sábado, 28 de abril de 2012

Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho

- Locais de trabalho psicologicamente seguros em : Mental Health Works. 

-Sobre este mesmo tema, aceder também à Separata da revista Dirigir ( aqui ), e à própria revista Dirigir ( aqui ) datada de jan/março 2012.
- Vídeos sobre os ambientes de trabalho saudáveis estão em: http://vimeo.com/cmhabc/videos
- O artigo de Samuel Antunes na Revista da Ordem dos Psicólogos, com o título "Os Psicólogos: Os Riscos Psicossociais, na psis21.
"Se  as pessoas se sentem bem no local de trabalho, seguras, trabalham melhor" - esta é uma das ideias principais deste vídeo sobre as práticas de uma empresa para implementar  um ambiente de trabalho saudável e estimulante:

Leaders' Perspectives from CMHA BC on Vimeo.

OUTROS RECURSOS, AQUI. (DNPST)

O direito de ser introvertido



É habitual considerar-se que para se ter sucesso na vida, deve-se ser comunicativo e com gosto pelo convívio social. É com base nesta crença que Susan Cain relata a sua experiência, que apesar de ser uma pessoa pouco sociável, tem talentos e capacidades que deveriam ser valorizadas por todos nós.
A conferência está legendada em 25 línguas em ted.com/
NOTA: Neste contexto, “introvertido” não é o que Carl Jung considerou “esquizoide”, tendo definido esta categoria, pelas seguintes atitudes:
  • Uma atitude de omnipotência;
  • Uma atitude de isolamento e desinteresse;
  • Uma preocupação com a realidade interior.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Como te tornares num bom estagiário?


Em breve, terão inícios os estágios dos cursos CEF, Tenológicos e Profissionais.

Aqui ficam alguns conselhos aos estagiários:
Jessica Levco, especialista em recursos humanos na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, dá a conhecer algumas dicas para ajudar aqueles que estão a entrar no mercado de trabalho a tornarem-se excelentes profissionais:

1. Ajuda os outros
Independentemente da tua função, o estagiário deve estar disposto a ajudar qualquer pessoa, mesmo que seja algo simples. Isso é bem visto não só pelo chefe, como também pelos colegas de trabalho.

2. Não contestes o horário
Mesmo que esteja determinado no contrato de estágio o horário de trabalho, não te mostres contrariado quando o teu chefe pedir para ficares mais algum a trabalhar. Não encares isso como um abuso, mas sim como um tempo extra para aprender.

3. Absorve o máximo
Ter a iniciativa de aprender ao máximo sobre a empresa em que estás a trabalhar é uma ótima opção para os estagiários que pretendem fazer do seu estágio um período de aprendizagem.

4. Aprende a estar nas redes sociais
Se estás nas redes sociais já deves saber como elas são importantes para a divulgação de uma empresa. Por isso, deves estar predisposto a adaptares-te aos novos medias.

5. Mantém-te focado no trabalho
Deves estar consciente que serás avaliado pelo teu trabalho e pela tua capacidade de fazeres as tarefas que te incumbiram, de forma correta.

6. Não basta seres um estagiário. Tens que ser o estagiário
Especialmente se o seu escritório tem um monte de estagiários, procure não se acomodar e faça por merecer, só assim você será notado.

7. Usa roupas apropriadas
Para trabalhar procura roupas menos extravagantes e mais clássicas.

8. Conversa com outras pessoas
Não te isoles durante todo o dia, o trabalho fica mais divertido quando conversamos com os colegas que se sentam ao nosso lado.

9. Sê educado
No ambiente organizacional é muito importante que mantenhas um bom relacionamento com todos e, para isso, nada melhor do que a educação.

Fonte: Universia

sábado, 21 de abril de 2012

Uma mãe disfuncional e o seu filho



Uma mãe exagerada, que humilha e culpabiliza o filho perante os amigos. Recorre também à chantagem emocional.
Trata-se do segundo episódio de uma série -"Zsa Zsa and the Wooden Dummy ".
Retirado de um bogue de psicologia (que recomendo):  Channel N

quinta-feira, 19 de abril de 2012

IAC-CEDI lança "Projeto Bullying NÃO"

O Serviço de Documentação do Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança (CEDI) do Instituto de Apoio à Criança, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian deu andamento ao Projeto Bullying NÃO.
O objetivo foi tratar o tema da violência escolar entre pares sob a forma de bullying e cyberbullying.
No âmbito deste projeto foram produzidas três publicações distintas: um desdobrável dirigido ao público jovem, um boletim bibliográfico onde consta o que será um dos mais completos e atualizados acervos de monografias a nível nacional sobre bullying e cyberbullying e uma extensa publicação sobre os recursos digitais disponíveis sobre estas temáticas. Esta última é composta por várias partes: a primeira é dedicada à definição de conceitos e enumeração de características distintivas de outras formas de violência escolar. Assim sendo, encontram-se na página do IAC, o seguintes recursos para download gratuito:

Página da IAC: http://www.iacrianca.pt

quarta-feira, 18 de abril de 2012

O erro de Darwin (2)


Gilbert and George Reaming 1982

Uma síntese do artigo de Nicolau Ferreira com o título “Precisamos de um dicionário para ler as caras asiáticas”, que saiu no Público de ontem:

Uma cara feliz é universal, já dizia Charles Darwin. Afinal não, defende agora um estudo, que propõe uma nova teoria sobre as expressões faciais.
Os emoticons são uma síntese gráfica das emoções e também uma prova de que as expressões faciais são diferentes quando chegamos ao Oriente. Dois pontos e um parêntese fechado — o famoso:) — e estamos, no Ocidente, a enviar um smile digital a dizer “estou feliz”. No Japão não é bem assim: utilizam-se dois acentos circunflexos com um ponto final no meio — ^.^ — para expressar o mesmo. O smile japonês aposta nos olhos, o ocidental na boca.
Esta diferença reflecte os resultados de um estudo que mostra que asiáticos e caucasianos transmitem as mesmas emoções através de expressões faciais diferentes. Publicada ontem na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences, pela equipa da psicóloga Rachael Jack, da Universidade de Glasgow, Escócia, a descoberta contraria Charles Darwin, que tinha defendido que pessoas de culturas diferentes expressavam o mesmo estado emocional através dos mesmos movimentos faciais.
Segundo o autor da obra-prima Na Origem das Espécies, o desenvolvimento das expressões faciais foi importante ao longo da evolução. Mostrar e reconhecer a raiva, o medo ou a felicidade seria essencial para a sobrevivência individual e da espécie. Por isso, estas expressões teriam um enorme valor adaptativo e estariam disseminadas mundo fora.
Mais tarde, Paul Ekman, prestigiado psicólogo norte-americano, fez experiências com indígenas da Papuásia-Guiné para testar a hipótese da universalidade das expressões faciais. Verificou que eles reconheciam, em fotografias, as emoções associadas a expressões faciais de pessoas de outras etnias. Por isso, considerou que há seis emoções básicas universais expressas na cara: o medo, a raiva, a felicidade, o nojo, a tristeza e a surpresa.
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Para os europeus, as expressões faciais das seis emoções básicas utilizavam grupos de músculos bastante distintos. Enquanto isso, nos asiáticos há uma grande quantidade de sobreposição nos músculos usados nas emoções - principalmente no caso da surpresa, do medo, nojo e raiva. "Mostrámos que as expressões faciais não são universais, como toda a gente pensa desde o trabalho fundador de Darwin", diz Rachael Jack ao PÚBLICO.
…
No artigo, os autores explicam ainda que estas diferenças reflectem as especificidades culturais que, a dada altura, se tornaram tão importantes para a comunicação que acabaram por resultar na divergência das expressões faciais entre várias sociedades.
“Os modelos asiáticos para o medo, o nojo e a raiva mostram que os primeiros sinais de intensidade emocional aparecem em particular nos olhos — uma região que está sob um menor controlo voluntário do que a boca, que reflecte uma contenção nas expressões faciais de acordo com a literatura científica”, dizem os autores.
…
Mas esta cartografia das expressões faciais asiáticas levou ainda Rachael Jack a questionar se as seis emoções básicas definidas por Paul Ekman são realmente universais. Ou se outras emoções, como a vergonha, o orgulho e a culpa, podem ser uma componente importante nas emoções primárias dos asiáticos.
“Estamos a trabalhar para reconstruir as representações asiáticas de um largo espectro de expressões faciais, incluindo da vergonha e do orgulho.”

terça-feira, 17 de abril de 2012

Portaria n.º 105/2012 - CCH

Já se encontra publicada a Portaria n.º 105/2012. D.R. n.º 76, Série I de 2012-04-17, do Ministério da Educação e Ciência que constitui a sexta alteração à Portaria n.º 550-D/2004, de 21 de maio. A aprova o regime de organização, funcionamento e avaliação dos cursos científico-humanísticos de nível secundário de educação.Aceder, aqui.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O gene HMGA2 e a inteligência


A maior investigação sobre o cérebro envolveu 200 cientistas e 100 instituições e procurou identificar os genes que aumentam o risco para certas doenças cerebrais, assim como os fatores que atrofiam o tecido e o tamanho de cérebro em doenças hereditárias tais como esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão, doença de Alzheimer e demência.
Mas ocorreu numa reviravolta intrigante. Os investigadores também descobriram uma variante de um gene chamado HMGA2 que afeta o tamanho do cérebro, assim como a inteligência de uma pessoa.

DNA é composto por quatro bases: A,, C, T e G. Pessoas cujo gene HMGA2 tinha uma letra "C" em vez de "T" na localização do gene, possuíam cérebros maiores e obtiveram resultados superiores em testes padronizados de QI.
"Esta é uma descoberta realmente excitante: uma única mudança de letras leva a um cérebro maior", disse Thompson.
Sabemos que a doença de Alzheimer, o autismo, e a esquizofrenia, alteram os circuitos cerebrais. O Project ENIGMA irá desenvolver novas pesquizas para compreender como os genes influenciam o modo como o cérebro se estrutura.
Esta investigação está publicada da edição online da Nature Genetics, mas também pode ser consultada na Science Daily

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Kits de formação do Conselho da Europa.


Os manuais acessíveis para o estudo incluem várias temáticas, como inclusão social; cidadania; juventude e Europa; aprendizagem intercultural; gestão das organizações, financiamento e gestão financeira, gestão de projetos, entre outras. Alguns estão em português.
Aceder, aqui.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Portal eures e NETemprego


Para quem pretende trabalhar num pais da União Europeia ou Suiça, poderá inscrever-se no Portal eures, aceder também à Rede Eures em Portugal  e à NETemprego , de modo a ser contactado quando surgirem oportunidades compatíveis com o seu perfil.
Na Madeira, poderá ter acesso ao Eures no Instituto de Emprego da Madeira (AQUI )
imagem retirada de P3

Guias para a criação de empresas

Pastelaria no Rossio, Lisboa
No site da Plataforma do Empreendedor estão disponíveis para além de informações relativas à educação para o empreendedorismo, Guias que orientam a criação de empresas. Aceder aos Guias Práticos,  aqui.