quinta-feira, 31 de março de 2016

Kit Pedagógico sobre Género e Juventude

Noah Woods, Handysmile
O Kit Pedagógico sobre Género e Juventude é Instrumento facilitador do mainstreaming de género no associativismo juvenil criado pela Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens, em parceria com o IPJ e CNJ. Aceder,aqui ou  aqui.

ACEDER à
 Rede de jovens para a igualdade ou http://redejovensigualdade.org.pt/blog/

sábado, 26 de março de 2016

Livro "Oportunidades Europeias para a Juventude"



O Livro "Oportunidades Europeias para a Juventude", da Eurodeputada, Cláudia Monteiro de Aguiar, visa apresentar os principais programas que se encontram disponíveis para os jovens à escala europeia, nomeadamente os que se encontram enquadrados no Programa Erasmus + e Garantia Jovem.


Um valioso recurso para explorar online em:

Os problemas do sistema educativo português

Perter Blake ABC Minors 1955

António Teodoro - Professor. Signatário do Congresso Democrático das Alternativas, publicou em 2012, no Público, um artigo com o título Uma escola democrática, inclusiva e exigente, do qual saliento esta parte que foca os problemas do sistema educativo/formativo:

"Na investigação que se tem desenvolvido no campo das Ciências da Educação têm sido identificados um conjunto de problemas críticos nos sistemas de educação e formação:

i. O esgotamento do modelo escolar;

ii. A forte tensão entre educação e emprego;

iii. A simultânea existência de mandatos identitários distintos nos sistemas educativos;

iv. Os métodos desadequados de aprendizagem da leitura, da escrita e da aritmética;

v. As teorias (e as práticas) da aprendizagem desatualizadas face aos novos conhecimentos das neurociências e dos estudos da cognição;

vi. Um curriculum escolar ainda organizado em termos de conhecimento disciplinar;

vii. Um conflito não resolvido entre formação geral e preparação para uma profissão;

viii. Uma persistente desigualdade nos resultados da educação;

ix. Um difícil equilíbrio entre performance e inclusão nas políticas públicas;

x. uma formação de professores centrada num conhecimento disciplinar que subalterniza a construção de saberes práticos;

xi. O pouco impacto dos estudos sobre o cérebro nas práticas e políticas educativas;

xii. Uma educação de adultos hesitante entre os objetivos da cidadania da aprendizagem ao longo da vida e a colonização económica;

xiii. As formas de regulação transnacional que empobrecem o debate político e dificultam a participação cidadã.

Alguns desses problemas são estruturais, ou sejam, resultam do esgotamento de um projeto de modernidade que teve na escola um dos seus pilares. Outros, são o resultado direto das políticas adotadas pela aliança neoliberal-conservadora que tem hegemonizado o espaço público e o poder político nas últimas décadas e que, na base de um violento programa de ajustamento negociado com os representantes dos credores financeiros (CE, BCE e FMI), conduziu a um processo de rápido “empobrecimento” da Educação, não apenas nos meios financeiros públicos atribuídos, mas, de igual modo, no conteúdo e missão formativa da escola, só comparável na história recente ao realizado por Salazar (e Carneiro Pacheco) na segunda metade dos anos 1930. (...)

Ler o artigo na íntegra: http://www.op-edu.eu/media/

sexta-feira, 25 de março de 2016

Programa de INTELIGÊNCIA EMOCIONAL para a Educação de infância


Programa elaborado por la Diputación de Gipuzkoa con el fin de lograr que el alumnado al acabar su proceso de formación académica, haya adquirido también, competencias emocionales que le permitan aumentar su nivel de bienestar personal y convertirse en personas responsables,  comprometidas y cooperadoras.
3 - 4 anos


Este es un programa práctico y orientativo, así como transversal, para el desarrollo de la Inteligencia emocional desde la acción tutorial.



5 anos

ACEDER: 

quinta-feira, 24 de março de 2016

Publicações da Comissão Europeia sobre Abandono Escolar e Formação Inicial de Professores

Foram divulgadas as conclusões dos subgrupos do Grupo de Trabalho para a Política Educativa ET 2020 (2014-15) da União Europeia que se debruçaram sobre a prevenção do abandono escolar e a formação inicial de professores ( http://www.dge.mec.pt/. e http://www.dge.mec.pt/

e-book: Livro de Atividades para Inclusão Digital de Adultos




Livro de Atividades para Inclusão Digital de Adultos

Está disponível online, em formato e-book, um livro de atividades com tecnologias destinadas a adultos. As sugestões de atividades visam sobretudo constituir um estímulo e inspiração sobre o que pode ser feito com tecnologias digitais para promover uma cidadania efetiva de todos os cidadãos e têm como principais destinatários os formadores, animadores, técnicos de educação e técnicos da área social inseridos em contextos de formação formal e não formal que intervenham na mediação e concretização de ações dirigidas a públicos tipicamente mais afastados da “sociedade da informação”.
Este livro, da responsabilidade do Projeto Literacia Digital de Adultos (LIDIA), está também disponível em impressão convencional.

