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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Associação Gap Year Portugal (AGYP)

Artigo da Jornalista Andreia Sanches, no Jornal Publico de hoje, com o título"Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção."
"Isadora Freitas está a terminar a licenciatura em Ciências da Comunicação, mas não vai já procurar emprego, nem inscrever-se num mestrado. Vai tirar um ano sabático. Numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior, e milhares de jovens têm de optar entre continuar a estudar ou procurar emprego, há quem faça a mesma escolha que Isadora fez. A partir de Setembro, a Associação Gap Year Portugal (AGYP) terá cerca de 50 jovens a fazer um ano de pausa para “sair da zona de conforto”, nas palavras do vice-presidente da associação, Telmo Martins.
“Preciso de experiências que me dêem estaleca”, continua Isadora, 21 anos, para quem realizar mestrado logo após a licenciatura nunca foi opção e, tendo em conta a actual conjuntura, entrar no mercado de trabalho também não. “Ou talvez isso seja uma desculpa”, diz.
A jovem natural de Aveiro quer ser jornalista, mas os objectivos para o próximo ano passam por viajar e fazer voluntariado: “É uma questão de crescimento interior, dar tempo de mim para mim e perceber aquilo que realmente quero.”
O conceito de gap year — criado pelos ingleses na década de 1960 — aparece normalmente associado a viajar, mas pode passar pela realização de cursos, voluntariado ou desenvolver ideias de negócio, entre outros. É também comum que seja realizado no final do secundário, mas não só.
Telmo Martins já foi “gapper” — o nome pelo qual são conhecidos os que decidem viver um "gap year". Tinha 22 anos quando, ao acabar a licenciatura em Psicologia, decidiu passar um ano a viajar. Hoje, com 24, a fazer mestrado e a estagiar, dedica-se também a divulgar o conceito de gap year. O vice-presidente da AGYP explica que em Portugal o gap year é pouco comum “porque, no caso dos jovens, os pais estão muito agarrados aos filhos e consideram que é estar um ano parado — há pressa em fazer o curso e começar a trabalhar”. Considera, por isso, que é responsabilidade dos jovens ajudar os pais a compreender e a aceitar a opção, tal como ele próprio teve de fazer.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e coordenadora em Portugal do Health Behaviour in School-Aged Children (um levantamento dos comportamentos e estilos de vida dos adolescentes levado a cabo de quatro em quatro anos pela Organização Mundial de Saúde) tem a mesma opinião: “Os adolescentes portugueses não estão tão preparados como os outros adolescentes europeus porque no Sul da Europa os pais retêm os filhos mais tempo num estatuto de não autonomia e de não responsabilização.” Contudo, para a psicóloga, a realização de um ano sabático “pode constituir uma experiência inesquecível e enriquecedora na vida de qualquer adolescente”.
“Desvio saudável”
Recordando a experiência pessoal, Telmo Martins conta com entusiasmo: “Faltava ali qualquer coisa, estava algo por conquistar e consegui sozinho.” Margarida Gaspar de Matos prossegue: a realização de um sabático permite o “exercício da autonomia e responsabilização”, a “criação de redes de suporte social”, o contacto com línguas e culturas estrangeiras e até tem “vantagens escolares e profissionais para o futuro”.

