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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

I Seminário Nacional de Tutorias em Contexto Escolar: Diálogo(s) entre a Investigação e a Prática Educativa.


Com o acolhimento e apoio da Câmara Municipal de Sines, é com grande honra e satisfação que o Grupo Universitário de Investigação em Autorregulação (GUIA) da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, em estreita colaboração com o Agrupamento de Escolas de Sines, anuncia a realização do I Seminário Nacional de Tutorias em Contexto Escolar: Diálogo(s) entre a Investigação e a Prática Educativa.
Continuar a ler: http://www.sines.pt/

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Mais de um quarto dos alunos com chumbos não tem tutorias






APOIO TUTORIAL ESPECÍFICO - Relatório Final 2017-2018
Artigo de Samuel Silva que saiu no Jornal Publico a 5 de julho de 19, com o título
Mais de um quarto dos alunos com chumbos não tem tutorias:
  
Quase 10% das famílias não autorizaram os filhos a integrar o programa, criado há dois anos pelo Governo. Algumas escolas continuam a enviar estes alunos para respostas como os Cursos de Educação e Formação. 

O programa de tutorias para alunos que tenham dois ou mais “chumbos”, que foi criado pelo Governo há dois anos, continua a não ser capaz de integrar uma parte do público ao qual se destina. De acordo com uma análise da Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), feita no ano lectivo 2017/18 e que é agora publicada, não foram abrangidos 26,1% dos estudantes que estavam em condições de ter este apoio. Em muitos casos, são as próprias famílias que não autorizam a participação dos seus educandos, mas há também escolas que preferem encaminhar os jovens para outro tipo de respostas.
De acordo com o relatório da IGEC, a que o PÚBLICO teve acesso, dos 31.534 alunos dos 2.º e 3.º ciclos com duas ou mais retenções, que são aqueles a quem se destina a medida, 23.296 foram integrados no Apoio Tutorial Específico. Mais de um quarto dos jovens que estavam em condições de participar no programa, não foram incluídos, um número que é até superior face ao ano lectivo anterior, o primeiro de implementação da medida. Em 2016/17, ficaram de fora 23,5% dos estudantes elegíveis.
Para os alunos, as tutorias não têm carácter obrigatório e dependem da autorização dos pais. Segundo a inspecção, os encarregados de educação de 9% dos alunos que eram elegíveis para tutorias não autorizaram os seus educandos a integrar a medida. O número cresceu em relação ao ano passado, quando 7% dos alunos não tiveram autorização de participação, de acordo com um relatório anterior da IGEC.
Esses dados tinham então merecido um comentário do secretário de Estado da Educação João Costa, para quem “a dificuldade de envolvimento de algumas famílias, que não aceitarem este apoio, é talvez o aspecto mais negativo” da forma como vem sendo implementado o Apoio Tutorial Específico. O relatório do ano passado apontava ainda que 32% dos alunos nunca compareceram ou estiverem presentes em menos de 50% das tutorias. No documento agora publicado, não são divulgados os novos dados, mas a IGEC sublinha que os indicadores referentes à frequência dos alunos às sessões de tutoria “não melhoraram em relação a 2016/17”. Face aos resultados deste ano, a inspecção conclui que “o trabalho realizado no campo da sensibilização junto dos alunos e famílias continua a merecer especial atenção”. O relatório sobre o Apoio Tutorial Específico dedica um capítulo inteiro à questão da divulgação da medida, concluindo que em cerca de 30% dos estabelecimentos de ensino, as acções realizadas não foram “muito além de uma informação básica sobre o funcionamento da medida”. Além das decisões dos encarregados de educação, os alunos com mais de dois “chumbos” estão a ficar de fora do Apoio Tutorial Específico em muitos casos por decisão das próprias escolas. De acordo com o relatório da IGEC, muitos directores deixaram de fora jovens que já se encontravam abrangidos por outras respostas educativas, como os apoios pedagógicos, a coadjuvação, ou ofertas educativas específicas como os Cursos de Educação e Formação (CEF) e o Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF).




