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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Livro: Preparados para trabalhar?




Um Estudo com Diplomados do Ensino Superior e Empregadores
Edição Forum Estudante Consórcio Maior Empregabilidade

Autores: Diana Aguiar Vieira Ana Paula Marques

Prefácio: Roberto Carneiro

domingo, 1 de setembro de 2019

CONCURSO: World Skills Portugal



Portugal conquista o 22.º lugar no 45.º Campeonato do Mundo das Profissões

Notícia
O WorldSkills Kazan 2019 foi o Campeonato do Mundo mais disputado de sempre! Chega ao fim com Portugal a fechar a participação com chave de ouro, tendo obtido o 22.º lugar entre 63 países.
Naquela que foi a maior competição de sempre da WorldSkills, com cerca de 1350 concorrentes, a equipa portuguesa obteve 7 medalhas de excelência em 6 profissões:
  • André Pedrosa, do Centro de Emprego e Formação Profissional de Coimbra, em Soldadura
  • Daniel Stelmach, do CEPRA, em Mecatrónica Automóvel
  • Francisco Campos, do CENFIM – Porto, em Refrigeração e Ar Condicionado
  • Luka Zandarashvili e Pedro Pereira, do CINEL em Robótica Móvel
  • Rui Carvalho, do CENFIM – Trofa, em Fresagem CNC
  • Rui Martins, do CENFIM – Trofa, em Controlo Industrial


Continuar a ler: https://netforce.iefp.pt/

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Empregabilidade entre alunos do Ensino e Formação Profissional é mais elevada


Em 2017 a taxa de emprego dos jovens entre os 18-34 anos que frequentaram estas vias de ensino atingiu os 75,8%, mais 4,7 p.p. do que os formandos do ensino científico-humanístico.
Esta é uma das conclusões do relatório VET in Europe - 2018, publicado em julho deste ano, onde consta o country profile de Portugal.

O Relatório: 

quarta-feira, 10 de julho de 2019

ESTUDO: Menos Reformas, Melhores Políticas



ou



Título: O Estado da Nação e As Políticas Públicas 2019: Menos Reformas, Melhores Políticas
Direção: Ricardo Paes Mamede e Pedro Adão e Silva
Coordenação Editorial: Isabel Flores
Revisor: José Vitor Malheiros
Editor: IPPS-ISCTE (Instituto para as Políticas Públicas e Sociais)
Design e Ilustração: Silas Ferreira
Impressão: VASP
Tiragem: 500 exemplares
1a edição: Julho 2019


Ler capitulo sobre Educação e formação:
O frágil panorama das qualificações da população portuguesa de João Trocado da Mata 

terça-feira, 9 de julho de 2019

Já abriu o concurso para contratar mil técnicos superiores para a Administração Pública

O concurso visa contratar técnicos para as áreas jurídica, económico-financeira, planeamento, controlo e avaliação, estatística, relações internacionais e ciência política.
Continuar a ler :
-  https://www.jornaldenegocios.pt/´ (Jornal de negócios)
https://www.publico.pt/ (jornal Publico)



Com ou sem vínculo de emprego público

- Pelo prazo de 15 (quinze) dias úteis (até 30 de julho) contados a partir da presente Publicitação:

Publicação: https://www.bep.gov.pt/

NOTA: Concurso para criar uma bolsa de técnicos superiores foi lançado na terça-feira, mas não é certo que os mil candidatos seleccionados sejam depois contratados. Os recrutamentos, afirmam as Finanças, “serão efectuados conforme as necessidades dos serviços”. Fonte Jornal Publico de 10.7.19


segunda-feira, 8 de julho de 2019

Recrutamento - companhia aérea Emirates no Funchal




A companhia aérea Emirates, com sede no Dubai, Emirados Árabes Unidos, vai recrutar pessoal de cabine na Madeira a 28 de Julho no Hotel Vila Mare

quinta-feira, 4 de julho de 2019

PEPAL - PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL

Governo lança mais 2.100 estágios profissionais na administração local

Destinatários
No âmbito do presente regime jurídico, o PEPAL destina-se a jovens  que tenham até 30 anos de idade inclusive, aferidos à data de início do estágio (ou 35 anos para portadores de deficiência e ou incapacidade) e que possuam uma qualificação correspondente, pelo menos, ao nível 6 (licenciatura) da estrutura do Quadro Nacional de Qualificações, constante do anexo II à Portaria n.º 782/2009, de 23 de julho, não obstante em cada edição poderem estar abrangidos estágios de nível inferior ao da licenciatura.