O responsável da AGYP diz, aliás, que a realização de um gap yeartem sido valorizada nas entrevistas de emprego que tem realizado nas área de consultoria e recursos humanos.
Psicóloga e investigadora na área do desenvolvimento e educação, Isabel Macedo Pinto também considera que um gap year pode representar um “desvio muito saudável” na carreira académica e profissional: “A distância pode ajudar a repensar projectos de carreira, muitas vezes elaborados de forma imatura e pouco reflectida, em outros casos a reforçar e reinvestir nos projectos de carreira já elaborados.”
Isabel Macedo Pinto vê no contexto actual “um trampolim para a saída e para a aventura” e explica: “Presentemente as pessoas estão cada vez mais mentalizadas para a ideia de que os jovens têm que sair do país para encontrarem trabalho e melhores condições de vida.”
Tanto Isabel Pinto como Margarida Matos ressalvam, contudo, que um ano sabático representa gastos financeiros que grande parte das famílias portuguesas não pode suportar.
Telmo Martins confirma que a questão dos custos pode ser uma barreira, mas diz que o desafio está em contorná-la e dá o seu exemplo: “Trabalhei durante toda a licenciatura. Podia ter comprado um carro, mas para mim fazia sentido investir em mim.” Viajou durante dez meses por 23 países da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos, por 6000 euros, mas garante que as despesas dependem do nível de conforto procurado.
A maioria dos “gappers” que conhece, diz ainda o vice-presidente da AGYP, enquadram-se nas classes média e média baixa.
Críticas ao Governo
Para Isadora, a realização de voluntariado e de trabalhos esporádicos (através de plataformas como o Serviço Voluntário Europeu e a AIESEC) pode ser a solução para tirar um “ano de folga” sem dar despesas à família que considera de classe média.  “Desvantagens? Só a saudade, mas é importante para sabermos que temos onde regressar”, diz sorridente e optimista. De resto, considera que as suas experiências da realização de Erasmus e de um InterRail foram muito positivas.

Relativamente às vantagens, espera que sejam muitas, mas mais do que melhorar o currículo, procura abrir os horizontes e destaca: “É importante saber, na prática, o que é estar fora da nossa zona de conforto.”
O gap year é uma realidade distante para a maioria dos portugueses, mas o país é um bom destino para os “gappers”, segundo o brasileiro Silvagner de Azevedo, que passou dois anos sabáticos em Portugal.
Era polícia e professor universitário quando, com 37 anos, decidiu partir para a “aventura”. “Estava tudo muito certinho na minha vida e precisava de oxigenar”, explica. O objectivo era dedicar o ano sabático à formação académica. Escolheu Portugal como destino pela língua portuguesa e pelo renome da Universidade de Coimbra, onde veio a fazer o doutoramento em Direito.
Silvagner garante que ao fim dos dois anos regressou ao Brasil “com o coração apertado e a bagagem cheia”. Além de ampliar os horizontes e descobrir Portugal e outros países da Europa, o brasileiro refere a descoberta pessoal. Do período que esteve em Portugal resultou o blogue “Portugal Sabático” que se tornou um sucesso e levou à escrita de poesia e crónicas mensais para um jornal brasileiro. “Hoje, sou um difusor da cultura lusitana no Brasil”, afirma Silvagner que desde então visita Portugal anualmente.
Para Rui Duarte, deputado socialista, casos como o de Silvagner confirmam a potencialidade do gap year como factor de promoção do país. Por considerar o ano sabático uma “nova modalidade de mobilidade social”, o deputado apresentou em Março de 2013 um projecto de resolução para adopção de medidas de divulgação e apoio à prática do ano sabático. A proposta, aprovada por unanimidade, previa a colaboração do Ministério da Educação e Ciência com associações que divulgam o gap year, a criação de um mecanismo de acompanhamento dos jovens através da rede consular portuguesa e a formação de um programa para receber jovens estrangeiros no país.
ui Duarte lamenta que, mais de um ano depois, o Governo não tenha dado seguimento à resolução, que ainda não tem efeitos práticos. No entanto, acredita que “a crescente força do movimento fará com que o Governo perceba que tem que acompanhar as tendências de mobilidade dos jovens e o seu potencial".
Sabática para professores
Em Portugal, o ano sabático está muito limitado ao mundo académico e de investigação. A cada seis anos após o doutoramento, os professores universitários podem pedir uma licença para dispensa da actividade docente pelo período de um ano lectivo, de forma a realizarem trabalhos de investigação, publicarem livros ou darem aulas no estrangeiro.

