Como principais conclusões o relatório aponta para:
- Apesar de uma recuperação gradual, a criação de empregos ainda é insuficiente para superar os défices de trabalho digno, afetando especialmente os jovens, cuja taxa de desemprego global ronda os 12,6%.
- A participação feminina na força de trabalho permanece significativamente inferior à masculina, resultando na perda de oportunidades para melhorar os padrões de vida globais.
- O crescimento das energias renováveis criou mais de 16 milhões de empregos desde 2023. No entanto, a distribuição destes postos de trabalho é desigual, concentrando-se principalmente na Ásia Oriental e América do Norte.
- A desaceleração da produtividade laboral em muitos países continua a limitar a criação de empregos de qualidade e o crescimento real dos salários.
Retirado de: https://netforce.iefp.pt/
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