quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

site Common Sense

Common Sense é a principal organização independente sem fins lucrativos dedicada a ajudar as crianças a prosperar em um mundo de mídia e tecnologia.
Nós capacitamos pais, professores e formuladores de políticas, fornecendo informações imparciais, conselhos de confiança e ferramentas inovadoras para ajudá-los a aproveitar o poder da mídia e da tecnologia como uma força positiva em todas as vidas das crianças.
As mídias e a tecnologia estão no centro de todas as nossas vidas hoje - especialmente nos nossos filhos. As crianças hoje passam mais de 50 horas de tempo de tela todas as semanas. O conteúdo de mídia que eles consomem e criam tem um profundo impacto no desenvolvimento social, emocional, cognitivo e físico. Aprender a usar a mídia e a tecnologia com sabedoria é uma habilidade essencial para a vida e a aprendizagem no século XXI. Mas os pais, os professores e os decisores políticos lutam para manter o mundo digital em rápida mudança no qual nossos filhos vivem e aprendem. Agora, mais do que nunca, eles precisam de um guia confiável para ajudá-los a navegar em um mundo onde a mudança é a única constante.

Relatório: "Insights into skill shortages and skill mismatch"





O relatório "Insights into skill shortages and skill mismatch" analisa o "European Skills and Jobs Survey" (ESJS), um documento publicado em 2014 pelo Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP), e elenca um novo conjunto de dados abrangendo cerca de 49 mil trabalhadores adultos dos 28 Estados-Membros da União Europeia (UE). 
Este documento centra-se num tema que tem vindo a preocupar de forma crítica os decisores políticos nos últimos anos: o desajuste de competências
O estudo destaca que o desajuste de competências é um fenómeno complexo, multidimensional e dinâmico e solicita aos decisores políticos que adotem uma mentalidade diferente para o abordar, focando-se em atividades sustentáveis, na aprendizagem contínua, na reengenharia de tarefas e na promoção de práticas de marketing/mercado de produtos de gama alta.
Este relatório revela, por um lado, que após a recente crise económica, com a destruição em massa de empregos e a reestruturação setorial, as taxas de desemprego atingiram o pico. Quatro em cada dez empregadores da UE tiveram dificuldade em encontrar pessoas com as competências adequadas. Por outro lado, a rápida digitalização e a obsolescência de competências tecnológicas também suscitam uma questão: em que medida as forças de trabalho da UE estão adequadamente preparadas para a 4.ª Revolução Industrial? 
O ESJS projeta que, até 2025, cerca de 48% de todas as oportunidades de emprego na Europa precisarão de ser preenchidas por indivíduos com qualificações intermédias. O estudo também mostra que cerca de 85% de todos os empregos da UE precisam, pelo menos, de um nível básico de competências digitais. 
A pesquisa existente sobre o desajuste de competências tem demonstrado que existem diferenças consideráveis na magnitude e custos económicos de diferentes tipos de desajuste de competências. As políticas one-size-fits-all têm poucas probabilidades de sucesso, já que os países europeus tendem a sentir o problema de forma diferente. Uma estimativa do CEDEFOP, com base no ESJS, mostrou que as competências existentes no mercado de trabalho da UE estão cerca de um quinto abaixo do que seria necessário para os trabalhadores desempenharem as suas funções com um mais elevado nível de produtividade. Isto exige uma ação concertada para estimular a educação de adultos na Europa.
Mas como é que tudo isto se compagina com o facto de uma parcela considerável dos trabalhadores (cerca de 4 em cada 10), sentir que as suas 
competências são subutilizadas e de cerca de um terço dos que têm ensino superior se sentirem sobre qualificados para os seus empregos? E o que devemos fazer quanto ao facto de a maioria da pesquisa demonstrar que o excesso de qualificações é uma forma mais prevalente de desajuste de qualificações do que a falta de competências? 
O ESJS dá algumas respostas. Confirma que um bom entendimento do nível e tipo de competências necessários nos empregos das pessoas é essencial e que, afinal, o desajuste de competências é um jogo de equilíbrio entre as exigências colocadas pelos empregos aos trabalhadores e as suas próprias competências e atitudes. 
De igual modo refere que 20% dos trabalhadores mais velhos (55+) têm qualificações abaixo das exigidas para os seus empregos, sendo necessários esforços políticos para valorizar as competências informais que permitam mitigar o desajuste de competências.
O relatório refere ainda que, em termos de políticas adicionais para combater o desajuste de competências, o aumento das taxas de conclusão do ensino superior pode não ser a melhor receita. Por oposição, a educação e a formação profissionais de qualidade provou o seu valor. Neste âmbito, a revisão do Quadro Europeu de Competências Essenciais para a Aprendizagem ao Longo da Vida, uma das 10 ações da Nova Agenda de Competências para a Europa, é vista como um esforço valioso. 
O documento refere ainda que os países que têm um nível mais baixo de desajuste são aqueles que permitem uma realocação eficiente de competências e empregos no espaço e no tempo. Além disso, têm um número menor de firmas mal geridas e dão maior importância às políticas que melhoram a qualidade da gestão, em especial no que toca às pequenas e médias empresas domésticas. Também estes países têm uma mistura mais flexível de regulações do mercado de trabalho e melhores políticas de habitação e parentalidade. Fonte. anqep


