quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Campanha PAPEL POR ALIMENTOS


Noite Europeia dos Investigadores

A CIÊNCIA no DIA-A-DIA
Tem como missão sensibilizar os cidadãos para a importância da ciência no quotidiano e na sua qualidade de vida, como também impacto da ciência no desenvolvimento da sociedade. 
Para a edição deste projecto em 2017, saiba mais 
http://noitedosinvestigadores.org/

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Jogo “Viver em Igualdade”


“Viver em Igualdade” é um jogo de cartas simples, produzido pela CIG (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género), para crianças entre os 3 e os 9 anos. O jogo tem por objectivo introduzir no processo de aprendizagem das crianças as questões da Igualdade de Género, nomeadamente ao nível da divisão de tarefas e do uso de tempo para o lazer. Para mais informações ou para pedir um exemplar contacte cig@cig.gov.pt

Inscrições abertas: PARLAMENTO dos JOVENS


Tema em Debate para 2017/18: IGUALDADE DE GÉNERO

INSCRIÇÃO DAS ESCOLAS, DEBATES E ELEIÇÕES PARA A SESSÃO ESCOLAR para o ensino BÁSICO e SECUNDÁRIO: 24 AGOSTO.2017 a 16 FEVEREIRO.2018

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Deliberação n.º 765/2017

Deliberação n.º 765/2017 - Diário da República n.º 158/2017, Série II de 2017-08-17 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior 
Divulga alterações de elencos de provas de ingresso para as candidaturas de 2018, 2019, 2020.
ACEDER AQUI

domingo, 20 de agosto de 2017

Constituição, funcionamento e avaliação - PCA e PIEF para 2017/18


Regulamentos para a constituição, funcionamento e avaliação de turmas com Percursos Curriculares Alternativos (PCA) e Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF).

Já se encontram disponíveis na página oficial da Direção-Geral da Educação os Regulamentos para a constituição, funcionamento e avaliação de turmas com Percursos Curriculares Alternativos (PCA) e Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) para o ano letivo de 2016/2017, assim como, os seguintes documentos de apoio à implementação da medida PIEF: Ficha de Sinalização do alunoFicha de Caracterização e Diagnóstico do alunoProposta de Intervenção Socioeducativa.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RAM: Escolas abrangidas pelo Pojecto-Piloto da Autonomia e Flexibilidade Curricular

Região Autónoma da Madeira (RAM)
  • Colégio Infante D. Henrique
  • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclo do Caniço
  • Escola Básica 2.º e 3.º Ciclo do Estreito de Câmara de Lobos
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré- Escolar das Figueirinhas
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré -Escolar de Câmara de Lobos
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré- Escolar do Livramento
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré -Escolar e Creche da Ladeira e Lamaceiros
  • Escola Básica de 1.ºCiclo com Pré- Escolar Ribeiro Domingos Dias
  • Escola Básica e Secundária da Calheta Escola Secundária Dr. Ângelo Augusto Silva

Nas restantes regiões do país:http://www.dge.mec.pt

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Programa Qualifica

O QUE SÃO OS CURSOS EFA? 
Estas e outras informações sobre as modalidades de formação encontram-se na Página do PROGRAMA QUALIFICA :https://www.qualifica.gov.pt/#/modalidades

Resolução da Assembleia da República n.º 195/2017

Resolução da Assembleia da República n.º 195/2017 - Diário da República n.º 153/2017, Série I de 2017-08-09
Assembleia da República 
Recomenda ao Governo que apoie os estudantes com necessidades educativas especiais

Resolução da Assembleia da República n.º 185/2017

Resolução da Assembleia da República n.º 185/2017 - Diário da República n.º 149/2017, Série I de 2017-08-03 
Assembleia da República 
Recomenda ao Governo que garanta o acesso à educação pré-escolar para todas as crianças a partir dos 3 anos e o alargamento da ação social escolar, no âmbito do combate à pobreza infantil.