terça-feira, 28 de maio de 2019

Rede Portuguesa de Mentoria | Tutoria Interpares no Ensino Superior,

Foi oficialmente criada no passado dia 27 de março, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Rede Portuguesa de Mentoria | Tutoria Interpares no Ensino Superior, que pretende fortalecer a cooperação, o diálogo e a partilha de experiências suscetíveis de influenciar novas formas de participação, integração e solidariedade na vivência do Ensino Superior.
Fonte: Noticias da Univ do Porto


sexta-feira, 17 de maio de 2019

DGEstE Ministério da Educação - Educação Inclusiva



Transmissão em direto de DGEstE Ministério da Educação - 

Seminário - Educação Inclusiva

TEXTO FINAL - Decreto-Lei n.º 54/2018


ASSEMBLEIA da REPÚBLICA
Apreciação Parlamentar - 2019-05-15 |  Votação final global (Aprovado)

TEXTO FINAL relativo às 

 - Apreciação Parlamentar n.º 67/XIII/ (BE) – “Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que ‘estabelece o regime jurídico da educação inclusiva’

 - ” Apreciação Parlamentar n.º 68/XIII/ (PCP) - “Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que ‘Estabelece o regime jurídico da educação inclusiva’" 


Retirado de: https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar

CONTRIBUTOS

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Documento "Orientações para o trabalho em Psicologia Educativa nas Escolas”




Estas Orientações, construídas num diálogo intenso e construtivo com a Ordem dos Psicólogos Portugueses, visam apoiar os psicólogos no exercício das suas atividades, sobretudo tendo em conta a produção de nova legislação sobre inclusão e currículo e o desenvolvimento de várias medidas de apoio ao desenvolvimento de um sentimento de pertença em cada aluno: apoios tutoriais específicos, programas integrados municipais, sinalização precoce de dificuldades, reforço da educação estética e artística, entre tantas outras medidas que visam a geração de sentimento de felicidade e bem-estar junto dos alunos.

sábado, 21 de julho de 2018

Peter Felten: “Na universidade o objectivo não é estar confortável, é mudar”




Entrevista de Samuel Silva a Peter Felten que saiu no Publico de hoje, com o título “Na universidade o objectivo não é estar confortável, é mudar”:

