sexta-feira, 29 de março de 2019

Plataforma: GovTech



O GovTech é uma iniciativa do Governo que tem como objetivo premiar e apoiar produtos e serviços inovadores, criados por startups, que se enquadrem à solução de um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) ou “Sustainable Development Goals” (SDG) das Nações Unidas, numa resposta nacional aos desafios que se colocam por cá e no mundo.
Continuar a ler: https://govtech.gov.pt

quarta-feira, 27 de março de 2019

Arrancou a terceira edição do Orçamento Participativo Jovem Portugal


Arrancou a terceira edição do Orçamento Participativo Jovem Portugal
Teve ontem início a edição de 2019 do Orçamento Participativo Jovem Portugal. Tal como previsto na Lei do Orçamento do Estado para este ano, o processo conta com o montante de 500 mil euros para aplicação em propostas apresentadas por cidadãos com idades compreendidas entre os 14 e os 30 anos.
Os projetos admitidos nesta 3.ª edição abrangem as áreas dos temas-chave do Plano Nacional para a Juventude: 
  • Emprego
  • Educação Formal e Não Formal
  • Habitação
  • Saúde Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
  • Governança e Participação
  • Igualdade e Inclusão Social

O Orçamento Participativo Jovem Portugal (OPJP) é, como referido, um processo de participação democrática em que os cidadãos jovens dos 14 aos 30 anos, inclusive, apresentam e votam projetos de investimento público.
Nas duas edições anteriores foram apresentadas mais de 800 propostas que foram votadas por mais de 13 mil cidadãos jovens.
A fase de apresentação de propostas da terceira edição decorre de 25 de março a 29 de abril. As propostas podem ser apresentadas através da plataforma https://opjovem.gov.pt ou presencialmente nos encontros de participação.

Escolas inclusivas: Projeto educação LGBTI - Episódio 1 - Psicóloga Eduarda Ferreira



Será que há uma idade certa para começar a falar de temas como orientação sexual, identidade e expressão de género? A psicóloga Eduarda Ferreira explica-nos que é importante começar a educar desde cedo para a igualdade! Essa é a nossa principal missão com o projeto educação lgbti. Se gostavas que fôssemos até à tua escola falar destes temas, escreve-nos para educacao@rea.pt


Programa LER+Qualifica



O Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) lança, em parceria com a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP, IP), o programa LER+Qualifica, programa de leitura e escrita para adultos que frequentam os Centros Qualifica e as escolas a eles associadas. Este programa tem como objetivo desenvolver e reforçar hábitos de leitura e escrita na população adulta promovendo, além das competências de compreensão leitora funcional e instrumental, também a literária, essencial para a prática de uma cidadania informada e ativa e para a inclusão social.

Pró-Inclusão - Audição na Assembleia da República



Audição da Pró-Inclusão - Associação Nacional de Docentes de Educação Especial - com o Grupo de Trabalho da Educação Especial, da 8ª Comissão de Educação e Ciência, no dia 31 de janeiro de 2019, na Assembleia da República.
A Associação esteve representada pelo Presidente, Professor David Rodrigues, e pelas docentes Manuela Prata e Margarida Loureiro