Nota: o sublinhado é meu

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Relatório “Os jovens na Europa precisam de um futuro”




A Cáritas Portuguesa apresentou, hoje, em Lisboa, o relatório “Os jovens na Europa precisam de um futuro”. Neste relatório, que integra um trabalho europeu coordenado pela Cáritas Europa em 16 países, são apresentadas recomendações que a Cáritas entende serem necessárias assumir pelos responsáveis políticos para que se quebre o ciclo de pobreza que está a condicionar o futuro dos jovens em Portugal e na Europa.
Salários baixos e condições de trabalho precárias; a educação desadequada ou de pouca qualidade são os dois fatores determinantes apontados pela Cáritas como condicionantes na vida dos jovens portugueses. A Cáritas aponta ainda a banalização das situações de contratos irregulares e a falta de coordenação entre os serviços públicos de emprego, as escolas e as universidades quanto à formação, oportunidades de emprego, orientação profissional e vocacional.
Continuar a ler http://www.caritas.pt/

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Revista NATURE: Coleção "Adolescência"




Revista NATURE -  Em um pacote especial , examinamos a complexidade e a promessa da adolescência e avaliamos os problemas enfrentados por esta faixa etária, bem como possíveis soluções, através da lente das disciplinas da medicina e das ciências sociais para a educação e a neurociência. Continuar a ler: https://www.nature.com/articles (554, 403 (2018)

MANUAL: Alimentos fornecedores de proteínas




MANUAL: Alimentos fornecedores de proteínas do cabaz de alimentos do POAPMC
O Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da DGS, em colaboração com o Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas, e com a ajuda do Chef Fábio Bernardino e sua equipa, elaborou o presente manual com sugestões de poupança e gestão doméstica, no qual são apresentadas receitas saudáveis, saborosas e de baixo custo para toda a população. (Fonte DGS)

Saber mais: 

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Jogo SEXO FORTE



Jogo SEXO FORTE - Este material lúdico-pedagógico recorre à foto-linguagem como estratégia educativa na abordagem das questões de género, através do debate acerca da igualdade de género entre os jovens. 

Destinatários:
Pode ser jogado com jovens entre os 12 e 16 anos de idade. 

Os materiais do jogo estão disponíveis para download/impressão (gratuito) no Site da APF.

MANUAL: "Global Schools - Propostas de integração curricular da Educação para o Desenvolvimento e Cidadania Global no 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico".




Novo recurso educativo "Global Schools - Propostas de integração curricular da Educação para o Desenvolvimento e Cidadania Global no 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico".


O manual foi elaborado de forma colaborativa entre docentes da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e técnicos da FGS e do Graal, no âmbito do projeto
"Global Schools: Aprender a (con)viver".

Happy OnLife: Recurso Educativo sobre segurança online




Lançamento Happy OnLife: Recurso Educativo sobre segurança online
No dia 14 de março, pelas 16h45m, no Palácio Galveias (Campo Pequeno 57 A) em Lisboa, irão ser apresentados os recursos educativos Happy Onlife, desenvolvidos pelo Joint Reserach Center da Comissão Europeia, que têm como objetivo aumentar a literacia e as competências digitais das crianças entre os 8 e os 12 anos.
Programa: 
16h45: Receção aos Convidados. 
17h00: Boas Vindas: Secretária Geral da APAN – Manuela Botelho. 
17h15: Apresentação do Jogo Happy Onlife – Patrícia Dias e Rita Brito – Investigadoras da Universidade Católica.
17h30: Mesa Redonda sobre a Segurança Online com a presença de: 
Rute Agulhas – Psicóloga e Terapeuta Familiar 
Tito de Morais – Fundador do Site Miúdos Seguros na Net 
Pedro Marques – Fundação para a Ciência e Tecnologia