Iduka - Promover o financiamento do ensino pós-secundário


A  Iduka é uma plataforma onde podes  criar uma campanha de angariação de fundos para financiar os teus estudos, participar em programas de voluntariado e ter acesso a estágios profissionais.  
«Não basta facilitar o financiamento dos estudos pós-secundário. O nosso objetivo é que finalizada a formação académica pós-secundária, o estudante encontre uma saída profissional que garanta a sua sustentabilidade», explica Miguel Martim, fundador da Iduka, ao Canal Superior.  
O projeto surgiu em 2009, nos Estados Unidos, depois de Miguel ter enfrentado dificuldades em financiar o próprio programa de doutoramento, na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara.  
Com o intuito de aliviar a mesma provação que «milhares» de outros estudantes enfrentam diariamente, sendo que uns acabam «mesmo por desistir ou abandonar os estudos» e outros são «forçados a colocar na prateleira os seus sonhos por falta de meios financeiros», Miguel Martim decidiu criar uma plataforma no sentido de «promover o financiamento [colaborativo] do ensino pós-secundário».   
A Iduka, hoje uma Instituição Particular de Solidariedade Social, chegou a Portugal há três anos. Mas a funcionalidade dedicada ao crowdfunding ficou disponível a partir deste mês. 

O projeto, dinamizado, para já, apenas por voluntários, é direcionado a estudantes da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. «Uma vez que neste momento a Iduka não tem protocolos assinados com as instituições de ensino portuguesas, apenas aceitamos inscrições de candidatos que preencham determinados requisitos de elegibilidade», frisa Miguel Martim.  
Para integrar o projeto, os estudantes devem frequentar cursos «prioritários para o desenvolvimento do país», isto é, formações ligadas a áreas como ciência, tecnologia, engenharia, gestão hoteleira e estudos oceânicos.  
Na Iduka estão, atualmente, a decorrer quinze campanhas de angariação de fundos e outros quinze processos estão sob a avaliação da plataforma.  
Miguel Martim destaca ao Canal Superior três das iniciativas em curso na Iduka: #NoColorShame, uma campanha na área da educação contra a discriminação de estudantes albinos, em Moçambique, o projeto «ScholarCHIP 4 Refugees», uma iniciativa de apoio a refugiados que pretendam estudar em Portugal, e uma campanha de formação de professores, a «Power of 10 Teachers»

Os interessados em investir no percurso de estudantes que buscam apoio financeiro podem fazê-lo aqui.
22/03/2016 17:31


terça-feira, 22 de março de 2016

Despacho n.º 110/2016

REGIÃO AUTÓNOMA da MADEIRA
Despacho n.º 110/2016 Aprova a estrutura flexível da Direção Regional de Educação - DRE e estabelece as respetivas competências.
ACEDER AQUI

EKUI Cards - baralho de cartas


EKUI Cards é um baralho de cartas que ensina o alfabeto a crianças com e sem necessidades especiais, criando assim um mundo onde a inclusão social é uma realidade
O alfabeto fonético, o convencional, a lingua gestual e o braille. E se todos conseguíssemos comunicar através destes códigos? É esse o objectivo das cartas EKUI um projecto desenvolvido pela Associação Leque e criado por Celmira Macedo que idealizou um material didáctico com uma estratégia de alfabetização inclusiva, onde todas as pessoas podem comunicar de forma universal e que ensina as crianças a comunicar com todos, independentemente da sua limitação física ou cognitiva.
Estes cartões, explica Celmira Macedo, "podem ser dinamizados em contexto escolar, o que traz vantagens ao nível da aprendizagem das crianças no seu primeiro contacto com o alfabeto". "Ajuda-as a memorizarem mais rápido as letras do alfabeto português, a clarificar e a evitar as confusões gráficas comuns. É também uma ferramenta intuitiva para os professores e melhora a aquisição de competências de crianças com necessidades especiais." 
Para além da componente didáctica, as cartas EKUI têm também uma forte componente lúdica, como por exemplo o dominó, no qual todos podem jogar independentemente das limitações ou incapacidades que tenham. 
O baralho de cartas é produzido e embalado em Portugal. Esta linha de produção, chamada Oficina da Produtividade, foi concebida para incluir pessoas com necessidades especiais no mercado de trabalho. A poupança nos custos de produção e os lucros revertem a favor dos utentes da associação – quem trabalha a embalar as cartas não paga, por exemplo, as aulas de terapia da fala. 
Até ao momento as cartas EKUI estão disponíveis em duas salas do pré-escolar em Alfândega da Fé e Vila Nova de Famalicão e em 32 escolas de Vila NOva de Gaia. Este produto não só está apenas desenhado para crianças como também para adultos em processo de reabilitação que, por exemplo , tenham sofrido um AVC. 
Cada unidade custa 13,99 euros e pode ser adquirida online 

