terça-feira, 24 de julho de 2012

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Decreto-Lei n.º 150/2012

Decreto-Lei n.º 150/2012. D.R. n.º 134, Série I de 2012-07-12, do Ministério da Economia e do Emprego que procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 4/98, de 8 de janeiro, que estabelece o regime de criação, organização e funcionamento de escolas e cursos profissionais no âmbito do ensino não superior, aqui.

Portaria n.º 216-C/2012

Portaria n.º 216-C/2012. D.R. n.º 138, Suplemento, Série I de 2012-07-18, dos Ministérios da Economia e do Emprego e da Educação e Ciência que constitui a primeira alteração à Portaria n.º 1100/2010, de 22 de outubro, que aprova o programa de formação em competências básicas em cursos de educação e formação de adultos ou em processos de reconhecimento, validação e certificação de competências de nível básico, aqui.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Despacho n.º 9752-A/2012.

Despacho n.º 9752-A/2012. D.R. n.º 138, Suplemento, Série II de 2012-07-18, dos Ministérios da Economia e do Emprego e da Educação e Ciência – Gabinetes do Secretário de Estado do Emprego e da Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário que  faz alteração ao despacho conjunto n.º 453/2004, de 29 de junho, aqui.
Refere-se aos cursos de educação e formação de jovens (CEF)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Cursos de Educação e Formação

Uma breve apresentação  sobre os Cursos de Educação e Formação (CEF), datada de setembro de 2011, aqui

 

sábado, 14 de julho de 2012

A intervenção de psicólogos nos tribunais


"Durante a leitura do acórdão (que condenou o cantor Paco Bandeira por violência doméstica à ex-mulher), a juíza frisou a importância dos testemunhos de profissionais como a psicóloga da escola, da filha do casal e da própria menina, que corroborou, sem "contradições, omissões ou efabulações", os episódios relatados pela mãe. "
Fonte: Jornal Publico de hoje
imagem retirada daqui.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Cidadania Digital e Conteúdos Criativos



O programa Currículo Cidadania Digital e Conteúdos Criativos da Microsoft foi concebido para promover a consciencialização sobre conteúdos criativos e incentivar uma melhor compreensão dos direitos com eles relacionados.

Os recursos do currículo são constituídos por quatro unidades. Cada unidade consiste num conjunto de planos de aula, autónomos mas complementares, centrados num cenário relacionado com direitos criativos, apresentado através de um caso prático, e contendo cerca de 4 a 6 atividades orientadas para projetos, uma das quais serve como conclusão da unidade. As perguntas orientadoras ajudam a definir as expectativas de aprendizagem dos alunos, a avaliação diagnóstica determina os conhecimentos prévios e a avaliação final verifica as aprendizagens realizadas.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Níveis de Qualificação

Robert Indiana Danger American Dream 1963

Qual o nível de qualificação atribuída pelos cursos profissionais, cursos tecnológicos, pelos cursos de educação e formação, pelas licenciaturas, mestrados ou doutoramentos?

A resposta a esta e a outras perguntas, encontram-se nos seguintes diplomas legais:

Despacho 978/2011 – Caracterização dos Níveis de Qualificação do Quadro Nacional de Qualificações.
Portaria 782/2009 – Regula o Quadro Nacional de Qualificações e define os descritores para a caracterização dos Níveis de Qualificação Nacionais.

e em http://www.catalogo.anqep.gov.pt/Home/QNQ

terça-feira, 10 de julho de 2012

Governo alemão cria site para recrutar no mercado global


 Make it in Germany é um site criado pelo Governo alemão para atrair quadros qualificados para o país e que os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracias.
Querem engenheiros e bons médicos, precisam urgentemente de especialistas em ciência, tecnologia e matemática e têm falta de pessoal com qualificações profissionais. A Alemanha - que, em 2011, cresceu 3% - precisa de profissionais qualificados e está à procura deles em todo o mundo.
Foi a pensar nisso que o Governo alemão criou o Make it in Germany, que convida profissionais do mercado global a entrarem no país e os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracias.
O site tem em conta as tendências do mercado alemão, onde o número de empregados – mais de 41 milhões – nunca foi tão alto, mas onde existem também algumas falhas. “Se nada for feito, até 2025 as alterações demográficas terão criado um défice de emprego de seis milhões de pessoas”, lê-se no site.
SABER MAIS no texto de Mariana Correia Pinto no p3.publico.pt

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Exemplo de uma carta de apresentação


Tenha em atenção que uma carta de apresentação ou carta de motivação eficaz não deve ultrapassar uma página. A seguir, leia este exemplo de carta de apresentação que Raul Pires escreveu em conjunto com o CV.

