quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O Projeto Nacional de Educação para o Empreendedorismo

O Projeto Nacional de Educação para o Empreendedorismo – PNEE – desenvolvido pela DGIDC, entre 2006 e 2009, criou condições para que as escolas desenvolvam um conjunto de iniciativas conducentes à criação, na sua comunidade educativa, de competências e atitudes que permitam empreender.
Aceder aos documentos do Projeto.

Consultar os documentos do Projeto
http://www.dge.mec.pt/educacao-para-o-empreendedorismo/projeto-nacional-de-educacao-para-o-empreendedorismo

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Revistas científico-culturais


Revistas científico-culturais é um serviço digital que congrega as Revistas produzidas no Grupo Lusófona, disponibilizando de forma pública e universal a sua produção científica.
De âmbito muito variado integra revistas, por exemplo, de sexualidade, arquitectura, educação ou psicanálise.
Aceder às revistas.ulusofona.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O que é um investigador



São  investigadores no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), nas diversas áreas científicas (Psicologia; ...).

Prova de Ingresso - Filosofia


A partir do ano lectivo (2011/12) os alunos que frequentam o ensino secundário Cursos Científico-Humanisticos, poderão optar por realizar o exame de Filosofia em substituição de uma disciplina bienal, mas obedecendo às seguintes regras de acordo com o Artigo 13º, Ponto 8 da Portaria 243/2012:

 a) É realizada nos prazos de inscrição para admissão às provas dos exames finais nacionais do ensino secundário; 
b) No momento previsto na alínea anterior é indicada a disciplina bienal da componente de formação específica em que o aluno realiza o exame final nacional, no caso de opção pela realização de exame final nacional a uma das disciplinas da componente de formação específica, e a disciplina de Filosofia da componente de formação geral. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Manual de resiliência


Edward Hopper
O manual de resiliência (CYRM) 28 - em inglês - foi pensado para ser uma ferramenta de triagem para explorar os recursos (individual, relacional, comunitário e cultural) disponível para jovens entre 12-23 anos de idade.
Aceder aqui.
A fonte é o projeto internacional: resilienceresearch.org

Top 10 das carreiras na Austrália


Esta informação vale pela curiosidade em saber como vai o mundo.
É o Top 10 (em myfuture - http://www.myfuture.com/ )  das carreiras na Austrália, ou seja o Ranking das formações que são mais valorizadas.
Se tiver interesse, navegue no site. Contém muita informação.
Austrália e Canadá são para mim, os países que estão mais desenvolvidos a nível da orientação vocacional.

sábado, 1 de outubro de 2011

Materiais de apoio à educação sexual


A APF – Associação Para o Planeamento da Família – realizou no dia 10 de Setembro de 2009, nas instalações da ESESC em Leiria, o Encontro Nacional de Educação Sexual sob o tema “Nova Lei, Novo Contexto, Novos Materiais”.

Quanto às comunicações/ materiais de apoio à educação sexual, aceder:

Apresentação dos Kits de educação sexual: aqui.
O Kit para o 1º Ciclo do Ensino Básico: aqui.
O Kit para o 2º Ciclo do Ensino Básico: aqui.
O Kit para o 3º Ciclo do Ensino Básico: aqui.
O Kit para o Secundário: aqui.

Os objectivos e temas para os diversos níveis de ensino para a educação sexual e cidadania, aqui.
As restantes comunicações apresentadas, estão aqui.

Imagem retirada de deco.proteste 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Curiosidades sobre o cérebro


O I Simpósio Champalimaud de Neurociências, sob o título Da base neuronal dos sentimentos, reuniu em Lisboa, de 18 a 21 de Set/2011, alguns dos maiores nomes da comunidade mundial de cientistas empenhados em perceber como funciona o cérebro humano.
O neurocientista português António Damásio proferiu a conferência da abertura.

Desse Simpósio, algumas curiosidades sobre o cérebro, reveladas pelos cientistas:
- Kelsey Martin, da Universidade de Califórnia em Los Angeles : "A natureza e a experiência pessoal (nature and nurture) combinam-se para nos dar a nossa identidade".

- Tobias Bonhoeffer, do Instituto Max Planck de Neurobiologia em Munique “Uma das propriedades mais fundamentais do cérebro é a sua capacidade de se adaptar rapidamente a alterações do mundo exterior". (A plasticidade)

Bonhoeffer conseguiu mostrar, como explicou na sua palestra, que as dendrites de cada neurónio - as terminações nervosas que recebem informação de outros neurónios - têm a capacidade de fazer crescer ou murchar os "espinhos" que possuem à sua superfície (os pontos por onde passa efectivamente a informação), conforme as necessidades de privilegiar ou não certas ligações com as suas congéneres.
E foi mais longe, especulando que esse processo tão básico poderá explicar por que é que, quando aprendemos a andar de bicicleta, é-nos muito fácil tornar a fazê-lo mesmo depois de décadas de interrupção. "Alguns dos espinhos que emergiram nas dendrites na altura da primeira aprendizagem persistiram num estado silencioso", explicou, e podem ser novamente reforçados."