Doutorada em Teoria da Literatura há 22 anos, Celina Silva, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, vai usufruir da terceira licença sabática no próximo ano lectivo. Para pedi-la, diz, é necessário apresentar uma justificação e um plano de trabalho a efectuar. No final do ano ou semestre sabático, a professora terá de apresentar um relatório para ser analisado pela comissão científica da instituição e posteriormente anexado ao seu currículo, sob pena de repor as quantias correspondentes às remunerações recebidas naquele período.
A professora afirma que, do conhecimento que tem, é muito raro um pedido de licença sabática ser recusado e afirma: “A licença sabática é essencial porque os docentes são cada vez mais solicitados para questões múltiplas.”
Em licenças anteriores, Celina Silva dedicou-se à investigação nas universidades de Indiana (Estados Unidos da América) e Paris 8, na sequência da qual foi convidada a leccionar durante dois anos na universidade francesa. “Foi importante para contactar com outras realidades pedagógicas e institucionais”, afirma. A experiência possibilitou também cooperações posteriores.
Dado o contexto actual, a professora mostra-se, contudo, preocupada com o impacto da restrição orçamental nas directrizes futuras relativamente às licenças sabáticas.
Texto editado por Andreia Sanches "Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção.

Consultar também no site da Gap Year Portugal (GYP) o PROGRAMA EXPERIÊNCIAS ACADÉMICAS cujas inscrições se encontram abertas até final de agosto 2019


quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas




Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas
O Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas tem em curso diversas atividades em vários locais do país, no âmbito da preservação da natureza, da florestas e dos respetivos ecossistemas.
Este Programa destina-se a jovens dos 18 aos 30 anos de idade e as inscrições devem ser efetuadas através de plataforma informática.


quinta-feira, 16 de maio de 2019

Candidaturas Abertas - Intercultura–AFS Portugal



A Intercultura–AFS Portugal é uma associação de Juventude e Voluntariado, sem fins lucrativos. Tem como objectivos contribuir para a Paz e Compreensão entre os Povos através de intercâmbios de jovens e famílias, para uma Aprendizagem Intercultural e Educação Global.

PROGRAMA AFS  - FAMÍLIAS DE ACOLHIMENTO
O Programa AFS - Famílias de Acolhimento é uma experiência de intercâmbio em que uma família acolhe voluntariamente em sua casa um/a jovem estrangeiro que vem estudar durante um trimestre, semestre ou ano letivo numa Escola Secundária em Portugal.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Abertas Candidaturas: Projeto de voluntariado europeu




Através do projecto Future is in your hands. Start off with Volunteering!, 1 jovem português irá disfrutar de uma oportunidade única!

PERFIL PREFERENCIAL DOS CANDIDATOS
-> Idade entre 18 e 30 anos;
-> Residência oficial em Portugal;
-> Vontade e abertura para desenvolver novas competências;
-> Proactividade e espírito de iniciativa para desenvolver novas ideias e novos projectos que estejam de acordo com os valores da organização de acolhimento;
-> Nível médio de Inglês
-> Ser uma pessoa descontraída e com boas competências de comunicação;
Requisitos adicionais não obrigatórios mas valorizados: conhecimento básico de design gráfico, captura e/ou edição de fotografia e/ou vídeo, conhecimento básico de online marketing ou conhecimento básico de gestão de plataformas e recursos online (websites, redes sociais, etc…)

INFORMAÇÕES ÚTEIS
Informação geral sobre a cidade de Bratislava: https://en.wikipedia.org/wiki/Sumy
Informação completa sobre o projecto: Future is in your hands. Start off with volunteering!
Podes consultar testemunhos de voluntários anteriores aqui!
Website da organização de acolhimento: Mladiinfo Slovensko
Página do Facebook da organização de acolhimento: Mladiinfo Slovensko
CANDIDATURA
Para te candidatares, basta preencheres o formulário de candidatura!

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

«Voluntariado Jovem 70 JÁ – Direitos da Juventude».



Decorrem, até ao dia 12 de outubro, as candidaturas à ação de «Voluntariado Jovem 70 JÁ – Direitos da Juventude».
 
