Com o objetivo de apoiar as escolas e de prestar informação a todos os parceiros que têm colaborado na construção de documentos de apoio à concretização dos dezassete domínios que constituem a componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento – sociedade civil, organizações não governamentais, organismos e institutos públicos, a Direção-Geral de Educação desenvolveu um novo sítio: https://cidadania.dge.mec.pt/
sábado, 31 de agosto de 2019
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Guia para profissionais da área da comunicação I pessoas em situação de sem-abrigo
Guia elaborado pela EAPN Espanha/Rede Europeia Anti-Pobreza, foi adaptado no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo 2017-2023. Este Guia pretende ser uma ferramenta para os jornalistas e para todos os que desejam divulgar informação relativa ao fenómeno das pessoas em situação de sem-abrigo.
Apesar da sua proximidade física, o conhecimento sobre este fenómeno continua a ser pouco profundo na sociedade, o que facilita a perpetuação do estigma, dos preconceitos e dos mitos sobre as pessoas em situação de sem-abrigo.
O "Guia para profissionais da área da comunicação no âmbito do fenómeno das pessoas em situação de sem-abrigo" está disponível para consulta em: http://www.enipssa.pt/
Fonte: ENIPSSA
Despacho n.º 7247/2019
Despacho n.º 7247/2019 - Diário da República n.º 156/2019, Série II de 2019-08-16
Estabelece as medidas administrativas para implementação do previsto no n.º 1 do artigo 12.º da Lei n.º 38/2018, de 7 de agosto
O presente despacho estabelece as medidas administrativas que as escolas devem adotar para efeitos da implementação do previsto no n.º 1 do artigo 12.º da Lei n.º 38/2018, de 7 de agosto, que estabelece o direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e o direito à proteção das características sexuais de cada pessoa.aceder: https://dre.pt/
ESCOLA VIRTUAL de LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA
A EVLGP é um
Projecto/Iniciativa da Associação de Surdos do Porto em parceria com a Escola
Superior de Educação de Coimbra, viabilizado pelo Prémio BPI/Capacitar 2013 e
cujo objectivo geral passa por disponibilizar - através de uma plataforma de
ensino a distância - oferta formativa em LGP com diferentes níveis de
aprendizagem e aprofundamento e aberta a toda a comunidade.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Associação Gap Year Portugal (AGYP)
Artigo da Jornalista Andreia Sanches, no Jornal Publico de hoje, com o título"Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção."
"Isadora Freitas está a terminar a licenciatura em Ciências da Comunicação, mas não vai já procurar emprego, nem inscrever-se num mestrado. Vai tirar um ano sabático. Numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior, e milhares de jovens têm de optar entre continuar a estudar ou procurar emprego, há quem faça a mesma escolha que Isadora fez. A partir de Setembro, a Associação Gap Year Portugal (AGYP) terá cerca de 50 jovens a fazer um ano de pausa para “sair da zona de conforto”, nas palavras do vice-presidente da associação, Telmo Martins.
“Preciso de experiências que me dêem estaleca”, continua Isadora, 21 anos, para quem realizar mestrado logo após a licenciatura nunca foi opção e, tendo em conta a actual conjuntura, entrar no mercado de trabalho também não. “Ou talvez isso seja uma desculpa”, diz.
"Isadora Freitas está a terminar a licenciatura em Ciências da Comunicação, mas não vai já procurar emprego, nem inscrever-se num mestrado. Vai tirar um ano sabático. Numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior, e milhares de jovens têm de optar entre continuar a estudar ou procurar emprego, há quem faça a mesma escolha que Isadora fez. A partir de Setembro, a Associação Gap Year Portugal (AGYP) terá cerca de 50 jovens a fazer um ano de pausa para “sair da zona de conforto”, nas palavras do vice-presidente da associação, Telmo Martins.
“Preciso de experiências que me dêem estaleca”, continua Isadora, 21 anos, para quem realizar mestrado logo após a licenciatura nunca foi opção e, tendo em conta a actual conjuntura, entrar no mercado de trabalho também não. “Ou talvez isso seja uma desculpa”, diz.
A
jovem natural de Aveiro quer ser jornalista, mas os objectivos para o próximo
ano passam por viajar e fazer voluntariado: “É uma questão de crescimento
interior, dar tempo de mim para mim e perceber aquilo que realmente quero.”
O conceito de gap year — criado pelos ingleses na década de 1960 — aparece normalmente associado a viajar, mas pode passar pela realização de cursos, voluntariado ou desenvolver ideias de negócio, entre outros. É também comum que seja realizado no final do secundário, mas não só.