http://www.portalautarquico.dgal.gov.pt/pt-PT/servicos-on-line/pepal/



Na comunicação Social: https://eco.sapo.pt/

Programa de promoção de competências pessoais e profissionais em educação





Autores

M.ª Isabel Simões Dias

Objectivo geral

Contribuir para o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais no âmbito da educação

Objectivos específicos

Ativar competências, permitindo o entendimento do processo de desenvolvimento de competências e a sua utilidade

Público-Alvo: Adultos

Contexto da Aplicação: Escolar e laboral

Retirado de http://recursos.ordemdospsicologos.pt/programas/programas/23

terça-feira, 2 de julho de 2019

Decreto-Lei n.º 85/2019

Decreto-Lei n.º 85/2019 - Diário da República n.º 123/2019, Série I de 2019-07-01
Presidência do Conselho de Ministros 
Permite aos trabalhadores da Administração Pública faltarem justificadamente para acompanhamento de menor de 12 anos no 1.º dia do ano letivo.
ACEDER: https://dre.pt/

O Decreto - Lei dá dispensa de três horas aos funcionários públicos para acompanharem os filhos no primeiro dia de aulas, por cada menor.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

RELATÓRIO: "Trabalhar para um futuro melhor" – OIT




Trabalhar para um futuro melhor  - Organização Internacional do Trabalho – OIT
Maio 2019


A versão portuguesa do Relatório da Comissão Mundial sobre o Futuro do Trabalho "Trabalhar para um Futuro Melhor" foi lançada no dia 22 de janeiro e marcou o início das comemorações do Centenário da OIT.
Entre os pontos de uma agenda centrada no ser humano e sustentada em três pilares de ação, salienta-se o ponto Implementar uma agenda transformadora e mensurável para a igualdade de género:
“O mundo do trabalho começa em casa. Da licença parental ao investimento em serviços públicos de prestação de cuidados, as políticas precisam de promover a partilha do trabalho doméstico não remunerado de forma a criar uma igualdade de oportunidades genuína no local de trabalho. Reforçar a voz e a liderança das mulheres, eliminar a violência e o assédio no local de trabalho e implementar políticas de transparência salarial constituem pré-condições para a igualdade entre homens e mulheres. São também necessárias medidas específicas para abordar a igualdade de género no contexto dos empregos do futuro induzidos pelas novas tecnologias.”
Ler o artigo "São as pessoas, não a tecnologia que decidirão o futuro do trabalho" de 
Sharan Burrow - Secretário Geral da Confederação Internacional dos Sindicatos (ITUC) em: 

terça-feira, 14 de maio de 2019

Ferramentas EMPLAY para a empregabilidade






O projeto EMPLOYABILITY TOOLS (Ferramentas para a empregabilidade) é um projeto transnacional focado na criação de ferramentas úteis e fáceis de usar para desenvolver as competências de empregabilidade. Foi apoiado pelo Erasmus+ / Juventude em Ação, da Comissão Europeia. 
Um grupo de formadores, animadores comunitários, conselheiros de carreira e gestores de projetos, de 6 organizações diferentes de Portugal, Bélgica e Itália juntaram ideias para construir as 4 ferramentas EMPLAY.
Podem ser usadas por todos: estudantes, pessoas que se encontram a trabalhar, pessoas que procuram emprego,técnicos de empregabilidade, animadores, educadores sociais, professores, entre outros. 



