sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Pesquisar Inquéritos


A Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) disponibiliza online um recurso -   Monitorização de Inquéritos em Meio Escolar - que dá acesso a trabalhos de investigação - doutoramentos e outros graus académicos. Poderá fazer o registo e aguardar que lhe enviem a respectiva password. Contudo, sem o fazer, pode explorar o estudo que lhe interessa.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

trabalhar na europa

As pessoas ao pretenderem trabalhar no estrangeiro, fazem-no por vezes, através de amigos ou familiares.
Mas, trabalhar num país europeu devidamente aconselhado e beneficiar de protecção e direitos no emprego, pode ser uma boa opção, a considerar. Se for esse o caso, contacte a conselheira da Rede Eures, do Instituto de Emprego da Madeira (aqui).  

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Resiliência

Edward Hopper

Resiliência é a capacidade de responder, de forma saudável e produtiva, a circunstâncias de adversidade ou trauma, sendo essencial para gerir o stress da vida quotidiana.

Definição:
- Alunos resilientes evidenciam capacidades para manter um comportamento equilibrado e ajustado aos contextos, bem como a sua autoconfiança e auto-estima, quando confrontados com a oposição dos outros ou quando as suas expectativas saem goradas.

- Alunos com dificuldades em resiliência evidenciam não saber lidar com pontos de vista ou opiniões divergentes das suas, com a oposição ou a hostilidade dos outros, deixando que isso influencie, afecte e invalide os processos de aprendizagem; Neste grupo, também encontramos alunos que se desorientam com facilidade, que perdem o seu auto- -controlo, frustrando-se quando os seus objectivos não são atingidos.

Acções (pedagógicas) potenciadoras da competência :
- Proporcionar experiências potencialmente geradoras de contrariedades com as quais os alunos devem aprender a lidar de forma positiva;
– Proporcionar espaços para análise dos problemas que vão surgindo durante os processos de aprendizagem, para que os alunos possam desenvolver estratégias de análise adequadas para lidar com situações frustrantes.

Acções (pedagógicas) bloqueadoras da competência
- Não proporcionar espaço de diálogo, discussão de ideias e de actuação onde os alunos se possam confrontar com situações de contrariedade ou de expectativas frustradas;
– Tomar sempre o partido dos alunos, decidindo de acordo com as suas expectativas para evitar reacções negativas, mesmo quando essas decisões não são as mais acertadas.

Extraído de Guião “Promoção do Empreendedorismo na Escola” Direcção – Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, 2007

Para saber mais sobre Resiliência: Separata da Revista DIRIGIR






sábado, 13 de novembro de 2010

Aprender a ler modifica o cérebro, mesmo em adultos


Investigação publicada hoje online na revista Science dá conta que cientistas e voluntários portugueses participaram num estudo internacional inédito sobre os efeitos da leitura no córtex cerebral, comparando analfabetos, leitores e ex-iletrados. Para isso, foi usada a ressonância magnética funcional, um exame de imagiologia que permite medir os níveis de actividade nas diferentes zonas do cérebro num determinado momento.

Uma das conclusões deste estudo de José Morais, professor jubilado de Psicologia da Universidade Livre de Bruxelas, é esta:
Quando se aprende a ler, é como se uma armada vitoriosa chegasse às costas desprevenidas do nosso cérebro. Muda-o para sempre, conquistando territórios que eram utilizados para processar outros estímulos - para reconhecer faces, por exemplo - e estendendo a sua influência a áreas relacionadas, como o córtex auditivo, para criar a sua própria fortaleza: uma nova zona especializada, a Área da Forma Visual das Palavras. Isto acontece sempre, quer se tenha aprendido a ler aos seis anos ou já na idade adulta.

O que se passa é que na falta de ordens evolutivas codificadas no nosso ADN,  o cérebro de cada pessoa que aprende a ler se modifica para acomodar as novas capacidades, porque tem uma grande capacidade plástica.

Elaborado com base no artigo de Clara Barata publicado no Jornal Publico de 13 de Novembro de 2010
Imagem retirada de Vestibular2011

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Game Addiction


Segundo um estudo realizado a pedido da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em 2009, o número de jogadores dependentes está a aumentar em Portugal. Os valores indicam que já há no país cerca de 16 mil pessoas nessa situação. E, são cada vez mais novos.

O termo “Game Addiction” (Dependência a Jogos de Computador), refere-se à possibilidade que os jogos de computador têm, de criar dependência. A dependência limita a vida pessoal, familiar, escolar e social do jovem.
Segundo a literatura científica, quando um jovem se torna dependente dos jogos de computador, é muito possível que já manifestasse há algum tempo, perturbações/ alterações psicológicas mais ou menos graves, ou situações sociais frágeis. A dependência resultaria assim, de um acumular de certas situações.

VANTAGENS dos jogos de computador
As opiniões são contraditórias. Os que são a favor, apontam como factores positivos:

- Os cognitivos (aumento da atenção, da concentração, da capacidade de tomada de decisão, da criatividade, da capacidade de abordagem de uma situação de múltiplos pontos de vista, da possibilidade de colaboração interpessoal em estratégias de grupo, da capacidade de iniciativa e liderança, da percepção de eficácia pessoal),

- Os psico-sociais (redução do stress do dia a dia, proposta de novas formas de convívio social e de desafios pessoais, nomeadamente para pessoas que vivem situações de isolamento pessoal e social na vida real).

DESVANTAGENS dos jogos de computador
- Possam levar a ignorar os problemas do mundo real;

- Desmotivação e anedonia no mundo “real”;

- Isolamento pessoal e social, nomeadamente no que diz respeito à intimidade física;

- Vulnerabilidade a outros riscos (Valadas, 2008).

Frydenberg (2008) sugere que os adolescentes devem ser alertados para o prejuízo em:
- Reduzir a tensão através do consumo de substância e da exposição ao risco;
- Fechar-se e guardar para si as preocupações;
- Tentar ignorar um problema óbvio;
- Culpar-se pelos problemas;
- Resolver não fazer nada - desistir.

Adaptado de “A saúde do adolescente: o que se sabe e quais os novos desafios” Margarida Gaspar de Matos, Análise Psicológica (2008), 2 (XXVI) 251 – 263.

Este sítio foi concebido para que possa reconhecer alguns sinais do problema do jogo e para o ajudar a encontrar resposta para as suas preocupações:

*Imagem retirada de: www.ruadireita.com.