O conceito de gap year — criado pelos ingleses na década de 1960 — aparece normalmente associado a viajar, mas pode passar pela realização de cursos, voluntariado ou desenvolver ideias de negócio, entre outros. É também comum que seja realizado no final do secundário, mas não só.
Telmo
Martins já foi “gapper” — o nome
pelo qual são conhecidos os que decidem viver um "gap
year". Tinha 22 anos quando, ao acabar a licenciatura em
Psicologia, decidiu passar um ano a viajar. Hoje, com 24, a fazer mestrado e a
estagiar, dedica-se também a divulgar o conceito de gap
year. O vice-presidente da AGYP explica que em Portugal o gap
year é pouco
comum “porque, no caso dos jovens, os pais estão muito agarrados aos filhos e
consideram que é estar um ano parado — há pressa em fazer o curso e começar a
trabalhar”. Considera, por isso, que é responsabilidade dos jovens ajudar os
pais a compreender e a aceitar a opção, tal como ele próprio teve de fazer.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e coordenadora em Portugal do Health Behaviour in School-Aged Children (um levantamento dos comportamentos e estilos de vida dos adolescentes levado a cabo de quatro em quatro anos pela Organização Mundial de Saúde) tem a mesma opinião: “Os adolescentes portugueses não estão tão preparados como os outros adolescentes europeus porque no Sul da Europa os pais retêm os filhos mais tempo num estatuto de não autonomia e de não responsabilização.” Contudo, para a psicóloga, a realização de um ano sabático “pode constituir uma experiência inesquecível e enriquecedora na vida de qualquer adolescente”.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e coordenadora em Portugal do Health Behaviour in School-Aged Children (um levantamento dos comportamentos e estilos de vida dos adolescentes levado a cabo de quatro em quatro anos pela Organização Mundial de Saúde) tem a mesma opinião: “Os adolescentes portugueses não estão tão preparados como os outros adolescentes europeus porque no Sul da Europa os pais retêm os filhos mais tempo num estatuto de não autonomia e de não responsabilização.” Contudo, para a psicóloga, a realização de um ano sabático “pode constituir uma experiência inesquecível e enriquecedora na vida de qualquer adolescente”.
“Desvio saudável”
Recordando a experiência pessoal, Telmo Martins conta com entusiasmo: “Faltava
ali qualquer coisa, estava algo por conquistar e consegui sozinho.” Margarida
Gaspar de Matos prossegue: a realização de um sabático permite o “exercício da
autonomia e responsabilização”, a “criação de redes de suporte social”, o
contacto com línguas e culturas estrangeiras e até tem “vantagens escolares e
profissionais para o futuro”.
O
responsável da AGYP diz, aliás, que a realização de um gap
yeartem sido valorizada nas entrevistas de emprego que tem
realizado nas área de consultoria e recursos humanos.
Psicóloga e investigadora na área do desenvolvimento e educação, Isabel Macedo Pinto também considera que um gap year pode representar um “desvio muito saudável” na carreira académica e profissional: “A distância pode ajudar a repensar projectos de carreira, muitas vezes elaborados de forma imatura e pouco reflectida, em outros casos a reforçar e reinvestir nos projectos de carreira já elaborados.”
Isabel Macedo Pinto vê no contexto actual “um trampolim para a saída e para a aventura” e explica: “Presentemente as pessoas estão cada vez mais mentalizadas para a ideia de que os jovens têm que sair do país para encontrarem trabalho e melhores condições de vida.”
Tanto Isabel Pinto como Margarida Matos ressalvam, contudo, que um ano sabático representa gastos financeiros que grande parte das famílias portuguesas não pode suportar.
Psicóloga e investigadora na área do desenvolvimento e educação, Isabel Macedo Pinto também considera que um gap year pode representar um “desvio muito saudável” na carreira académica e profissional: “A distância pode ajudar a repensar projectos de carreira, muitas vezes elaborados de forma imatura e pouco reflectida, em outros casos a reforçar e reinvestir nos projectos de carreira já elaborados.”
Isabel Macedo Pinto vê no contexto actual “um trampolim para a saída e para a aventura” e explica: “Presentemente as pessoas estão cada vez mais mentalizadas para a ideia de que os jovens têm que sair do país para encontrarem trabalho e melhores condições de vida.”
Tanto Isabel Pinto como Margarida Matos ressalvam, contudo, que um ano sabático representa gastos financeiros que grande parte das famílias portuguesas não pode suportar.