Rua da Vitoria, 47,2º Esq
3890 – 009 AVEIRO

Exmo. Senhor
Dr. António Ferro
Diretor Geral
XYL Banco
Rua dos Mercadores
4700-555 BRAGA

Exmo. Senhor

Escrevo-lhe, após ler com grande interesse a sua oferta de emprego para diretores de sucursais bancárias, publicada recentemente em BuscaEmpregos. Tendo em conta a estratégia do XYL Banco na seleção de pessoal, recrutando profissionais com experiência em serviço ao cliente e não apenas empregados com experiência banca, considero que o meu perfil se adequa ao cargo, uma vez que detenho uma considerável experiência com resultados comerciais excecionais em duas áreas diferentes. Quando iniciei a minha atual função na filial de Aveiro da Informática.
Hoje, o estabelecimento não conseguiria cumprir os seus objetivos de vendas em seis dos nove meses anteriores. No entanto, selecionei nove empregados e formei-os na relação com o cliente, conseguindo que o nosso estabelecimento alcançasse ou mesmo superasse os objetivos de vendas em dez dos últimos doze meses.
Atualmente, na ausência do encarregado do estabelecimento, passei a assumir as suas responsabilidades. Por exemplo, durante as suas duas ultimas semanas de ferias, fui o único responsável pelo controle de tudo o necessário para o bom funcionamento do estabelecimento, desde a marcação dos turnos e horários do pessoal, ate à reorganização do inventario, passando pela resolução dos assuntos relativos a clientes e fornecedores.
Gostaria que me fosse dada a oportunidade de reunir pessoalmente consigo, para estudarmos o modo como poderei contribuir para o XYL Banco alcançar o seu objetivo de se posicionar entre os dez principais bancos dos país. Aguardo notícias suas, o mais brevemente possível.

Com os melhores cumprimentos
Raul Pires

Guia Indispensável do Emprego, nº 2 Diário de Noticias e Jornal de Noticias ,2012

Imagem retirada daqui

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cartas de apresentação eficazes



É habitual enviar-se uma carta de apresentação, junto com o C.V. Essa carta deve ser convincente, pelas seguintes razões: 
  • Uma carta cuidadosamente redigida evidencia e chama a tenção do leitor para os pontos-chave do CV, aqueles que o posicionam como candidato interessante para o cargo. 
  • Uma carta de apresentação bem documentada demonstra que o seu interesse por aquele emprego e´ tal que dedicou algum do seu tempo a tenar inteirar-se sobre a empresa, ao contrário dos outros candidatos.
Assim, primeiro e mais importante de tudo: tenha em atenção, no momento em que redige uma carta de apresentação, que a deve adaptar e personalizar. Enviar o CV a muitas empresas ao acaso e’ uma estratégia que não funciona. Personalize cuidadosamente tanto o CV como a carta de apresentação, já que e´ esta ultima que deve informar o leitor das alterações das razões exatas por que se perfila como candidato perfeito para a função solicitada pela empresa . E´ preferível investir uma meia hora (ou mais) a documentar-se detalhadamente sobre uma determinada empresa e responder apenas a um anúncio de emprego, do que candidatar-se a inúmeros, mudando apenas o nome e a morada do destinatário.
Guia Indispensável do Emprego, nº 2 Diário de Noticias e Jornal de Noticias ,2012
Em breve, iremos dar um exemplo de uma Carta de Apresentação
imagem retirada daqui

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Manual e Guia - Prevenção do Stress



Este documento é o Manual de Prevenção do Stress desenvolvido no âmbito do projecto STRESSLESS – Promovendo a Resiliência dos Educadores ao Stress.
O objectivo deste manual é apresentar boas práticas de intervenções para reduzir o stress e aumentar a resiliência, incluindo uma descrição da metodologia aplicada e as técnicas pedagógicas aplicadas a formadores e professores na área da educação.