A confirmação de presença deve ser feita até ao dia 10 de março para o endereço mediasmart@apan.pt, ao cuidado de Susana Paiva.
Fonte: Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas https://www.facebook.com/

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Retenção Escolar das Crianças



Já está disponível para download o InfoCEDI n.º 74 sobre Retenção Escolar das Crianças  -  Boletim do Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança do instituto de Apoio à Criança

Deliberação n.º 175/2018

Deliberação n.º 175/2018 - Diário da República n.º 35/2018, Série II de 2018-02-19 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Estabelece as regras para a fixação de elencos de provas de ingresso.

Deliberação n.º 174/2018

Deliberação n.º 174/2018 - Diário da República n.º 35/2018, Série II de 2018-02-19 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Estabelece a correspondência entre os exames nacionais do ensino secundário e as provas de ingresso na candidatura ao ensino superior de 2018-2019.
Aceder: https://dre.pt

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Já podes traduzir chinês na Infopédia





Os primeiros dicionários online português/chinês e chinês/português já estão disponíveis no site da Infopédia. A Porto Editora lança este serviço a propósito do Ano Novo Chinês, que se assinala esta sexta-feira, 16 de Fevereiro. 
Estes dicionários apresentam mais de 25.500 entradas e exemplos e cerca de 36.500 traduções, na medida em que cada entrada tem mais do que uma tradução. O portal também permite a consulta gratuita de um limite de palavras. 
Estas obras lexicográficas, de acordo com o comunicado citado pela Lusa, "foram trabalhadas tendo por base o dicionário bilingue já publicado pela editora, em Maio de 2010". "Estas obras reflectem o apuro linguístico feito ao longo do tempo pela Porto Editora com o apoio de Ana Cristina Alves, autora do referido dicionário."
Continuar a  ler: http://p3.publico.pt/

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Educação para um mundo melhor: um debate em curso a uma escala global

Artigo que saíu no Publico a 16.2.2018 com o título "Educação para um mundo melhor: um debate em curso a uma escala global":

"Estamos todos convidados a perguntar qual o melhor modelo de aprendizagem que ajudará os alunos a ter sucesso no desenho do mundo sobre o qual agirão.

