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sexta-feira, 26 de julho de 2019
terça-feira, 3 de julho de 2018
Plataforma Refujobs
O que é a Plataforma Refujobs?
A Plataforma Refujobs é uma ferramenta online de apoio à contratação na qual poderão inscrever-se, de forma gratuita, potenciais candidatos e empresas com o objetivo de realizar o matching entre os perfis das pessoas refugiadas e as respetivas oportunidades de Emprego/Formação.
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Manual" Educar para a Cidadania: Jogos Pedagógicos para Jovens"
De acesso gratuito o Manual Educar para a Cidadania: Jogos Pedagógicos para Jovens da Informanuais
A Informanuais é desde 2008, lídere na elaboração de manuais de apoio para uso nas sessões e entrega às entidades formadoras.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
RESILAND - fortalecendo a resiliência de crianças e jovens contra a exploração e o tráfico
Título: - fortalecendo a resiliência de crianças e jovens contra a exploração e o tráfico (orientações para profissionais que trabalham com e para crianças imigrantes)
Autor: Daja Wenke, Júlia Pàmias e Pippo Costella
Edição: Resiland
Ano: 2015
O projeto Resiland centra-se nas histórias de crianças migrantes. As histórias são consideradas um elo de ligação entre a criança, enquanto “caso”, e as/os proissionais: assistentes sociais, agentes dos serviços de imigração e outros/as, enquanto “gestoras e gestores de caso”. Resiland tem como objeivo criar espaços de escuta aiva com vista ao reforço da qualidade das relações humanas na prestação de serviços. Duas questões centrais orientaram a conceção do projeto:
i) Ouvir as histórias das crianças migrantes como modo de ajudar a evitar que sejam tratadas meramente como “casos” ou “objetos de proteção”;
ii) Dar a devida atenção às histórias das crianças, como estratégia para permiir uma interação mais humana, aumentar a qualidade da prestação de serviços dirigida a crianças e jovens em movimento.
Estas questões são altamente relevantes no contexto de acolhimento, cuidado e proteção das crianças migrantes em locais de trânsito e de desino, e no contexto de um eventual retorno ao país de origem.
ii) Dar a devida atenção às histórias das crianças, como estratégia para permiir uma interação mais humana, aumentar a qualidade da prestação de serviços dirigida a crianças e jovens em movimento.
Estas questões são altamente relevantes no contexto de acolhimento, cuidado e proteção das crianças migrantes em locais de trânsito e de desino, e no contexto de um eventual retorno ao país de origem.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Plataforma de Português Online
A aprendizagem da Língua Portuguesa é um instrumento importante para um projecto de vida em Portugal, quer seja para estudar, viver ou trabalhar. Agora poderá fazê-lo através desta plataforma de forma autónoma, gratuita e ao seu ritmo.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Plataforma "Unidos para Acabar com a MGF
É lançada esta quarta-feira (22/03) uma plataforma europeia para formar e capacitar profissionais que trabalham com mulheres e raparigas vítimas de mutilação genital feminina.
"A plataforma "Unidos para Acabar com a MGF", disponível em nove línguas em https://uefgm.org/ , visa preparar os profissionais de áreas como a saúde, proteção de crianças e jovens, apoio a refugiados, justiça, educação, comunicação social, de organizações comunitárias e da sociedade civil para saberem lidar com estas situações e preveni-las. " (Fonte: UMAR)
Disponível em 9 línguas
terça-feira, 19 de abril de 2016
Carta Portuguesa para a Diversidade
A Carta para a Diversidade, iniciativa da União Europeia, é um dos instrumentos voluntários criados com o objetivo de encorajar os empregadores a implementar e desenvolver políticas e práticas internas de promoção da diversidade. Valorizar as características, as competências e o talento de cada pessoa promove a igualdade de tratamento e de oportunidades, combatendo os estereótipos e as discriminações e fomentando uma cultura de inclusão baseada no respeito pelo ser humano.
