terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Os direitos das crianças


Dois documentos sobre os direitos das crianças:
  • Disability: Implementation of CRC for Children with Intellectual Disabilities in European Countries, aqui. 
  • Every Child's Right to be Heard A resource guide on the UN Committee on the Rights of the Child General Comment,  aqui.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Queres trabalhar na União Europeia?

A ideia é tornar as ofertas de emprego em instituições e organismos da União Europeia (UE) acessíveis a todos os cidadãos portugueses, através de um serviço “direccionado e de proximidade”. O Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD) criou, no início do ano, um site que junta anúncios de emprego de todas as vagas disponíveis na UE.
As ofertas do site Trabalhar na União Europeia ( aqui ) são para todos os cidadãos portugueses – de qualquer idade e formação – e podem ser para funcionário permanente, contratado, temporário ou especialista.
O CIEJD  responde a todas as dúvidas por email (func.port.ue@dgac.pt) ou telefone (211 225 045).
A notícia na comunicação social:  http://p3.publico.pt

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Classificação final dos CCH do ensino recorrente

Já se encontra publicado o Decreto-Lei n.º 42/2012. D.R. n.º 38, Série I de 2012-02-22, do Ministério da Educação e Ciência que altera o sistema de apuramento da classificação final do ensino secundário dos cursos científico-humanísticos de ensino recorrente para efeitos de prosseguimento de estudos, procedendo à quinta alteração ao Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular, bem como da avaliação da aprendizagem, no nível secundário de educação. Aceder aqui.

Trabalho por projectos na Educação de infância

Henri Matisse The Dream 1940

Trabalho por projectos na Educação de infância: mapear aprendizagens/integrar metodologias é uma brochura que dá continuidade ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido, no âmbito do apoio ao desenvolvimento curricular na educação pré-escolar, pela Direcção-Geral de Educação. Aceder trabalho de projetos ou http://www.dge.mec.pt/recursos

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Banco de Exames e Provas

O Banco de Exames e Provas é um arquivo de todos os instrumentos de avaliação concebidos no âmbito da missão do GAVE – Gabinete de Avaliação Educacional, desde 1997. Neste arquivo podem ser consultados e descarregados os ficheiros relativos às provas de aferição, às provas de exame nacional (ensino básico e ensino secundário) e aos testes intermédios.
Aceder ao bi.gave.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Ana Paula Vale sobre dislexia

A Profª Doutora Ana Paula Vale (psicóloga) fazer Departamento de Educação e Psicologia na UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), Fala na TSF sobre dislexia e sobre o seu trabalho na  Unidade de dislexia daquela universidade. Aceder, here.

Visite uma  clinica dislexia.com/  da Drª Paula Teles

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Portal de estágios no Reino Unido


Portugueses criam portal de estágios (pagos) no Reino Unido.
No final de 2010, Rui Zamith e Nuno Dhiren criaram, no Reino Unido, o  Internwise um portal que junta anúncios de empresas inglesas e currículos de candidatos de todo o mundo.
Ler o artigo na comunicação social, p3.publico.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Estatística Aplicada


O ALEA - Acção local Estatística Aplicada - constitui-se no Âmbito da Educação, da Sociedade da Informação, da Informação Estatística, da Formação Para a Cidadania e da Literacia Estatística. Disponibiliza instrumentos de apoio ao ensino da estatística para os alunos e professores do Ensino Básico e Secundário.

O ALEA - Projeto Conjunto da Escola Secundária Tomaz Pelayo. do Instituto Nacional de Estatística e da Direcção Regional de Educação do Norte.
Aceder a  .alea.pt

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A Psicologia e o Futuro (II) - Eduardo Sá



