sexta-feira, 29 de setembro de 2017
A Maior Lição do Mundo - Desafio às Escolas
A Maior Lição do Mundo representa uma oportunidade única de promoção da cidadania global em escolas de todo o mundo.
Continuar a ler:http://dge.mec.pt
Em Portugal: http://maiorlicao.unicef.pt/
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Plataforma da UN com cursos online gratuitos sobre mudança climática
Em 7 idiomas
Oferecemos cursos online gratuitos sobre mudança climática, com apoio do sistema das Nações Unidas. Comece hoje. Informe-se sobre mudança climática. Obtenha um certificado. Compartilhe suas experiências com outros.
Parceria One UN para Aprendizagem sobre Mudança Climática (UN CC:Learn) é uma iniciativa de colaboração que envolve mais de 30 organizações multilaterais que apoiam os países na elaboração e implementação de aprendizagem sustentável, orientada para resultados e focada nas necessidades do país para enfrentar a mudança climática.
Aceder à Plataforma https://unccelearn.org/
Produzir vídeos educativos
Planificar, realizar e difundir vídeos educativos: diretrizes e sugestões para os professores, é o título de um dossiê informativo muito interessante, concebido por 4 professores do Quebec e publicado em setembro de 2017 (descarregar na íntegra).
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Despacho n.º 8372/2017
Despacho n.º 8372/2017 - Diário da República n.º 185/2017, Série II de 2017-09-25
a) A Equipa de Projetos de Inclusão e Promoção do Sucesso Educativo (EPIPSE);
b) A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE);
c) A Equipa de Educação Artística (EEA)
Aceder https://dre.pt
Educação - Direção-Geral da Educação
Manutenção das Equipas Multidisciplinares.
a) A Equipa de Projetos de Inclusão e Promoção do Sucesso Educativo (EPIPSE);
b) A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE);
c) A Equipa de Educação Artística (EEA)
Aceder https://dre.pt
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Meditação para Crianças
Ou
https://soundcloud.com/mindmattersmagazine/meditacao-para-criancas-mole-como-um-espaguetti-1
E também http://mindmattersmagazine.pt/ (como meditar com crianças)
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
LIVRO: Dificuldades de aprendizagem de A a Z
Dificuldades de aprendizagem de A a Z : um guia completo para pais e educadores
Autor Corinne Smith e Lisa Strick
Edição de 2007
terça-feira, 19 de setembro de 2017
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania
CIDADANIA E
DESENVOLVIMENTO ESTREIA EM 235 ESCOLAS PARA PROMOVER UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA E
INCLUSIVA
A disciplina de Cidadania e
Desenvolvimento começa este ano letivo, de 2017-18, a ser lecionada em 235 do
País com o objetivo de promover uma sociedade mais justa e inclusiva através da
educação.
«Este é um projeto-piloto que
serve para nos preparar para os próximos anos», afirmou o Ministro da Educação,
Tiago Brandão Rodrigues, acrescentando que a nova disciplina «vem formalizar
muitas das práticas que já aconteciam nas escolas e que agora ficam
regulamentadas, acabando por acontecer com outra robustez».
Estas declarações foram feitas
na escola secundária Quinta das Palmeiras, na Covilhã, na apresentação da Estratégia Nacional de
Educação para a Cidadania, ( (AQUI) em se insere a disciplina Cidadania e
Desenvolvimento.
«A preparação dos cidadãos mais
novos para a cidadania é urgente», sublinhou o Ministro, referindo que «o desígnio
inequívoco de formar cidadãos que preservem e possam construir um Portugal cada
vez mais democrático e inclusivo, e por isso mais sustentável».
Uma sociedade mais participativa e
solidária
O Ministro Adjunto lembrou que,
com este programa, «estamos a dar mais um passo no caminho para uma sociedade
mais feliz, de um país mais inclusivo, de uma sociedade mais participativa e
mais solidária».
Eduardo Cabrita realçou ainda o
facto de esta iniciativa ter sido apresentada numa escola duma cidade do
Interior do País, «onde a excelência também tem lugar».