Enfrentamos hoje desafios sem precedentes — sociais, económicos e ambientais — provocados por uma globalização em aceleração e por um muito mais rápido desenvolvimento tecnológico. Paralelamente, estas forças conferem uma miríade de novas oportunidades para o desenvolvimento humano. O futuro é incerto e não o conseguimos predizer; mas é preciso estar disponível e preparado para esse futuro. As crianças que entram nos sistemas educativos em 2018 serão jovens adultos em 2030. As escolas têm de os preparar para empregos que ainda não foram criados, para tecnologias que não foram ainda inventadas, para resolver problemas que ainda não foram antecipados. Aproveitar oportunidades e encontrar soluções será uma responsabilidade partilhada. Temos a responsabilidade de educar estas crianças, tornando-as competentes, equipadas com o conhecimento, as capacidades, as atitudes e os valores que os tornam capazes de ser os construtores de um futuro melhor. Estamos todos convidados a perguntar qual o melhor modelo de aprendizagem que ajudará os alunos a ter sucesso no desenho do mundo sobre o qual agirão.
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Através do projeto da OCDE O futuro da educação e competências 2030,29 países e economias estão a colaborar para a encontrar perguntas para duas perguntas prementes:
  • De que tipo de conhecimentos, capacidades, atitudes e valores vão necessitar os estudantes para ter sucesso e modelar o seu mundo?
  • Como podem os sistemas educativos desenvolver esse conjunto de competências?
O projeto não procura estabelecer uma abordagem uniforme para os sistemas educativos, porque isso não ajudaria a responder a estas questões. Pelo contrário, fornece uma plataforma para o desenvolvimento de uma compreensão partilhada sobre desenho curricular. Estudantes preparados para o futuro precisam de ser agentes ativos quer na sua própria educação, quer na sua própria vida. Ser agente implica um sentido de responsabilidade para participar no mundo e, assim, influenciar pessoas, eventos e circunstâncias para o que é melhor. Ser agente assenta no poder de modelar um propósito e identificar ações para o conseguir. Uma educação de sucesso prepara jovens que pensam por si só e trabalham e vivem com os outros. Isto implica desenvolver a capacidade de resolver problemas complexos, de questionar a sabedoria estabelecida, integrando conhecimento emergente, de comunicar eficientemente e de promover o bem-estar. Os jovens precisam do conhecimento que é adquirido sem o recurso único a rotinas de memorização. Formas múltiplas de avaliação, metodologias ativas de ensino e aprendizagem, trabalho interdisciplinar, trazendo o mundo real para dentro da sala de aula — estes são ingredientes nucleares para este objetivo de promover uma aprendizagem melhor e mais profunda.
A partir das Competências Chave (desenvolvidas no projeto OCDE DeSeCO – Definição e Seleção de Competências), o projeto Educação 2030 identificou três categorias adicionais, conhecidas como Competências Transformadoras:
  • Criar novos valores: é necessário pensar criativamente, desenvolver novos produtos e serviços, novos empregos, novos processos e métodos, novas formas de pensar e viver, novas empresas, novos setores, novos modelos de negócio e novos modelos sociais. Cada vez mais, a inovação não emerge de indivíduos que pensam e trabalham sozinhos, mas da cooperação e colaboração que permitir criar novo conhecimento a partir do conhecimento existente.
  • Reconciliar tensões e dilemas: é hoje necessário pensar de forma mais integrada para impedir conclusões prematuras e reconhecer interconexões. Num mundo de interdependência e conflito, os indivíduos assegurarão com sucesso o seu bem-estar, o das suas famílias e das suas comunidades, somente através do desenvolvimento desta segunda competência transformadora: a capacidade de reconciliar os seus próprios objetivos com as perspetivas dos outros.
  • Assumir responsabilidade: lidar com a novidade, a mudança, a diversidade e a ambiguidade assume que os indivíduos podem pensar autonomamente e trabalhar com os outros. De igual modo, a criatividade e a resolução de problemas requer a capacidade para considerar as consequências futuras das ações de cada um, para avaliar risco e recompensa, e para aceitar a responsabilização pelos produtos do trabalho desenvolvido. Isto sugere um sentido de responsabilidade, e maturidade moral e intelectual, com a qual uma pessoa pode refletir sobre as suas ações e avaliá-las à luz das suas experiências e dos objetivos pessoais e da sociedade, à luz dos que lhes foi ensinado e dito, e à luz dos que está certo ou errado.
Muitos atores são chamados a desempenhar um papel para que estas competências possam ser desenvolvidas. Para ajudar a desenvolver o compromisso e a capacidade de ser agente naqueles que aprendem, precisamos não só de reconhecer a sua diversidade individual e o seu potencial, mas também de reconhecer que o conjunto mais largo de relações que influenciam a sua aprendizagem — com os seus professores, os seus colegas, famílias e comunidades. Um conceito fundamental que subjaz a este modelo de aprendizagem é, portanto, o de “co-construção” — as relações interativas de suporte mútuo que ajudam os alunos a progredir em direção aos seus objetivos. Neste contexto, todos devemos considerar-nos aprendentes, não apenas os alunos, mas também os professores, as escolas, os decisores políticos, as famílias e as comunidades. Se a aprendizagem está no centro, é crítico o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem."


O grupo de consultores do Projeto da OCDE Future of Education and Skills 2030:
João Costa, Secretário de Estado da Educação, Portugal
Suzanne Dillon, Subinspectora-geral, Departamento de Educação e Competências, Irlanda
Kan Hiroshi Suzuki, Consultor Executivo do Ministério da Educação, Desporto, Cultura, Ciência e Tecnologia, Japão
Moonhee Kim, Ministra, Delegação Permanente da República da Coreia na OCDE, Coreia do Sul
Jørn Skovsgaard, Conselheiro Sénior de Educação, Ministério da Educação, Dinamarca
Em colaboração com a OCDE:

Andreas Schleicher, Director de Educação, OCDE

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Despacho Normativo n.º 4-A/2018

Despacho Normativo n.º 4-A/2018 - Diário da República n.º 32/2018, 1º Suplemento, Série II de 2018-02-14 
Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação 
Aprova o Regulamento das Provas de Avaliação Externa e das Provas de Equivalência à Frequência dos Ensinos Básico e Secundário.
Aceder: https://dre.pt/

Helping Kids After a Shooting

Recursos para ajudar as crianças afetadas após um tiroteio

https://www.schoolcounselor.org/





Recursos da AAP:

Estatísticas: Alunos matriculados no ensino superior

Base de Dados Portugal Contemporâneo

Alunos matriculados no ensino superior: total, por subsistema e por tipo de ensino

Quantos estudantes frequentam o ensino universitário ou o ensino politécnico, público ou privado?

