segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Os desafios da educação para os refugiados



Retirado de:http://pt.euronews.com/2015/09/11/o-desafio-da-educacao-para-os-refugiados/

Vários projetos por todo o mundo tentam ajudar pessoas refugiadas a adaptar-se às novas vidas e a ultrapassar as tragédias que viveram ou testemunharam.

ALTO COMISARIADO PARA AS MIGRAÇÕES - viver; trabalhar; estudar...:

http://www.acm.gov.pt/inicio

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

PORTAL Simplificar

GOVERNO CRIA SITE PARA CIDADÃOS PROPOREM IDEIAS DE SIMPLIFICAÇÃO ADMINISTRATIVA
Um novo site que recebe ideias para simplificar e desmaterializar processos na administração pública e para propor alterações às leis está disponível em https://simplificar.gov.pt, integrado no programa Simplificar. O site é uma ferramenta que dá ao cidadão e às empresas a possibilidade de contribuir ativamente para diminuir a burocracia em processos que afetem diretamente o seu dia-a-dia.
As propostas que forem apresentadas poderão ser votadas por quem passar pelo site e serão encaminhadas para os organismos competentes para que possam ser analisadas.
O site permite ainda a consulta das medidas de simplificação administrativa levadas a cabo desde o início da atual legislatura.
O Programa Simplificar assenta em três grandes princípios, que funcionam como eixos estratégicos do programa:
·         Uma só vez - que estabelece que os cidadãos estão dispensados de apresentar ao Estado informação que este já possua, independentemente das entidades em causa.
·         Digital como regra - que determina que todos os serviços públicos estejam disponíveis em formato digital, a não ser que tal seja impossível.
·         Comporta regulatória - que obriga a que seja eliminado um euro de custos de contexto por cada novo euro em custos de contexto que seja criado por nova legislação ou regulamentação. Os custos de contexto são os gastos que os cidadãos ou as empresas têm com um determinado procedimento administrativo – por exemplo, com o tempo gasto a deslocar-se a um balcão de atendimento.
Retirado de http://www.portugal.gov.pt/ 8.9.2015

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Lei n.º 137/2015

Lei n.º 137/2015 - Diário da República n.º 174/2015, Série I de 2015-09-07
Assembleia da República

Altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de novembro de 1966, modificando o regime de exercício das responsabilidades parentais..
ACEDER AQUI
Extrato inicial do artigo de Andreia Sanches, Jornal Publico de hoje: "Várias mudanças ao “regime de exercício das responsabilidades parentais”, que dão mais relevo ao papel das madrastas e dos padrastos na vida das crianças, foram publicadas nesta segunda-feira em Diário da República. Para os especialistas ouvidos pelo PÚBLICO o novo quadro legal valoriza os laços afectivos, mesmo que em detrimento dos laços de sangue, o que é considerado positivo. Mas vai dar origem a novos conflitos que os tribunais de família e menores terão de resolver.
Um exemplo dado pelo juiz António Fialho: “Imagine-se um pai e uma mãe separados.” O pai está afastado do contacto do filho menor por alguma razão — por exemplo, porque foi preso ou porque emigrou. A mãe quer que o exercício das responsabilidades parentais passe a ser exercido pelo companheiro e padrasto da criança. Mãe e padrasto podem agora pedir isso ao tribunal, algo que não era possível dantes.(...)"

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Exigências do ensino superior



A transição dos estudantes para  o Ensino Superior contempla um conjunto de exigências e desafios académicos e psicossociais destacados neste volume de temático da Revista de Psicologia, Educação e Saúde UO Revista E-Psi . de  Almeida, LS, Araújo, AM, Ferreira, JA, Almiro, PA, & amp; Marques-Costa, C. (Eds.) (2014). Adaptação e Susesso Académico no Ensino Superior.  Revista E-Psi ,  4 (1).