terça-feira, 26 de março de 2019

Estatísticas APAV: Relatório Anual de 2018 - APAV



A APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima apresenta hoje (26 de março) as Estatísticas APAV: Relatório Anual de 2018. A APAV divulga as estatísticas do trabalho da organização nas vésperas da apresentação, pelo Governo da República à Assembleia da República, do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) relativo a 2018.
Os dados estatísticos disponibilizados reportam-se aos processos de apoio desenvolvidos presencialmente, por telefone e online, no ano transato, pelos 55 serviços de proximidade da APAV: o Sistema Integrado de Apoio à Distância (Linha de Apoio à Vítima 116 006 + apoio online), pela rede nacional de 18 Gabinetes de Apoio à Vítima, pela rede de Estruturas de Acolhimento e pelas três sub-redes de apoio especializado: a Rede UAVMD – Unidade de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação; a Rede CARE – Rede de Apoio Especializado a Crianças e Jovens Vítimas de Violência Sexual; e a RAFAVHVT – Rede de Apoio a Familiares e Amigos de Vítimas de Homicídio e de Terrorismo.
No ano de 2018, a APAV registou um total de 46.371 atendimentos, verificando-se um aumento de 31 % no número de atendimentos de 2016 a 2018 - quando, de 2015 a 2017, se havia verificado um aumento na ordem dos 19 %.
Verifica-se ainda, de 2017 para 2018, um crescimento de 1,8 % no número de vítimas apoiadas pela APAV (de 9.176 em 2017 para 9.344 vítimas em 2018) e um pequeno decréscimo no número de crimes e outras formas de violência reportados (de 21.161 em 2017 para 20.589 em 2018).
A análise do relatório permite ainda aferir diferentes contextos da vitimação e tipos de vítimas: em 2018, a APAV apoiou 926 pessoas idosas (+65 anos) vítimas de crime (em média, 3 por dia e 18 por semana); 941 crianças e jovens (em média, 3 por dia e 18 por semana); 854 homens adultos (em média, 2 por dia e 16 por semana) e 5.173 mulheres adultas (em média, 14 por dia e 99 por semana).
Os dados de 2018 indicam a manutenção da tendência de anos anteriores, com uma maioria de vítimas do sexo feminino (82,5 %). Do total das 9.344 vítimas apoiadas pela APAV em 2018, 74,1 % foram vítimas de violência doméstica (6.928). Destacam-se ainda, por tipo de crime, crimes de violência sexual, nomeadamente o abuso sexual de crianças (348 crimes), o stalking/perseguição (470 crimes) e o cibercrime (41 crimes).
No âmbito da formação e da sensibilização e prevenção da violência, foram ministradas 1.100 atividades formativas, abrangendo 26.238 formandos/participantes.
Sendo a maior organização nacional sem fins lucrativos de apoio à vítima de crime, seus familiares e amigos/as, a APAV pretende contribuir, com a apresentação deste relatório, para um maior conhecimento das realidades da criminalidade e da vitimação em Portugal.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Programa de bolsas de estudo da ONU para afrodescendentes 2019


Estão abertas as inscrições para o Programa Anual de Bolsas de Estudo para Pessoas Afrodescendentes. O Programa oferece uma oportunidade de aprendizagem intensiva a pessoas de ascendência africana vivendo fora do continente africano, em questões de direitos humanos, de particular importância para as(os) afrodescendentes em todo o mundo. Os candidatos devem trabalhar em questões relacionadas com pessoas de ascendência africana ou direitos das minorias e ter fluência na língua inglesa. O período de inscrição termina em 30 de abril de 2019.

Encontro de Abertura do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância 2019


No dia 1 de abril, irá ter lugar, no Auditório António Domingues de Azevedo da Ordem dos Contabilistas Certificados, o Encontro de Abertura do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância 2019, promovido pela Comissão Nacional que reúne vários especialistas na matéria dos maus-tratos.

Este encontro faz parte de uma série de iniciativas que serão desenvolvidas ao longo de todo o mês de abril promovidas pela Comissão Nacional e pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens de todo o País.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através do link:




sexta-feira, 22 de março de 2019

Plataforma NAU



A sessão de lançamento da plataforma de Ensino e Formação a Distância da Administração Pública para Grandes Audiências realiza-se dia 3 de abril de 2019, durante a Futurália - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, na Feira Internacional de Lisboa (FIL).A cerimónia decorrerá no Espaço Alerta, pelas 11h00, e contará com as intervenções de Suas Excelências o Secretário de Estado da Educação, João Costa, o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira, e da Secretária de Estado da Saúde, Raquel Duarte.Com cerca de 10 mil formandos registados, esta plataforma de ensino e formação a distância conta já com onze instituições aderentes, enquanto promotoras de formações em formato MOOC (Massive Open Online Courses). Cursos sobre cibersegurança para cidadãos ou sobre o recente projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, ambos da Direção-Geral da Educação (DGE), são algumas das formações disponibilizadas. 
Transversal a diversos ministérios, esta plataforma permitirá “desenvolver ações de formação para um maior número de funcionários e cidadãos”, garantindo “maior qualidade, maior frequência e menores custos”.