Eduardo Sá (psicólogo clinico, psicanalista e professor de psicologia clínica da Universidade de Coimbra e no ISPA, Diretor da Clínica Bebés & Crescidos), vai proferir a conferência “A Psicologia e o Futuro” no 1º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos Portugueses, a realizar de 18 a 21 de Abril, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Esta conferência será uma reflexão sobre as grandes conquistas que o mundo contemporâneo vive desde há 200 anos, com particular atenção para os custos de uma ideia positivista da ciência.
Com recurso a uma entrevista publicada na Revista Oficial daquela Ordem Profissional - PSIS 21 - clarifica a sua reflexão. De momento colocaremos aqui, a 2ª parte e última parte desta entrevista (a 1ª parte encontra-se publicada neste blogue, nas mesmas etiquetas)

...
PSIS21: Em que é que a psicologia pode contribuir para contrariar o esvaziamento da sociedade contemporânea?
Eduardo Sá: pode contribuir assumindo-se, de forma clara, como uma provedoria informada da humanidade, interpelando, denunciando e formando opinião publica no sentido de colaborar nas transformações fundamentais que o mundo tem de promover em favor das pessoas. Na politica, na justiça, na educação e na saúde. Não desistindo, jamais de esclarecer que os técnicos de saúde mental são aqueles que – no meio laboral, na escola, na família e na intimidade da vida mental de cada um – melhor potenciam recursos, mais aclaram estratégias de desenvolvimento e mais nos ajudam a perceber que o melhor do mundo é o futuro.

PSIS21: Em que aspetos a psicologia atual se adequa ou não à sociedade contemporânea?
Eduardo Sá: A psicologia que se ensina nas escolas de psicologia, por vezes, ainda não. Porque dissocia, vezes demais os modelos científicos da “jurisprudência” da própria vida. A psicologia, tal como ela é avaliada nas escolas superiores, tem pouco a ver com a sociedade e com o próprio compromisso universitário (que deve centrar-se numa relação próxima e forte com os alunos, na dinâmica de partilha de conhecimentos atenta e intensa), muito mais que em parâmetros burocráticos sufocantes que parecem querer transformar a universitas facultatum numa sucessão de efeitos especiais, unicamente comprometidos com os objetivos da carreira. A psicologia tal qual se pratica, todos os dias, adequa-se – cada vez mais – à sociedade contemporânea, porque introduz, como mais ninguém, contraditório onde, por vezes, domina a unicidade.
FIM

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A Psicologia e o Futuro (I) - Eduardo Sá


Eduardo Sá (psicólogo clinico, psicanalista e professor de psicologia clínica da Universidade de Coimbra no ISPA e é Diretor da Clínica Bebés & Crescidos), vai proferir a conferência “A Psicologia e o Futuro” no 1º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos Portugueses, a realizar de 18 a 21 de Abril, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. 
Esta conferência será uma reflexão sobre as grandes conquistas que o mundo contemporâneo vive desde há 200 anos, com particular atenção para os custos de uma ideia positivista da ciência.

Com recurso a uma entrevista publicada na Revista Oficial daquela Ordem Profissional - PSIS 21 - clarifica a sua reflexão. De momento colocaremos aqui, só uma 1ª parte desta entrevista.

PSIS21: Em que consiste a sua conferência?
Eduardo Sá: A minha conferência pretende fazer uma reflexão centrada nas grandes conquistas que o mundo contemporâneo vive desde há 200 anos, chamando a atenção para os custos duma ideia positivista da ciência, nomeadamente, em relação ao esvaziamento dos atos de humanidade, à subjetividade humanas à curva normal, defendendo que as pessoas (e a psicologia) serão os grandes eixos das transformações sociais e civilizacionais no futuro.

PSIS21: Que transformação vê como mais relevantes a nível familiar e educacional?
Eduardo Sá: Teremos neste momento, as melhores famílias que a Humanidade jamais conheceu. Mas temos uma escola que não se adequa, como devia, aos ritmos e às necessidades das crianças. Um sistema educativo que, por vezes, parece assumir-se como uma linha de montagem de jovens tecnocratas de mochila (e que, qual publicidade enganosa, os converte em mestres aos 23 anos), não é nem amigo das crianças nem amigo do futuro. Famílias que cultivam, como nunca, uma ideia de família e pessoas mais instruídas e mais educadas são o princípio duma revolução tranquila.

(continua)