ACEDER em:    http://www.revistaepsi.com , OU   AQUI


Alguns Jovens surpreendem-se com o modo como conseguem enfrentar as exigências colocadas pela transição do ensino secundário para o ensino superior. Outros porem, precisam de Ajuda para lidar com esta nova problemática, como revelam os estudos sobre os níveis de insucesso, abandono no 1º ano e pedidos de alteração de curso. 
estas realidades são determinadas por diversos fatores.
Leandro de Almeida Coordenador do Relatório final do Projecto "Transição, Adaptação e Rendimento Académico de Jovens no ensino superior", identifica como exigências necessárias que se colocam no ingresso ao ensino superior, que se podem agrupar em quatro domínios fundamentais:is:

Académico - Adaptação aos novos ritmos e estratégias de aprendizagem e aos novos sistemas de avaliação.

Sociais - Estabelecimento de novos padrões de relacionamento mais maduros, com a família, docentes, colegas, com o sexo oposto e com as figuras de autoridades.

Pessoal - Aumento do sentido de identidade, exigências de autonomia, desenvolvimento da intimidade e de uma visão pessoal do mundo;

Vocacionall - Exploração e compromisso com objectivos educativos e / ou profissionais enquadrados no curso.

UM TESTEMUNHO - O artigo do Expresso, datado de 16.8.2015, com o título A passagem do secundário para a faculdade: 

"O bolseiro do QEM em Engenharia e Gestão Industrial, no Instituto Superior Técnico, explica em detalhe como muda tudo com a entrada na faculdade.

Variadas vezes me foi dito que uma das passagens mais difíceis da vida de um estudante era a passagem do secundário para a faculdade. Noites sem dormir, horas infindáveis agarrado aos livros, a abdicação de praticamente tudo o que é lazer e divertimento. Tenho a confessar que, no início deste ano, ao entrar numa das faculdades mais exigentes do país, me encontrava um pouco assustado com a chegada desta nova realidade. Mas rapidamente todos estes mitos se desvaneceram. Porquê? Apenas devido a um conceito que, nunca tendo sido necessário na minha vida académica, nunca me foi apresentado: a Gestão do Tempo. Passo a explicar: durante o Ensino Secundário, temos, por ano, entre 5 a 7 disciplinas. Cada uma destas disciplinas exige cargas de trabalho diferentes, mas é bastante fácil conciliar o estudo com todas as outras actividades. E ainda sobra bastante tempo. Tenho a dizer que, ao olhar para os três anos passados no secundário, sinto que tive muitas horas livres. Nunca abdiquei de nenhuma actividade extra-curricular, nunca estudei pela noite dentro. E não posso dizer que tenha corrido mal. Tudo isto devido à quantidade enorme de tempo que dispunha para fazer tudo aquilo que gostava e que precisava. Ora, na minha opinião, a mudança principal que existe do secundário para a faculdade dá-se aqui, ao nível da carga de trabalho. Claro que isto varia de curso para curso, e, dentro de cada um destes, de cadeira para cadeira. Mas, por norma, o que se passa é o seguinte: para manter os resultados do ensino secundário é necessário dedicar um número muito maior de horas ao estudo do que aquelas que se dedicavam no secundário. Isto não acontece porque temos um número muito maior de cadeiras (aliás, a maior parte dos cursos tem 5 cadeiras por semestre), mas sim porque cada uma destas cadeiras (volto a insistir, na maior parte dos casos) tem um grau de exigência enorme. Exemplificando: na área de Ciências e Tecnologias, no 12.º ano, tive a disciplina de Física. A maior parte dos conceitos abordados nesta disciplina já tinham sido ensinados durante os anos anteriores! O que acontece nesta disciplina é que se aprofundam esses mesmos conceitos. Na faculdade, o panorama muda. A maior parte das cadeiras são completamente constituídas por matérias com conceitos absolutamente novos e que vão ser extremamente aprofundados. O que quer isto dizer na prática? Muitas e muitas horas de estudo, para assimilar tudo aquilo que foi leccionado nas aulas. Não pretendo assustar ninguém com o que escrevi anteriormente. Apenas quero tornar claro que o esforço, a dedicação, o empenho tem que aumentar para que os alunos tenham o maior sucesso nos seus cursos. É possível ter boas notas na faculdade e conciliar isso com todas as outras actividades (nas quais se incluem passar tempo com família, amigos, fazer desporto, etc.). Vou tentar explicar como o fiz ao longo deste ano (não que seja uma receita para toda a gente, mas, no meu caso, teve algum sucesso). Durante o fim-de-semana, é importante planear a semana seguinte (como é óbvio convém ter em mente as datas mais importantes das semanas seguintes). Em primeiro lugar, tudo o que é obrigações da faculdade. Como estudantes que somos, é importante ter em mente que este é o nosso trabalho (e aquilo que, em princípio, definirá o nosso futuro a nível profissional) e, como tal, são as nossas tarefas enquanto estudantes que devem estar em primeiro lugar. Como tal, é necessário preencher o horário com as entregas, testes e períodos de estudo. Depois, marcar todas as actividades extra-curriculares (por exemplo, treinos desportivos, etc.). E por fim, marcar períodos de descanso e de lazer. Mas como arranjar tempo para fazer isto tudo? Bem, isso cabe a cada um decidir. Às vezes cortar em alguns minutos actividades não tão importantes pode ser bastante útil. Mesmo que sejam apenas uns minutos por dia, ao final da semana já vão ser algumas horas. E isso faz toda a diferença."