E-book “Alimentar o futuro: uma reflexão sobre sustentabilidade alimentar”


http://www.apn.org.pt/documentos/ebooks/E-BOOK_SUSTENTABILIDADE.pdf

A Associação Portuguesa de Nutrição divulga, hoje, o E-book “Alimentar o futuro: uma reflexão sobre sustentabilidade alimentar”, no âmbito do Programa de Sustentabilidade Alimentar, com o apoio institucional do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção-Geral da Saúde.
Pretende-se que, este e-book seja um meio para a reflexão sobre a sustentabilidade alimentar e a importância desta na alimentação diária dos cidadãos.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Diana Silva: "É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores"


Entrevista de Ana Dias Cordeiro à psicóloga Diana Silva que saiu no Jornal Publico a 6 de Agosto de 2017, com o título "É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores":

"Quadros de ansiedade e de depressão estão muitas vezes presentes entre os adolescentes violentos, diz investigadora
A investigadora Diana Silva é também uma das autoras do livro Intervenção psicológica com jovens agressores da editora Pactor — Edições de Ciências Sociais, Forenses e da Educação — com publicação prevista para Setembro. Nesta entrevista, a psicóloga fala de violência juvenil, sem comentar casos particulares.
PÚBLICO – Os casos mediáticos são apenas uma pequena parte dos episódios violentos em ambiente escolar?
Diana Silva – Há uma parte muito pequena que é denunciada e ainda menor é a parte das que são denunciadas através de vídeos e que acabam nas redes sociais. Os investigadores dizem que apenas cerca de metade dos casos são denunciados. Este é um fenómeno transversal a todas as escolas – sejam públicas, sem privadas, sejam alunos de estatuto socioeconómico mais elevado ou mais baixo. Situações de violência acontecem todos os dias, em todas as escolas e sempre aconteceram em contexto escolar desde que existe a escola. Quando há agressividade física, e quando há danos físicos, é mais fácil que a situação seja denunciada.
Habitualmente as vítimas não denunciam por medo? Por vergonha? 
Por sentimentos de vergonha, de inferioridade, por acharem que não vão ser ouvidas. As próprias vítimas entram depois em autocrítica, pensando ‘eu devia ter-me imposto, devia ter feito alguma coisa, eu não admito que isto aconteça’. Porém, quando estão efectivamente na situação, não conseguem ter essa postura e muitas vezes criticam-se por não denunciarem e não conseguirem sair da situação. Isso acaba muitas vezes num ciclo que gera ainda mais vergonha. Continuam a questionar-se: ‘Como é que fui capaz de me submeter a uma situação daquelas sem me defender?’
Os vídeos denunciam os suspeitos. Porque são então as imagens partilhadas na Internet?
Pode ser com o objectivo de perpetuar o ciclo de humilhação do outro ou para tentar ganhar estatuto entre o grupo – partilham e dizem ‘fui eu que partilhei esta situação onde eu estava realmente a ser dominante perante alguém’ – sem terem aquele insight de que esta é uma situação que para os próprios também é humilhante. As partilhas resultam em comentários hostis, e estes reforçam sentimentos que eles próprios já tinham – tanto a vítima como o agressor.
O agressor também tem sentimentos de inferioridade?
Sim, e o facto de repetidamente isto aparecer nas redes sociais com os comentários hostis vai ao sabor destas ideias que eles já têm sobre si mesmos. Uns têm consciência desse sentimento de inferioridade, aceitam-no e debatem-se constantemente com isso. Outros tentam negá-lo, e exteriorizá-lo nos outros. Enquanto alguns jovens interiorizam isso, acham mesmo que são inferiores, fogem das situações sociais, sofrem de ansiedade social ou acabam mesmo por ficar deprimidos, outros adolescentes não querem conviver com esse sentimento de vergonha. Tentam culpar o outro, e atacam o outro, mas o sentimento está lá na mesma. Esta é uma mensagem muito importante. Uma criança que está bem não tem necessidade de estar a fazer isso.
As vítimas têm que ser claramente ajudadas, mas os jovens com este comportamento agressivo também dão um sinal de dificuldades. Assim como existem quadros de ansiedade e quadros de depressão, existe também uma patologia de comportamento que é mesmo uma patologia e indica um nível de sofrimento. É muito importante intervir e ajudar estes jovens agressores. Ajudar os dois lados.
É mais difícil ultrapassar o estigma, quando a situação é exposta na Internet? 
Este tipo de exposição poderá entrar quase como um evento traumático, do lado da vítima porque é uma situação em que ela está a ser humilhada ou maltratada, e do lado do agressor porque é uma situação em que, da mesma forma, acaba por ter o mesmo impacto, o mesmo estigma, a mesma humilhação (por ter participado naquilo).