A Carta Portuguesa para a Diversidade, assinada em 31 de março de 2016, surge em linha com os esforços encetados pela Comissão Europeia e com as prioridades da Estratégia Europa 2020.
sexta-feira, 11 de março de 2016
Guia de Acolhimento: Educação Pré-Escolar, Ensino Básico, Ensino Secundário
http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos/Agenda_Europeia_Migracoes/Documentos/agendamigracoes_guiaacolhimento_dge.pdf
Título Agenda Europeia para as Migrações – Guia de Acolhimento: Educação Pré-Escolar, Ensino Básico, Ensino Secundário
Editor Direção-Geral da Educação
Data Março 2016
No âmbito da Agenda Europeia para as Migrações, divulga-se o Guia de Acolhimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico, Ensino Secundário, que se constitui como uma ferramenta de apoio às escolas e aos docentes, tendo em vista o acolhimento e a inclusão de crianças e jovens refugiados no sistema educativo português.
quarta-feira, 2 de março de 2016
Projetos sobre Diferentes Formas de Tráfico de Seres Humanos
Com vista à inclusão do tema do Tráfico de Seres Humanos (TSH) no sistema educativo, a medida 20 do III PNPCTSHapela à participação das escolas (ensino básico e secundário) através da elaboração de projetos sobre as diferentes formas de TSH.
Considerando que constitui uma das formas mais graves de violação dos Direitos Humanos, os projetos deverão contemplar uma abordagem centrada na educação para a cidadania. Por conseguinte, a ação pedagógica e preventiva, junto das crianças e dos jovens, de consciencialização sobre a gravidade do crime de TSH, visa também contribuir para a sua formação enquanto pessoas responsáveis e solidárias, capazes de exercer os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito crítico e democrático.
No site da Direção-Geral da Educação reservado ao tema foi criado um espaço destinado à divulgação e partilha de projetos (http://www.dge.mec.pt/educacao-para-cidadania )
Os projetos a divulgar deverão estar enquadrados nos Termos de Referência dos Projetos sobre Diferentes Formas de Tráfico de Seres Humanos.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
“Manual de Apoio Psicossocial a Migrantes”
Lançado a 25 fev de 2016
Um manual de apoio aos
técnicos que recebem migrantes de toda a Europa lançado pela APAV, na passada
quinta-feira, na sede nacional da Cruz Vermelha Portuguesa. O livro contém
sugestões e orientações para minimizar o impacto da migração nos migrantes e
nos técnicos.
A
iniciativa contém várias sugestões para situações que possam surgir no decorrer
dos processos de apoio. "Estratégias de comunicação, procedimentos para
lidar com burnout ou stress
pós-traumático bem como indicações de quando devem os envolvidos serem enviados
para clinicas psiquiátricas especializadas" fazem parte do rol de
instruções, segundo explicou ao PÚBLICO Bruno Brito, asssessor técnico da
direcção da APAV e psicólogo especialista em traumatologia.
Pretende-se
antever e dar resposta a situações problemáticas com guidelinesdirectas.
Esta iniciativa visa tornar mais fácil o desafio colocado aos países europeus
ao “nível do acolhimento elementar e ao nível da sua integração”, avança a APAV
em comunicado.
Ciente
de todos os problemas que os refugiados vivem acrescendo as diferenças
culturais, a APAV, em conjunto com a Cruz Vermelha, lança este “Manual de
Apoio Psicossocial a Migrantes” onde o objectivo passa também por colmatar as
áreas com menos informação. “Dos muitos contributos que têm surgido para o
apoio a técnicos, a área do trauma psicológico era uma das que mais carecia de
informação precisa e orientações.”, nota a associação em comunicado.
Para
a elaboração do manual, a APAV contou com as experiências recolhidas ao longo
dos anos junto das vítimas e também com o conhecimento dos profissionais que
diariamente gerem e apoiam situações de apoio em diferentes cenários de
crise.