Ler também 

Skills for the 21st Century: A Meta-Synthesis of Soft-Skills and Achievement


By Nicole E. Lee



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

PORTAL Inspiring Science Education


Inspiring Science Education is all about providing the tools to make science education more challenging, more playful and above all more imaginative and inspiring for today’s students, the citizens of tomorrow’s world.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Lei n.º 120/2015

Lei n.º 120/2015, Diário da República, 1.ª série — N.º 170 — 1 de setembro de 2015
Procede à nona alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, reforçando os direitos de maternidade e paternidade, à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 91/2009, de 9 de abril, e à segunda alteração aoDecreto-Lei n.º 89/2009, de 9 de abril.
ACEDER AQUI
facilita o teletrabalho; permite gozar a licença em simultâneo, com efeitos imediatos. A licença obrigatória do pai aumenta de duas para três semanas, mas só com o próximo orçamento - janeiro de 2016.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Plataforma ClickProfessor


ClickProfessor, (http://www.clickprofessor.pt/) site para docentes procurarem emprego e para serem procurados
Plataforma destina aos docentes que em Setembro fiquem sem colocação e a pais que procurem explicadores. 

O professor Marco Rodrigues decidiu criar uma plataforma alternativa para quem não consegue trabalhar para o Ministério da Educação e Ciência. Lançou o site ClickProfessor, onde os professores desempregados podem procurar trabalho, as empresas podem encontrar docentes e os encarregados de educação descobrir um explicador para os seus filhos.
ClickProfessor está disponível a partir de 1 de Setembro e permite aos docentes criar, de forma gratuita, um perfil com os dados relativos à sua experiência profissional e formação académica.
A informação - que pode ser disponibilizada através de um pequeno vídeo pessoal - fica acessível a todos os que procuram os serviços de um docente: empresas e famílias.
Marco Rodrigues, professor com formação na área das Belas Artes, que entrou para a docência em 2008, estava cansado da instabilidade profissional e decidiu lançar a plataforma digital. "Existem muitas alternativas para os professores e educadores de infância. Existem cursos de aprendizagem e de formação e muitas outras ofertas, porque o Ministério da Educação não é único empregador dos professores", contou à Lusa.
Marco Rodrigues acredita que o site poderá ser "um grande aliado para os que, agora em Setembro, se encontrem novamente em situações de desemprego", uma vez que ali há "anúncios" de professores mas também de empresas que procuram docentes.
A plataforma tem ainda uma área destinada a encarregados de educação que também podem procurar, gratuitamente, um explicador para os seus filhos. "Os pais escusam de recorrer aos centros de estudo que, em alguns casos, significa pagar o dobro pelo mesmo serviço. Para os professores também é melhor porque deixa de existir um intermediário", defendeu Marco Rodrigues.
Os pais podem ler o currículo dos professores mas também ver o vídeo e entrar em contacto com qualquer um dos professores e explicadores particulares.
O responsável pelo site garante que os dados disponibilizados no site são confirmados pela ClickProfessor, que pede os documentos comprovativos e corrige eventuais erros ou gralhas.
A plataforma contém também um blogue, onde se partilham artigos, anúncios de empresas e, "no futuro, terá também um fórum".
LUSA/Publico 31.1.15