- Daniel Wolpert, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido: "a pergunta mais simples que podemos fazer é a de saber por que é que nós e os outros animais temos um cérebro". E isso acontece: "Para produzir movimentos adaptáveis e complexos. As árvores não têm cérebro porque não se mexem e há uns animais, as seringas-do-mar, que digerem o seu próprio cérebro quando se fixam de forma permanente numa rocha."

- Ulrike Heberlein, da Universidade da Califórnia em São Francisco, que está à procura das bases genéticas de um comportamento da mosca- do-vinagre que até parece humano: quando uma mosca macho é rejeitada repetidamente por potenciais parceiras sexuais e não consegue acasalar... torna-se alcoólica!

Como é que os genes dão origem às estruturas cerebrais? Como é que os neurónios se interligam para produzir comportamentos? Como é que se constrói a memória? Como surge uma doença mental ou neurológica?
São algumas das questões, entre muitas que a neurociência investiga. Mas o cérebro é ainda um enigma.

Elaborado com base no artigo de Ana Gerschenfeld, Jornal Publico 24 de set de2011

Os resumos (inglês) do Simpósio, aqui. 

Imagem retirada de enciclopedia.com

domingo, 25 de setembro de 2011

Compreender os efeitos da rejeição


Ser ignorado pelos outros ou posto de parte - quanto é necessário para experimentar a dor e para duvidar do sentido da vida? A resposta rápida: não muito, refere Dr. Todd B. Kashdan psicólogo e professor de psicologia na George Mason University, no artigo Understanding Rejection's Psychological Sting (aqui).


Experiencias recentes com um grupo de pessoas num jogo de computador, simples e inútil, demonstram que depois de apenas cinco minutos de não receber a bola, as pessoas sentiram um aumento em desespero, tristeza e hostilidade, e uma diminuição na auto-estima, sentido de controlo e sentido na vida.
Todd B. Kashdamn sublinha que é fácil subestimar o poder da inércia do ostracismo, da parte de pais, professores, chefes e amigos e por tal negligenciam as consequências do mesmo em termos de sofrimento psicológico.
Se a rejeição provoca este sofrimento, compreende-se agora os efeitos devastadores do bullying.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Amizade entre rapazes


Niobe Way professora de psicologia na New York University, onde é especialista em psicologia do desenvolvimento adolescente, tem-se interessado sobre a amizade entre rapazes.
As suas investigações (20 anos de entrevistas), citadas pelo New York Times, indicam que as amizades entre rapazes são tão importantes para eles como são as amizades entre as raparigas.
As emoções são na mesma intensas, assim como o amor, as decepções e a perda quando há separações. Contudo, por questões educacionais e culturais, os rapazes não falam dos seus sentimentos pelos amigos, com receio de serem considerados afeminados, sendo este um preconceito da sociedade.

Sobre este assunto, ler o artigo Allowing Teenage Boys to Love Their Friends no New York Times,aqui.



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Como lidar com a transição de seu filho para a faculdade?

Alguns conselhos: 
  • Não tente tomar decisões pelo seu filho/a, no que respeita a actividades, amigos…;
  • Não se envolva em cada "crise do dia” .As crises podem ser passageiras e resolvidas por ele/ela, com sucesso;
  • Incentive o seu filho ou filha para pensar sobre as coisas e usar os recursos da faculdade;
  • Não tente impedi-los de cometer qualquer erro. Adultos jovens precisam aprender a ter responsabilidade e desenvolvem maior auto-estima e confiança de lidar com problemas e erros;
  • Não mude seu quarto em casa sem o seu conhecimento. Pode ser importante no momento de tantas mudanças, a sensação que alguma coisa perdura;
  • Não tenha medo de negociar com o seu filho/a as "regras da casa" à luz da sua nova independência e responsabilidade crescente, em questões como a gestão do dinheiro, ….Você não precisa concordar com tudo o que dizem ou fazem;
  • Relativamente ao aproveitamento escolar (às notas), se você está pagando a conta, você tem direito de saber como ele/ela está aproveitando os estudos. A Faculdade pode ser um enorme investimento financeiro. Isto é realmente uma questão de respeito mútuo, responsabilidade e comunicação saudável dentro da família. Eu recomendaria que você discuta esta questão desde o início para que ele/ela saiba o que esperar. 
Conselhos do Dr. Joan Lester, ex-diretor de Consultoria e Serviços Psicológicos em St. Joseph College, com base em: dr-ducharmes-blog.