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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Podcast IDEA sem Filtros - Ep/Pensando em estudantes que apresentam uma maior vulnerabilidade

 




Pensando em estudantes que apresentam uma maior vulnerabilidade, como é que estes podem navegar num ambiente pouco inclusivo?

 Esta foi uma das questões colocadas a Célia Figueira, da Faculdade de Psicologia da ULisboa, e Ana Rita Sobral, da Faculdade de Medicina da ULisboa.

Outro episódio - Considera que a Universidade está preparada para dar resposta às necessidades educativas específicas dos estudantes:

https://open.spotify.com/episode/


domingo, 17 de agosto de 2025

Para os estudantes que acabaram de chegar à Universidade

 


Outros vídeos: https://www.ulisboa.pt/

Os estudantes da ULisboa contam a sua experiência na primeira pessoa e deixam algumas dicas para quem acabou de chegar à Universidade, ou para quem vai em breve entrar.

quinta-feira, 17 de julho de 2025

Unite! lança o Centro de Boas-Vindas

 



Uma nova plataforma inclusiva para dar suporte à mobilidade e integração em toda a aliança, oferecendo informações práticas e fáceis de navegar para alunos, professores e funcionários de todas as nove universidades da Unite!.

A plataforma oferece uma interface intuitiva que é atualizada regularmente e adaptada às necessidades dos seus diversos utilizadores. Os visitantes do Welcome Centre encontrarão informações práticas e fáceis de navegar, tais como:

  • Como chegar à Instituição;
  • Como criar uma conta universitária;
  • Localização de serviços essenciais (por exemplo, correios, bancos);
  • Documentação necessária;
  • Atividades culturais e sociais no campus e na cidade;
  • Kits de boas-vindas.

Além de orientações gerais, a plataforma fornece acesso a kits de boas-vindas específicos da instituição para estudantes, docentes e técnicos e administrativos, oferecendo informações direcionadas para atender às necessidades exclusivas de cada grupo.

terça-feira, 1 de abril de 2025

Estudo: O ABANDONO ACADÉMICO NO ENSINO SUPERIOR": Fatores sociodemográficos, económicos e psicossociais na era pós-pandemia

 



Fundação "La Caixa" Observatório Social

Junho de 2024

A intenção de abandonar a universidade reportada pelos inquiridos foi mais elevada entre os estudantes do género masculino, os estudantes deslocados de casa, os estudantes com responsabilidades de prestação de cuidados a outros, a frequentar cursos nas áreas de Línguas e Humanidades, em instituições do continente. 

Os principais fatores que influenciaram a intenção de abandonar a universidade foram ser-se estudante de licenciatura, sentir maior exaustão académica, ter dificuldades de adaptação académica, e ter uma baixa ligação social à instituição académica.

Autores do estudo:

Paula Paulino e Bárbara Gonzalez, Universidade Lusófona, HEI-Lab: Digital Human-Environment Interaction Lab; CICPSI-Centro de Investigação em Ciência Psicológica, Portugal; Sara Albuquerque, Universidade Lusófona, HEI-Lab: Digital Human-Environment Interaction Lab e Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, Portugal; Sónia Vladimira Correia, Universidade Lusófona, CIDEFES-Centro de Investigação em Desporto, Educação Física, Exercício e Saúde, Portugal; Teresa Pompeu Mendes, Universidade Lusófona, HEI-Lab: Digital Human-Environment Interaction Lab, Portugal;


terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Artigo: "Impacto do suporte social e da resiliência na adaptação ao ensino superior"

 





Ledo, J., & Antunes, C. (2024). Impacto do suporte social e da resiliência na adaptação ao ensino superior. Revista Portuguesa De Investigação Comportamental E Social10(2), 1–13.

Contexto: A transição do ensino secundário para o ensino superior gera novos desafios, nem sempre fáceis de gerir. Neste sentido, fatores como a resiliência e o suporte social percebido podem facilitar este processo.


segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Como lidar com a mudança de escola e de ciclos?