sábado, 29 de agosto de 2015

Faça estas oito coisas e tornar-se-á mais criativo(a) e perspicaz, afirmam neurocientistas:

Parte final da entrevista de BRIGID SCHULTE  ao  neurocientista John Kounios publicada  hoje, noPÚBLICO/Bloomberg/The Washington Post, com o título Faça estas oito coisas e tornar-se-á mais criativo(a) e perspicaz, afirmam neurocientistas,  

"O neurocientista John Kounios, professor de psicologia da Universidade de Drexel (em Filadélfia, nos Estados Unidos) e co-autor, com o seu colega Mark Beeman, do livro The Eureka Factor (O Factor Eureka), estuda a forma como a criatividade – e esse momento em que de repente percebemos algo [insight em inglês] começam no cérebro. (…)
E com base em estudos científicos, sabemos que o facto de alterar alguns aspectos do nosso ambiente pode ajudar.
1) Ser positivo(a): Tem havido muita investigação, nos últimos 20 a 30 anos, que mostra que ser positivo (a) aumenta a criatividade. Quando a nossa disposição é algo negativa, ansiosa, isso melhora, pelo contrário, o pensamento analítico.
A criatividade provém de um sentimento de segurança. Quando nos sentimos em segurança, somos capazes de arriscar. E a criatividade é intelectualmente arriscada. As ideias novas podem estar erradas. Pôr essas ideias em prática pode suscitar resistências.
Quando sentimos ameaças subtis, inconscientes, temos a impressão de que não nos é permitido errar. Precisamos de ficar focados no tema em causa, não nos podemos afastar do problema em si ou daquilo que temos de fazer.
Nós também observámos que a existência de prazos, que subentende uma ameaça implícita ou consequências negativas se não forem respeitados, pode gerar ansiedade e deslocar a nossa estratégia cognitiva para uma forma mais analítica de raciocínio. Os prazos podem conduzir a um aumento da produtividade analítica, mas se um empregador quer mesmo qualquer coisa “fora da caixa”, inovador e original, talvez um prazo menos rígido possa suscitar mais criatividade.
Num outro estudo, descobrimos que as pessoas que resolviam os problemas de forma analítica apresentavam maior actividade no seu córtex visual – ou seja, estavam focadas no exterior. Mas antes de as pessoas resolverem um problema num instante de revelação, a sua actividade cerebral no córtex visual diminuía: estavam a focar a sua atenção para dentro.
Também antes desse instante de revelação, verificava-se uma maior actividade no cingulado anterior das pessoas, uma região do cérebro situado no meio da cabeça. O cingulado anterior tem como função monitorizar o resto de cérebro para detectar conflitos – e também detecta diferentes estratégias de resolução de problemas. E como não é possível utilizar duas estratégias ao mesmo tempo, são as mais óbvias que costumam ser fortemente activadas. As outras – as intuições, os palpites, que tendem a ser mais criativas, até bizarras ou excêntricas – são menos activadas, mais fracas, mais distantes.
Porém, quando a nossa disposição é positiva, ficamos mais sensíveis a “apanhar” essas ideias inconscientes menos activadas. E quando as detectamos, a nossa atenção pode virar-se para elas e elas podem surgir na nossa cabeça como uma revelação. Pelo contrário, se estivermos de mau humor e o cingulado anterior não for activado, seguimos o caminho mais forte, que costuma ser o mais fácil. Portanto, a boa disposição expande literalmente o nosso pensamento.
2) Grandes espaços: a atenção perceptual – a maneira como focamos a nossa visão – parece estar relacionada com a chamada “atenção conceptual”. Se estivermos num espaço exíguo, por exemplo a trabalhar num cubículo, não é possível dar largas à nossa atenção visual. Ela permanece focada nesse espaço estreito. E quando a atenção visual se encontra restringida, o mesmo acontece com a atenção conceptual, que se torna estreita e focada, promovendo o pensamento analítico.
Mas se nos encontrarmos num espaço amplo – num grande gabinete com um pé direito alto ou fora de portas –, a nossa atenção visual alarga-se para encher esse espaço e a nossa atenção conceptual expande-se.
É por isso que muitas personalidades criativas gostam de estar lá fora, de fazer longas caminhadas na natureza e que vão à procura de inspiração nos espaços abertos e amplos. Quando conseguimos ver ao longe, podemos pensar de forma mais lata.