O primeiro curso, que será lançado para os profissionais da ciência, tem como tema “O Essencial da Gestão de Dados de Investigação”.


O segundo curso, que é dirigido aos profissionais de educação em particular aos professores do ensino pré-escolar, básico e secundário, tem como tema “ Educação Para a Sustentabilidade” e integra-se nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável para 2030 das Nações Unidas.

Europa nos manuais escolares





Europa nos manuais

O tratamento superficial de questões relacionadas com o projeto europeu na escola afasta os jovens da participação cívica. O estudo Aprender sobre União Europeia em tempos de crise: livros portugueses e visões normativas da cidadania europeia, desenvolvido por investigadores da Universidade do Porto, analisou a forma como a União Europeia é representada em 5 manuais escolares do ensino secundário e concluiu que “há um lapso na transmissão de conhecimento e de noção política”. Nos manuais há informação descritiva, mas faltam atividades que promovam o pensamento crítico, lê-se no PUBLICO
Fonte: Fundação Belmiro de Azevedo


quinta-feira, 21 de março de 2019

Dylan Marron: “Empatia não significa aprovação”

Aviso n.º 4656-C/2019

Aviso n.º 4656-C/2019 - Diário da República n.º 55/2019, 1º Suplemento, Série II de 2019-03-19 
Ambiente e Transição Energética - Fundo Ambiental 
EduMove-te: Educar para a mobilidade sustentável.
ACEDER: AQUI

Aviso n.º 4656-B/2019

Aviso n.º 4656-B/2019 - Diário da República n.º 55/2019, 1º Suplemento, Série II de 2019-03-19 
Ambiente e Transição Energética - Fundo Ambiental 
Re-Educa: Educar para uma economia circular.
ACEDER: https://dre.pt/

Aviso n.º 4656-A/2019

Aviso n.º 4656-A/2019 - Diário da República n.º 55/2019, 1º Suplemento, Série II de 2019-03-19 
Ambiente e Transição Energética - Fundo Ambiental 
EducarTe: Educar para o Território
ACEDER: https://dre.pt

quarta-feira, 20 de março de 2019

Referencial de Educação do Consumidor





EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
ENSINO BÁSICO 
ENSINO SECUNDÁRIO
Editor: Ministério da Educação
Janeiro 2019

A NORMA 02/JNE/2019




“Vimos informar que está disponível no sítio do Júri Nacional de Exames, na área reservada às escolas – Área de Escolas – “A NORMA 02/JNE/2019 - Instruções para Realização, Classificação, Reapreciação e Reclamação de provas e exames dos Ensinos Básico e Secundário.”

Deliberação n.º 303/2019

Deliberação n.º 303/2019 - Diário da República n.º 55/2019, Série II de 2019-03-19 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior 
Estabelece a correspondência entre os exames nacionais do ensino secundário e as provas de ingresso na candidatura ao ensino superior de 2019-2020.
ACEDER AQUI

terça-feira, 19 de março de 2019

4ª edição do CTT Academy - Trainee Program

Temos um programa com tudo o que precisas para começar a tua carreira! O Programa de Trainees dos CTT tem por objetivo dar-te a oportunidade de conheceres, trabalhares e cresceres no fascinante mundo da distribuição e logística.
Durante todo o teu percurso damos-te a oportunidade de conheceres a empresa como um todo e, contarás sempre com um Tutor e um Mentor, que te acompanharão constantemente.
Além das tuas atividades diárias, temos muitas outras iniciativas à tua espera, desde formação, voluntariado,  projetos e desafios que te irão ser lançados regularmente!

Condições de Acesso ao Programa

  • Média igual ou superior a 14 valores;
  • Idade até aos 25 anos;
  • Mestrado concluído há menos de 2 anos (ou parte curricular concluída até setembro de 2019)
  • Áreas preferenciais: Engenharia, Gestão e Informática;
  • Experiência profissional inferior a 2 anos.

As candidaturas à 4ª edição do CTT Academy - Trainee Program encerram dia 7 de abril de 2019.

