sexta-feira, 28 de novembro de 2014

e-Guia: Agenda Europeia para a Educação de Adultos (2012-14)

A ANQEP,I.P. desenvolveu entre 2012 e 2014, no âmbito da Implementação da Agenda Europeia para a Educação de Adultos, um projeto cujas principais atividades foram:

  • cinco workshops regionais, com a participação de stakeholders e especialistas na área de educação de adultos;
  • um inquérito telefónico ao público-alvo (pessoas com mais de 55 anos, nomeadamente, os adultos com deficiências e incapacidades ou em risco de exclusão social);
  • um seminário nacional onde se apresentaram práticas e perspetivas diversificadas no campo da educação e formação de adultos, criando-se espaços de reflexão e debate.

DOCUMENTO SÍNTESE DA REALIZAÇÃO DO PROJETO encontra-se publicado no sítio da Agenda Europeia para a Educação de Adultos: (http://www.agenda.anqep.gov.pt ).
Este documento pode ser útil para ajudar na tarefa de encontrarmos as melhores estratégias que permitam a Portugal aproximar-se da meta definida para 2020, no que diz respeito à elevação dos níveis de qualificação da população adulta.


Howard Gardner - Criatividade x inteligência


HOWARD GARDNER: “Quando usamos a palavra criatividade não estamos falando apenas sobre alguém que é bom em alguma coisa, estamos falando sobre alguém que está usando as habilidades de forma inovadora”.
O psicólogo norte-americano e teórico das inteligências múltiplas explica a diferença entre criatividade e inteligência e conta como a cultura contemporânea trata e diferencia as pessoas com características diferentes de habilidades.
Não esqueça: TODOS os vídeos do Fronteiras do Pensamento são legendados. Para ativar o recurso, clique no símbolo “CC”, localizado no menu inferior do player.


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Ensino da Leitura no 1º Ciclo


Assista aqui ao lançamento do Livro "O Ensino da Leitura no 1º Ciclo do ensino Básico" com a participação de João Lopes, Célia Oliveira e Helena Buescu,que decorreu no passado dia 22 de Outubro, que decorreu no Instituto camões


A Indisciplina na Escola - Dorothy Espeláge


A Indisciplina na Escola - Questões Chave da educação´13 - Dorothy Espeláge
Nesta conferência procura-se perceber o que é a disciplina e a indisciplina, e quais são as estratégias usadas na escola, pelos professores, para enfrentar esta mesma indisciplina: antes de mais, há muita indisciplina nas escolas? Há hoje mais indisciplina do que há alguns anos atrás? Rir alto na aula pode ser considerado indisciplina? E bater no colega? Onde acaba a indisciplina?
Uma conferência da Fundação Francisco Manuel dos Santos


Dorothy L. Espelage é professora na Universidade de Illinois, Champaign e tem feito investigação na área do bullying, provocações homofóbicas, assédio sexual e violência no namoro desde há duas décadas. Publicou mais de 120 obras de investigação. É investigadora principal em dois programas financiados pelo CDC para prevenir a violência em 50 escolas básicas. A National Science Fundation financia o seu trabalho para desenvolver métodos de observação para avaliar o bullying entre adolescentes. O estudo longitudinal e da rede social associado a este comportamentos é financiado pelo Instituto Nacional de Justiça (NIJ) e pelo Instituto Nacional de Saúde (NIH).

terça-feira, 25 de novembro de 2014

jogo online "UnLove"


O jogo que simula conflitos entre namorados. 
O "Dia Internacional da Erradicação da Violência sobre as Mulheres" foi assinalado, esta terça-feira, na Universidade de Aveiro com a apresentação do jogo online "UnLove", que simula situações de conflito no namoro.


domingo, 23 de novembro de 2014

Projeto IDEA: Ginásio de leitura

Este Encontro deseja reunir profissionais, jornalistas, pais e estudantes, e está aberto

Nos dias 21 e 22 de novembro de 2014, o Projeto IDEA, com o apoio da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, realizou o II Encontro IDEA – “Dificuldades para aprender: acreditar, monitorizar e evoluir” que se centrou em ideias de intervenção em dificuldades para promover a evolução da aprendizagem.
No primeiro dia decorreu o Fórum dos Parceiros IDEA. Foram apresentados projetos educativos inovadores, experiências de sucesso e novas IDEA's.
O GINÁSIO de LEITURA  - Projeto para desenvolvimento e promoção das competências leitoras dos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico, foi um dos projetos apresentados:

Ginásio de leitura


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Academia de Língua Gestual Portuguesa online