Esta ação de voluntariado jovem vai decorrer entre setembro de 2018 e junho de 2019 e destina-se a jovens que tenham disponibilidade e gosto em comunicar com os seus pares e queiram intervir, em meio escolar, no âmbito da promoção dos direitos humanos e dos direitos constitucionais.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas




O Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas é um programa de voluntariado juvenil, que decorre todo o ano, no âmbito da preservação da natureza, florestas e respetivos ecossistemas. Pretende-se sensibilizar as populações, prevenir contra os incêndios florestais e outras catástrofes com impacto ambiental, monitorizar e recuperar territórios afetados.​
INSCREVE-TE

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Plataforma Youth Wiki




A Plataforma Youth Wiki é a enciclopédia online da Europa na área das políticas nacionais de juventude. A plataforma é um banco de dados abrangente de estruturas, políticas e ações nacionais de apoio a jovens. 
Abrange os oito principais campos de ação identificados na Estratégia da Juventude da UE para 2010-2018: 

  • educação
  • formação
  • emprego
  • empreendedorismo
  • saúde e bem-estar
  • participação
  • atividades de voluntariado
  • inclusão social
  • juventude no mundo
  • criatividade
  • cultura.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Portal Voluntários




Projeto de responsabilidade social da rede Universia apoiado pelo Santander. 
No Portal as IPSS, as associações e instituições de ensino superior, divulgam as suas ofertas de voluntariado, de modo simples e gratuito.

Se deseja ser voluntário deve seguir os seguintes passos:

1. Se já inseriu o CV em Trabalhando.pt ou em qualquer um dos portais associados a esta comunidade laboral, apenas deve inserir o nome de utilizador e password no site da Instituição e indicar como, quando e a quem quer ajudar.

2. Se ainda não está inscrito, deve registar-se e completar os dados que o sistema irá pedir.

3. De seguida, deve selecionar a opção “Ver projetos” e selecionar o tipo de voluntariado do seu interesse.

4. Veja o projeto, e se ficar interessado/a deve selecionar a opção “Candidatar”.

E está feito! O seu currículo de voluntário será enviado automaticamente para a instituição que publicou o projeto.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Revista DIRIGIR e FORMAR sobre VOLUNTARIADO e INCLUSÃO SOCIAL

D&F – Revista para gestores e formadores, Nº 16 
Neste número discute-se a  
“O tema escolhido para o presente número da D&F – a inclusão social -, tem plena justificação não só porque permanece seguramente um dos maiores desafios com que as nossas sociedades continuam confrontadas e que nos interpela a todos  diariamente, mas sobretudo pela necessidade de dar  respostas consistentes e sustentáveis aos diferentes níveis, que permitam aproveitar todas as oportunidades e a plenitude das nossas capacidades, erradicar a pobreza e promover uma efetiva inclusão social, condição indispensável do nosso crescimento e desenvolvimento económico e social.”
Destaco nesta revista o artigo de Teresa Seabra  com o título "A formação escolar dos estudantes de contextos sociais desfavorecidos"
Aceder à Revista   (AQUI)

Na SEPARATA da revista DIRIGIR e FORMAR º 16 do IEFP discute~se a problemática do VOLUNTARIADO (AQUI )

terça-feira, 11 de abril de 2017

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Queres ser o primeiro voluntário do Corpo Europeu de Solidariedade?




A Representação da Comissão Europeia em Portugal, em parceria com a Fundação AMI, irá lançar, no dia 7 de dezembro, a nível nacional, o Portal do Corpo Europeu de Solidariedade. 