Os estudantes “não sabem tanto como deviam ou podiam” no momento de se candidatarem ao ensino superior, defende Peter Felten, professor na Universidade de Elon, nos EUA.
Na semana em que começa o concurso nacional de acesso às universidades e politécnicos públicos, o ex-presidente da Sociedade Internacional de Académicos de Educação e Formação, Peter Felten, explica que cada aluno tem necessidades diferentes, mas que o importante é escolherem cursos e instituições em que possam pôr-se à prova. Conversa com o especialista à margem de uma conferência sobre sucesso escolar, em Braga, onde foi convidado do 5.º Congresso Nacional de Práticas Pedagógicas no Ensino Superior, que decorreu na Universidade do Minho.
Os estudantes portugueses começaram esta quarta-feira a fazer as suas candidaturas às universidades. Quanto do seu sucesso no futuro vai ser definido pelas escolhas que fizerem nestes dias?
Há duas respostas para essa questão. Por um lado, os estudantes devem perceber que é possível ter uma educação excelente em muitos lugares. Às vezes, os estudantes têm a crença errada de que há apenas um curso ou uma escola que é a certa para eles. As instituições são diferentes, os programas são diferentes, mas há muitos sítios excelentes para estudar. Por outro lado, é preciso sublinhar que o mais importante é decidir entrar no ensino superior e fazê-lo de forma séria. Um curso superior tem impactos significativamente positivos para as carreiras e os rendimentos, mas também para o tipo de trabalho cívico que estas pessoas farão no futuro.
Quanto é que os estudantes sabem realmente sobre a oferta existente quando fazem uma candidatura?
Sabem aquilo que as universidades promovem e podem saber, através de familiares ou amigos, algo sobre as suas experiências. Mas não sabem tanto como deviam ou podiam saber antes de fazerem as suas escolhas. O que eles precisam de saber agora é que vão retirar da universidade tanto quanto aquilo que nela investirem. Isto significa que devem estar prontos para se desafiarem a si mesmo e testarem os seus limites.
O que motiva realmente as escolhas dos alunos quando entram no ensino superior?
Alguns estudantes têm obrigações familiares ou pessoais que os podem levar a querer ficar mais próximos de casa. Outros talvez precisem do desafio de estarem afastados e de serem independentes. Não há uma única resposta. O que é claro é que, quando vão candidatar-se ao ensino superior, os estudantes não podem pensar em qual o lugar mais conveniente ou qual a decisão mais fácil para definirem o seu futuro, mas antes qual a decisão certa, que é a que vai desafiá-los para que possam crescer.
O lugar onde se estuda é importante?
O contexto de uma universidade afecta bastante a experiência de um estudante. A minha universidade está numa cidade pequena [Elon, na Carolina do Norte, com 10 mil habitantes, está situada a duas horas de Charolotte, a maior cidade do Estado]. Os estudantes conhecem-se uns aos outros, há uma comunidade estudantil bastante forte. É evidente na cidade quem é estudante e quem não é. Se os estudantes forem para uma universidade como a de Nova Iorque – que é excelente – estão completamente rodeados pela própria cidade de Nova Iorque. Nunca sabem quando estão num edifício da universidade e quando não estão.
E isso muda a aprendizagem?
Toda a experiência é bastante diferente. Os estudantes devem fazer aquilo que sentem que precisam. Querem sentir que fazem parte de uma comunidade particular, ou querem a experiência de viver numa grande cidade e ser parte dela?
Há uma discussão em Portugal por estes dias porque o Governo mudou as regras de acesso à universidade de modo a reduzir o número de vagas nas duas principais cidades do país e a levá-las para outras zonas do país.
Os estudantes têm sempre que encontrar um equilíbrio entre conforto e desconforto. Quando se está na universidade, o objectivo não é estar confortável, o objectivo é mudar. Viver longe de casa, noutro tipo de ambiente, em que se é desafiado a não ter tudo aquilo que se está habituado a ter, é uma oportunidade para aprender sobre si mesmo e sobre o mundo de forma muito interessante. As universidades devem também aproveitar melhor os seus contextos locais. O facto de a minha universidade não ser em Charlotte ou em Nova Iorque pode ser um problema, mas também pode ser um activo. Dizemos aos alunos que podem fazer coisas ali que não podem fazer em Nova Iorque. As coisas também podem ser assim em Portugal. Há algo diferenciador em Braga, por exemplo, que pode atrair estudantes.
Na conferência que deu na Universidade do Minho dizia que nos dois primeiros anos de curso os estudantes “não aprendem muita coisa”. Porquê?
É uma combinação de factores. Por um lado, os estudantes, nesses primeiros anos, não sabem bem por que estão na universidade e isso faz com que não levem os seus estudos muito a sério. Por outro, os professores e as instituições não desafiam suficientemente os estudantes e acabam por contribuir para que esse desinteresse se acentue. Se os estudantes não se colocarem à prova e se a instituição não os provocar não é surpreendente que eles não aprendam muito.
Quais são os factores determinantes para o sucesso de um estudante no ensino superior?
