O EuroPsy é um Sistema de Certificação Europeu para psicólogos, criado pela Federação Europeia de Associações de Psicólogos (EFPA - European Federation of Psychologists Associations).
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sexta-feira, 18 de novembro de 2022
terça-feira, 2 de junho de 2020
Reconhecimento de qualificações estrangeiras.
Este site, uma iniciativa conjunta da Comissão Europeia, do Conselho da Europa e da UNESCO, foi criado principalmente como uma ferramenta para auxiliar as redes ENIC-NARIC na execução das tarefas que eles foram encarregados de realizar dentro de sua própria jurisdição, orientando informações atualizadas fornecidas e mantidas pelos órgãos competentes de cada país membro e por cada organização membro. Também é seu objetivo expresso ajudar outras organizações e indivíduos interessados a encontrar facilmente informações sobre questões atuais da mobilidade acadêmica e profissional internacional e sobre procedimentos para o reconhecimento de qualificações estrangeiras.
Consultar também:
https://www.dge.mec.pt/equivalencias-estrangeiras
Consultar também:
https://www.dge.mec.pt/equivalencias-estrangeiras
terça-feira, 2 de abril de 2019
Pedir o RECONHECIMENTO DE GRAUS ACADÉMICOS E DIPLOMAS
Reconhecimento de graus e diplomas que permite a estrangeiros verem os seus cursos reconhecidos em Portugal é efectuado exclusivamente por marcação.
SABER mais:
imagem: http://www.radioportalegre.pt/
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
ESCO - Classificação europeia multilingue de aptidões, competências, qualificações e profissões
Uma taxonomia das
qualificações, competências e profissões europeias (ESCO) - Esta Classificação é uma ferramenta que está disponível em 25 línguas e que visa facilitar a cooperação e o diálogo entre o mundo da educação, da formação e o mercado de trabalho.
ESCO: Primeira versão completa já disponível
No final de julho de 2017, a Comissão Europeia anunciou o lançamento da primeira versão completa da taxonomia das qualificações, competências e profissões europeias (ESCO).
Esta taxinomia, com conteúdos disponibilizados em 26 línguas, identifica e classifica aptidões, competências, qualificações e profissões, criando uma terminologia comum entre os diferentes países, com o intuito de apoiar a mobilidade dos cidadãos e de promover a adequação entre as competência e os empregos disponíveis no espaço europeu.
Para o efeito, encontra-se estruturada em três pilares.
O pilar das profissões integra, neste momento, 2942 profissões, disponibilizando-as em função das relações hierárquicas entre estas, de meta-dados e de referências cruzadas com a Classificação Internacional das Profissões. A cada profissão está ainda associado um perfil profissional, assim como a terminologia relevante dessa profissão em termos de conhecimentos, aptidões e competências, à escala europeia.
O pilar das competências/aptidões (com 13.485 inserções nesta fase) apresenta quatro possibilidades em termos organizativos, permitindo entrar pelos perfis profissionais; pelas competências em si; pelas relações que estabelecem com outros conhecimentos e aptidões (contextualizando as competências) e pelas áreas funcionais.
O terceiro pilar - das qualificações - integrando, até agora, 672 itens, está dependente dos contributos de cada Estado-Membro, permitindo identificar, por país, os níveis do Quadro Nacional de Qualificações e obter informação correspondente, por exemplo, ao número de créditos associado, às horas de aprendizagem necessárias ou às formas de obtenção de cada qualificação.
Através deste instrumento, a Comissão Europeia procura "conectar as pessoas aos empregos", "conectar o emprego à educação" e ainda conectar "os diferentes mercados de trabalho a um nível europeu".
Como tal, o instrumento é assumido como o cumprir de um marco estipulado nos objetivos da estratégia "Europa 2020" e posteriormente transcrito para a Nova Agenda de Competências para a Europa, razão pela qual está prevista uma conferência de lançamento, a realizar em Bruxelas, nos dias 9 e 10 de outubro.
De acordo com a documentação já disponibilizada, a ESCO poderá ajudar a melhorar o funcionamento dos mercados de trabalho, a construir um mercado único de trabalho integrado e a esbater os desajustes que existem entre a procura e a oferta de empregos. Relembra-se que na Europa existem 23,9 milhões de pessoas desempregadas mas são crescentes os setores que reclamam não conseguir preencher as vagas a empregos disponíveis.
Ao criar, através da ESCO, uma terminologia comum aos diferentes Estados, a Comissão Europeia espera disponibilizar um instrumento com utilidade para diferentes utilizadores, designadamente: empregadores (permitindo-lhes compreender que conhecimentos e competências foram adquiridos pelos candidatos aos empregos através das formações realizadas ou até da experiência adquirida nos postos de trabalho ou encontrar "a pessoa certa" para um determinado emprego); indivíduos (dando-lhes a conhecer o que procuram os empregadores, como poderão desenvolver as suas carreias numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida ou documentando e descrevendo os conhecimentos e competências detidos, na procura do melhor emprego); operadores de educação e formação (fornecendo informação relativa às necessidades presentes e futuras do mercado de trabalho); e serviços de emprego e conselheiros de orientação (facultando-lhes serviços de apoio digitais, em várias línguas e possibilidade de estabelecimento de parcerias com outros serviços congéneres)
No final de julho de 2017, a Comissão Europeia anunciou o lançamento da primeira versão completa da taxonomia das qualificações, competências e profissões europeias (ESCO).
Esta taxinomia, com conteúdos disponibilizados em 26 línguas, identifica e classifica aptidões, competências, qualificações e profissões, criando uma terminologia comum entre os diferentes países, com o intuito de apoiar a mobilidade dos cidadãos e de promover a adequação entre as competência e os empregos disponíveis no espaço europeu.