3) Evitar objectos cortantes: nós descobrimos que quando as pessoas estão rodeadas de objectos pontiagudos e de arestas marcadas, tais como um sofá anguloso ou um corta-papel que parece um punhal, isso pode causar aquele sentimento subtil e inconsciente da existência de uma ameaça. E quando isso acontece, a atenção estreita-se.
Portanto, o ambiente ideal para fomentar a revelação súbita é um grande espaço, bem arejado, “mobilado” com objectos fofos e arredondados.
4) As cores da natureza: como pensamos na cor vermelha como numa cor da urgência, associada ao sangue, aos carros de bombeiros e aos sinais de Stop, ela capta e estreita a atenção. Mas as cores do meio exterior, como o azul do céu ou o verde das árvores, têm sido associadas à relaxação, à expansão, à geração de um sentimento de segurança que ajuda a atenção a expandir-se e aumenta a criatividade.
Isto não vale para todos. Se o nosso passatempo favorito for cultivar rosas, poderemos associar o vermelho às rosas que amamos.
5) Fazer pausas: quando estamos bloqueados e marcamos um intervalo para fazer algo completamente diferente, esquecemos a má ideia em que estávamos fixados. Isso permite que outras ideias, melhores ideias, cheguem à superfície da nossa consciência como bolhas. E se estivermos a trabalhar num problema sem o conseguir resolver, a pausa torna o nosso cérebro mais sensível as coisas à nossa volta relacionadas com o problema. Ficamos mais observadores e conseguimos estabelecer uma associação, que a seguir se torna consciente sob a forma de uma súbita revelação.
6) Dormir: uma das ferramentas mais poderosas para promover a perspicácia é o sono. Se estiver bloqueado(a), durma uma sesta, vá para a cama. Conseguirá expurgar melhor a ideia inútil em que se fixou e ficará mais sensível a pistas susceptíveis de resolver os problemas.
Uma das descobertas mais interessantes das neurociências dos últimos 20 anos é que quando adquirimos memórias, elas são armazenadas sob uma forma temporária e frágil, semelhante ao cimento fresco. O cimento começa por ser mole e só endurece quando seca – tornando-se então forte e durável. As memórias também. Endurecem graças a um processo de consolidação, que decorre principalmente durante o sono.
De facto, a consolidação da memória também transforma a memória. Faz ressaltar os pormenores, as relações ocultas e pode ser a base da criatividade e da revelação.
É por isso que existem tantas histórias de pessoas que acordam a meio da noite com uma ideia nova ou a solução de um problema. Tal como Paul McCartney, que acordou uma manhã com uma melodia na cabeça. Era a da canção Yesterday. Simplesmente, apareceu. O sono é um supercarregador da criatividade.
7) Não fazer nada: não fazer nada é um trabalho criativo, porque quando estamos conscientemente a não fazer nada, a parte consciente ocupa apenas uma minúscula parte do nosso cérebro – e que o resto, a parte inconsciente, esse não pára. Há um processo que os psicólogos cognitivos chamam “incubação” – que é o cérebro a remoer associações. Essas associações podem depois surgir na consciência como revelações súbitas. O sono e o não fazer nada são dois supercarregadores do processo de incubação, por que deixam vaguear a nossa mente sem haver nenhuma tarefa especial para cumprir.
Quando as pessoas têm constantemente a mente cheia de tarefas, isso inibe o processo de incubação. Não quero dizer com isso que as pessoas devam tornar-se eremitas ou livrar-se de todos os gadgets, que também incentivam a incubação. Mas precisamos de um equilíbrio entre não fazer nada e fazer coisas. Precisamos de ambos para alimentar a criatividade e a perspicácia.
8) Tomar duche: o duche é um sítio fantástico para deixar vaguear a mente, para incubar pensamentos e preparar o terreno da revelação. Debaixo do chuveiro, a água é cálida, não sentimos fronteiras entre a nossa pele e o exterior do nosso corpo. Sentimo-nos expansivos. Há um ruído branco em pano de fundo e o que vemos está um pouco desfocado, levando-nos a virar o nosso pensamento para dentro, como se estivéssemos em condições de privação sensorial. Permite que a nossa mente vagueie e que a nossa atenção se expanda. É por isso que as pessoas tendem a ter grandes ideias no duche."
Exclusivo PÚBLICO/Bloomberg/The Washington Post