O evento decorrerá na sede da Fundação AMI e é aberto ao público. Aparece, informa-te sobre a iniciativa, troca ideias e experiências e sê dos primeiros a inscreverem-se no Portal do Corpo Europeu de Solidariedade (https://europa.eu/youth/SOLIDAR )



Lisboa, 07 dez (Lusa) -- Os jovens europeus até aos 30 anos que queiram ajudar em situações de crise podem inscrever-se, a partir de hoje, no portal do Corpo Europeu de Solidariedade, uma iniciativa que em Portugal conta com o apoio da AMI. aqui

O portal vai ser apresentado hoje, a nível nacional, na sede da Fundação AMI, em Lisboa, numa iniciativa da responsabilidade da Comissão Europeia, aberta ao público em geral, mas que tem como principal objetivo dar a conhecer o portal aos jovens e às associações de solidariedade que queiram fazer parte.
Nesta iniciativa, "os jovens interessados em participar numa atividade de solidariedade em toda a Europa, podem informar-se sobre o novo Corpo, trocar ideias e experiências e ser dos primeiros a inscreverem-se no Portal do Corpo Europeu de Solidariedade", explica a Representação da Comissão Europeia em Portugal, em comunicado.
O Corpo Europeu de Solidariedade foi pensado e criado para os jovens com "consciência social, que estão dispostos a ajudar a sociedade de uma forma útil e ajudar a promover a solidariedade", defendeu o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, quando anunciou esta iniciativa, em setembro de 2016.
Nesse sentido, o Corpo Europeu de Solidariedade destina-se aos jovens entre os 17 e os 30 anos que queiram "ajudar as organizações não governamentais (ONG), autoridades locais ou empresas privadas ativas na resposta às situações de crise em toda a União Europeia", tendo como meta a adesão de 100 mil jovens até 2020.
"Os jovens poderão participar em ações e projetos de natureza abrangente, nas áreas de educação, cuidados de saúde, integração social e integração no mercado de trabalho, assistência na distribuição de alimentos, construção de abrigos, acolhimento e integração de migrantes e refugiados, proteção do ambiente e prevenção de catástrofes naturais", lê-se no comunicado.
Terá a vertente de voluntariado, oferecendo aos jovens a oportunidade de fazer serviço voluntário a tempo inteiro por períodos de dois a doze meses, e a vertente profissional, que irá proporcionar oportunidades de emprego, formação ou estágio, por um período mínimo de quatro meses.
As organizações que participem neste Corpo Europeu terão que assinar uma Carta dos Princípios Fundamentais, a que têm de aderir, passando a poder recrutar participantes através do site do Corpo Europeu de Solidariedade.
A partir de hoje, o sistema de registo está aberto a todos os jovens interessados, sendo que a ficha de inscrição "estará em breve disponível à pesquisa que as organizações queiram empreender para encontrar candidatos adequados entre os jovens registados".
Depois do registo, os jovens podem especificar os países onde gostariam de participar, indicar se preferem fazer voluntariado ou ter uma experiência laboral, que atividades gostaria de fazer e que competência tem, sendo que o registo fica disponível nas 24 línguas oficiais da União Europeia.
Aos jovens que participem, o Corpo Europeu de Solidariedade disponibiliza alojamento, alimentação, as despesas de viagem, seguro e uma mesada. As despesas de deslocação e as ajudas de custo serão pagas aos formandos e estagiários, sendo que os estagiários terão sempre um contrato de trabalho e um salário.
Todos os participantes terão direito a um certificado especificando as atividades em que participaram neste contexto.
SV//GC

quarta-feira, 6 de julho de 2016

AIESEC




AIESEC é uma organização internacional que proporciona oportunidades profissionais e de voluntariado aos jovens, promovendo o seu desenvolvimento, de forma a que estes tenham um maior impacto no mundo e no ambiente ao seu redor.
Descobre mais sobre as suas iniciativas em http://aiesec.pt/