São cerca de 700 os vídeos educativos e pedagógicos que vão estar alojados no SAPO, até ao final do ano. O projeto Academia LGP (http://videos.sapo.pt/academialgp) é único em Portugal e conta com a experiência da Fundação PT.
Na Academia alunos do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico, assim como professores e familiares que lidam com a comunidade surda, passam a ter acesso a uma ferramenta online gratuita com conteúdos em Língua Gestual Portuguesa (LGP).
O projeto, de nome Academia LGP, conta já com 100 vídeos de matemática, físico-química e história e geografia de Portugal, mas promete não ficar por aqui. Esta é uma iniciativa que está a “crescer todos os dias” e que, até ao final de 2014, vai disponibilizar 700 vídeos na plataforma do SAPO, explica Teresa Salema,(aqui) diretora de Sustentabilidade e Desenvolvimento de Soluções da Fundação PT. Previsto está também o alargamento a outras áreas do currículo escolar nacional.



Uma criança maltratada só fala com um adulto capaz de ouvir a sua terrível história


ENTREVISTA de Ana Dias Cordeiro a Richard Rose, com o título “Uma criança maltratada só fala com um adulto capaz de ouvir a sua terrível história” que saiu no Publico a 18 de nov. 14:

História de vida” é um método criado para tratar quem sofreu abusos e maus tratos. 
Está em expansão no Reino Unido, diz Richard Rose.E começou a ser utilizado em Portugal, com dez crianças retiradas às suas famílias no Alentejo.
O britânico Richard Rose  (ver curriculo: http://www.childtraumaintervention.com/richard-rose.php ) é o principal promotor de uma terapia para ajudar crianças traumatizadas a desenvolverem relações afectivas – e a cura – fora do meio natural de vida, ou seja, da família onde nasceram. A metodologia, que criou no Reino Unido em 1997 e a que deu o nome Life Story (história de vida), envolve os cuidadores (nas instituições ou famílias de acolhimento) e transporta a criança no tempo, levando-a a entender o quadro familiar em que os seus avós e os seus pais cresceram antes de se tornarem abusadores ou negligentes.
A técnica “em expansão” no Reino Unido, diz, está a ser desenvolvida na Austrália e experimentada em Portugal onde o especialista supervisiona uma equipa que acompanha, há dois meses, dez crianças a viver em instituições ou acolhidas na família alargada, no Alentejo.
O especialista e autor de dois livros – entre os quais Life Story Therapy with Traumatized Children (2012) – é também professor associado na área de Serviço Social e Política Social na La Trobe University em Melbourne, na Austrália, onde está igualmente ligado ao Berry Street Childhood Institute e trabalha nos Serviços de Famílias de Adopção em Belfast, na Irlanda do Norte. E dirige os Serviços de Intervenção junto de Crianças Traumatizadas em Inglaterra e País de Gales, onde aplica, juntamente com outros profissionais, esse método junto de cerca de 200 crianças retiradas à família – uma pequena minoria do total de 66.600 crianças retiradas aos pais e a viver em instituições ou (a grande parte) famílias de acolhimento, só na Inglaterra e País de Gales.
Richard Rose falou ao PÚBLICO em Lisboa onde esteve nesta segunda-feira a apresentar uma conferência no encontro Os Direitos da Criança no Acolhimento Institucional, organizado pelo programa Crianças e Jovens em Risco da Fundação Calouste Gulbenkian.
Em que consiste o método “história de vida”? 
O objectivo é construir uma boa compreensão da experiência de vida da criança, antes e no momento do seu nascimento e desde o nascimento até ao momento actual. O que as crianças e os jovens vão querer saber é se eu, no meu contacto com eles, sou autêntico ou se estou a usar as mesmas palavras que ouviram durante anos de outros profissionais, como “eu percebo, tudo vai correr bem, tens que ultrapassar [os teus traumas]”. O que faço é falar com eles, sobre a sua vida e a sua família, com conhecimento real e não apenas a partir do que li num relatório. Isso faz muita diferença. As crianças percebem que estive na casa dos pais, dos avós ou de outros familiares. Isso permite desenvolver um verdadeiro diálogo com elas e dá-lhes um sentimento de autenticidade e de pertença.
Esse sentimento surge ao fim de quanto tempo?
Depois da primeira fase de recolha de informação sobre a criança e a família, a intervenção directa dura nove meses. Durante esse tempo, depois de falarmos da história da criança até ao seu nascimento e depois dele, chegamos ao momento presente e falamos do que a criança gostaria que fosse o seu futuro. E vemos crianças, que estavam muitas vezes presas ao passado, a serem capazes, de um momento para o outro, de perceber que estão no presente e que podem pensar no seu futuro.