SABER mais: https://www.ctt.pt/

Deliberação n.º 266-A/2019 e Declaração de Retificação n.º 301-A/201

Deliberação n.º 266-A/2019 - Diário da República n.º -50/2019, 2º Suplemento, Série II de 2019-03-12
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior 
Fixa os pré-requisitos para a candidatura ao ensino superior de 2019-2020.
ACEDER: https://dre.pt


Declaração de Retificação n.º 301-A/2019 - Diário da República n.º 63/2019, 2º Suplemento, Série II de 2019-03-29 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior 
Retifica a Deliberação da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior n.º 266-A/2019, de 12 de março, relativa à fixação dos pré-requisitos a exigir para a candidatura ao ensino superior de 2019-2020.
ACEDER: https://dre.pt/


Inscrição para a realização de pré-requisitos [.: De 11 a 29 de Março

sábado, 16 de março de 2019

ESTUDO: Que perceções têm os portugueses sobre o valor da educação?




Autor: EDULOG  
Título: Que perceções têm os portugueses sobre o valor da educação?  
Coleção: EDUTalks  
Número: 1  
Ano de edição: 2019 

A primeira sessão das EDUTalks foi marcada pela publicação do estudo “Que perceções têm os portugueses sobre o valor da educação?”, apresentado por Orlanda Tavares (investigadora na Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior e no Centro de Investigação de Políticas de Ensino Superior), Cristina Rocha (Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto) e João Caramelo (Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto).

Retirado de: https://edulog.pt/

BREVE RESUMO sobre a MADEIRA: 

"Em contrapartida, as regiões do Alentejo, Algarve, Madeira e Açores são as regiões do país que menos valorizam a educação. Estas disparidades regionais traduzem-se numa variação acentuada e persistente em termos de padrões educativos, parcialmente decorrentes do tipo de mercado de trabalho envolvente. Assim, a “desvalorização” da educação pode estar associada às características do mercado de trabalho onde predominam as pequenas e médias empresas, na sua maioria de características familiares, com níveis incipientes de inovação tecnológica e organizacional; onde o recrutamento de trabalhadores é informal, através de redes familiares e sociais; onde prevalecem os contratos de emprego atípicos e as deficientes condições de trabalho; e onde, para a maioria dos empregadores da região, o nível de educação não é um fator de diferenciação salarial. Além disso, o baixo poder de compra das famílias pode levar os jovens a querer começar a trabalhar o quanto antes para aumentar o orçamento do agregado familiar, dado que o investimento em educação a longo prazo é entendido como tendo um retorno incerto (Pinto, 2012).
 (...)
As regiões do Alentejo e do Algarve, bem como os arquipélagos autónomos da Madeira e dos Açores, são locais que parecem estar mais desfavorecidos no que diz respeito à qualidade da oferta laboral (o que parece justificar o desinvestimento na educação), às dificuldades financeiras e, no caso do Alentejo, à falta de oferta formativa."




quinta-feira, 14 de março de 2019

GUIA: Is Gender OK? Uma Escola Amiga da Igualdade de Género | 2019




 AQUI


Guia para uma Escola Amiga da Igualdade de Género, desenvolvido por Tamy Rodrigues, investigadora da YUPI, e que pretende ser uma ferramenta para que "cada escola possa iniciar um processo de reflexão e ação para uma escola mais justa e empoderadora".

Manual de Apoio à Pessoa com Doença Rara




ÍNDICE
do
 Manual



ACEDER: https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes (acesso integral )

 A Estratégia Integrada para as Doenças Raras 2015-2020, que se encontra em anexo ao Despacho n.º 2120-B/2015, de 27 de fevereiro, baseada numa cooperação intersectorial e interinstitucional, visa reunir os contributos, competências e recursos de todos os sectores relevantes, de forma a promover uma mudança real nas condições complexas das pessoas que sofrem de doença rara. Esta cooperação pretende dar um forte contributo para a melhoria do acesso e a qualidade dos cuidados de saúde, assim como das condições de tratamento, com base nas evidências que a ciência vem produzindo, e diversificando as respostas sociais adaptadas a cada caso.
Neste âmbito, apresenta-se o primeiro manual de apoio à pessoa com doença rara, com o objetivo de compilar informação útil para apoiar a pessoa com doença rara, ao longo de todas as fases do ciclo de vida.
Ao longo deste manual poderá encontrar informação sintetizada sobre o acesso aos cuidados de saúde no Serviço Nacional de Saúde, à educação, aos apoios e respostas sociais, bem como aos produtos de apoio atualmente disponíveis.