A escola secundária da Quinta
das Palmeiras avança, desde já, com o ensino da Cidadania e Desenvolvimento,
que fica inscrita na área da Ciências Sociais e Humanas, tal como as outras
escolas que integram o projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular.
Estrutura da nova disciplina
Na fase-piloto, a disciplina
Cidadania e Desenvolvimento abrangerá os anos iniciais de cada ciclo de ensino,
ou seja, 1.º, 5.º, 7.º e 10.º. A partir do ano letivo 2018-19, o objetivo é
alargar a disciplina Cidadania e Desenvolvimento a todo o País.
No primeiro ciclo, a disciplina
tem uma natureza transdisciplinar, no segundo e terceiro ciclos Cidadania e
Desenvolvimento será autonomizada e com avaliação, como qualquer unidade curricular.
Em termos curriculares, o ensino
de Cidadania e Desenvolvimento será organizado por três grupos: o primeiro é
obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade, tratando de temas
como direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, desenvolvimento
sustentável, educação ambiental ou saúde.
O segundo grupo deverá abranger
pelo menos dois ciclos do ensino básico, tratando de temas como os media,
instituições e participação democrática, literacia financeira, educação para o
consumo, sexualidade e segurança rodoviária.
O terceiro grupo tem aplicação
opcional em qualquer ano de escolaridade, abordando as temáticas do
empreendedorismo, mercado de trabalho, risco, segurança, defesa e paz,
bem-estar animal e voluntariado.
Na apresentação da nova
disciplina estiveram também presentes os Secretários de Estado para a Cidadania
e Igualdade, Catarina Marcelino, e da Educação, João Costa.
Foto: Ministros da
Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e Adjunto, Eduardo Cabrita, e Secretários de
Estado da Educação, João Costa, e para a Cidadania e Igualdade, Catarina
Marcelino, na apresentação da disciplina Cidadania e Desenvolvimento, na escola
da Quinta das Palmeiras, Covilhã, 15 setembro 2017
Retirado de: http://www.portugal.gov.pt/
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Activities Guide: Enhancing and Practicing Executive Function Skills with Children from Infancy to Adolescence
Executive function and self-regulation (EF/SR) skills provide critical supports for learning and development, and while we aren’t born with these skills, we are born with the potential to develop them through interactions and practice. This 16-page guide (available for download, below), describes a variety of activities and games that represent age-appropriate ways for adults to support and strengthen various components of EF/SR in children.
Each chapter of this guide contains activities suitable for a different age group, from infants to teenagers. The guide may be read in its entirety (which includes the introduction and references) or in discrete sections geared to specific age groups.
Suggested citation: Center on the Developing Child at Harvard University (2014). Enhancing and Practicing Executive Function Skills with Children from Infancy to Adolescence. Retrieved from
terça-feira, 12 de setembro de 2017
The Canadian Journal of Career Development
The Canadian Journal of Career Development is a peer-reviewed publication of multi-sectoral career-related academic research and best practices from Canada and around the world.
The Journal was made possible through the generous contributions of The Counselling Foundation of Canada, CERIC and Memorial University of Newfoundland.
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Plataforma REDA
Recursos Educativos Digitais e Abertos (REDA) é uma plataforma dedicada à disponibilização de conteúdos educativos para a comunidade escolar.
The Equality of Opportunity Project
How can we improve economic opportunities for our children?
We use big data to identify new pathways to upward mobility.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Jogos de Leitura e Escrita para Aprender a Ler
http://moodle.kcidade.com/file.php/1/JogosLeituraEscrita.pdf?fref=gc&dti=209133455816872
Na linha destas preocupações e numa tentativa de contribuir para a prevenção das dificuldades
em leitura das crianças do primeiro ciclo do ensino básico, a Fundação Aga Khan, no âmbito do
K’CIDADE – Programa de Desenvolvimento Comunitário Urbano, o Instituto Superior de Psicologia
Aplicada (ISPA) e a Association pour Favoriser une École Efficace (APFÉE) desenvolveram
uma parceria para a implementação de clubes de leitura destinados a crianças do 1º ano de
escolaridade em situação de risco de insucesso nesta aprendizagem. No quadro destes clubes,
foram experimentados e aperfeiçoados diversos materiais lúdicos de apoio à aprendizagem da
leitura, criados por Ana Cristina Silva do ISPA e por Sofia Jorge Ferreira da Fundação Aga Khan,
materiais esses que aqui se divulgam.