No meu livro mais recente [The Undergraduate Experience: Focusing Institutions on What Matters Most (Jossey-Bass, 2016), sem edição em português] identifiquei seis temas centrais para definir o sucesso de um estudante de licenciatura: a aprendizagem, as relações pessoais, as expectativas criadas, a capacidade de melhorarem, a liderança e o alinhamento. Uma experiência bem alinhada é suave onde tem que ser suave: na facilidade de fazer uma inscrição, encontrar alojamento, resolver questões processuais. Mas nas questões intelectuais e nos desafios deve ser exigente.
Esses factores funcionam como um todo ou há um que tenha maior importância?
No livro dizemos que é um todo, mas pessoas diferentes vão relacionar-se com eles de formas diferentes. A aprendizagem está em primeiro lugar.
As universidades nos dias que correm estão suficientemente focadas nas aprendizagens?
Em teoria, sim, mas na prática as universidades estão frequentemente concentradas em outras coisas além da aprendizagem, como a produção científica e a atracção de financiamento para a investigação. Isso é bom para o corpo docente, pode ser bom para os estudantes de doutoramento, mas se calhar não o é para os estudantes de licenciatura. Por outro lado, os estudantes estão também muitas vezes focados em questões pessoais ou de sociabilização, que são importantes, mas devem percebem que têm que concentrar-se fundamentalmente na aprendizagem.
Mas a verdade é que defende que as relações pessoais são uma das forças motrizes da experiência de um estudante de licenciatura. Temos tendência a esquecermo-nos que os estudantes são pessoas?
Há uma investigação recente muito interessante nos EUA que diz que aquilo em que os estudantes precisam realmente para serem bem-sucedidos é ter amigos na universidade que os apoiem quer em termos académicos, quer em termos emocionais. Os estudantes não podem ter apenas amigos que sejam divertidos.
Como é que criam ambientes mais favoráveis ao estabelecimento de relações pessoais fortes nas universidades?
Os estudantes têm de assumir a responsabilidade de se desafiarem a si mesmos. Não podem passar tempo apenas com as pessoas que já conhecem ou com pessoas que são semelhantes a si. Devem questionar-se sobre como conhecer pessoas novas, como alargar a sua rede social. Por outro lado, as instituições e os professores têm um papel muito significativo. Não podem pensar apenas em ensinar uma disciplina, mas antes em ajudar os estudantes a desenvolver relações pessoais com os seus pares que sejam significativas.
Quais são os principais factores que influenciam o sentimento de pertença de um estudante quando está na universidade?
O que acontece com frequência é que os estudantes do primeiro ano estão em aulas com turmas muito grandes, que são muito impessoais. E por isso não é surpresa se não se sentirem integrados. Podemos mudar os currículos dos cursos, mas também podemos fazer algumas coisas interessantes. Por exemplo, o professor que dá essas aulas a turmas muito grandes poder usar técnicas de aprendizagem activa e de trabalho em pequenos grupos para encorajar os alunos a conhecerem-se e a ligarem-se entre si para criarem esse sentimento de pertença. Também é possível dar aos alunos apoios académicos.
Como por exemplo?
Tutorias entre pares. Isso já existe, com alunos de anos mais avançados que funcionam como tutores de alunos mais jovens, mas eu penso que faz sentido que os tutores estejam presentes na sala de aula. Muitos estudantes têm dificuldades no primeiro ano, sobretudo nas tais aulas com muita gente. É normal que isso aconteça. Nessas alturas o ideal é que o estudante possa falar de imediato com um tutor, que deve estar lá, na primeira fila da sala de aula se possível.
Como é que é possível usar metodologias de aprendizagem activa quando os estudantes chegam às universidades com hábitos passivos?
É verdade, os estudantes têm frequentemente hábitos passivos. Uma coisa que eu faço é no primeiro dia de aula colocá-los em situações em que estão activos. Não se pode dar a possibilidade de os estudantes criarem o hábito de ser passivos. Além disso, falo com os estudantes sobre o porquê de estarmos a fazer o que estamos a fazer e por que motivo lhes peço para serem activos. Para que percebam não só o que têm que fazer, mas também por que têm que fazê-lo. Os estudantes vão encontrar valor nessas actividades se entenderem por que motivo as fazem. Descobri que muitos estudantes, depois de perceberem que podem ser activos, gostam muito mais de aprender. É uma experiência muito diferente ir para as aulas quando se vai estar a falar e a trabalhar sobre problemas interessantes em vez de apenas escutar e tirar notas.
Isso é algo que se possa mudar a um nível institucional ou é a tarefa de cada um dos professores por si?
Se os estudantes chegarem com a expectativa de serem passivos, vão continuar a sê-lo. Têm que ter experiências de aprendizagem activas em todas as aulas e têm que ser desafiados a serem activos em cada aula. A instituição pode criar expectativas e pode apoiar os professores a usarem este tipo de abordagem, mas é cada professor individualmente que deve criar estas oportunidades para os estudantes.


