- Adaptar-se à mudança
- Trabalhar bem em equipa
- Utilizar computadores
https://ffms.pt/pt-pt/ffms/como-funciona-o-cerebro?
Podcast (IN)Pertinente
O cérebro está sempre ligado – mesmo quando dormimos, continua ativo e a regular o organismo.
No episódio de estreia da neurologista Raquel Gil-Gouveia, a especialista explora as principais funções do cérebro – da memória ao movimento e ao processamento das emoções
https://www.iniciativaeducacao.org/
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21 de outubro | 14h00-18h00 | Pavilhão do Conhecimento, Lisboa
Venha refletir connosco sobre os desafios da Literacia e das Competências dos Adultos em Portugal e conhecer os vencedores da 3.ª edição do Prémio Sonae Educação. Este evento contará com oradores de referência, painéis de debate e partilha de perspetivas sobre requalificação profissional e inovação em educação, com a curadoria conjunta da Sonae e do PÚBLICO.
Participação gratuita. Inscrição obrigatória
OECD (2025), Education at a Glance 2025: OECD Indicators, OECD Publishing, Paris, https://doi.org/10.1787/1c0d9c79-en.
Indicadores sobre Portugal ( https://www.oecd.org/. ) "Somos um país onde 41% dos jovens diplomados revelam ter apenas competências para ler textos simples e fazer interpretações básicas - “Algo inesperado num adulto com o ensino superior”, sublinhou a Secretária de Estado do Ensino Superior, cerimónia onde foram apresentados alguns destes resultados..
Análise da Iniciativa Educação: https://www.iniciativaeducacao.org/pt
Nova brochura publicada no VET:Ensino e formação profissional:Competências para hoje e para o futuro
Consultório da Aprendizagem (webinar gratuito): "Dúvidas, Sentenças e Mitos sobre a Aprendizagem", realizado no dia 15 de Dezembro. Dinamizado por João Leite, com moderação de Mário Martins (Forma-te). Patrocinador do evento: STEELCASE EDUCATION
Pode fazer o download do documento preparado por João Leite: AQUI
Fonte: https://www.forma-te.com
Ideia Chave: A meritocracia tornou-se um motor de desigualdade
No seu Gulbenkian Idea “Conversa sobre o Futuro da Igualdade”, Daniel Markovits traça uma breve exposição dos padrões característicos da desigualdade meritocrática e apresentam uma breve descrição das dinâmicas que a impulsionam e potenciam.
Entrevista no Jornal Publico: https://www.publico.pt/
This guide is for students who are about to graduate and are at the start of their career journey.
It has been produced with 2021 graduates in mind, but current students and recent graduates may also find it helpful.
It sets out five important steps to help you, as students about to graduate, think about your choices and what you’d like to do next:
INICIATIVA EDUCAÇÃO
No primeiro episódio da terceira temporada, Íris Oliveira, professora na Universidade Católica Portuguesa e especialista em psicologia da educação, explica-nos as diferenças fundamentais entre principiantes e especialistas, na forma como aprendem e devem ser ensinados. Será que as crianças aprendem como os adultos?
A cultura de inovação é um fator estruturante de desenvolvimento e de sustentabilidade no processo de criação de valor das entidades públicas.
A cultura de inovação manifesta-se nas prioridades e na dinâmica interna da organização, traduzindo a forma como lida com os desafios do presente e se prepara para os desafios do futuro.
Conhecer, de forma sistemática e integrada, a expressão prática dos princípios de inovação, é o exercício proporcionado pela aplicação da Ferramenta de Autoavaliação da Cultura de Inovação. (AQUI) Esta ferramenta permite definir o ponto de partida da organização e preparar e implementar um plano de desenvolvimento de competências de inovação que suscite evolução no nível de maturidade organizacional neste domínio, potenciando ambientes criativos e inovadores, otimizando modelos e processos de gestão, capacitando pessoas e equipas e, no seu todo, incrementando a efetividade no serviço público.
São pioneiras na aplicação desta abordagem específica entidades da administração central do Estado: a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), a Direção-Geral do Orçamento (DGO), o Instituto Nacional de Reabilitação, I.P. (INR, I.P.), a Marinha, a Polícia Judiciária (PJ), a Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros (SGPCM), o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD); bem como do setor empresarial do Estado: A Entidade Nacional para o Setor Energético, E.P.E. (ENSE, E.P.E.) e a Imprensa Nacional Casa da Moeda, S.A. (INCM, S.A.).