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Livro: FALAR, LER e ESCREVER
Falar, Ler e Escrever de Fernanda Leopoldina Viana
Falar, Ler e Escrever apresenta um conjunto de estratégias pedagógicas que promovem o desenvolvimento da linguagem e a descoberta da leitura e da escrita enquanto meios de comunicação e de acesso ao conhecimento fundamentais para a construção sólida dos pilares da literacia nas crianças em idade pré-escolar. É nesse pressuposto que esta obra se constitui como um importante recurso didático que poderá apoiar os educadores numa prática pedagógica estruturada e estruturante decisiva para a formação das crianças que dela beneficiarem.
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
ESCO - Classificação europeia multilingue de aptidões, competências, qualificações e profissões
Uma taxonomia das
qualificações, competências e profissões europeias (ESCO) - Esta Classificação é uma ferramenta que está disponível em 25 línguas e que visa facilitar a cooperação e o diálogo entre o mundo da educação, da formação e o mercado de trabalho.
ESCO: Primeira versão completa já disponível
No final de julho de 2017, a Comissão Europeia anunciou o lançamento da primeira versão completa da taxonomia das qualificações, competências e profissões europeias (ESCO).
Esta taxinomia, com conteúdos disponibilizados em 26 línguas, identifica e classifica aptidões, competências, qualificações e profissões, criando uma terminologia comum entre os diferentes países, com o intuito de apoiar a mobilidade dos cidadãos e de promover a adequação entre as competência e os empregos disponíveis no espaço europeu.
Para o efeito, encontra-se estruturada em três pilares.
O pilar das profissões integra, neste momento, 2942 profissões, disponibilizando-as em função das relações hierárquicas entre estas, de meta-dados e de referências cruzadas com a Classificação Internacional das Profissões. A cada profissão está ainda associado um perfil profissional, assim como a terminologia relevante dessa profissão em termos de conhecimentos, aptidões e competências, à escala europeia.
O pilar das competências/aptidões (com 13.485 inserções nesta fase) apresenta quatro possibilidades em termos organizativos, permitindo entrar pelos perfis profissionais; pelas competências em si; pelas relações que estabelecem com outros conhecimentos e aptidões (contextualizando as competências) e pelas áreas funcionais.
O terceiro pilar - das qualificações - integrando, até agora, 672 itens, está dependente dos contributos de cada Estado-Membro, permitindo identificar, por país, os níveis do Quadro Nacional de Qualificações e obter informação correspondente, por exemplo, ao número de créditos associado, às horas de aprendizagem necessárias ou às formas de obtenção de cada qualificação.
Através deste instrumento, a Comissão Europeia procura "conectar as pessoas aos empregos", "conectar o emprego à educação" e ainda conectar "os diferentes mercados de trabalho a um nível europeu".
Como tal, o instrumento é assumido como o cumprir de um marco estipulado nos objetivos da estratégia "Europa 2020" e posteriormente transcrito para a Nova Agenda de Competências para a Europa, razão pela qual está prevista uma conferência de lançamento, a realizar em Bruxelas, nos dias 9 e 10 de outubro.
De acordo com a documentação já disponibilizada, a ESCO poderá ajudar a melhorar o funcionamento dos mercados de trabalho, a construir um mercado único de trabalho integrado e a esbater os desajustes que existem entre a procura e a oferta de empregos. Relembra-se que na Europa existem 23,9 milhões de pessoas desempregadas mas são crescentes os setores que reclamam não conseguir preencher as vagas a empregos disponíveis.