Telmo
Martins confirma que a questão dos custos pode ser uma barreira, mas diz que o
desafio está em contorná-la e dá o seu exemplo: “Trabalhei durante toda a
licenciatura. Podia ter comprado um carro, mas para mim fazia sentido investir
em mim.” Viajou durante dez meses por 23 países da Europa, da Ásia e dos
Estados Unidos, por 6000 euros, mas garante que as despesas dependem do nível
de conforto procurado.
A maioria dos “gappers” que conhece, diz ainda o vice-presidente da AGYP, enquadram-se nas classes média e média baixa.
A maioria dos “gappers” que conhece, diz ainda o vice-presidente da AGYP, enquadram-se nas classes média e média baixa.
Críticas ao Governo
Para Isadora, a realização de voluntariado e de trabalhos esporádicos (através
de plataformas como o Serviço Voluntário Europeu e a AIESEC) pode ser a solução
para tirar um “ano de folga” sem dar despesas à família que considera de classe
média. “Desvantagens? Só a saudade, mas é importante para sabermos que
temos onde regressar”, diz sorridente e optimista. De resto, considera que as
suas experiências da realização de Erasmus e de um InterRail foram muito
positivas.
Relativamente
às vantagens, espera que sejam muitas, mas mais do que melhorar o currículo,
procura abrir os horizontes e destaca: “É importante saber, na prática, o que é
estar fora da nossa zona de conforto.”
O gap
year é uma realidade
distante para a maioria dos portugueses, mas o país é um bom destino para os “gappers”,
segundo o brasileiro Silvagner de Azevedo, que passou dois anos sabáticos em
Portugal.
Era polícia e professor universitário quando, com 37 anos, decidiu partir para a “aventura”. “Estava tudo muito certinho na minha vida e precisava de oxigenar”, explica. O objectivo era dedicar o ano sabático à formação académica. Escolheu Portugal como destino pela língua portuguesa e pelo renome da Universidade de Coimbra, onde veio a fazer o doutoramento em Direito.
Era polícia e professor universitário quando, com 37 anos, decidiu partir para a “aventura”. “Estava tudo muito certinho na minha vida e precisava de oxigenar”, explica. O objectivo era dedicar o ano sabático à formação académica. Escolheu Portugal como destino pela língua portuguesa e pelo renome da Universidade de Coimbra, onde veio a fazer o doutoramento em Direito.
Silvagner
garante que ao fim dos dois anos regressou ao Brasil “com o coração apertado e
a bagagem cheia”. Além de ampliar os horizontes e descobrir Portugal e outros
países da Europa, o brasileiro refere a descoberta pessoal. Do período que
esteve em Portugal resultou o blogue “Portugal Sabático” que se tornou um
sucesso e levou à escrita de poesia e crónicas mensais para um jornal
brasileiro. “Hoje, sou um difusor da cultura lusitana no Brasil”, afirma Silvagner
que desde então visita Portugal anualmente.
Para Rui Duarte, deputado socialista, casos como o de Silvagner confirmam a potencialidade do gap year como factor de promoção do país. Por considerar o ano sabático uma “nova modalidade de mobilidade social”, o deputado apresentou em Março de 2013 um projecto de resolução para adopção de medidas de divulgação e apoio à prática do ano sabático. A proposta, aprovada por unanimidade, previa a colaboração do Ministério da Educação e Ciência com associações que divulgam o gap year, a criação de um mecanismo de acompanhamento dos jovens através da rede consular portuguesa e a formação de um programa para receber jovens estrangeiros no país.
ui Duarte lamenta que, mais de um ano depois, o Governo não tenha dado seguimento à resolução, que ainda não tem efeitos práticos. No entanto, acredita que “a crescente força do movimento fará com que o Governo perceba que tem que acompanhar as tendências de mobilidade dos jovens e o seu potencial".
Para Rui Duarte, deputado socialista, casos como o de Silvagner confirmam a potencialidade do gap year como factor de promoção do país. Por considerar o ano sabático uma “nova modalidade de mobilidade social”, o deputado apresentou em Março de 2013 um projecto de resolução para adopção de medidas de divulgação e apoio à prática do ano sabático. A proposta, aprovada por unanimidade, previa a colaboração do Ministério da Educação e Ciência com associações que divulgam o gap year, a criação de um mecanismo de acompanhamento dos jovens através da rede consular portuguesa e a formação de um programa para receber jovens estrangeiros no país.
ui Duarte lamenta que, mais de um ano depois, o Governo não tenha dado seguimento à resolução, que ainda não tem efeitos práticos. No entanto, acredita que “a crescente força do movimento fará com que o Governo perceba que tem que acompanhar as tendências de mobilidade dos jovens e o seu potencial".
