terça-feira, 22 de agosto de 2017

Deliberação n.º 765/2017

Deliberação n.º 765/2017 - Diário da República n.º 158/2017, Série II de 2017-08-17 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior 
Divulga alterações de elencos de provas de ingresso para as candidaturas de 2018, 2019, 2020.
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Bancos de troca de manuais escolares



Nos diversos concelhos do país

Seixal: Troca de manuais


Este é um projeto pioneiro que teve início em 2005 na Biblioteca Municipal do Seixal, que consiste na recolha, organização e doação de manuais escolares para posterior redistribuição pelas famílias e estudantes que deles precisem e os solicitem.
Entrega de manuais escolares
Os munícipes podem proceder à entrega de manuais escolares de que não necessitam, ao longo do ano, num dos seguintes locais:
- Biblioteca Municipal do Seixal
- Núcleo de Amora
- Núcleo de Corroios
- Pontos de Acesso da Biblioteca existentes nas várias Lojas do Munícipe
- Escolas aderentes ao projeto (consultar biblioteca escolar)
A data de edição dos livros a doar deve ser dos últimos quatro anos, pois os anteriores não têm utilidade no presente e futuros anos letivos.
Levantamento de manuais escolares
Não existem reservas de livros e o levantamento de manuais escolares deve ser efetuado apenas na Biblioteca Municipal do Seixal, devendo fazer-se acompanhar dos nomes dos livros, dos autores e das editoras.
Horário de levantamento
Terça a sexta-feira - 11 às 20 horas
Sábado - 15 às 20 horas
A iniciativa encerra ao domingo e à segunda-feira.

sábado, 12 de agosto de 2017

"Ciência Viva no Verão em Rede"


A UA, através da Fábrica - Centro Ciência Viva de Aveiro, da Associação de Física da UA e do Departamento de Biologia, associa-se, uma vez mais, à "Ciência Viva no Verão em Rede" com a realização de mais de 4 dezenas de actividades científicas. De 15 de julho a 15 de setembro, a ciência vai à praia, ao campo e à cidade, de dia e de noite. Inscreva-se e participe!

Informações e inscrições: http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2017/

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RAM: Escolas abrangidas pelo Pojecto-Piloto da Autonomia e Flexibilidade Curricular

Região Autónoma da Madeira (RAM)
  • Colégio Infante D. Henrique
  • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclo do Caniço
  • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclo do Estreito de Câmara de Lobos
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré- Escolar das Figueirinhas
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré -Escolar de Câmara de Lobos
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré- Escolar do Livramento
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré -Escolar e Creche da Ladeira e Lamaceiros
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré- Escolar Ribeiro Domingos Dias
  • Escola Básica e Secundária da Calheta Escola Secundária Dr. Ângelo Augusto Silva

Nas restantes regiões do país:http://www.dge.mec.pt

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Programa Qualifica

O QUE SÃO OS CURSOS EFA? 
Estas e outras informações sobre as modalidades de formação encontram-se na Página do PROGRAMA QUALIFICA :https://www.qualifica.gov.pt/#/modalidades

Resolução da Assembleia da República n.º 195/2017

Resolução da Assembleia da República n.º 195/2017 - Diário da República n.º 153/2017, Série I de 2017-08-09
Assembleia da República 
Recomenda ao Governo que apoie os estudantes com necessidades educativas especiais

Resolução da Assembleia da República n.º 185/2017

Resolução da Assembleia da República n.º 185/2017 - Diário da República n.º 149/2017, Série I de 2017-08-03 
Assembleia da República 
Recomenda ao Governo que garanta o acesso à educação pré-escolar para todas as crianças a partir dos 3 anos e o alargamento da ação social escolar, no âmbito do combate à pobreza infantil.