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Referencial de Educação para o Risco



REFERENCIAL DE EDUCAÇÃO PARA O RISCO _ Educação Pré-Escolar; Ensino Básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos) Ensino Secundário

A página do Ministério da Educação e Ciência sobre a Educação para o Risco:
http://www.dge.mec.pt/educacao-para-o-risco (Enquadramento; Recursos pedagógicos...).



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Psicólogos escolares em Portugal: perfil e necessidades de formação


MENDES, Sofia Abreu; ABREU-LIMA, Isabel  e  ALMEIDA, Leandro Silva. Psicólogos escolares em Portugal: perfil e necessidades de formação. Estud. psicol. (Campinas)[online]. 2015, vol.32, n.3 [citado  2015-08-26]
Disponível on line: http://www.scielo.br/scielo.
RESUMO
Tendo por base um inquérito junto a 477 psicólogos escolares de instituições públicas e privadas portuguesas, foram analisados o perfil e as necessidades de formação desse grupo profissional. Os resultados apontam que, a par da formação em áreas diretamente relacionadas com a prática psicológica em contexto escolar, muitos profissionais reportaram ser especializados no domínio da psicologia clínica e da saúde. As necessidades de formação identificadas parecem refletir a natureza dos problemas encontrados na área, como as dificuldades de aprendizagem, a indisciplina, e os problemas de comportamento. Tais necessidades parecem ainda apontar as principais áreas de intervenção desses profissionais, atinentes a necessidades educativas especiais, avaliação e consulta psicológica, e orientação vocacional. Paralelamente, elas evidenciam o desejo desses profissionais em expandir seu campo de atuação para além dos papéis ditos tradicionais. A partir deste estudo podem ser derivadas implicações tanto para a formação inicial quanto para a formação continuada dos psicólogos escolares.
Palavras-Chave: Educação; Educação continuada; Portugal; Psicologia escolar; Psicólogos

imagem retirada de: http://ctimmadureira.blogspot.pt/

Guia AGIR VERDE



O CNJ - Conselho Nacional da Juventude tem uma nova publicação online. Trata-se de uma seleção de boas práticas ambientais que podem facilmente ser aplicadas nas organizações juvenis, contribuindo assim para a sua sustentabilidade e das comunidades onde se inserem.


Para consulta e/ou download gratuito o Guia AGIR VERDE

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Portaria n.º 644-A/2015

Encontra-se publicada a Portaria n.º 644-A/2015 - Diário da República n.º 164/2015, 3º Suplemento, Série II de 2015-08-24 - Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Ministro
Define as regras a observar no funcionamento dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, bem como na oferta das atividades de animação e de apoio à família (AAAF), da componente de apoio à família (CAF) e das atividades de enriquecimento curricular (AEC).
ACEDER AQUI

Os municípios podem entregar a concretização das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) a empresas sem recearem que o contrato seja recusado pelo Tribunal de Contas - Artigo 3º; ponto 3.