quinta-feira, 24 de março de 2016

Iduka - Promover o financiamento do ensino pós-secundário


A  Iduka é uma plataforma onde podes  criar uma campanha de angariação de fundos para financiar os teus estudos, participar em programas de voluntariado e ter acesso a estágios profissionais.  
«Não basta facilitar o financiamento dos estudos pós-secundário. O nosso objetivo é que finalizada a formação académica pós-secundária, o estudante encontre uma saída profissional que garanta a sua sustentabilidade», explica Miguel Martim, fundador da Iduka, ao Canal Superior.  
O projeto surgiu em 2009, nos Estados Unidos, depois de Miguel ter enfrentado dificuldades em financiar o próprio programa de doutoramento, na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara.  
Com o intuito de aliviar a mesma provação que «milhares» de outros estudantes enfrentam diariamente, sendo que uns acabam «mesmo por desistir ou abandonar os estudos» e outros são «forçados a colocar na prateleira os seus sonhos por falta de meios financeiros», Miguel Martim decidiu criar uma plataforma no sentido de «promover o financiamento [colaborativo] do ensino pós-secundário».   
A Iduka, hoje uma Instituição Particular de Solidariedade Social, chegou a Portugal há três anos. Mas a funcionalidade dedicada ao crowdfunding ficou disponível a partir deste mês. 

O projeto, dinamizado, para já, apenas por voluntários, é direcionado a estudantes da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. «Uma vez que neste momento a Iduka não tem protocolos assinados com as instituições de ensino portuguesas, apenas aceitamos inscrições de candidatos que preencham determinados requisitos de elegibilidade», frisa Miguel Martim.  
Para integrar o projeto, os estudantes devem frequentar cursos «prioritários para o desenvolvimento do país», isto é, formações ligadas a áreas como ciência, tecnologia, engenharia, gestão hoteleira e estudos oceânicos.  
Na Iduka estão, atualmente, a decorrer quinze campanhas de angariação de fundos e outros quinze processos estão sob a avaliação da plataforma.  
Miguel Martim destaca ao Canal Superior três das iniciativas em curso na Iduka: #NoColorShame, uma campanha na área da educação contra a discriminação de estudantes albinos, em Moçambique, o projeto «ScholarCHIP 4 Refugees», uma iniciativa de apoio a refugiados que pretendam estudar em Portugal, e uma campanha de formação de professores, a «Power of 10 Teachers»

Os interessados em investir no percurso de estudantes que buscam apoio financeiro podem fazê-lo aqui.
22/03/2016 17:31


sábado, 29 de março de 2014

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Publicação “Mais Cidadão"


 
 
Conheça a publicação “Mais Cidadão” editada pela Comissão Europeia no âmbito do Ano Europeu dos Cidadãos.
A publicação MAIS CIDADÃO pretende "divulgar a Cidadania Europeia, para aprofundar, com exemplos práticos, o seu significado e alcance, e ainda para aproximar os cidadãos daquelas que são as instituições que os servem na União Europeia" e está disponível na área "Centro de Documentação" deste Site: http://www.igfse.pt/index.asp

 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Fazer voluntariado na Europa


A Associação Académica da Universidade da Madeira foi acreditada pela União Europeia como entidade de acolhimento e envio da coordenação do Serviço de Voluntariado Europeu (SVE).
O SVE permite aos jovens levar a cabo um serviço de voluntariado, com uma duração de 12 meses, num país que não o seu de residência.
Destinatários:
Todos os interessados, incluindo os antigos estudantes da Universidade da Madeira. 
Para mais informações:

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

sites de Voluntariado



Ainda não falei neste blogue sobre o voluntariado, apesar de estar atenta a este assunto, até hoje, em que o testemunho de outro bloguista Alberto Velez Grilo, me entusiasmou a fazê-lo.

Aqui está o  blogue de Alberto Velez Grilo (outras escritas ), com o seu relato sobre a ajuda que presta a Enock, menino que vive na Zâmbia.
As organizações que podemos aderir online, para realizarmos acções de voluntariado:
http://www.onlinevolunteering.org/en/index.html
http://www.bolsadovoluntariado.pt/
http://www.children.org/contact.asp
http://www.plataformaongd.pt/
http://juventude.gov.pt/Voluntariado/Paginas/default.aspx


imagem retirada daqui.