Frerramentas sobre competências de empregabilidade
  1. Agenda EMPLAY
  2. Jogo EMPLAY
  3. App EMPLAY
  4. Manual EMPLAY para Técnicos de Empregabilidade

Parceiros do Projeto

DNA Cascais – Portugal
www.dnacascais.pt

Câmara Municipal de Cascais - Portugal  
www.cascais.pt

Produções Fixe, Vila da Marmeleira - Portugal 
www.facebook.com/ProducoesFixe / www.producoesfixe.com

Vzw Elegast Wijkwerking, Antuérpia - Bélgica
www.elegast.be

Xena Association, Pádua - Itália
www.xena.it


quarta-feira, 8 de maio de 2019

Estatísticas do Emprego -1.º Trimestre de 2019



Resumo 
No 1.º trimestre de 2019, a taxa de desemprego foi 6,8%, superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do trimestre anterior e inferior em 1,1 p.p. à do 1.º trimestre de 2018.
A população desempregada, estimada em 353,6 mil pessoas, aumentou 1,3% (4,5 mil) em comparação com o trimestre anterior e diminuiu 13,8% (56,5 mil) em relação ao trimestre homólogo de 2018.
Na população empregada, 4 880,2 mil pessoas, foi observado um decréscimo trimestral de 0,1% (2,8 mil) e um acréscimo homólogo de 1,5% (73,5 mil).
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) situou-se em 17,6%, o valor mais baixo da série iniciada em 2011, tendo diminuído 2,3 p.p. e 4,3 p.p., respetivamente, em relação aos trimestres anterior e homólogo. A proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses (longa duração) foi 46,8%, menos 1,0 p.p. do que no trimestre anterior e menos 7,0 p.p. do que no homólogo.
Aceder: https://www.ine.pt/

(...)

O INE dá conta de 64,4 mil jovens desempregados no primeiro trimestre de 2019, menos 18,5% do que no primeiro trimestre de 2018 (período homólogo) e 13,4% face ao trimestre anterior. Este recuo pode estar relacionado com o alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, como adianta ao PÚBLICO o economista e professor da Universidade do Minho João Cerejeira. “Começamos a ver que a participação no mercado de trabalho até aos 25 anos tem vindo a diminuir”, nota, acrescentando que a taxa de jovens entre os 15 e os 24 anos que não estão empregados, na escola ou em formação (os chamados NEET) também tem vindo a cair. No primeiro trimestre, foi de 8,1%, abaixo dos 8,4% registados no final de 2018 e dos 8,7%  do trimestre homólogo.
Por outro lado, a diminuição do desemprego dos jovens resulta também do facto de o emprego nesta faixa etária ter registado um aumento bastante expressivo nos três primeiros meses de 2019. A população empregada até aos 24 anos aproximou-se das 302 mil pessoas, uma subida em cadeia de 0,8% e homóloga de 6,6%. João Cerejeira diz que esta evolução pode encontrar explicação no facto de, no primeiro trimestre, o trabalho a meio tempo ter aumentado (1,5% e 1,3% em comparação com o trimestre anterior e com 2018).
(...)
Fonte: Artigo de RaqueL Martins Jornal Publico de 9.5.19

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Relatório: Outlook Employment 2019


Ensino superior
Entre os 32 países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Portugal é o país onde o facto de ter um diploma de ensino superior mais deixou de contar para ter uma remuneração elevada, mostra o relatório Outlook Employment 2019.(http://www.oecd.org/employment/outlook/) Entre 2006 e 2016, a diferença salarial de quem concluiu uma licenciatura face a quem tem apenas o ensino secundário caiu 22,8 pontos percentuais, noticia a TSF.(https://www.tsf.pt)
Fonte EDULOG - Fundação Belmiro de Azevedo

D&F – Revista para gestores e formadores, Nº 22




D&F – Revista para gestores e formadores, Nº 22

Este número da revista tem como tema o "Futuro do Trabalho"http://opac.iefp.pt/I


Neste número da revista D&F serão aprofundadas as questões relativas ao <> e às suas implicações ao nível do conteúdo do emprego.
A partir deste número a Revista passa de 72 para 80 páginas, viabilizando uma análise mais profunda dos temas escolhidos, e deixando, por outro lado, de se editar a separata.
Retirado de : https://netforce.iefp.pt

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Relatório “Pessoas com Deficiência em Portugal – Indicadores de Direitos Humanos 2018”




O relatório “Pessoas com Deficiência em Portugal – Indicadores de Direitos Humanos 2018” pretende disponibilizar indicadores que permitam aferir o progresso alcançado na realização dos direitos humanos das pessoas com deficiência em Portugal em três áreas - Educação, Trabalho e Emprego e Condições de Vida e Proteção Social. Recorre-se, para o efeito, a fontes secundárias de informação, nacionais e internacionais (relatório integralmente disponível no final desta página).
Continuar a ler: http://oddh.iscsp.ulisboa.pt