Para o efeito, encontra-se estruturada em três pilares.
O pilar das profissões integra, neste momento, 2942 profissões, disponibilizando-as em função das relações hierárquicas entre estas, de meta-dados e de referências cruzadas com a Classificação Internacional das Profissões. A cada profissão está ainda associado um perfil profissional, assim como a terminologia relevante dessa profissão em termos de conhecimentos, aptidões e competências, à escala europeia.
O pilar das competências/aptidões (com 13.485 inserções nesta fase) apresenta quatro possibilidades em termos organizativos, permitindo entrar pelos perfis profissionais; pelas competências em si; pelas relações que estabelecem com outros conhecimentos e aptidões (contextualizando as competências) e pelas áreas funcionais.
O terceiro pilar - das qualificações - integrando, até agora, 672 itens, está dependente dos contributos de cada Estado-Membro, permitindo identificar, por país, os níveis do Quadro Nacional de Qualificações e obter informação correspondente, por exemplo, ao número de créditos associado, às horas de aprendizagem necessárias ou às formas de obtenção de cada qualificação.
Através deste instrumento, a Comissão Europeia procura "conectar as pessoas aos empregos", "conectar o emprego à educação" e ainda conectar "os diferentes mercados de trabalho a um nível europeu".
Como tal, o instrumento é assumido como o cumprir de um marco estipulado nos objetivos da estratégia "Europa 2020" e posteriormente transcrito para a Nova Agenda de Competências para a Europa, razão pela qual está prevista uma conferência de lançamento, a realizar em Bruxelas, nos dias 9 e 10 de outubro.
De acordo com a documentação já disponibilizada, a ESCO poderá ajudar a melhorar o funcionamento dos mercados de trabalho, a construir um mercado único de trabalho integrado e a esbater os desajustes que existem entre a procura e a oferta de empregos. Relembra-se que na Europa existem 23,9 milhões de pessoas desempregadas mas são crescentes os setores que reclamam não conseguir preencher as vagas a empregos disponíveis.
Ao criar, através da ESCO, uma terminologia comum aos diferentes Estados, a Comissão Europeia espera disponibilizar um instrumento com utilidade para diferentes utilizadores, designadamente: empregadores (permitindo-lhes compreender que conhecimentos e competências foram adquiridos pelos candidatos aos empregos através das formações realizadas ou até da experiência adquirida nos postos de trabalho ou encontrar "a pessoa certa" para um determinado emprego); indivíduos (dando-lhes a conhecer o que procuram os empregadores, como poderão desenvolver as suas carreias numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida ou documentando e descrevendo os conhecimentos e competências detidos, na procura do melhor emprego); operadores de educação e formação (fornecendo informação relativa às necessidades presentes e futuras do mercado de trabalho); e serviços de emprego e conselheiros de orientação (facultando-lhes serviços de apoio digitais, em várias línguas e possibilidade de estabelecimento de parcerias com outros serviços congéneres)
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
CARTEIRA PROFISSIONAL EUROPEIA (EPC)
De momento, só poderá utilizar o procedimento de emissão da EPC se for:
- enfermeiro responsável por cuidados gerais
- farmacêutico
- fisioterapeuta
- guia montanhista
- mediador imobiliário
sexta-feira, 13 de março de 2015
Portal das Qualificações
A Agência Nacional para a
Qualificação e o Ensino Profissional e a Direção Geral de Educação e Ciência
escolheram a Futurália para divulgar o Portal das Qualificações, uma nova
plataforma que concentra tudo o que precisas de saber sobre o mundo da Formação
Profissional.
www.portaldasqualificacoes.pt.
É este o site a que, a partir de agora, deves aceder para obteres todas as
informações sobre a Formação Profissional. Trata-se de uma plataforma
desenvolvida em conjunto pela ANQEP e pela Direção Geral de Educação e Ciência,
que concentra toda a informação para te orientar em questões relacionadas com
as qualificações de nível 2, 4 e 5, e com o reconhecimento de competências
obtidas informalmente, num portal mais simples, rápido e cómodo.
Quando
acedes ao Portal das Qualificações, são seis as portas de entrada para o mundo
da Formação Profissional, entre as quais a Pesquisa de Oferta Formativa, onde
encontras um motor de pesquisa com vários campos que te permitem preencher e
filtrar a formação que pretendes encontrar. Quando clicas em “pesquisar”, tudo
o que te surge no ecrã são ofertas a funcionar no corrente ano letivo,
completas com informações sobre as escolas que as ministram.
Outra
das novidades importantes neste portal é a Caderneta Individual de
Competências, destinada aos formandos já inseridos na Formação Profissional. Ao
fazeres o login com a tua credencial, tens automaticamente acesso a todo o teu
histórico enquanto aluno, a notificações sobre próximas formações relacionadas
com o teu percurso e área de aprendizagem, e a um conjunto de ofertas que o
sistema te sugere, com base na tua formação.
Por
isso já sabes, toda a informação sobre Formação Profissional está no novo
Portal das Qualificações.
[Foto:
ANQEP]
sexta-feira, 14 de junho de 2013
CHINA - Reconhecimento de Graus Académicos
Decreto n.º 10/2013. D.R. n.º 113, Série I de 2013-06-14, do Ministério dos Negócios Estrangeiros que aprova o Acordo entre a República Portuguesa e a República Popular da China sobre o Reconhecimento de Graus Académicos e Períodos de Estudo de Ensino Superior, assinado a 12 de janeiro de 2005, em Pequim, aqui
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