Sabática para professores
Em Portugal, o ano sabático está muito limitado ao mundo académico e de
investigação. A cada seis anos após o doutoramento, os professores
universitários podem pedir uma licença para dispensa da actividade docente pelo
período de um ano lectivo, de forma a realizarem trabalhos de investigação,
publicarem livros ou darem aulas no estrangeiro.
Doutorada
em Teoria da Literatura há 22 anos, Celina Silva, professora da Faculdade de
Letras da Universidade do Porto, vai usufruir da terceira licença sabática no
próximo ano lectivo. Para pedi-la, diz, é necessário apresentar uma
justificação e um plano de trabalho a efectuar. No final do ano ou semestre
sabático, a professora terá de apresentar um relatório para ser analisado pela
comissão científica da instituição e posteriormente anexado ao seu currículo,
sob pena de repor as quantias correspondentes às remunerações recebidas naquele
período.
A professora afirma que, do conhecimento que tem, é muito raro um pedido de licença sabática ser recusado e afirma: “A licença sabática é essencial porque os docentes são cada vez mais solicitados para questões múltiplas.”
Em licenças anteriores, Celina Silva dedicou-se à investigação nas universidades de Indiana (Estados Unidos da América) e Paris 8, na sequência da qual foi convidada a leccionar durante dois anos na universidade francesa. “Foi importante para contactar com outras realidades pedagógicas e institucionais”, afirma. A experiência possibilitou também cooperações posteriores.
Dado o contexto actual, a professora mostra-se, contudo, preocupada com o impacto da restrição orçamental nas directrizes futuras relativamente às licenças sabáticas.
A professora afirma que, do conhecimento que tem, é muito raro um pedido de licença sabática ser recusado e afirma: “A licença sabática é essencial porque os docentes são cada vez mais solicitados para questões múltiplas.”
Em licenças anteriores, Celina Silva dedicou-se à investigação nas universidades de Indiana (Estados Unidos da América) e Paris 8, na sequência da qual foi convidada a leccionar durante dois anos na universidade francesa. “Foi importante para contactar com outras realidades pedagógicas e institucionais”, afirma. A experiência possibilitou também cooperações posteriores.
Dado o contexto actual, a professora mostra-se, contudo, preocupada com o impacto da restrição orçamental nas directrizes futuras relativamente às licenças sabáticas.
Texto editado por Andreia Sanches "Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção.
Consultar também no site da Gap Year Portugal (GYP) o PROGRAMA EXPERIÊNCIAS ACADÉMICAS cujas inscrições se encontram abertas até final de agosto 2019
Consultar também no site da Gap Year Portugal (GYP) o PROGRAMA EXPERIÊNCIAS ACADÉMICAS cujas inscrições se encontram abertas até final de agosto 2019
terça-feira, 13 de agosto de 2019
Revista para gestores e formadores, Nº 23
D&F – Revista para gestores e formadores, Nº 23
Neste número da revista abordaremos o tema “Futuro do Trabalho : Direitos Sociais"
sábado, 10 de agosto de 2019
Declaração de Retificação n.º 637/2019
Declaração de Retificação n.º 637/2019 - Diário da República n.º 152/2019, Série II de 2019-08-09
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Retifica a deliberação da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, com o n.º 797/2019, de 19 de julho, que divulga as alterações de elencos de provas de ingresso para as candidaturas ao ensino superior de 2020, 2021 e 2022.
ACEDER: https://dre.pt/
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
I Seminário Nacional de Tutorias em Contexto Escolar: Diálogo(s) entre a Investigação e a Prática Educativa.
Com o acolhimento e apoio da Câmara Municipal de Sines, é com grande honra e satisfação que o Grupo Universitário de Investigação em Autorregulação (GUIA) da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, em estreita colaboração com o Agrupamento de Escolas de Sines, anuncia a realização do I Seminário Nacional de Tutorias em Contexto Escolar: Diálogo(s) entre a Investigação e a Prática Educativa.
Continuar a ler: http://www.sines.pt/
KIT EMIGRANTE – Serviços públicos para o emigrante
kit - documento com um elenco daqueles que são os serviços que mais frequentemente os cidadãos portugueses que residem fora de Portugal solicitam quando visitam Portugal nos meses de Verão”, explicou à Lusa o secretário de Estado Adjunto e da Modernização Administrativa, Luís Goes Pinheiro.