Ao criar, através da ESCO, uma terminologia comum aos diferentes Estados, a Comissão Europeia espera disponibilizar um instrumento com utilidade para diferentes utilizadores, designadamente: empregadores (permitindo-lhes compreender que conhecimentos e competências foram adquiridos pelos candidatos aos empregos através das formações realizadas ou até da experiência adquirida nos postos de trabalho ou encontrar "a pessoa certa" para um determinado emprego); indivíduos (dando-lhes a conhecer o que procuram os empregadores, como poderão desenvolver as suas carreias numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida ou documentando e descrevendo os conhecimentos e competências detidos, na procura do melhor emprego); operadores de educação e formação (fornecendo informação relativa às necessidades presentes e futuras do mercado de trabalho); e serviços de emprego e conselheiros de orientação (facultando-lhes serviços de apoio digitais, em várias línguas e possibilidade de estabelecimento de parcerias com outros serviços congéneres)
No final de julho de 2017, a Comissão Europeia anunciou o lançamento da primeira versão completa da taxonomia das qualificações, competências e profissões europeias (ESCO).
Esta taxinomia, com conteúdos disponibilizados em 26 línguas, identifica e classifica aptidões, competências, qualificações e profissões, criando uma terminologia comum entre os diferentes países, com o intuito de apoiar a mobilidade dos cidadãos e de promover a adequação entre as competência e os empregos disponíveis no espaço europeu.
Para o efeito, encontra-se estruturada em três pilares.
O pilar das profissões integra, neste momento, 2942 profissões, disponibilizando-as em função das relações hierárquicas entre estas, de meta-dados e de referências cruzadas com a Classificação Internacional das Profissões. A cada profissão está ainda associado um perfil profissional, assim como a terminologia relevante dessa profissão em termos de conhecimentos, aptidões e competências, à escala europeia.
O pilar das competências/aptidões (com 13.485 inserções nesta fase) apresenta quatro possibilidades em termos organizativos, permitindo entrar pelos perfis profissionais; pelas competências em si; pelas relações que estabelecem com outros conhecimentos e aptidões (contextualizando as competências) e pelas áreas funcionais.
O terceiro pilar - das qualificações - integrando, até agora, 672 itens, está dependente dos contributos de cada Estado-Membro, permitindo identificar, por país, os níveis do Quadro Nacional de Qualificações e obter informação correspondente, por exemplo, ao número de créditos associado, às horas de aprendizagem necessárias ou às formas de obtenção de cada qualificação.
Através deste instrumento, a Comissão Europeia procura "conectar as pessoas aos empregos", "conectar o emprego à educação" e ainda conectar "os diferentes mercados de trabalho a um nível europeu".
Como tal, o instrumento é assumido como o cumprir de um marco estipulado nos objetivos da estratégia "Europa 2020" e posteriormente transcrito para a Nova Agenda de Competências para a Europa, razão pela qual está prevista uma conferência de lançamento, a realizar em Bruxelas, nos dias 9 e 10 de outubro.
De acordo com a documentação já disponibilizada, a ESCO poderá ajudar a melhorar o funcionamento dos mercados de trabalho, a construir um mercado único de trabalho integrado e a esbater os desajustes que existem entre a procura e a oferta de empregos. Relembra-se que na Europa existem 23,9 milhões de pessoas desempregadas mas são crescentes os setores que reclamam não conseguir preencher as vagas a empregos disponíveis.
Ao criar, através da ESCO, uma terminologia comum aos diferentes Estados, a Comissão Europeia espera disponibilizar um instrumento com utilidade para diferentes utilizadores, designadamente: empregadores (permitindo-lhes compreender que conhecimentos e competências foram adquiridos pelos candidatos aos empregos através das formações realizadas ou até da experiência adquirida nos postos de trabalho ou encontrar "a pessoa certa" para um determinado emprego); indivíduos (dando-lhes a conhecer o que procuram os empregadores, como poderão desenvolver as suas carreias numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida ou documentando e descrevendo os conhecimentos e competências detidos, na procura do melhor emprego); operadores de educação e formação (fornecendo informação relativa às necessidades presentes e futuras do mercado de trabalho); e serviços de emprego e conselheiros de orientação (facultando-lhes serviços de apoio digitais, em várias línguas e possibilidade de estabelecimento de parcerias com outros serviços congéneres)
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