- Aceder ao Guia Prático de Intervenção Educadores Resilientes, Educandos Resilientes Aqui
- Aceder ao Manual de Prevenção do Stress Modelos e Boas Práticas – Versão Curta,Aqui  ou aqui.
- Aceder ao Stress Prevention on Handbook Models and Good Pratices  - Versão longa em inglês, Aqui ou aqui

O site do projeto STRESSLESS, aqui.

Decreto-Lei n.º 139/2012

Encontra-se publicado o Decreto-Lei n.º 139/2012. D.R. n.º 129, Série I de 2012-07-05, do Ministério da Educação e Ciência que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos, da avaliação dos conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos dos ensinos básico e secundário.

No Artigo 21.º - Promoção do sucesso escolar, pode-se ler:
b) Promover, através dos serviços de psicologia e orientação, ações de orientação escolar e profissional e de apoio ao desenvolvimento psicológico individual dos alunos

No Artigo 6.º - Ofertas formativas no ensino secundário, pode-se ler:
1 — O ensino secundário visa proporcionar uma formação e aprendizagens diversificadas e compreende:

a) Cursos científico -humanísticos vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior;

b) Cursos com planos próprios;

c) Cursos artísticos especializados, vocacionados, consoante a área artística, para o prosseguimento de estudos ou orientados na dupla perspetiva da inserção no mundo do trabalho e do prosseguimento de estudos;

d) Cursos profissionais vocacionados para a qualificação profissional dos alunos, privilegiando a sua inserção no mundo do trabalho e permitindo o prosseguimento de estudos;

e) Ensino secundário na modalidade de ensino recorrente;

f) Cursos de ensino vocacional

Ou seja: Extinção dos Cursos Tecnológicos a partir deste ano letivo, consultar o final do Dec-Lei).

2 — No quadro da diversificação da oferta formativa, podem ser criadas outras ofertas de educação e formação qualificantes profissionalmente, devidamente autorizadas por despacho do membro do Governo responsável pela área da educação, nomeadamente cursos de educação e formação de adultos (cursos EFA), orientados no sentido de educação e formação para adultos que pretendam elevar os seus níveis de qualificação.

Aceder ao Decreto-lei, aqui. que é de aplicação obrigatória na RAM.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Redes de emprego online



Duas redes de ofertas de emprego online:
  • A EURES ajuda os trabalhadores a passar fronteiras. Os Serviços Europeus de Emprego - EURES - são uma rede de cooperação para facilitar a livre circulação dos trabalhadores no Espaço Económico Europeu.  Nesta página da rede Eures pode pesquisar ofertas de emprego no espaço europeu, aqui
  •  A http://www.web-emprego.com/ é outra rede de emprego online.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Hemeroteca Digital



A Hemeroteca Digital (aqui ), sítio da Hemeroteca Municipal de Lisboa (HML), tem por objectivo a construção duma biblioteca digital de jornais e revistas caídos em domínio público. Com este projecto pretende-se criar um sítio de referência para a consulta em linha e difusão pública do universo fascinante da imprensa periódica portuguesa.
São disponibilizados através da Internet, em formato HTML e PDF, diversos títulos de publicações periódicas, com destaque para as colecções digitais de periódicos do fundo local e histórico, completadas com fichas históricas de apresentação dos jornais e revistas, raridades bibliográficas relacionadas com a imprensa escrita, e bibliografia de referência para o estudo e consulta do acervo bibliográfico da HML.

domingo, 1 de julho de 2012

Pan-inflação

Nathan Spotts Upon the rings of Saturn

“Pan-inflação” é o conceito que pretende identificar o fenómeno que tende a inflacionar rapidamente produtos, ou até títulos académicos. Este novo conceito explica, por exemplo, porque já não se usa no mundo do trabalho o termo secretária mas sim assistente pessoal - a alteração não incide nos ordenados - e também a nível educativo, na multiplicação de títulos académicos acompanhados de fraca competência profissional, em alguns casos.
Deixo-vos um extrato do artigo de Ana Rute Silva que saiu no Publico de hoje, sobre este tema:

"Ao aumento geral dos preços e serviços soma-se a inflação dos produtos, classificações dos hotéis, profissões ou notas dos estudantes. Há um novo termo para isto: “pan-inflação”.
A inflação também chegou aos títulos académicos. Um licenciado hoje terá menos hipóteses de ser recrutado face a alguém que optou por tirar mestrado. O processo de Bolonha trouxe esta realidade e acabou por influenciar o percurso de muitos estudantes. Para ser relevante no meio da multidão, é preciso ir além da média. Por isso, o passo seguinte é o doutoramento.
Há muito mais alunos a fazer doutoramento e muitos mais programas doutorais. Bolonha introduziu o 1.º e o 2.º ciclo”, lembra Joaquim Azevedo, director da Universidade Católica do Porto e ex-secretário de Estado dos Ensinos Básico e Secundário, entre 1992 e 1993.
Ter uma licenciatura e mestrado é “condição sine qua non” para a maior parte das grandes empresas. Nuno Troni, da Michael Page, acrescenta que os critérios de selecção são cada vez mais apertados e restringem o leque de candidatos a um primeiro emprego a um universo específico de universidades e alunos, de preferência com boas notas.
Quando procuram trabalhadores com mais experiência, as empresas têm “critérios máximos de exigência” que vão muito além da formação superior. Nuno Troni revela que os reforços de equipa “são raríssimos”, por isso,na maior parte dos casos o recrutamento serve para substituir alguém que saiu. “As empresas não querem correr qualquer tipo de risco e vão à concorrência procurar alguém que já saiba desempenhar as funções. Estão a fazer contenções de custos, mas continuam a querer os melhores”, nota.
Maria Manuel Seabra da Costa, da PwC, acrescenta que a pressão pelos resultados é muito maior e, hoje, “não há espaço para a tentativa e erro”. A exigência começa na definição do perfil pretendido e, além de experiência, pede-se espírito empreendedor, diz.
Na hora de contratar, a própria consultora analisa as experiências profissionais dos recém-licenciados, o seu envolvimento em associações, estágios de Verão e empenho.
Contudo, António Saraiva, director de recursos humanos, garante que não faz distinção entre um potencial empregado com licenciatura e outro com mestrado. A diferença está na determinação do estudante e no plano que traçou para a sua vida.
A nota final de curso é um primeiro critério de escolha para muitas empresas. Nesta matéria, também se discute a alegada inflação das classificações atribuídas aos alunos.
Alguns estudos citados pela The Economist — no artigo publicado em Abril onde baptizava a “pan-inflação” — referem que, no Reino Unido, a proporção de estudantes com A (nota mais alta) aumentou de 9 para 27% nos últimos 27 anos.
“Essa inflação de notas é uma preocupação genérica dos professores e das escolas. Os alunos consideram como linear o 14 e não o 10."
Nos últimos anos, tem-se assistido a um esforço de limitar essa inflação, fazer comparações e ter regras de conduta”, diz João Pereira, professor do IPAM (Instituto Português de Administração de Marketing), que lecciona há mais de 20 anos. Quando terminou o curso, em 300 pessoas apenas 15 a 20 conseguiram uma média superior a 14 valores. Nos anos seguintes, e já como professor, “era muito comum haver notas superiores a 18 e entre 20 a 30% dos estudantes tinham uma média acima de 14”.
“Há várias explicações. A concorrência entre escolas aumentou, os rankings também pressionavam a mostrar que cada instituição tinha os melhores alunos e, ao mesmo tempo, a avaliação deixou de ser apenas um momento individual [exame] e passou a incluir trabalho de grupo e pesquisa e isso favoreceu as notas. Um aluno pode ser menos bom a memorizar, mas pode ter boas aptidões de liderança”, exemplifica. No ensino secundário, a introdução de exames “veio permitir que a escala de 0 a 20 fosse usada em toda a sua amplitude”, diz por seu lado Joaquim Azevedo, director da Universidade Católica do Porto. “Há critérios de avaliação objectivos”, acrescenta. Como professor (começou em 1989), Joaquim Azevedo usou sempre a escala até à nota máxima. “Ao longo do tempo não passei a dar mais 20. Mantive os meus parâmetros de notas”, garante."