Uso problemático da internet e sentimentos de solidão



Rui Miguel Costa, Ivone Patrão & Mariana Machado (2018) Problematic internet use and feelings of loneliness, International Journal of Psychiatry in Clinical Practice, DOI: 10.1080/13651501.2018.1539180 ou https://www.tandfonline.com

Artigo de Karla Pequenino com o título “Sozinho entre milhares de amigos. Estudo associa redes sociais e solidão nos jovens, que saiu no Jornal Publico a 13 de março de 2019:

"A Investigação em Portugal indica que passar muito tempo online faz os jovens sentirem-se sozinhos, mesmo quando não deixam de falar com os amigos frente a frente. É a natureza da comunicação online que provoca a solidão? Investigadores dizem que há uma conexão.
Num mundo em que é cada vez mais normal usar o Facebook, o Twitter, o Instagram, ou o YouTube para comunicar com outras pessoas – a qualquer hora, em qualquer lugar –, são vários os trabalhos que começam a encontrar uma relação entre usar Internet e sentir mais solidão. Particularmente, nos jovens. Um estudo do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA), em Lisboa, mostra que os jovens portugueses que passam muito tempo nas redes sociais se sentem mais sozinhos. É uma conclusão comum na área da solidão digital: em 2016, um inquérito a utilizadores portugueses do Facebook, feito na Universidade Lusófona do Porto, mostrou que quem passa mais tempo na rede social se sente mais só. Em 2017, outro estudo, desta vez focado nos EUA, mostrou que passar mais de duas horas por dia em redes como Facebook, Snapchat e Twitter duplicava a probabilidade de alguém se sentir isolado.
Só que os investigadores do ISPA descobriram que o sentimento de solidão entre os jovens portugueses mantém-se, mesmo quando o tempo que passam online não interfere com o tempo que passam a falar com amigos fora da Internet, frente a frente. Em causa pode estar a falta de riqueza sensorial das conversas online. O nosso estudo sustenta que há qualquer coisa na comunicação online que causa a solidão, que é a forma como a comunicação acontece online que cria esse sentimento”, resume ao PÚBLICO o investigador do ISPA Rui Costa. “Nas raparigas, em particular, o sentimento de solidão não se explicava por passarem menos tempo com os amigos. Foi uma das questões que nos chamou a atenção.”
As conclusões foram publicadas na revista académica International Journal of Psychiatry in Clinical Practice. estudo, em que foram inquiridos 548 jovens em Portugal (dos 16 aos 26 anos) entre 2015 e 2016, mostra que as redes sociais eram de longe a actividade preferida dos jovens quando estão na Internet. Os participantes foram avaliados quanto à percepção de solidão, ao ambiente familiar, e se têm um “uso problemático da Internet”. Foi questionado o grau de identificação com afirmações como “A interacção social online é mais confortável do que frente-a-frente”, e “Faltei a compromissos sociais devido ao meu uso da Internet”.
Continuar a ler: https://www.publico.pt

segunda-feira, 11 de março de 2019

Despacho n.º 2387-A/2019

Despacho n.º 2387-A/2019 - Diário da República n.º 48/2019, 2º Suplemento, Série II de 2019-03-08 
Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação 
Sistematiza as competências, procedimentos e metodologia a observar no processo de planeamento e concertação das redes de ofertas profissionalizantes no ano letivo de 2019-2020
Aceder: https://dre.pt/
Resolução da Assembleia da República n.º 36/2019 - Diário da República n.º 48/2019, Série I de 2019-03-08
Assembleia da República 
Recomenda ao Governo que proceda à reorganização dos ciclos de estudo no ensino básico e no ensino secundário.
Aceder: https://dre.pt

quinta-feira, 7 de março de 2019

terça-feira, 5 de março de 2019

Base de dados Skills for Jobs





O que é a base de dados Skills for Jobs?