E-book “Alimentar o futuro: uma reflexão sobre sustentabilidade alimentar”


http://www.apn.org.pt/documentos/ebooks/E-BOOK_SUSTENTABILIDADE.pdf

A Associação Portuguesa de Nutrição divulga, hoje, o E-book “Alimentar o futuro: uma reflexão sobre sustentabilidade alimentar”, no âmbito do Programa de Sustentabilidade Alimentar, com o apoio institucional do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção-Geral da Saúde.
Pretende-se que, este e-book seja um meio para a reflexão sobre a sustentabilidade alimentar e a importância desta na alimentação diária dos cidadãos.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Diana Silva: "É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores"


Entrevista de Ana Dias Cordeiro à psicóloga Diana Silva que saiu no Jornal Publico a 6 de Agosto de 2017, com o título "É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores":

"Quadros de ansiedade e de depressão estão muitas vezes presentes entre os adolescentes violentos, diz investigadora
A investigadora Diana Silva é também uma das autoras do livro Intervenção psicológica com jovens agressores da editora Pactor — Edições de Ciências Sociais, Forenses e da Educação — com publicação prevista para Setembro. Nesta entrevista, a psicóloga fala de violência juvenil, sem comentar casos particulares.
PÚBLICO – Os casos mediáticos são apenas uma pequena parte dos episódios violentos em ambiente escolar?
Diana Silva – Há uma parte muito pequena que é denunciada e ainda menor é a parte das que são denunciadas através de vídeos e que acabam nas redes sociais. Os investigadores dizem que apenas cerca de metade dos casos são denunciados. Este é um fenómeno transversal a todas as escolas – sejam públicas, sem privadas, sejam alunos de estatuto socioeconómico mais elevado ou mais baixo. Situações de violência acontecem todos os dias, em todas as escolas e sempre aconteceram em contexto escolar desde que existe a escola. Quando há agressividade física, e quando há danos físicos, é mais fácil que a situação seja denunciada.
Habitualmente as vítimas não denunciam por medo? Por vergonha? 
Por sentimentos de vergonha, de inferioridade, por acharem que não vão ser ouvidas. As próprias vítimas entram depois em autocrítica, pensando ‘eu devia ter-me imposto, devia ter feito alguma coisa, eu não admito que isto aconteça’. Porém, quando estão efectivamente na situação, não conseguem ter essa postura e muitas vezes criticam-se por não denunciarem e não conseguirem sair da situação. Isso acaba muitas vezes num ciclo que gera ainda mais vergonha. Continuam a questionar-se: ‘Como é que fui capaz de me submeter a uma situação daquelas sem me defender?’
Os vídeos denunciam os suspeitos. Porque são então as imagens partilhadas na Internet?
Pode ser com o objectivo de perpetuar o ciclo de humilhação do outro ou para tentar ganhar estatuto entre o grupo – partilham e dizem ‘fui eu que partilhei esta situação onde eu estava realmente a ser dominante perante alguém’ – sem terem aquele insight de que esta é uma situação que para os próprios também é humilhante. As partilhas resultam em comentários hostis, e estes reforçam sentimentos que eles próprios já tinham – tanto a vítima como o agressor.
O agressor também tem sentimentos de inferioridade?
Sim, e o facto de repetidamente isto aparecer nas redes sociais com os comentários hostis vai ao sabor destas ideias que eles já têm sobre si mesmos. Uns têm consciência desse sentimento de inferioridade, aceitam-no e debatem-se constantemente com isso. Outros tentam negá-lo, e exteriorizá-lo nos outros. Enquanto alguns jovens interiorizam isso, acham mesmo que são inferiores, fogem das situações sociais, sofrem de ansiedade social ou acabam mesmo por ficar deprimidos, outros adolescentes não querem conviver com esse sentimento de vergonha. Tentam culpar o outro, e atacam o outro, mas o sentimento está lá na mesma. Esta é uma mensagem muito importante. Uma criança que está bem não tem necessidade de estar a fazer isso.
As vítimas têm que ser claramente ajudadas, mas os jovens com este comportamento agressivo também dão um sinal de dificuldades. Assim como existem quadros de ansiedade e quadros de depressão, existe também uma patologia de comportamento que é mesmo uma patologia e indica um nível de sofrimento. É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores. Ajudar os dois lados.
É mais difícil ultrapassar o estigma, quando a situação é exposta na Internet? 
Este tipo de exposição poderá entrar quase como um evento traumático, do lado da vítima porque é uma situação em que ela está a ser humilhada ou maltratada, e do lado do agressor porque é uma situação em que, da mesma forma, acaba por ter o mesmo impacto, o mesmo estigma, a mesma humilhação (por ter participado naquilo).