Aceder: 
https://www.pordata.pt/Portugal/Alunos+matriculados+no+ensino+superior+total++por+subsistema+e+por+tipo+de+ensino-1019-8160

kit "Emoções em Jogo"



Este kit permite trabalhar a identificação e gestão das emoções com crianças, jovens e adultos.
Nasce da parceria entre a Growth e a desenformar.com, projectos de 2 EMAPPianos de Lisboa

As “Emoções em Jogo” são um kit composto por: 2 baralhos com 52 cartas cada, onde cada carta representa uma emoção, e um manual. O manual faz o enquadramento científico das emoções e sugere 12 exercícios distinto para as explorar.
Através de exercícios, jogos e dinâmicas de grupo, as “Emoções em Jogo” ajudam crianças, jovens e adultos a compreender melhor o que sentem em cada situação, a integrar as emoções no seu vocabulário do dia-a-dia e a compreender como o seu comportamento é influenciado pelas emoções.
As “Emoções em Jogo” podem ser utilizadas para diversão, aprendizagem, desenvolvimento ou terapia, de forma individual ou em grupo e em diferentes contextos profissionais ou pessoais, como por exemplo: formação de adultos, ensino de jovens, equipas em organizações, grupos de apoio, casais, atividades pais-filhos, etc.
Autores: Psicólogos Patrícia Sarmento e Paulo Luis.
Ilustração e design: Tânia Martins Guita
Tem um custo de lançamento de 19€ até ao final de Fevereiro
Quem estiver interessado, pode adquiri-o aqui: https://positivegrowthproject.com/shop 
SABER mais sobre o Kit
 https://desenformar.com/

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Portaria n.º 45/2018

Portaria n.º 45/2018 - Diário da República n.º 29/2018, Série I de 2018-02-09
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Saúde 
Regula os requisitos gerais que devem ser satisfeitos pelo ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado em Medicina Tradicional Chinesa.
Acederhttps://dre.pt/

Medicina Tradicional Chinesa


Instituição de Ensino Superior: 
 Universidade Do Porto
Unidade Orgânica: 
 Instituto De Ciências Biomédicas De Abel Salazar
N.º do Processo: 
 CEF/0910/15897
Grau: 
 Mestre
ECTS: 
 120,0
Decisão: 
 Acreditado Preliminarmente

MyWaypass: Una plataforma de orientación vocacional para nativos digitales




MyWaypass es una plataforma online diseñada para ofrecer a los alumnos una serie de experiencias en clave de Etapas de un viaje de descubrimiento de sí mismo, sus intereses y el mundo que le rodea. MyWaypass está pensada para que los alumnos sean autónomos y puedan llevar a cabo las misiones sin la necesidad de mediación de un adulto. No obstante, ha sido concebida para poder ser integrada dentro de los planes de orientación y tutoría de cada centro, incluyendo el perfil de usuario tutor/ orientador. Es una herramienta dinamizada por dos jóvenes videoblogueros que cuentan su propio viaje vocacional, invitando a los alumnos a realizar las actividades de cada una de las etapas. Esta innovadora herramienta gamificada está ambientada en el espacio y es completamente gratuita.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Memorando de Reflexão sobre Políticas Trans




Recomendações para o meio escolar e universitário 
Incentivos a boas práticas de inclusão de pessoas trans, intersexo e não-binárias em meio escolar. Inclui livros na temática trans nas bibliotecas e convites a autoras/es não-binários. Acolhimento explícito da livre expressão de género em meio escolar, independentemente de alterações formais ou físicas. Inclui: uso do nome social; uso livre das instalações (balneários, casas de banho) e dos uniformes escolares. Desenvolvimento de protocolos de prevenção e intervenção pedagógica em relação a bullying por motivos de expressão de género. Reconhecimento da área de Estudos Transgénero enquanto campo de saber interdisciplinar e autónomo.