Na comunicação social: https://www.dn.pt/

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Luis Aguiar Conraria : "O privilégio de se ser homem, heterossexual e branco"


O artigo de Luis Aguiar Conraria  que saiu no Jornal Publico a 10 de abril 19, com o título O privilégio de se ser homem, heterossexual e branco:

"É chato fugir ao circuito familiar. Mas de que adianta à esquerda enchermos a boca com a ética republicana, se não combatemos as linhagens de sangue?

Há uns dias, um destacado intelectual de esquerda mostrou-se perplexo com o falatório em torno das relações familiares dos nossos governantes. Explicou que também no Reino Unido havia muita endogamia e concluiu que em “Portugal, onde um grupo de 500 pessoas andou nas mesmas faculdades, frequenta os mesmos restaurantes e tem a filharada nos mesmos colégios, não faz sentido tal puritanismo”. Esta forma elitista de justificar a endogamia tem a virtude de dizer aquilo que muitos pensam, mas que têm vergonha de dizer: as elites não estão interessadas na mobilidade social. Para a filharada dos outros subir no elevador social, os filhinhos das elites têm de descer. Naturalmente, as elites protegem-se e perpetuam-se.
Num outro registo, como notou Maria João Marques, a 27 de Março, no Observador, esta endogamia tem a utilidade de mostrar que o principal argumento anti-quotas de género, o de que as mulheres devem lá chegar por mérito e não por quotas, é conversa fiada: já só um tontinho é que acha que as nomeações e promoções políticas têm o mérito como primeiro critério.
Apesar de concordar com a Maria João, há um ângulo que ela não explorou e que tem a ver com quais os sacrificados quando se impõem quotas de género numa sociedade endogâmica. É que é demasiado fácil para a elite impor quotas de género, parecendo que defende a igualdade, quando sabe que os seus filhos não vão perder os seus lugares. Para esses, como se vê, há sempre lugar. Com as quotas por género, abre-se caminho às filhas das famílias que estão no círculo de confiança. Não só a essas, claro, porque a nossa elite de 500 pessoas não é suficientemente grande, mas também a essas. Quem perde são os filhos das outras famílias.
Mamadou Ba, negro, dirigente do SOS Racismo e assessor do Bloco de Esquerda na Assembleia da República, manifestou no mural do seu Facebook a sua frustração com a forma como a esquerda conduz este debate, ao não reconhecer que a endogamia é incompatível com o ideal republicano: “Quem paga o preço mais alto do nepotismo e da endogamia são obviamente os deserdados/as da república, aqueles/as que não têm forma de construir teias de poder e, por isso mesmo, dispõem de pouca ou nenhuma possibilidade de acesso. Entre os/as deserdados/as da república estão, por excelência, os sujeitos racializados.” Tem razão. O nepotismo e a endogamia tramam os mesmos de sempre: negros e ciganos na linha da frente, como salientou Mamadou, mas também toda a massa de gente das famílias erradas.
Como vários estudos demonstram, à medida que o acesso à educação de qualidade se generaliza, as elites encontram novas (AQUI) formas de se protegerem (AQUI) Não surpreenderei ninguém ao dizer que a escolha das escolas privadas é apenas uma dessas formas. Ou nunca acharam contraditório que tantos políticos de esquerda defendam ardentemente a escola pública ao mesmo tempo que põem as crianças em colégios privados?
Ainda este ano, os sociólogos ingleses Sam Friedman e Daniel Laurison publicaram um livro onde mostram que o efeito da classe de origem é persistente (AQUI) Os autores, estudando com detalhe o caso do Reino Unido, mostram que, mesmo entre pessoas da mesma profissão, quem vem de classes inferiores é prejudicado. Não estou a falar da dificuldade para aceder a profissões de topo, falo dos que, vencendo todas as barreiras, conseguiram lá chegar: com a mesma profissão, quem vem de baixo ganha menos.
Aos filhos das boas famílias basta ir com o vento: vão para a escola certa onde conhecem as pessoas certas, fazem o primeiro estágio no sítio certo e aproveitam as oportunidades que surgem. Os filhos da classe laboral têm sempre o vento contra, podem lá chegar, mas demoram muito mais tempo num processo muito mais desgastante. Os autores não negam nem os efeitos da etnia nem do género, mas mostram que a essas barreiras há que acrescentar a classe. As várias discriminações reforçam-se mutuamente: uma mulher negra de origens modestas, num emprego de topo, ganha menos 20.000 libras do que o seu colega branco oriundo de uma classe privilegiada.
Os autores analisam vários casos, entrevistando empregadores e trabalhadores, e concluem que praticamente ninguém tem consciência do seu privilégio de classe: atribuem tudo ao mérito. Se fosse em Portugal, ainda diriam que eram prejudicados por serem filhos de quem são, como Daniel Oliveira e Vieira da Silva já explicaram. Aqueles que tantas vezes chamam a atenção (e bem) para os privilégios invisíveis de se ser homem, branco e heterossexual não se enxergam quando se fala do privilégio de classe.
Há uns anos conheci um responsável por uma empresa de consultoria em Lisboa. Contou-me que a sua empresa, quando recrutava jovens economistas e gestores, o fazia sempre em Lisboa. Um dia deu-se conta disso e foi contratar jovens de uma faculdade do Norte. Gostou tanto dos que contratou que, no ano seguinte, contratou mais uns quantos. Era a única empresa lisboeta onde o sotaque do Norte era dominante. É evidente o que se passou. Como consultora média que era, muitos dos melhores alunos de Lisboa tinham alternativas melhores. Quando foi ao Norte, contratou dos melhores dessa faculdade, que, naturalmente, eram melhores que os médios de Lisboa a que estava habituado. A empresa só ganhou com o esforço de alargar a base de recrutamento.
O caso que descrevi é um bom exemplo das conclusões a que chegaram vários estudos já feitos para os Estados Unidos. Quando muitas empresas procuraram, conscientemente, promover a diversidade dos seus quadros (aumentando a presença de negros, latinos, mulheres, etc.), no início não sabiam como fazer o recrutamento. Os circuitos a que estavam habituadas davam-lhes sempre o mesmo perfil de candidatos. Depois das dificuldades iniciais, aprenderam a que outras universidades e outros contactos recorrer. Aprenderam a avaliar CVs a que não estavam habituados. Uma vez passado o processo de aprendizagem, descobriram que havia vários candidatos qualificados e prontos que sempre tinham ali estado à espera da sua oportunidade. O mesmo se passou na Noruega, quando se impuseram quotas de género nas administrações de empresas: depois de um ajustamento inicial, a produtividade não caiu.
Voltando a Portugal. É chato fugir ao circuito familiar. É mais difícil obter recomendações e dá mais trabalho encontrar a pessoa certa. Compreendo tudo isso, mas de que adianta à esquerda enchermos a boca com a ética republicana, se não combatemos as linhagens de sangue?

*Professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Relatório sobre previsão de competências 2018 – Portugal

http://cite.gov.pt/pt/ (em inglês)

Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional – CEDEFOP

O relatório sobre previsão de competências resume as principais tendências futuras em termos de empregos e competências para Portugal até 2030, perspetivando as tendências do emprego por sectores, grupos profissionais e níveis de ensino, bem como a evolução da idade ativa da população.
Uma metodologia comum e dados harmonizados foram adotados, garantindo uma comparabilidade de resultados entre os Estados membros.
As estimativas estão em linha com as previsões económicas oficiais da UE e as projeções em termos de população.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Que competências procuram as empresas em 2019?


E se nos focalizarmos nas competências que as empresas procuram? O LinkedIn, que nos últimos anos tem acompanhado as competências as que as empresas mais necessitam todos os anos, publicou recentemente as suas conclusões para 2019. Utilizando dados relativos a competências cuja procura é superior à oferta, recolhidos através do seu sítio Web, a equipa do LinkedIn a partir de 50 000 competências, aproximadamente, fez uma lista das 30 competências mais procuradas (5 pessoais e sociais - «soft» - e 25 técnicas - «hard»).
Descubra a seguir as competências que figuram na lista...em: https://ec.europa.eu/eures/
As competências pessoais e sociais
As competências técnicas