sábado, 15 de outubro de 2016

Nova plataforma de formação de acesso livre



Há mais uma plataforma que disponibiliza em acesso aberto um conjunto de materiais de formação, bem como outros materiais para os interessados na matéria do estudo do abandono escolar precoce (entre os 10 a 15 anos).
Estes materiais são constituídos sobretudo por produtos multimédia produzidos no âmbito do projeto Erasmus+ “2Young2Fail”, no qual participa o investigador do CIEC, Jorge Pinto. A parceria envolve diversas instituições de Portugal, Espanha, Itália e Holanda.
(Fonte:https://ciecum.wordpress.com/2016/10/14/plataforma-de-formacao-de-acesso-livre/?

Melhores práticas, nas áreas: 



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

TUTORIAS - Apoio ao director



APOIO TUTORIAL ESPECÍFICO  - Informações, legislação e documentação de apoio aos Directores das escolas.

E o documento Jornadas de trabalho com os directores, datado de maio/junho de 2016, AQUI

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Apoio Tutorial Específico



Este webinar visa abordar a medida Apoio Tutorial Específico, medida essa que se encontra prevista no art.º 12º do Despacho normativo 4-A/2016 e que se destina aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico que ao longo do seu percurso escolar acumulem duas ou mais retenções.

Para apoiar a sua implementação nas escolas, a Direção-Geral da Educação encomendou um plano formativo, à Universidade do Minho, com o objetivo de apoiar, esclarecer e desenvolver competências, capacitando os professores-tutores que exercerão funções no âmbito daquele Despacho.

Neste webinar o Professor Pedro Rosário fala-nos do Projeto de Formação de Professores-Tutores, o “Projeto Mentor”.

ACEDER também em:  http://www.dge.mec.pt/apoio-tutorial-especifico

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Portefólio de Medidas de Promoção do Sucesso Educativo


A Direção-Geral da Educação disponibiliza um Portefólio de Medidas de Promoção do Sucesso Educativo. Este portefólio consiste num conjunto de medidas, coligidas com o objetivo de ilustrar práticas e projetos implementados com sucesso por diversos Agrupamentos e Escolas não Agrupadas. Cada exemplo é acompanhado de uma breve descrição, referindo em que consiste, quais os objetivos, bem como as vantagens e aspetos críticos da sua aplicação.

A APRESENTAÇÃO do PNPSE (Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar):
https://sites.google.com

ACEDER http://www.dge.mec.pt/portefolio-de-praticas

sexta-feira, 22 de abril de 2016

João Freire: Tutoria escolar: a relação que (se) transforma



WEBINAR DGE -  Entre moda e modernidade, é um facto que a tutoria tem sido uma estratégia que dezenas de escolas têm desenvolvido para enfrentar os seus 3 problemas fundamentais: abandono, insucesso e indisciplina. Os agrupamentos TEIP – territórios educativos de intervenção prioritária – generalizaram a medida. Impõe-se, contudo, esta reflexão: é ou não um processo eficaz? Se o é, porquê? O que falha, quando, apesar de muitos recursos alocados, vemos que nenhum dos problemas de partida se resolveu?
Há evidências sobre o impacto positivo das tutorias, mas também sobre as dificuldades, algumas que serão difíceis de assumir às gestões escolares ou aos organismos superiores, outras aos professores e até aos alunos e suas famílias. Não escamoteando os constrangimentos, olharemos principalmente para o como fazer e, da reflexão teórica que se impõe, à visão metodológica necessária, discutiremos, a partir da experiência (humilde) da prática, o que é uma boa tutoria: com resultados, bem operacionalizada e produto do equilíbrio entre a relação humana estabelecida e a promoção do retorno do aluno ao mundo escolar.
João Freire, Psicólogo Escolar e da Educação, desde 2006, e Mestre em Psicologia pela Universidade da Beira Interior. Trabalha em escolas públicas desde 2008 e em TEIP desde 2010. Foi colaborador da Network of European Psychologists in the Educational System de 2010 a 2013 e depois representante português, entre 2013 e 2014, através do Sindicato Nacional dos Psicólogos, do qual é responsável pela Comissão de Educação. Fruto da sua experiência em TEIP, tem realizado comunicações nas temáticas da inclusão e da indisciplina

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Despacho Normativo n.º 1-F/2016

Despacho Normativo n.º 1-F/2016 - Diário da República n.º 66/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-04-05
Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação 
Regulamenta o regime de avaliação e certificação das aprendizagens desenvolvidas pelos alunos do ensino básico, bem como as medidas de promoção do sucesso educativo que podem ser adotadas no acompanhamento e desenvolvimento das aprendizagens.

ACEDER AQUI

Artigo 32º - Medidas de promoção do sucesso educativo.
.
Ponto 3
i) Integração dos alunos noutra oferta formativa, mediante parecer do psicólogo escolar e concordância do encarregado de educação.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Manuais - TUTORIAS em meio escolar


A metodologia Tutal é um modelo de tutoria em meio escolar vocacionado para a prevenção do abandono escolar e para a promoção de um novo modelo comunicacional entre a escola, a família e a comunidade.
RECURSOS  para implementar tutorias: