domingo, 31 de maio de 2015

PLATAFORMA "Nós queremos saber"



Chama-se “Nós Queremos Saber” e foi criada para ajudar os cidadãos a exercerem um direito: o de questionar os serviços públicos sobre dúvidas que possam ter.
A ideia é dar uma ajuda no encaminhamento das questões que um qualquer cidadão possa querer ver esclarecidas mas não saiba a quem perguntar nem como fazer chegar ao destino.
Os promotores da plataforma Nós Queremos Saber propõem-se entrar no processo como intermediários. Levar as questões ao destino e devolver as respostas quem as procurou. "Muitas vezes queremos aceder a informação pública mas não sabemos como pedir ou a quem pedir. A nossa ideia ao disponibilizar esta plataforma é facilitar esse processo", explica-se no site.
Quem quiser experimentar só tem de formular a questão e indicar a entidade a quem quer colocá-la. A plataforma faz o resto e reenvia-lhe a resposta, quando a receber.
 Via: SAPOTEK

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Inspiring Future



Inspiring Future é um projeto sem fins lucrativos que tem como objetivo estabelecer  uma relação de confiança e qualidade entre o sistema de Ensino Superior e as escolas secundárias, agilizando o processo de comunicação e divulgação da oferta educativa existente, de forma equitativa e eficaz”


Se és aluno...
Em cada uma destas escolas realizamos uma feira de informação e apoio sobre o acesso ensino superior, com cerca de 40 parceiros, entre instituições de ensino superior e empresas, realizando também workshops de desenvolvimento pessoal, social e profissional. Não tens que sair da tua escola para ficar a saber tudo sobre o ensino superior e o que fazer do teu futuro!
Se é profissional de ensino...
Estas atividades estão concetradas numa manhã, sem sair da escola, ajudando assim os SPO e o corpo letivo na orientação dos seus alunos. O nosso intuito não é substituir o trabalho de orientação realizado, mas sim ser uma atividade complementar inovadora e que facilita a organização destas iniciativas, tornando-as mais eficazes.
Se é instituição de ensino superior...
Beneficiando de um sistema organizado de divulgação e centrado nos alunos. A nossa agenda geral, com apenas uma escola por dia, facilita a sua organização anual, podendo potenciar a sua divulgação! Já não tem que se preocupar com marcações. Nós somos a ponte até à escola, organizando cada manhã e a sua participação nas diversas atividades.
Se é empresa...
Porque não apostar na fase mais decisiva de sempre!? A visão do mercado de trabalho é a maior dificuldade que os jovens mostram ter ainda no ensino secundário quando são obrigados a decidir o que fazer a seguir. Venha contribuir para gerações mais motivadas e proativas, que são o futuro deste país!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Ensino da leitura no 1.º ciclo do ensino básico


Título: Ensino da leitura no 1.º ciclo do ensino básico: Crenças, conhecimentos e formação dos professores 

Autores: João A. Lopes, Louise Spear -Swerling, Célia R. Gomes de Oliveira, Maria Gabriela Velasquez Leandro S. Almeida Luísa Araújo (Investigadores principais) Jamie Zibulsky Elaine Cheesman (Investigadoras associadas)
© Fundação Francisco Manuel dos Santos Agosto de 2014

Como se ensinam as nossas crianças a ler? Os professores têm conhecimentos que lhes permitam ensinar as crianças de acordo com o que sabem serem as melhores práticas?


terça-feira, 26 de maio de 2015

Guia de Orientações para Profissionais da Educação



Guia de Orientações para Profissionais da Educação na abordagem de situações de maus tratos ou outras situações de risco
Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco

Eduardo Sá: "Namorar é muito mais importante que a escola"


ENTREVISTA ao psicólogo Eduardo Sá à Revista Ativa com o título "Namorar é muito mais importante que a escola" Em: http://www.ispa.pt ou aqui.

ORIENTAÇÃO VOCACIONAL - papel dos pais e papel dos professores

O Papel dos Professores no Processo de Orientação
A eficácia das atividades de orientação depende da capacidade de criar sinergias entre todos os agentes educativos. Com esta publicação pretende-se promover a reflexão sobre a problemática da orientação em contexto educativo.

Disponível on-line e em papel.






O Papel dos Pais no Processo de Orientação
Os pais têm um papel importante na construção dos projetos de vida dos seus filhos. É fundamental criar um espaço de diálogo e apoiar ações concretas, transmitindo a importância de explorar o mundo que os rodeia e os seus interesses e capacidades.

Disponível on-linevídeo e em papel.




Mobilidade
Tem como principal objetivo sensibilizar para a problemática da mobilidade escolar e profissional e para motivar para aderirem a uma experiência de mobilidade ao longo do seu percurso escolar.  
Público-alvo: jovens entre os 13 e os 18 anos.
Disponível on-line e em papel.



ACEDER às Publicações da Direção - Geral de Educação
http://www.dge.mec.pt/publicacoes

A Guide for Parents: Helping your Child Succeed in School



All parents want their children to succeed in school. This guide is designed to give parents, grandparents, and other caregivers ideas and tips that will improve their children’s potential for success in school. These ideas also help create a joyful family life and positive connections between parents and children, parents and parents, and parents and their children’s schools.

Edição: Academic Development Institute 
2006

segunda-feira, 25 de maio de 2015

"O Meu Manual de Segurança"


25 de Maio - Dia Internacional da Criança Desaparecida

Este ano, no Dia 25 de Maio, a APCD (Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas) assinala o Dia Internacional da Criança Desaparecida com o lançamento de um Manual de Segurança, dirigido a Crianças dos 6 aos 12 anos, com o objetivo de as ajudar a detetar e a proteger-se de situações ou pessoas que se lhes afigurem suspeitas.
Trata-se de um documento de muita utilidade para Crianças, Pais, Educadores e Público em geral.

Lançamento do Manual na Escola Prática da GNR em Queluz, com a ilustre presença do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário. 

Este manual destina-se a todas as crianças até aos doze anos de idade e apresenta um conjunto de regras elementares de segurança no sentido de prevenir que as crianças sejam vitimas de crimes. Para além das crianças, este manual tem também como destinatários toda a comunidade educativa, pais, encarregados de educação e professores, funcionários não docentes das escolas, autarquias locais e serviços da administração central e regional com intervenção na área da educação, nos termos das suas respetivas responsabilidades e atribuições nesta matéria.
As diferentes regras de segurança contidas no "O Meu Manual de Segurança" são enquadradas através de um conjunto de histórias cujo ator principal é o GUARDOO, mascote da GNR.



domingo, 24 de maio de 2015

Sheri Bauman: “Os miúdos aprendem que a pessoa mais agressiva é quem tem mais poder”


A psicóloga Sheri Bauman é especialista em bullying

Entrevista de Catarina Gomes à psicóloga Sheri Bauman, no Jornal Publico de 24.5.15, com o título “Os miúdos aprendem que a pessoa mais agressiva é quem tem mais poder”

"Houve uma necessidade evolutiva de uma hierarquia e de agressão. Já não precisamos destes comportamentos para sobreviver mas eles persistem", diz a especialista norte americana em bullying, Sheri Bauman.

Sheri Bauman, psicóloga norte americana especialista em bullying, esteve em Portugal como oradora do Seminário “Estratégias e medidas de prevenção do bullying e do cyberbullying”, no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, em Lisboa. Trabalhou em escolas públicas durante 30 anos, é professora na Universidade do Arizona e tem várias investigações sobre as respostas dos professores ao bullying. Lamenta que ainda hoje haja docentes que recebem denúncias de alunos com respostas como “não sejas queixinhas”.
Existe uma história do bullying?

Pode-se dizer que existe bullying desde que há seres humanos na Terra. Mas a primeira investigação é da década de 1970, na Noruega, foi levada a cabo por Dan Olweus [professor de psicologia], que se interessou pelo problema depois de ter havido três suicídios de crianças numa escola, que se descobriu que estavam ligados, estavam a ser vítimas de bullying. Foi um caso que galvanizou o pais. Quando se começou a investigar a questão em termos científicos constatou-se que havia muitos mitos e mal-entendidos sobre esta questão que não faziam qualquer sentido.

Por exemplo?

Aceitava-se o bullying como algo normal, dizia-se coisas como: ‘toda a gente passa por isso e ultrapassa’, ‘faz parte do processo normal de crescimento’, ‘eu passei por isso fiquei mais forte’, ‘só os rapazes é que são bullies’. Não se fazia nada para o impedir porque não era visto como uma coisa importante, Se toda a gente passa por isso porquê preocuparmo-nos?

Descobriu-se então que havia motivo de preocupação...

As investigações mostraram que está associado com a depressão, com o isolamento dos pares, com ansiedade. Constatou-se que os agressores têm mais probabilidade de virem a desenvolver comportamentos de delinquência juvenil, de virem a ser presos em adultos.

É possível traçar um perfil da vítima de bullying?

Crianças mais pequenas, mais fracas, mais tímidas, deprimidas e ansiosas, que não têm boas competências sociais, que podem não ter as vantagens de outras crianças, por exemplo, se toda a gente anda com uns sapatos de marca e a criança não tem dinheiro para os comprar... É a criança isolada sem amigos, sozinha.

As investigações dizem que há grupos específicos que tendem a ser alvos preferenciais...

As crianças com algum tipo de deficiência, que andam na educação especial, que têm direito a senhas de almoço na escolas, que são vistas como sinal de pobreza, migrantes tendem a ser alvo de bullying com mais frequência do que outras crianças.

É o ser diferente?

O que é determinante é ser a minoria. Mas tudo depende do contexto. Conduzi um estudo numa escola onde a maioria da minha amostra eram miúdos brancos de origem anglosaxónica e havia uma minoria de hispânicos e estes, neste caso, tendiam a ser mais vitimas de bullying. E encontrei o contrário, numa pesquisa que fiz numa escola junto à fronteira com o México, onde a maioria dos alunos eram mexicanos, eram os brancos que tendiam a ser mais vítimizados. Existe uma necessidade para a conformidade e quem ameaça isso, no sentido de que ‘somos todos iguais’, tende a ser mais vitimizado.

É a lei da sobrevivência, como no início dos tempos.

É a lei dos mais fortes. Se pensarmos nos primeiros seres humanos a existência de uma hierarquia era importante. Se há um grupo de famílias que vive na nossa caverna e chega um agressor de outro grupo de famílias, ou um tigre para nos atacar, não temos tempo para decidir ‘como é que nos podemos organizar?’. Não, precisamos de saber que ‘x’ é o topo e nós fazemos todos o que ele disser. Houve uma necessidade evolutiva de ter uma hierarquia. A necessidade de agressão, de hierarquia foi muito importante para os grupos sociais. Mesmo que hoje já não seja tão importante persiste, torna-se um traço das interacções sociais. Todos os nossos governos são hierárquicos. Já não precisamos destes comportamentos para sobreviver mas eles persistem.

Como se continuássemos a ser primários?

Os miúdos são óptimos a observar quem é o mais poderoso. Quando vêem que a pessoa mais agressiva tem mais poder, vantagens, melhores empregos, assimilam ‘este é um comportamento útil, vou imitá-lo’. Temos todos estes programas e intenções para ajudar os miúdos a melhorarem os seus comportamentos e queremos educar os nossos filhos a tratarem-se uns aos outros de forma bondosa, mas, nos Estados Unidos, os políticos, as celebridades são o oposto do que queremos ensinar os nossos filhos a ser. É uma contradição, é confuso. O que eles vêem à sua volta é exactamente o oposto do que lhes queremos ensinar.

Nas suas investigações constata que muitos miúdos vitimizados não contam aos adultos. Porquê?

Eles sentem que ainda correm o risco de serem vistos como queixinhas. Contar a alguém é visto como um acto de cobardia. Alguns acreditam que os professores não são úteis. Que contar pode piorar ainda mais as coisas e eles não querem correr esse risco.

O que é que os adultos podem fazer, neste caso os professores, para melhorar a situação quando as crianças a decidem denunciar?

Uma das formas de agir que as investigações provaram que os miúdos valorizam é quando o adulto diz que vai agir, e depois faz o follow up, dois dias depois, uma semana depois. A seguir, o comportamento que se comprovou ser mais útil é simplesmente ouvi-los, mostrar preocupação, é eles entenderem que são levados a sério.

Em vez de desvalorizar...

Se um miúdo tem uma pequena borbulha e diz que lhe chamam “cara de pizza”, como me aconteceu a mim quando era pequena, responder ‘isso é uma palermice’ não ajuda. Tem de se tentar perceber até que ponto a criança se sente humilhada e com medo. É importante perguntar-lhe até que ponto isso a perturba e não pressupor que a situação só é grave quando a criança está a ser agredida violentamente. A seguir, o que mais ajuda é aconselhar. O professor pode não intervir publicamente na aula, pode dizer apenas ‘talvez se tentares isto’ e depois falamos outra vez para ver como correu. Muitas campanhas antibullying nas escolas incluem apresentações na aulas, trazer um orador para falar sobre o assunto, a investigação diz que este tipo de iniciativas não tem grandes efeitos.

Há comportamentos dos adultos que tornam as coisas piores?

Há coisas completamente contraproducentes. Não ajuda dizer-lhes ‘estás a ser queixinhas’ e isso acontece, por mais que nos surpreenda. Eu sou testemunha-perita num julgamento que está a decorrer em que um miúdo de 11 anos se suicidou, e uma das professora a quem ele se queixou disse-lhe ‘pára de te queixar a toda a hora’. Não se trata de queixar, é reportar, denunciar. Era um miúdo com fenda palatina que mesmo depois da cirurgia ficou com uma voz assobiada. Tinha havido queixas de bullying à directora, registo de trocas de emails dos pais com professores e nada se fez.

Há adultos que ignoram?

Muitos estudos dizem que 8% a 10% das denuncias feitas aos professores são ignoradas. E ignorar a denúncia e pensar que ‘faz parte do processo de crescimento’ é das coisas piores que se pode fazer nestes casos. Os currículos dos cursos de professores raramente contemplam as questões do bullying em profundidade. Passa-se algum conhecimento de background, diz-se por exemplo que há formas sociais, verbais ou físicas de bullying, mas não se dá ferramentas para lidar com o problema.


http://s.publico.pt/NOTICIA/1696634 http://s.publico.pt/psicologia/1696634 http://s.publico.pt/professores/1696634 http://s.publico.pt/escolas/1696634 http://s.publico.pt/sociedade/1696634 

sábado, 23 de maio de 2015

Pensamento 71: A VONTADE de MUDAR



"À medida que vai mudando, dirige-se automaticamente e é automaticamente dirigido para um tipo de pessoa diferente.”
Susan Jeffers Apesar do Medo Sinais de fogo

Susan Jeffers é psicoterapeuta

Verdade! 
Temos muito em comum com as pessoas com quem convivemos, afinidades que nos ligam.
A vontade de termos pessoas novas na nossa vida é sinal que estamos a crescer. As pessoas com quem nos damos já não preenchem as nossas necessidades. Sentimos que precisamos de passar a outro nível.
São sinais de vitalidade, mesmo que não saibamos bem para onde vamos.  

BOM FIM- de - SEMANA

sexta-feira, 22 de maio de 2015

MATERIAIS da Conferência “Pensar a Educação. Portugal 2015”


Conferência “Pensar a Educação. Portugal 2015”, apresentou o trabalho desenvolvido por um grupo de professores e investigadores ao longo de mais de um ano com vista a identificar quais os principais problemas do sector educativo e que propostas para os ultrapassar e do qual resultou um relatório com o mesmo título (pode ser consultado aqui: 
A FORMAÇÃO DE PROFESSORES  
- Manuela Esteves, Coordenadora
ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA
 - José Maria Azevedo, Coordenador
ORGANIZAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO
- Maria José Rau, Coordenadora
EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA
- Assunção Folque, Coordenadora
EDUCAÇÃO DOS ADULTOS - Aprender sempre
- Natália Alves, Coordenadora 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Guia “Alimentação em Idade Escolar”


AQUI ou AQUI
A Direção-Geral do Consumidor e a Associação Portuguesa dos Nutricionistas disponibilizam o    Guia “Alimentação em Idade Escolar” com orientações sobre o modo como a escola, através dos educadores de infância, dos professores, dos responsáveis por estabelecimentos de ensino e de todo o pessoal que neles trabalha, deve complementar o papel dos pais na educação alimentar.
O guia chama a atenção para a necessidade de desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis nas crianças e jovens.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Disposição para brincar e aprender



A psicóloga infantil Daniella Faria e nosso pediatra Dr. Claudio Len falam sobre as etapas do desenvolvimento infantil motor, cognitivo, emocional e comportamental. Também dão dicas de atividades lúdicas para estímulo dos filhos.

Canal Pais e Filhos

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Plataforma FITescola®



FITescola® A Plataforma do aluno, do professor de Educação Física e das famílias
A Plataforma foi apresentada a 14 de Maio na Faculdade de Motricidade Humana.

domingo, 17 de maio de 2015

“Curta Na Escola”



O “Curta Na Escola” reúne vídeos gratuitos feitos por brasileiros que podem ser aplicados ao ensino de crianças e adolescentes. O objetivo é promover e incentivar o uso curtas-metragens brasileiros como material de apoio pedagógico em salas de aula.
Além de disponibilizar informações pedagógicas básicas, como os níveis de ensino e as disciplinas às quais o vídeo é adequado, o site tem uma plataforma colaborativa, em que professores podem compartilhar seus planos de aula e seus relatos.
Até agora, o filme mais exibido é o Ilha das Flores (1989). Dirigido por Jorge Furtado, o curta de 13 minutos faz um ácido retrato da sociedade desigual em que vivemos ao acompanhar a trajetória de um tomate.

O projeto é da Synapse Produções, que comercializa o cinema independente brasileiro para o exterior. Já foram lançados três DVDs com os curtas, distribuídos a mais de três mil escolas.

Pode aceder a vídeos nas áreas: 
  • Língua Portuguesa,
  •  Sociologia, 
  • História,
  •  Ciências Sociais, 
  • Literatura, 
  • Geografia, 
  • Filosofia, 
  • Ciências, 
  • Biologia, 
  • Educação Artística,
  •  Música, 
  • Teatro, 
  • Educação Física, 
  • Física, Química, 
  • Inglês,
  • Matemática.
  • Artes

sexta-feira, 15 de maio de 2015

BRASIL - Guia de Boas Práticas para Transformar a Educação




Este guia se destina a Prefeitos que queiram deixar a sua marca na educação de seus municípios. Ele integra as ações relacionadas com o Prêmio Prefeito Nota 10, uma iniciativa do Instituto Alfa e Beto destinada a chamar a atenção para a diferença entre ter UMA escola de excelência e ter uma rede de ensino de qualidade.
Rede de ensino de qualidade é aquela em que o prefeito pode dizer  a seus eleitores: matricule seu filho em qualquer escola pública que eu garanto que ele terá o mesmo padrão de ensino. Você poderá ser o primeiro prefeito a conseguir isto – até hoje não temos nenhum.
As ideias aqui apresentadas se baseiam em evidências e práticas dos países que funcionam, e foram publicadas em uma série de artigos que estão disponíveis aqui no nosso site..
Leia o Guia de Boas Práticas para Transformar a Educação:

E se os alunos consultassem o Google nos testes?



E se os alunos consultassem o Google nos testes? 

"Para quê valorizar o conhecimento armazenado no cérebro ou decorar a tabuada, se existe o Google e as calculadoras? Escrever à mão? É melhor que aprendam bem a escrever no computador", defende Sugata Mitra, professor de educação tecnológica na Universidade de Newcastle, mais um defensor da mudança do sistema. Porém, alerta: "A única coisa que a máquina não pode fazer por nós é distinguir a informação correcta e a incorrecta".
Continuar a ler:

terça-feira, 12 de maio de 2015

As cinco competências mais escassas em Portugal

Entre 2017 e 2020, um total de 47 empresas membro do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, vai criar entre 7.500 e 11.200 postos de trabalho em Portugal. Um questionário realizado junto destas 47 empresas identificou também as cinco competências mais escassas em Portugal:
• engenharia tecnológica
• comercial, marketing e comunicação de informação
• ciências económicas
• operações e logística
• automação

Dentro das cinco competências mais escassas, são exemplos de profissões Técnicos de Redes, Programadores e Analistas de Sistemas (engenharia tecnológica),  os Técnicos de CRM/ Marketing Relacional e E-commerce (comercial, marketing e comunicação de informação), os Gestores de Risco e Controllers de Gestão (ciências económicas), os Técnicos de Operação Logística e Responsáveis de Entreposto Logístico(operações e logística) e os Técnicos de Robótica, Programadores CNC (máquinas robotizadas) e Programadores de Automação (automação).
O questionário, realizado em cooperação com o Hay Group, membro do grupo de trabalho da AÇÃO 1 – Adequar perfis de competências entre as empresas e a formação escolar, que teve como objetivos: identificar as competências que são essenciais às empresas para o desenvolvimento do seu negócio num horizonte de três e cinco anos, perceber que tipo de competências vão recrutar, quais as áreas onde o recrutamento é mais escasso no mercado português e de que forma está o ensino português adequado às necessidades de recrutamento das empresas.
Além das competências mais escassas, o questionário identificou ainda as competências críticas para a consecução dos negócios, ou seja, aquelas que são determinantes para o desenvolvimento das empresas e dos seus negócios. As cinco competências críticas identificadas pelas 47 empresas são:
 operações e logística (cadeia de valor)
• automação
• comercial, marketing e comunicação de informação
• engenharia de materiais e mecânica
• engenharia tecnológica

A título de exemplo, em relação à área de operações e logística, as competências críticas que mais se destacam são a gestão logística, as operações e logística e o planeamento industrial. Na área comercial, marketing e comunicação de informação, as competências mais críticas são as compras e negociação, marketing relacional e prospeção comercial.
O estudo procurou perceber também quais as competências comportamentais mais importantes para as empresas. A liderança é a competência comportamental mais escassa entre os profissionais, enquanto a orientação para o cliente e a orientação para os resultados, são as duas competências mais críticas para o desenvolvimento do negócio.
Este questionário é o ponto de partida para um trabalho posterior de sensibilização dos jovens em idade de decidir o seu futuro, para as profissões identificadas no estudo. O questionário foi realizado junto de 47 empresas que empregam 240 mil colaboradores e faturam 67 mil milhões de euros na sua atividade global.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

DSM - 5



DSM is the manual used by clinicians and researchers to diagnose and classify mental disorders. The American Psychiatric Association (APA) will publish DSM-5 in 2013, culminating a 14-year revision process.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Guia do Brincar Inclusivo

No Guia do Brincar Inclusivo você vai que pode colaborar para a garantia desse direito a toda e qualquer criança. A publicação é uma iniciativa da Vila Sésamo e da Unicef.
Para tornar inclusivas as brincadeiras, bastam algumas mudanças nas regras ou nos acessórios utilizados. Muitas vezes, quando uma criança com deficiência participa, é preciso estimular o espírito colaborativo em todos. Por exemplo: é possível que um amigo empurre a cadeira de rodas ou ajude a criança com deficiência física a realizar certos movimentos; que todos orientem o amigo com deficiência visual na hora em que ele está arremessando uma bola ou buscando algo; ou que alguém ajude aquele que não fala ou não se movimenta na hora de criar palavras para dar respostas.

BASE de DADOS:GlobalStat



A GlobalStat afirma ir “para lá do PIB”, permitindo entender o mundo através da análise de informação rigorosa e científica sobre as sociedades de todo o planeta. São mais de 80 fontes de informação cobrindo dados desde 1960 para 193 países, num total de 500 indicadores – que irão continuar a crescer. Graças a ela será mais fácil ter uma visão transversal sobre aspetos de sustentabilidade, riqueza, bem-estar e qualidade de vida por todo o mundo.
O lançamento é feito hoje.
Fonte: O observador

terça-feira, 5 de maio de 2015

Os aspetos mais desafiantes da adolescência

Maria Gouveia Pereira, terapeuta familiar e professora no ISPA, marca presença no “Fora da Caixa” na RTP para falar sobre os aspetos mais desafiantes da adolescência. Conta também com a presença dos psicólogos Isabel Leal e Manuel Peixoto

Fora da Caixa – RTP Informação (01, de Maio, 2015) from ISPA - Instituto Universitário on Vimeo.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Pensamento 70: MATURIDADE


Verdade. Crescer é tolerar.

Bom Fim - de- Semana

A Bibliotrónica Portuguesa


A Bibliotrónica Portuguesa visa permitir o acesso gratuito, on-line, a livros escritos em português europeu. De três modos:
  • em reedições de livros já publicados em papel,
  • em edições de originais inéditos,
  • através de um índice remissivo para todos os livrónicos que encontremos na Internet em português europeu.
Nas reedições e nas edições, os responsáveis seguem regras de edição, com o objetivo de garantir a qualidade dos textos editados. No índice, o objetivo é a exaustividade, havendo apenas o cuidado de informar previamente o leitor do tipo de suporte em que encontrará o livrónico na Internet: em fotografia, em transcrição, ou de forma condicionada.
No blogue, conversaremos sobre todas as novidades e todos os nossos leitores poderão sugerir títulos para reedição, indicar novos links para o índice de livrónicos na Internet, e comentar os originais que forem sendo editados.