 



Podcast Quarto do Fundo

Rádio Renascença

Com a psicóloga Ana Meira, vogal da Direção Regional Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses, especialista em Psicologia da Educação

quarta-feira, 8 de maio de 2024

TRANSIÇÕES ESCOLARES: Recomendações para jovens, pais e profissionais

 


http://escolasaudavelmente.pt/pais/

Mudar de ciclo e/ou ir para uma escola nova é um momento importante para as crianças e os jovens. Quando este momento de transição ocorre com sucesso é mais provável que as crianças e jovens se sintam confortáveis e tranquilos, que se motivem para aprender, que tenham boas relações com os pares e que desenvolvam um sentimento de pertença à comunidade escolar.

  • Recomendações para Jovens
  • Recomendações para Pais e Cuidadores
  • Recomendações para Profissionais (Administradores Escolares, Psicólogos, Educadores e Professores)

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

EBOOK - Ensino Superior: mudanças e desafios na perspectiva dos estudantes

 




Ensino Superior: mudanças e desafios na perspectiva dos estudantes. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023. 260p. 16 x 23 cm.

Organização: Andréia Osti; Camila Fior; Cláudia Patrocinio Pedroza Canal; Leandro S. Almeida 

Retirado de: https://pedroejoaoeditores.com.br

domingo, 21 de maio de 2023

Quarto do Fundo- Os desafios na transição para o Ensino Superior

 





Renascença

Linda Vaz é Presidente da direção da Delegação Regional do Centro da Ordem dos Psicólogos e é a convidada do Quarto do Fundo desta semana.

Uma mudança traz sempre consigo desafios. A passagem para a faculdade pode ser especialmente desafiante para alguns alunos. Estudar mais, ter a pressão da média, estar menos com os amigos ou a fazer atividades de lazer, a própria pressão da família… e ainda a antecipação de um novo meio onde será preciso integrar-se. Só a preparação e a candidatura ao ensino superior já é um desafio

terça-feira, 30 de novembro de 2021

O 1º ano de ensino superior é crítico para muitos

 



EDULOG

Elsa Justino (Administradora dos Serviços de Ação Social da UTAD), João Redondo (Presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado), José Ferreira Gomes (Ex-Secretário de Estado do Ensino Superior) e Leandro Almeida (Presidente do Instituto de Educação da Universidade do Minho) debatem o tema da equidade no acesso ao ensino superior, com a moderação por Bárbara Wong (jornalista do PÚBLICO).

terça-feira, 2 de julho de 2019

Estudar é para todos?



EDULOG
Elsa Justino (Administradora dos Serviços de Ação Social da UTAD), João Redondo (Presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado), José Ferreira Gomes (Ex-Secretário de Estado do Ensino Superior) e Leandro Almeida (Presidente do Instituto de Educação da Universidade do Minho) debatem o tema da equidade no acesso ao ensino superior, com a moderação por Bárbara Wong (jornalista do PÚBLICO).

terça-feira, 28 de maio de 2019

Rede Portuguesa de Mentoria | Tutoria Interpares no Ensino Superior,

Foi oficialmente criada no passado dia 27 de março, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Rede Portuguesa de Mentoria | Tutoria Interpares no Ensino Superior, que pretende fortalecer a cooperação, o diálogo e a partilha de experiências suscetíveis de influenciar novas formas de participação, integração e solidariedade na vivência do Ensino Superior.
Fonte: Noticias da Univ do Porto


sábado, 21 de julho de 2018

Peter Felten: “Na universidade o objectivo não é estar confortável, é mudar”




Entrevista de Samuel Silva a Peter Felten que saiu no Publico de hoje, com o título “Na universidade o objectivo não é estar confortável, é mudar”:

Os estudantes “não sabem tanto como deviam ou podiam” no momento de se candidatarem ao ensino superior, defende Peter Felten, professor na Universidade de Elon, nos EUA.
Na semana em que começa o concurso nacional de acesso às universidades e politécnicos públicos, o ex-presidente da Sociedade Internacional de Académicos de Educação e Formação, Peter Felten, explica que cada aluno tem necessidades diferentes, mas que o importante é escolherem cursos e instituições em que possam pôr-se à prova. Conversa com o especialista à margem de uma conferência sobre sucesso escolar, em Braga, onde foi convidado do 5.º Congresso Nacional de Práticas Pedagógicas no Ensino Superior, que decorreu na Universidade do Minho.
Os estudantes portugueses começaram esta quarta-feira a fazer as suas candidaturas às universidades. Quanto do seu sucesso no futuro vai ser definido pelas escolhas que fizerem nestes dias?
Há duas respostas para essa questão. Por um lado, os estudantes devem perceber que é possível ter uma educação excelente em muitos lugares. Às vezes, os estudantes têm a crença errada de que há apenas um curso ou uma escola que é a certa para eles. As instituições são diferentes, os programas são diferentes, mas há muitos sítios excelentes para estudar. Por outro lado, é preciso sublinhar que o mais importante é decidir entrar no ensino superior e fazê-lo de forma séria. Um curso superior tem impactos significativamente positivos para as carreiras e os rendimentos, mas também para o tipo de trabalho cívico que estas pessoas farão no futuro.
Quanto é que os estudantes sabem realmente sobre a oferta existente quando fazem uma candidatura?
Sabem aquilo que as universidades promovem e podem saber, através de familiares ou amigos, algo sobre as suas experiências. Mas não sabem tanto como deviam ou podiam saber antes de fazerem as suas escolhas. O que eles precisam de saber agora é que vão retirar da universidade tanto quanto aquilo que nela investirem. Isto significa que devem estar prontos para se desafiarem a si mesmo e testarem os seus limites.
O que motiva realmente as escolhas dos alunos quando entram no ensino superior?
Alguns estudantes têm obrigações familiares ou pessoais que os podem levar a querer ficar mais próximos de casa. Outros talvez precisem do desafio de estarem afastados e de serem independentes. Não há uma única resposta. O que é claro é que, quando vão candidatar-se ao ensino superior, os estudantes não podem pensar em qual o lugar mais conveniente ou qual a decisão mais fácil para definirem o seu futuro, mas antes qual a decisão certa, que é a que vai desafiá-los para que possam crescer.
O lugar onde se estuda é importante?
O contexto de uma universidade afecta bastante a experiência de um estudante. A minha universidade está numa cidade pequena [Elon, na Carolina do Norte, com 10 mil habitantes, está situada a duas horas de Charolotte, a maior cidade do Estado]. Os estudantes conhecem-se uns aos outros, há uma comunidade estudantil bastante forte. É evidente na cidade quem é estudante e quem não é. Se os estudantes forem para uma universidade como a de Nova Iorque – que é excelente – estão completamente rodeados pela própria cidade de Nova Iorque. Nunca sabem quando estão num edifício da universidade e quando não estão.
E isso muda a aprendizagem?
Toda a experiência é bastante diferente. Os estudantes devem fazer aquilo que sentem que precisam. Querem sentir que fazem parte de uma comunidade particular, ou querem a experiência de viver numa grande cidade e ser parte dela?
Há uma discussão em Portugal por estes dias porque o Governo mudou as regras de acesso à universidade de modo a reduzir o número de vagas nas duas principais cidades do país e a levá-las para outras zonas do país.
Os estudantes têm sempre que encontrar um equilíbrio entre conforto e desconforto. Quando se está na universidade, o objectivo não é estar confortável, o objectivo é mudar. Viver longe de casa, noutro tipo de ambiente, em que se é desafiado a não ter tudo aquilo que se está habituado a ter, é uma oportunidade para aprender sobre si mesmo e sobre o mundo de forma muito interessante. As universidades devem também aproveitar melhor os seus contextos locais. O facto de a minha universidade não ser em Charlotte ou em Nova Iorque pode ser um problema, mas também pode ser um activo. Dizemos aos alunos que podem fazer coisas ali que não podem fazer em Nova Iorque. As coisas também podem ser assim em Portugal. Há algo diferenciador em Braga, por exemplo, que pode atrair estudantes.
Na conferência que deu na Universidade do Minho dizia que nos dois primeiros anos de curso os estudantes “não aprendem muita coisa”. Porquê?
É uma combinação de factores. Por um lado, os estudantes, nesses primeiros anos, não sabem bem por que estão na universidade e isso faz com que não levem os seus estudos muito a sério. Por outro, os professores e as instituições não desafiam suficientemente os estudantes e acabam por contribuir para que esse desinteresse se acentue. Se os estudantes não se colocarem à prova e se a instituição não os provocar não é surpreendente que eles não aprendam muito.
Quais são os factores determinantes para o sucesso de um estudante no ensino superior?