Nos empregos do futuro, a análise de dados e a inteligência
artificial serão fundamentais
De acordo com o
Fórum Económico Mundial 2020, vão surgir novas funções, mas também vai haver
menos procura de alguns dos trabalhos já existentes. Há “potencial” para
trabalho remoto ou híbrido.
A automatização do trabalho tem vindo a crescer ao longo dos anos e, em conjunto com a recessão que a pandemia de covid-19 trouxe, está a surgir um cenário de “dupla interrupção” para os trabalhadores. O Fórum Económico Mundial 2020, em parceria com o Fundo Monetário Internacional, prevê que possam vir a emergir novos empregos no campo da tecnologia, como analistas e cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, e de profissões ligadas à estratégia e ao marketing digital, como a gestão de redes sociais, vendas e produção de conteúdos, que permite trabalhar com vários tipos de pessoas. Pelo contrário, vai reduzir a procura por empregos ligados à administração, à montagem, à reparação e ao atendimento ao público. Prevê-se que, até 2025, 85 milhões de empregos no mundo sejam adaptados de forma a conciliar o trabalho entre humanos e máquinas. Além disso, espera-se que possam surgir 97 milhões de novas funções que permitam também esta divisão laboral, mas com a inserção de algoritmos. “Durante a última década, um conjunto de inovações e tecnologias emergentes sinalizaram o início da quarta revolução industrial”, pode ler-se no documento divulgado pelo Fórum Económico Mundial.
As empresas vão ter de se adaptar: 43% das empresas pesquisadas pelo Fórum Económico Mundial, que inclui vários sectores, estão a procurar obter “mais automatização e reduzir a força de trabalho” humano; 34% quer aumentar a força de trabalho “como um resultado da integração tecnológica mais profunda”, enquanto 41% procura contratar pessoas para tarefas especializadas. Espera-se que mesmo aqueles que mantenham os empregos necessitem de actualizar 40% das competências para o futuro mercado de trabalho, por forma a responder à quarta revolução industrial. Além disso, conclui-se também que o sector público precisa de dar um apoio mais forte para a requalificação e qualificação dos trabalhadores em risco de perder o emprego ou vê-lo adaptado. Apenas 21% das empresas dizem “ser capazes de usar fundos públicos para apoiar os funcionários” de forma a conseguirem actualizar as suas competências.
O relatório faz ainda referência ao teletrabalho e ao trabalho em regime híbrido. Segundo o documento, a plataforma online Glassdoor mostra que, desde 2011, o teletrabalho quase duplicou, uma vez que, com a covid-19, as empresas tiveram de se ajustar. 84% dos empregadores estão prontos para agilizar a “digitalização dos processos do trabalho” (como o “uso de ferramentas digitais e videoconferências”), que permite um aumento do teletrabalho, e os empresários dizem existir “potencial” para que 44% das pessoas trabalhem remotamente ou em regime híbrido. Apesar disso, 78% deles “esperam algum impacto negativo na produtividade” dos funcionários. No entanto, muitas empresas estão a tomar medidas para os ajudar na adaptação. Os serviços de alojamento e de alimentos, a agricultura, a construção e os transportes são sectores que não permitem o trabalho remoto e, face à situação actual, estão em risco de desemprego. Em 2025, relativamente às soft skills, vão ser valorizadas as capacidades de “pensamento analítico e de inovação”, a “resolução de problemas complexos”, a “criatividade, originalidade e a iniciativa”, a “flexibilidade”, bem como a “gestão do stress” e a “inteligência emocional” dos empregados.
Iniciativa Educação
Como é que o nosso cérebro desenvolve o sentido crítico? Raquel Lemos, neuropsicóloga e investigadora na Fundação Champalimaud, explica quais os processos cognitivos envolvidos na aprendizagem e de que forma é que os professores podem ensinar a pensar de forma crítica.
A Previsão de Competências do Cedefop
permite-nos imaginar como será o mundo laboral dentro de 10 anos, através da
previsão das tendências futuras em matéria de emprego. Na nossa nova série de
artigos, debruçamo-nos sobre os possíveis desafios e alterações que enfrentarão
determinadas profissões até 2030.