É uma viagem no tempo que oferece à criança uma percepção mais positiva de si mesma?
Sim, e um método que permite o fortalecimento dos laços entre a criança e o cuidador na instituição ou na família de acolhimento, porque fizeram essa viagem juntos. A partilha de compreensão e de experiências, durante as 18 sessões ao longo dos nove meses da intervenção, cria essa oportunidade de vinculação entre os dois. Quem acolhe a criança pode ver para lá do seu mau comportamento, para lá dos seus problemas, pode ver uma pessoa que precisa de ser protegida. A ideia é que a família de acolhimento se transforme numa âncora e que as crianças em situação de acolhimento passem a ter uma pessoa que as conhece bem, que as compreende, que gosta delas. Antigamente, trabalhávamos com a criança. Mas se não trabalharmos com o acolhimento, como podemos esperar que haja avanços?
O objectivo é pois aproximar a criança da família de acolhimento e ao mesmo tempo levá-la a compreender a família de origem?
Sim, a criança precisa de saber o que aconteceu com os pais, para perceber os maus tratos, os abusos sexuais, a negligência que sofreu. Muitas vezes os próprios pais foram maltratados ou abusados em criança. O seu entendimento do que é cuidar de uma criança está alterado em função da sua própria experiência. Nessa altura, junto da criança, a abordagem deve ser não a de diabolizar o comportamento que ela própria está susceptível de desenvolver, influenciada pelo comportamento que os pais tiveram com ela, mas perceber a origem desse comportamento. Falamos das suas experiências, das terríveis recordações do passado e da dor. Os adultos não gostam de ouvir falar desse tipo de dor, dos maus tratos, dos abusos sexuais. Mas é isso que está na cabeça das crianças. É disso que elas vão falar.
E conseguem falar disso facilmente?
Não falam disso facilmente, dos maus tratos, dos abusos sexuais. É preciso desenvolver uma relação de confiança com elas e mostrar que se é capaz de ouvir o que elas têm para dizer e receber essa informação de forma segura. O que elas não querem é dizer uma coisa muito difícil a uma pessoa e sentir que essa pessoa fica abalada com essa informação. Se sentem que nos vão magoar ao dizer algo muito triste, não o vão dizer.
Protegem quem as está a ouvir?
Protegem. As crianças questionam-se se a pessoa pode ouvir as coisas que tem para dizer ou se são demasiado horríveis. E retraem-se. Mesmo as muito pequeninas. Nas entrevistas em que acusam os pais de abusos sexuais, retraem-se se sentem que a pessoa não é capaz de ouvir esse tipo de relato.
E desresponsabilizam os pais ou acusam-nos?  
Muitas crianças com quem trabalho desenvolvem uma história que as mantém seguras. Trabalho com uma menina de 13 anos, que me diz que quando tinha três anos o pai abusava dela. E que ele não é verdadeiramente responsável pelo que aconteceu, porque ela podia tê-lo impedido de o fazer, se quisesse. Num caso destes, não valeria de nada eu dizer-lhe que o pai é que é responsável e não ela, porque toda a gente já lho disse. Ela já ouviu isso e isso não lhe faz sentido.
Como se consegue então pô-la a pensar que não foi responsável?
O meu trabalho foi pô-la a reflectir sobre o que é ser uma criança de três anos, como pensa uma criança de três anos, como fala, quais as suas faculdades. E depois ver como é um adulto, um pai, não o pai dela, mas como é um pai, que pode ser bom ou não. No fim, ela foi capaz de dizer que não podia tê-lo impedido de abusar dela mesmo se quisesse. E essa [convicção] era a chave. Porque naquele momento, ela não estava preparada para ouvir que o pai era responsável. O que ela tinha que compreender era que a sua culpa e a sua vergonha não estavam bem direccionadas. Ela tinha que chegar a essa conclusão. E chegou.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Pensamento 63: INTELIGÊNCIA



“Inteligente não é aquele que sabe pra onde ir, e sim, aquele que sabe pra onde não deve voltar!”

Verdade! 
Mas desenvolver as suas capacidades (intelectuais, emocionais...), não é um resultado, um destino de chegada, é um processo contínuo, muito no silêncio do nosso coração. 
Crescer deste modo é também um processo deliberado, em que temos de fazer por nós, da pessoa contra si mesma. 
Não é linear, tem o seu tempo de evolução e o seu tempo de recair, para voltar mais resistente, mais eficiente. Transforma-nos. 
Voltar a certas situações passadas, seria voltar a um modo primitivo de ser, incompatível com o processo em curso.
O essencial é se saber para onde nunca mais se deve voltar.