No meu livro mais recente [The Undergraduate Experience: Focusing Institutions on What Matters Most (Jossey-Bass, 2016), sem edição em português] identifiquei seis temas centrais para definir o sucesso de um estudante de licenciatura: a aprendizagem, as relações pessoais, as expectativas criadas, a capacidade de melhorarem, a liderança e o alinhamento. Uma experiência bem alinhada é suave onde tem que ser suave: na facilidade de fazer uma inscrição, encontrar alojamento, resolver questões processuais. Mas nas questões intelectuais e nos desafios deve ser exigente.
Esses factores funcionam como um todo ou há um que tenha maior importância?
No livro dizemos que é um todo, mas pessoas diferentes vão relacionar-se com eles de formas diferentes. A aprendizagem está em primeiro lugar.
As universidades nos dias que correm estão suficientemente focadas nas aprendizagens?
Em teoria, sim, mas na prática as universidades estão frequentemente concentradas em outras coisas além da aprendizagem, como a produção científica e a atracção de financiamento para a investigação. Isso é bom para o corpo docente, pode ser bom para os estudantes de doutoramento, mas se calhar não o é para os estudantes de licenciatura. Por outro lado, os estudantes estão também muitas vezes focados em questões pessoais ou de sociabilização, que são importantes, mas devem percebem que têm que concentrar-se fundamentalmente na aprendizagem.
Mas a verdade é que defende que as relações pessoais são uma das forças motrizes da experiência de um estudante de licenciatura. Temos tendência a esquecermo-nos que os estudantes são pessoas?
Há uma investigação recente muito interessante nos EUA que diz que aquilo em que os estudantes precisam realmente para serem bem-sucedidos é ter amigos na universidade que os apoiem quer em termos académicos, quer em termos emocionais. Os estudantes não podem ter apenas amigos que sejam divertidos.
Como é que criam ambientes mais favoráveis ao estabelecimento de relações pessoais fortes nas universidades?
Os estudantes têm de assumir a responsabilidade de se desafiarem a si mesmos. Não podem passar tempo apenas com as pessoas que já conhecem ou com pessoas que são semelhantes a si. Devem questionar-se sobre como conhecer pessoas novas, como alargar a sua rede social. Por outro lado, as instituições e os professores têm um papel muito significativo. Não podem pensar apenas em ensinar uma disciplina, mas antes em ajudar os estudantes a desenvolver relações pessoais com os seus pares que sejam significativas.
Quais são os principais factores que influenciam o sentimento de pertença de um estudante quando está na universidade?
O que acontece com frequência é que os estudantes do primeiro ano estão em aulas com turmas muito grandes, que são muito impessoais. E por isso não é surpresa se não se sentirem integrados. Podemos mudar os currículos dos cursos, mas também podemos fazer algumas coisas interessantes. Por exemplo, o professor que dá essas aulas a turmas muito grandes poder usar técnicas de aprendizagem activa e de trabalho em pequenos grupos para encorajar os alunos a conhecerem-se e a ligarem-se entre si para criarem esse sentimento de pertença. Também é possível dar aos alunos apoios académicos.
Como por exemplo?
Tutorias entre pares. Isso já existe, com alunos de anos mais avançados que funcionam como tutores de alunos mais jovens, mas eu penso que faz sentido que os tutores estejam presentes na sala de aula. Muitos estudantes têm dificuldades no primeiro ano, sobretudo nas tais aulas com muita gente. É normal que isso aconteça. Nessas alturas o ideal é que o estudante possa falar de imediato com um tutor, que deve estar lá, na primeira fila da sala de aula se possível.
Como é que é possível usar metodologias de aprendizagem activa quando os estudantes chegam às universidades com hábitos passivos?
É verdade, os estudantes têm frequentemente hábitos passivos. Uma coisa que eu faço é no primeiro dia de aula colocá-los em situações em que estão activos. Não se pode dar a possibilidade de os estudantes criarem o hábito de ser passivos. Além disso, falo com os estudantes sobre o porquê de estarmos a fazer o que estamos a fazer e por que motivo lhes peço para serem activos. Para que percebam não só o que têm que fazer, mas também por que têm que fazê-lo. Os estudantes vão encontrar valor nessas actividades se entenderem por que motivo as fazem. Descobri que muitos estudantes, depois de perceberem que podem ser activos, gostam muito mais de aprender. É uma experiência muito diferente ir para as aulas quando se vai estar a falar e a trabalhar sobre problemas interessantes em vez de apenas escutar e tirar notas.
Isso é algo que se possa mudar a um nível institucional ou é a tarefa de cada um dos professores por si?
Se os estudantes chegarem com a expectativa de serem passivos, vão continuar a sê-lo. Têm que ter experiências de aprendizagem activas em todas as aulas e têm que ser desafiados a serem activos em cada aula. A instituição pode criar expectativas e pode apoiar os professores a usarem este tipo de abordagem, mas é cada professor individualmente que deve criar estas oportunidades para os estudantes.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Transição e adaptação ao ensino superior e a demanda pelo sucesso nas instituições portuguesas