Sobre o Memorando de Reflexão sobre Políticas Trans
No âmbito do projeto «Intimate | Cidadania, Cuidado e Escolha: A Micropolítica da Intimidade na Europa do Sul» financiado pelo European Research Council (ERC) e desenvolvido no CES-UC sob coordenação de Ana Cristina Santos, acaba de ser disponibilizado um Memorando de Reflexão sobre Políticas Trans com base nos resultados da investigação desenvolvida com pessoas trans e não-binárias em Portugal, Espanha e Itália.
Este Memorando inclui Resultados e Recomendações decorrentes da análise efetuada a um conjunto alargado de entrevistas em profundidade a pessoas trans e não-binárias, e pessoas peritas em políticas públicas no campo das sexualidades nos três países. Todas as entrevistas foram realizadas entre abril e julho de 2017, pelo que se trata de material empírico original e de grande atualidade.
Por se tratar do primeiro projeto financiado pelo ERC sobre temas de cidadania íntima LGBTQ na Europa do Sul, esta reflexão pode ser um contributo importante por parte da academia para a discussão acerca da Lei de Identidade de Género que está presentemente em discussão no Parlamento português.
Fonte: Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra

Por qué apoyar a mujeres y niñas en ciencia y tecnología?

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

BAES: Biblioteca Aberta do Ensino Superior



A BAES é uma Biblioteca Virtual, onde está disponibilizado todo o acervo documental em formato alternativo que foi sendo criado ao longo dos últimos anos

Biblioteca com conteúdos acessíveis on-line, resulta do trabalho em parceria entre nove Instituições de Ensino Superior e constitui-se pela articulação de três grandes áreas: produção de informação, acesso à informação e partilha de informação.
Possui um acervo de mais de 3000 títulos em Braille, áudio e texto integral. Sendo uma estrutura em desenvolvimento, na BAES é possível encontrar muita informação, na área das Ciências Sociais e Humanas. Pretende-se, a curto prazo, alargar a produção para as áreas da Matemática, Música e Química, aumentar o nº de títulos para as actuais áreas e, a médio prazo, introduzir novas áreas do saber.
Os estudantes do ensino superior com necessidades educativas especiais podem aceder ao texto integral de colecções específicas que lhes são dirigidas, designadas pelo título genérico de colecções ALFA, autenticando-se, quando para tal são solicitados pelo sistema, com as mesmas credenciais que utilizam para o acesso à rede wireless (e-U/eduroam) das suas instituições.
O acesso está disponível a partir da Biblioteca Virtual da U.Porto.
Em caso de dificuldade no processo de autenticação ou para obter mais informação são disponibilizados os contactos dos diversos parceiros BAES:
Universidade do Porto: saed@letras.up.pt
Universidade de Aveiro: difusao@doc.ua.pt
Universidade de Coimbra: atped@dtp.uc.pt
Universidade de Évora: nae@uevora.pt
Universidade de Lisboa (Reitoria): div.alunos@reitoria.ul.pt
                                        (FCUL): gapsi@sa.fc.ul.pt
                                        (FLUL): saa@fl.ul.pt
Universidade do Minho: gaed@reitoria.uminho.pt
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro: certic@utad.pt

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Portal de denúncias IWF em Moçambique





A partir de hoje e assinalando o Dia Por Uma Internet Mais Segura, Moçambique passa a dispôr de um portal para a denúncia de imagens e vídeos de abuso sexual de crianças.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Quadro Europeu de Competências para o Empreendedorismo



O Quadro Europeu de Competências para o Empreendedorismo, enquanto estrutura que oferece uma descrição abrangente das competências empresariais, procura, atualmente, recorrer à autoavaliação para compreender o potencial de empreendedorismo de cada indivíduo. Por isso mesmo identifica competências em três áreas-chave que descrevem o que é necessário para se ser empreendedor.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Argumentário a favor da igualdade de género -PERCEBER E SABER DO QUE FALAMOS





A Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) é uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivo a promoção da igualdade de género na juventude no respeito pelos preceitos e orientações das Nações Unidas e da União Europeia recorrendo, para tal, a atividades de informação, formação, pressão e influência, investigação, solidariedade e educação e cooperação para o desenvolvimento (continuar a ler: .http://redejovensigualdade.org.pt/blog/

Raparigas e Rapazes nas Associações Juvenis: um guia para o mainstreaming de género



A Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) é uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivo a promoção da igualdade de género na juventude no respeito pelos preceitos e orientações das Nações Unidas e da União Europeia recorrendo, para tal, a atividades de informação, formação, pressão e influência, investigação, solidariedade e educação e cooperação para o desenvolvimento.
A REDE congrega duas áreas de intervenção: a igualdade de género e a juventude. Pretende, pois, fazer o mainstreaming de género na área da juventude.