violência doméstica requerem uma intervenção célere e proporcional ao risco identificado, os resultados das pesquisas efetuadas obedecem ao critério da proximidade territorial. Todos os registos incluídos neste guia estão georreferenciados, com um mapa de localização disponível na opção “info.rápida”,  com hiperligação para a aplicação maps da Google.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Manual "Prevenir a Violência, Construir a Igualdade"



UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta lançou no dia 7 de Dezembro no Porto, o "Observatório Adolescência e Violências", um novo e grande objectivo para a nossa associação.
Ontem foi também lançado o manual "Prevenir a Violência, Construir a Igualdade" do nosso projecto ART'THEMIS+ UMAR onde se apresenta o trabalho, a filosofia e as ferramentas pedagógicas que a UMAR utiliza na prevenção primária da violência de género nas escolas há mais de uma década em várias regiões do país.
ACEDER ao Manual: https://www.researchgate.net/

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

«VIOLENTÓMETRO» MEDE ÍNDICES DE VIOLÊNCIA



Vai ser apresentada sexta-feira na UTAD uma ferramenta que permite detetar sinais de atitudes violentas e evidenciar o risco a que estão expostos os cidadãos. Esta é uma das iniciativas que assinalam o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres.
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai realizar uma iniciativa que visa alertar os estudantes universitários para a identificação, prevenção e denúncia de comportamentos violentos. O «Violentómetro» vai decorrer no dia 24 de novembro, entre as 10 e as 12 horas, no Pólo I da Escola de Ciências Humanas e Sociais, na Biblioteca e na Escola de Enfermagem/Ciências da Saúde.
A organização do evento partiu do curso de Psicologia da UTAD e este está integrado num conjunto de atividades que pretendem assinalar o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se comemora a 25 de novembro. A Associação de Apoio à Vitima (APAV) e a Câmara Municipal de Vila Real, através do projeto Mais Social, associaram-se a este projeto.
O «Violentómetro» resulta de um processo de investigação cujo objetivo é identificar comportamentos violentos quotidianos, alertar sobre eles e evidenciar o risco a que se expõem mulheres e homens. Foi adaptado de um modelo desenvolvido por uma universidade mexicana e consiste num conjunto de materiais gráficos e didáticos em forma de régua, no qual se visualizam manifestações implícitas e explícitas de violência, algumas destas comuns no quotidiano e na sociedade.
«Muitos destes comportamentos decorrem de papéis de género transmitidos deste muito cedo, aprendidos e reforçados quotidianamente, e isso permite que, em muitas ocasiões, se gerem situações de violência de diferentes tipos», explica Ricardo Barroso, docente da UTAD. 
O investigador acrescenta que o «Violentómetro» se trata «de uma ferramenta de sensibilização que visa ajudar na deteção, alerta e denúncia deste tipo de situações que afetam a liberdade e tranquilidade de mulheres e homens, que ocorrem nas relações interpessoais e que podem ser experienciados nos contextos escolares, laborais e nas relações de intimidade».
Fonte: Canal Superior

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Referencial de Formação do Programa de Promoção da Igualdade e da Diversidade Social e de Combate à Violência Doméstica e de Género


Já está disponível o Referencial de Formação do Programa de Promoção da Igualdade e da Diversidade Social e de Combate à Violência Doméstica e de Género - UNigualdade, editado em dezembro de 2017
A publicação é de acesso gratuito: AQUI

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

LIVRO DIGITAL: Emoções, Relações e Complicações



ou

Prevenir a violência ao longo da vida

Ninguém está imune a situações e ambientes de violência ao longo da vida. A violência é o uso intencional da força física ou do poder, real ou sob a forma de ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa ou contra um grupo, que resulte em ferimentos, morte, danos psicológicos, compromisso do desenvolvimento ou privação.
Para promover a literacia em saúde, o Ministério da Saúde lançou um novo livro digital, intitulado «Emoções, relações e complicações – Prevenir a violência ao longo da vida».
O novo livro digital pretende ensinar as pessoas a protegerem-se contra a violência, seja ela física, psicológica, sexual ou financeira. Seja num contexto de amizade, casal, vida familiar ou atividade profissional, ter uma relação saudável faz com que nos sintamos bem por sermos quem somos. O livro permite fazer um check-up às relações.
  • Bullying?
  • Violência no namoro?
  • Violência nas relações de intimidade?
  • Violência na gravidez?
  • Violência contra pessoas pessoas lésbicas, gays, transsexuais e intersexo (LGBTI)?
  • Violência no local de trabalho?
  • Violência contra pessoas idosas ou dependentes?
  • Maus tratos em crianças e jovens?

Retirado de: https://www.sns.gov.pt


segunda-feira, 17 de julho de 2017

LINHAS ORIENTADORAS PARA ACTUAÇÃO EM CASOS DE INDÍCIOS DE ABUSO SEXUAL de Crianças e Jovens



COORDENAÇÃO
CASA PIA DE LISBOA, I.P. Maria da Luz Duque – Coordenadora do Gabinete de Promoção da Saúde Olga Miralto – Gabinete de Promoção da Saúde 
PRAZER DE PENSAR, LDA. Empresa prestadora de serviços de psicologia clínica aos educandos da Casa Pia de Lisboa Miguel Pinto Barros – Psicólogo Clínico Teresa Leite – Psicóloga Clínica

Maio de 2010

quinta-feira, 25 de maio de 2017

sexta-feira, 3 de março de 2017

Violência doméstica: boas práticas no apoio a vítimas LGBT



No dia 1 de março de 2017, em Lisboa, teve lugar a apresentação pública da nova publicação editada pela Comissão para a Cidadania e a igualdade de Género (CIG) – “Violência doméstica: boas práticas no apoio a vítimas LGBT: guia de boas práticas para profissionais de estruturas de apoio a vítimas”.
Saber mais e descarregar o Guia, em: https://www.cig.gov.pt/

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

VÍTIMA de VIOLÊNCIA ou em crise?


Lisboa já tem um Gabinete de Apoio à Vítima para Juventude LGBTI, gerido pela associação Casa-Qui.


Este gabinete presta apoio especializado a jovens e vítimas de algum tipo de violência ou dificuldade relacionada com a orientação sexual, identidade e/ou expressão de género.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Campanha Regional Contra a Violência no Namoro

REGIÃO AUTÓNOMA da MADEIRA
http://violenciadomestica.gov-madeira.pt/perguntas-frequentes.html

Em caso de emergência, contacte: 
· 112 (Polícia) - Para Proteção;
· 144 (Linha de Emergência Social) - Para Apoio.

A chamada é gratuita e estes serviços estão disponíveis 24 horas por dia. 
Pedir apoio junto dos seguintes organismos:
· Equipa de Apoio à Vítima de Violência Doméstica - 291 205 135· Associação Presença Feminina - 291 759 777· Serviços de Acão Social da área de residência
· Posto de Esquadra da área de Residência
· Tribunal
· Serviços de Ministério Público
· Comissão de Proteção de Crianças e Jovens da área de residência
· Centro de Saúde da área de residência
     · Hospital