SOARES, Andreia Martins; PINHEIRO, Maria do Rosário; CANAVARRO, José Manuel Portocarrero. Transição e adaptação ao ensino superior e a demanda pelo sucesso nas instituições portuguesas. Psychologica, [S.l.], p. 97-116, ago. 2016. ISSN 1647-8606. Disponível em 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Norberto Pires - Grito



Norberto Pires.
Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro, Professor Associado da Universidade de Coimbra e foi Presidente do Conselho de Administração do Coimbra Inovação Parque e Membro do Conselho Nacional para a Ciência e Tecnologia.
Possui Mestrado em Física Tecnológica e Doutoramento em Robótica e Automação pela Universidade de Coimbra.

É o Editor do jornal "Robótica".
Autor de cinco livros na área da robótica e automação e publicou mais de 150 artigos científicos e tecnológicos.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Sucesso acadêmico na educação superior: Contributos da Psicologia Escolar

Sucesso acadêmico na educação superior: Contributos da Psicologia Escolar
CYNTHIA BISINOTO, & CLAISY MARINHO-ARAÚJO
Revista Eletrônica de Psicologia Educação e Saúde
Ano 4, volume 1,2014, pp28-46
http://revistaepsi.com/

Resumo

À Educação Superior têm sido atribuídas expectativas crescentes quanto ao desenvolvimento social, econômico e cultural das nações, sendo-lhe destinada a responsabilidade por possibilitar uma formação profissional de qualidade pautada em forte compromisso ético e social. Nessa perspetiva, os serviços de apoio psicológico existentes nas Instituições de Educação Superior têm buscado contribuir para uma formação que atenda à necessidade de preparar profissionais competentes e, também, conscientes de seu papel transformador diante da realidade em que vivem. Levando em consideração a multiplicidade de fatores – individuais, institucionais, ideológicos, político-sociais, entre outros – implicados nos processos educativos, os psicólogos escolares implicados nesses serviços têm orientado a sua intervenção para a conscientização dos agentes educacionais acerca de seus papéis e responsabilidades na construção de uma cultura de sucesso. Neste trabalho são apresentados alguns modelos de intervenção psicológica que buscam apoiar a construção da referida cultura. A contribuição da Psicologia Escolar na Educação Superior vem se ampliando por meio de ações preventivas, institucionais e de larga abrangência.