Fonte : Jornal Publico de hoje
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Despacho n.º 6954/2019
Despacho n.º 6954/2019 - Diário da República n.º 149/2019, Série II de 2019-08-06
Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação
Estabelece as linhas orientadoras que presidem a um programa de intervenção junto de jovens que abandonaram o sistema educativo e em risco de exclusão social, denominado «Segunda Oportunidade»
ACEDER: https://dre.pt/
terça-feira, 6 de agosto de 2019
O Zoo Online - Edição em língua portuguesa
Esta publicação, que pretende sensibilizar para a utilização segura da Internet e contribuir para a educação para a justiça, resulta de um projeto cofinanciado pela União Europeia.
Trata-se de uma ação do ISPA – Provedores de Serviço Internet da Áustria, enquanto parte da iniciativa Saferinternet.at, que, recorrendo a mensagens positivas, procura capacitar crianças, com idades compreendidas entre os 4 e 9 anos, de modo a utilizarem e a beneficiarem da Internet, de forma segura.
Para além disso, pretende também contribuir para o combate da UNODC (United Nations Office on Drugs and Crime) contra o cibercrime e para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pelas Nações Unidas (n.º s 4, 5, 10 e 16).
Pode encontrar versões do livro noutras línguas aqui (https://www.ispa.at/)
Despacho n.º 6851-B/2019
Despacho n.º 6851-B/2019 - Diário da República n.º 145/2019, 1º Suplemento, Série II de 2019-07-31
Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação
Estabelece as regras relativas à adoção de manuais escolares para os cursos de educação e formação de jovens e para os cursos profissionais procedendo à revogação do Despacho n.º 6943-A/2013, de 27 de maio, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 102, de 28 de maio de 2013.
ACEDER: https://dre.pt
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
Empregabilidade entre alunos do Ensino e Formação Profissional é mais elevada
Em 2017 a taxa de emprego dos jovens entre os 18-34 anos que frequentaram estas vias de ensino atingiu os 75,8%, mais 4,7 p.p. do que os formandos do ensino científico-humanístico.
Esta é uma das conclusões do relatório VET in Europe - 2018, publicado em julho deste ano, onde consta o country profile de Portugal.
Retirado de: https://www.poch.portugal2020.pt/
O Relatório:
Bolsas de estudo: Câmara Municipal do Funchal
A Câmara Municipal do Funchal atribui bolsas de estudo a estudantes que acedam e/ou frequentem os três primeiros anos da licenciatura ou mestrado integrado.
No ano letivo 2019/2020, as candidaturas decorrem entre dia 1 de agosto e 30 de novembro de 2019.
SABER Mais: http://funchalapoia.cm-funchal.pt/ensinosuperior
EDUCAÇÃO EM NÚMEROS 2019
A DGEEC divulga a publicação “Educação em Números 2019”. Esta publicação inclui informação estatística oficial referente às diferentes ofertas de educação e formação, compreendendo a educação pré-escolar e os ensinos básico e secundário. São apresentados dados evolutivos de 2000/01 a 2017/2018 relativos a crianças, alunos, docentes, não docentes, jardins de infância, estabelecimentos de ensino e modernização tecnológica.
Retirado de: http://www.dgeec.mec.pt/np4/home
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas
Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas
O Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas tem em curso diversas atividades em vários locais do país, no âmbito da preservação da natureza, da florestas e dos respetivos ecossistemas.
Este Programa destina-se a jovens dos 18 aos 30 anos de idade e as inscrições devem ser efetuadas através de plataforma informática.
CARTÃO de CIDADÃO - Gratuito ou Isento
Portaria n.º 291/2017 - Diário da República,
1.ª série — N.º 188 — 28 de setembro de 2017
Define as taxas devidas pela prestação dos serviços associados ao cartão de cidadão e pela emissão do cartão de cidadão provisório, bem como as situações de redução, isenção ou gratuitidade AQUI ou https://dre.pt
Artigo
7.º
Atos
gratuitos e isentos
1 — É
gratuita a emissão e renovação do cartão de cidadão provisório por motivo
imputável aos serviços.
2 —
São isentos de taxas a emissão ou renovação do cartão de cidadão e o processo
autónomo de alteração de morada, relativos a indivíduos com insuficiência
económica a comprovar pelos seguintes meios:
a)
Documento ou informação obtidos da competente autoridade administrativa;
b)
Declaração ou informação obtidas de instituição pública de assistência social
onde o indivíduo se encontre internado.
Nota: A insuficiência económica é comprovada por declaração da segurança social
SABER mais
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