sábado, 5 de agosto de 2017

CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS



Este e outros documentos  relativos às APRENDIZAGENS ESSENCIAIS, de suporte às  escolas abrangidas pelo projeto de autonomia e flexibilidade curricular (PAFC), são para ser utilizadas nas turmas dos anos iniciais de ciclo (1.º, 5.º, 7.º anos de escolaridade), de nível de ensino (10.º ano de escolaridade) e de 1.º ano de formação de cursos organizados em ciclos de formação.
As Aprendizagens Essenciais (AE) são documentos de orientação curricular base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem, conducentes ao desenvolvimento das competências inscritas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (PA).
SABER TUDO: http://dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

RETRATO DOS JOVENS - Edição 2017




Resumo de indicadores que retratam os Jovens em seis áreas essenciais: população, família, protecção social e pobreza, educação, mercado de trabalho, digital

Fundação Francisco Manuel dos Santos
Título: Retrato dos Jovens PORDATA, 
Edição 2017 1ª Edição: Abril 2017 
Dados publicados a 31 Março 2017


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Despacho n.º 328/2017

SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO - Região Autonoma da Madeira -  Despacho n.º 328/2017 
Aprova o Calendário Escolar para o ano letivo de 2017/2018 dos estabelecimentos de educação e ensino da rede pública da Região.



ANO ZERO no Ensino Superior


Podes frequentar o ensino superior sem o secundário completo e sem teres os mínimos pedidos nos exames nacionais.
É verdade e já te tínhamos contado isto há um ano atrás. As candidaturas para a 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público já acabaram, mas caso estiveste impedido de a fazer ou tens receio de não entrar este ano, este artigo poderá ser útil.
Continua a ler: http://uniarea.com/

Ensino superior
O aluno pode inscrever-se em disciplinas isoladas ou avulsas no curso de ensino superior que quer frequentar ou até em vários cursos, de maneira a descobrir o que quer fazer. Pode inscrever-se sem se sujeitar a avaliação ou, em caso de ser avaliado, pode inscrever-se até ao limite de 50% do total dos créditos do ciclo de estudos, mas estes créditos só contam depois de concluído o ensino secundário. Nem todos os cursos abrem esta possibilidade. Há universidades e politécnicos, públicos e privados, que atraem os alunos com esta hipótese a que, alguns, chamam “ano zero" Barbara Wong; Jornal Publico de 5.8.17

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Lei n.º 60/2017

Publicação da Lei n.º 60/2017, de 1 de agosto, que altera a Lei n.º 90/2001, de 20 de agosto, que define medidas de apoio social às mães e pais estudantes.


A Lei n.º 90/2001, de 20 de agosto, que define medidas de apoio social às mães e aos pais estudantes, abrangia até ao presente mães e pais estudantes com filhos até 3 anos de idade. Com a alteração introduzida pela Lei n.º 60/2017, de 1 de agosto, passa a abranger mães e pais estudantes com filhos até 5 anos de idade.
Os pais também passam a ter os mesmos direitos que as grávidas e as mães.
As mães e os pais estudantes terão igualmente direito a um regime especial de faltas, consideradas justificadas, sempre que devidamente comprovadas, para consultas pré-natais e para prestar assistência, em caso de doença ou acidente, a filho menor de 12 anos ou, independentemente da idade, a filho com deficiência ou doença crónica, bem como durante todo o período de eventual hospitalização.
O Governo avaliará e acompanhará a execução do disposto nesta lei
Fonte: cite.gov.pt


Fatores explicativos do sucesso educativo



Ricardo Rodrigues | Licenciado e Doutorado em Psicologia Social e das Organizações pelo ISCTE─Instituto Universitário de Lisboa

Fatores explicativos do sucesso educativo: Uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2). Que fator ou fatores explicam o sucesso educativo? Esta é uma das perguntas chave que, ao longo de décadas, tem sido formulada pelos alunos, pais, organizações escolares, professores, técnicos educativos, agentes políticos, filósofos e investigadores, quando interpelados a refletir sobre o fenómeno educativo. Como é comum em temas da maior centralidade e relevância sociais, os vários atores sociais têm as suas respostas, apoiadas na experiência individual, na reflexão conjunta com pares, na informação que lhes chega através dos média ou da literatura especializada.

Neste webinar, apresentaremos as ideias centrais de uma perspetiva Organizacional, Multinível e Multifatorial (OM2) sobre o sucesso educativo. A si, que lê estas palavras, convidamo-lo/a a juntar-se à conversa e a refletir criticamente sobre as ideias que aqui trazemos a discussão.