Robert J. Sternberg, psicólogo, afirma o mesmo:
“As pessoas com inteligência de sucesso têm vontade de crescer.” 
Inteligência de sucesso Editora Ésquilo



TENHA UMA ÓTIMA SEMANA

PorCurso.pt



Trata-se de uma iniciativa da startup portuguesa AppsCOT, que convida a explorar a relação entre os valores de desemprego de recém-diplomados e os respectivos cursos, de forma visual e dinâmica. Os gráficos são interactivos e clicando num curso, universidade ou área é possível filtrar essa informação nos outros gráficos. 
Estes resultados não reflectem a qualidade dos cursos mas apenas a sua relação com o desemprego e somente estão presentes cursos e universidades das quais diplomados de 2010 a 2013 estavam registados no IEFP(Instituto de Emprego e Formação Profissional) até Dezembro de 2013. A base da informação são os dados do IEFP e da Direção Geral de estatísticas da educação relativas àquela data.

World Library of Science



World Library of Science da Unesco é uma biblioteca gratuita multilingue com mais de 300 artigos, 25 e-books e mais de 70 videos.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Diferença entre inovação e criatividade


Existe uma diferença entre inovação e criatividade? Como o líder pode promover um ambiente de trabalho criativo? O que desvia o pensamento inovador no local de trabalho? Teresa Amabile falou com Daniel Goleman sobre os ingredientes ativos necessários para sustentar a inovação contínua no trabalho. Esse trecho é retirado da Liderança: A Master Class Training Guide

terça-feira, 11 de novembro de 2014

BASE de DADOS: Teses de Doutoramento sobre Juventude em Portugal.


TESES DE DOUTORAMENTO SOBRE JUVENTUDE EM PORTUGAL
Está agora disponível on-line, na ferramenta de gestão bibliográfica Mendeley, a base de dados bibliográficos Teses de Doutoramento sobre Juventude em Portugal.
Trata-se de uma base de dados, organizada pelo OPJ (Observatório Permanente da Juventude do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) com o objectivo de recensear as teses de doutoramento sobre juventude defendidas nas Universidades Portuguesas.

A base de dados está em permanente atualização e é acessível através da ferramenta de gestão bibliográfica Mendeley. Através desta ferramenta poderá consultar a listagem completa das teses, fazer pesquisas por palavras-chave e exportar a meta-informação bibliográfica.
ACEDER à base de dados, em: 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Mini Guia para a Felicidade

As 16 inspirações para crianças e famílias felizes: O guia da felicidade da Pumpkin. A Pumpkin pediu aos nossos autores preferidos que nos dessem sugestões para criarmos crianças e famílias felizes. Veja as suas inspirações aqui na Guia da Felicidade da Pumpkin! Esperamos que gostem!  
Contamos com a colaboração de Eduardo Sá, Mário Cordeiro, Helena Marujo, José Avillez, entre outros excelentes autores. Agradecemos a colaboração de todos eles e estamos muito felizes por partilhar convosco este GUIA da FELICIDADE .

PROGRAMA "Crescer a Brincar”



O “Crescer a Brincar” é um programa da autoria do Dr. Paulo Moreira, editado pela Porto Editora (http://www.portoeditora.pt/), que promove o ajustamento psicológico no 1º Ciclo do Ensino, e de uma forma lúdica e atraente para as crianças, favorece que estas se envolvam num processo de promoção do ajustamento psicológico, permitindo também que, em contexto de escola ou em casa, os agentes educativos se envolvam também eles nesse processo. Permite trabalhar questões tão importantes como tomar decisões, ser assertivo, resistir a pressões dos colegas, promover a auto-estima e lidar com emoções negativas através de histórias e de actividades interactivas.


O Prof. Doutor Paulo Moreira é docente no Instituto de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade Lusíada do Porto

À venda  nas livrarias 


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Junior Achievement Portugal




O empreendedorismo é uma atitude de vida que precisa de ser construída e desenvolvida.
A Junior Achievement Portugal é uma associação sem fins lucrativos, empenhada em levar às escolas programas que desenvolvem nas crianças e jovens o gosto pelo empreendedorismo.

Fundada em Setembro de 2005, a Associação Junior Achievement Portugal é a congénere Portuguesa da Junior Achievement – a maior e mais antiga organização mundial educativa, sem fins lucrativos.

O nosso grande objectivo para Portugal é podermos um dia afirmar que todas as crianças e jovens tiveram uma experiência Junior Achievement.