Lançada em 2017 pela OCDE, a base Skills for Jobs faculta informação sobre a escassez e o excedente de competências em 40 países, assim como sobre desequilíbrios profissionais.

A base de dados analisa competências cognitivas, sociais e físicas, e pode ajudá-lo(a) a compreender quais as competências difíceis de encontrar e quais existem em excesso - seja um candidato a emprego que procura otimizar o seu conjunto de competências, ou um empregador que tenta encontrar trabalhadores qualificados.

Por que motivo é importante?
Se for um trabalhador com competências existentes em excesso, pode acabar por ter de aceitar trabalho numa área não relacionada com a sua especialização ou abaixo do seu nível de qualificação, o que pode levar a insatisfação. De igual modo, caso não possua as competências necessárias para a sua carreira de eleição, pode ser difícil encontrar um trabalho satisfatório.

Enquanto empregador, pode ter dificuldades em preencher posições em aberto ou arrisca-se a ser ultrapassado quando tem de adotar novas tecnologias se não se mantiver a par das informações mais recentes sobre competências.

A base de dados Skills for Jobs pode ajudá-lo(a) a compreender melhor os desequilíbrios de competências e de que forma estes podem prejudicá-lo(a) ou ajudá-lo(a) e ao seu negócio.
Continuar a ler: https://ec.europa.eu/

Guia de Recursos online na área da Violência Doméstica





A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género disponibiliza o Guia de Recursos online com o objetivo de pretende facilitar e agilizar o trabalho de profissionais,  que, a nível nacional, acompanham e encaminham casos de violência doméstica, concentrando, numa única ferramenta, os contactos das entidades que integram a rede nacional de apoio a vitimas de violência doméstica.
Neste Guia, pode encontrar os recursos existentes nesta rede nacional de apoio, com desagregação específica por categorias (Estruturas de Atendimento a Vítimas, Forças de Segurança, Saúde, etc.) e por distrito ou ilha de cada Região Autónoma.
A pesquisa por “Categorias” pode ser feita com recurso às opções disponíveis por defeito – “modo cascata”-, selecionando uma das categorias acima referidas, e a pesquisa territorial (“Distritos ou ilhas”) através do mapa disponibilizado. Pode ainda realizar uma pesquisa mais específica, digitando o pretendido em cada uma das janelas disponíveis.
Tendo em conta que os casos de violência doméstica requerem uma intervenção célere e proporcional ao risco identificado, os resultados das pesquisas efetuadas obedecem ao critério da proximidade territorial. Todos os registos incluídos neste guia estão georreferenciados, com um mapa de localização disponível na opção “info.rápida”,  com hiperligação para a aplicação maps da Google.

sexta-feira, 1 de março de 2019

NORMA 01/JNE/2019



NORMA 01/JNE/2019- Instruções para a inscrição de Provas e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário.”

Inscrições Abertas para o Programa Estágios de Verão




REGÃO AUTONOMA DA MADEIRA

Direcção Regional de Juventude e Desporto

Inscrições Abertas para o Programa Estágios de Verão

De 1 a 31 de março de 2019 decorre o prazo de inscrições para o Programa Estágios de Verão, uma iniciativa da Secretaria Regional de Educação, cuja gestão é da responsabilidade da Direção Regional de Juventude e Desporto.

Este Programa tem como principal objetivo proporcionar uma experiência formativa capaz de fomentar o enriquecimento curricular, bem como promover a integração dos jovens no mercado de trabalho.

Podem candidatar-se ao Estágios de Verão os jovens que:
- Nunca tenham participado neste Programa;
- Estejam a frequentar o ensino universitário, em Portugal ou no estrangeiro, que confira o grau de licenciatura, mestrado ou doutoramento, ou a frequentar cursos de pós-graduação;
-Tenham idade máxima de 30 anos, à data do início do estágio;
- Tenham domicílio fiscal na Região Autónoma da Madeira;
- Não se encontrem a exercer qualquer atividade profissional remunerada, independentemente do título ou qualificação do vínculo existente.

Link de inscrição: https://formularios.madeira.gov.pt/estagiosdeverao

Para mais informações, contacta esta Direção Regional através do 291 203 830, ou segue a hiperligação https://www.madeira.gov.pt/drjd/