Texto editado por Andrea
Cunha Freitas/PUBLICO
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Manual de apoyo para la prevención y detección del racismo, la xenofobia y otras formas de intolerancia en las aulas
Manual de apoyo para la
prevención y detección del racismo, la xenofobia y otras formas de intolerancia
en las aulas
Proyecto europeo FRIDA “Formación para la
prevención y detección del racismo, la xenofobia y formas conexas de
intolerancia en las aulas” cofinanciado por el Programa Progress sobre Empleo y
Solidaridad de la Comisión Europea
Um produto do:
El Observatorio Español del Racismo y la Xenofobia
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Os media e a crise dos refugiados - 29 propostas de actividades
Oferecer pistas e ferramentas para um posicionamento crítico e esclarecido sobre a crise dos refugiados é o objectivo de Os media e a crise dos refugiados. Agenda de Actividades, que o Seminário Permanente de Educação para os Media, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, apresentará nos próximos dias. Manuel Pinto, Sara Pereira e Maria José Brites, coordenadores da publicação, explicam na introdução que a Agenda reúne 29 propostas de actividades, na sua maioria dedicadas a crianças e jovens.
“Abrindo com um conjunto de propostas que pretendem reflectir e analisar o conceito, a situação e as rotas dos refugiados, as actividades seguintes apresentam diferentes ângulos de abordagem desta problemática, recorrendo aos media ora como objecto de exploração e análise, ora como recurso de aprendizagem”, dizem os coordenadores. As sugestões de trabalho escolar pretendem “inspirar todos aqueles que pretendam compreender melhor, ou ensinar a compreender melhor, as circunstâncias, causas e características da movimentação de centenas de milhar de pessoas oriundas da Síria, e em geral do Médio Oriente, assim como de África”.
Manuel Pinto, Sara Pereira e Maria José Brites explicam que, com a Os media e a crise dos refugiados, se pretende ainda educar para os media, promovendo a análise do modo como eles têm tratado o problema: “os aspectos que mais salientam, as imagens que publicam, os sons que propagam, os problemas que (não) explicam, as histórias que (não) apresentam, bem como as zonas de silêncio e de nebulosidade que nos podem impedir de ver e de ler melhor o mundo em que vivemos.
Fonte: Blogues Publico
sábado, 5 de dezembro de 2015
Jogo de ferramentas educacional sobre migração e asilo na Europa (2009)
Manual do professor “Não São Apenas Números”: jogo de
ferramentas educacional sobre migração e asilo na Europa (2009)
Publicação da responsabilidade da Organização Internacional
para as Migrações (OIM) e Alto Comissariado das Nações Unidas para os Re
fugiados (ACNUR): “Não São Apenas Números” é um jogo de ferramentas sobre
migração e asilo na União Europeia concebido para ajudar os professores e
outros educadores a envolver os jovens em discussões informadas sobre este
assunto. É adequado para jovens com idades compreendidas entre 12 e 18 anos.
Manual em português: http://www.unhcr.org/numbers-toolkit/Manuals
Em outras línguas:http://www.unhcr.org/pages/
o InfoCEDI, nº 60 do IAC sobre criaanças refugiadas:
http://www.iacrianca.pt/
o InfoCEDI, nº 60 do IAC sobre criaanças refugiadas:
http://www.iacrianca.pt/
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Os desafios da educação para os refugiados
Retirado de:http://pt.euronews.com/2015/09/11/o-desafio-da-educacao-para-os-refugiados/
Vários projetos por todo o mundo tentam ajudar pessoas refugiadas a adaptar-se às novas vidas e a ultrapassar as tragédias que viveram ou testemunharam.
ALTO COMISARIADO PARA AS MIGRAÇÕES - viver; trabalhar; estudar...:
http://www.acm.gov.pt/inicio
ALTO COMISARIADO PARA AS MIGRAÇÕES - viver; trabalhar; estudar...:
http://www.acm.gov.pt/inicio
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