Com o apoio da Fundação EDP, da Montepio, da Missão Sorriso e do municípios de Alfandega da Fé, as cartas EKUI querem chegar a escolas de todo país e tornar a inclusão social uma realidade e não uma ideia utópica. 
Fonte: P3 Jornal Publico 8.3.16

segunda-feira, 21 de março de 2016

Manuais - TUTORIAS em meio escolar


A metodologia Tutal é um modelo de tutoria em meio escolar vocacionado para a prevenção do abandono escolar e para a promoção de um novo modelo comunicacional entre a escola, a família e a comunidade.
RECURSOS  para implementar tutorias: 

LIVRO : Formação em Educação Infantil - dos 0 a 3 anos




O material é uma ferramenta voltada à disseminação de conhecimentos sobre o desenvolvimento integral da criança de zero a três anos, com vistas a gerar ações integradas de saúde, educação e desenvolvimento social e mudar o panorama do atendimento às necessidades e direitos da primeiríssima infância. 
O caderno 6  disponibiliza uma visão detalhada da Formação em educação infantil: zero a três anos. Pretende-se facilitar a escolha das mensagens e estratégias mais adequadas à realidade de cada município, para serem utilizadas junto a públicos específicos, no sentido de apoiar o fortalecimento dos processos de educação e cuidado das crianças pequenas, melhorando a interação e parceria entre creches, famílias, instituições de saúde e de desenvolvimento social.​

quarta-feira, 16 de março de 2016

RECURSOS para pais, educadores..




Infoaboutkids.org is an ongoing collaboration of the Consortium for Science-Based Information on Children, Youth and Families. Our goal is to promote healthy child and family development by highlighting science-based information for those who care for, or work with, children. Our site, updated quarterly, links to other well-established, trustworthy websites for parents, other caregivers, and professionals. Our monthly blogs will summarize science-based information on timely topics.

domingo, 13 de março de 2016

"Lágrima que deito" - grande reportagem sobre a violência no namoro


Linha da Frente - Reportagem da RTP Play "Lágrima que deito",de 12 de março de 2016

"Lágrima que deito", é uma grande reportagem sobre a violência no namoro e como os rapazes e as raparigas gerem os relacionamentos.
Esta reportagem foi realizada na Escola Secundária 2 3 Lima de Freitas, em Setúbal, onde está em prática um projeto único no país. Trata-se de um projeto de igualdade que visa sensibilizar os estudantes para os atos violentos e discriminatórios praticados pelos mais novos e já conta com 500 alunos envolvidos em campanhas de sensibilização.
Ao longo de dois meses, uma equipa da RTP recolheu, nesta escola, depoimentos exclusivos e perturbadores de raparigas que foram e continuam a ser vítimas de violência por parte dos namorados; de estudantes que são discriminados por colegas e de como a violência precoce é um sofrimento para o resto da vida.

Esta reportagem questiona os valores que são transmitidos aos mais novos e até que ponto há ou não igualdade e respeito nas relações entre os dois géneros desde tenra idade.
"Lágrima que deito" é uma reportagem de Mafalda Gameiro, com imagem de António Antunes e edição de Sara Cravina. A pesquisa é de Rita Rodrigues e a produção de Cristina Godinho. O "Linha da Frente" está de regresso, um dos espaços mais premiados e mais vistos da televisão portuguesa. Com coordenação da jornalista Mafalda Gameiro, todas as semanas uma realidade diferente

sexta-feira, 11 de março de 2016

PORTAL dos REFUGIADOS


Guia de Acolhimento: Educação Pré-Escolar, Ensino Básico, Ensino Secundário


http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos/Agenda_Europeia_Migracoes/Documentos/agendamigracoes_guiaacolhimento_dge.pdf

Título Agenda Europeia para as Migrações – Guia de Acolhimento: Educação Pré-Escolar, Ensino Básico, Ensino Secundário
Editor Direção-Geral da Educação
Data Março 2016

No âmbito da Agenda Europeia para as Migrações, divulga-se o Guia de Acolhimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico, Ensino Secundário, que se constitui como uma ferramenta de apoio às escolas e aos docentes, tendo em vista o acolhimento e a inclusão de crianças e jovens refugiados no sistema educativo português.

terça-feira, 8 de março de 2016

Pordata Kids



Fichas de trabalho, um “kit de curiosidades” e uma série de jogos com base em estatísticas estão agora disponíveis para alunos dos oito aos 12 anos, uma iniciativa da base de dados Pordata. Sob o lema “Pordata Kids chega às salas de aula”, a base de dados da Fundação Francisco Manuel dos Santos informou ontem, em comunicado, que os materiais didácticos são gratuitos e inspirados nas estatísticas do país, “ao serviço das escolas, para alunos do 3.º ao 6.º ano de escolaridade”. 
O projecto contempla, entre outros materais, fichas de trabalho para apoio ao Estudo do Meio, História e Geografia de Portugal e Matemática que podem ser encomendadas pelas escolas no site da Pordata.
Fonte: Jornal Publico de hoje

Portaria n.º 90/2016 ( RAM)

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA (RAM)
Portaria n.º 90/2016, Joram Iª Série nº 39 de  3 de março de 2016 -  Aprova a estrutura nuclear da Direção Regional de Educação e define as atribuições e competências das respetivas unidades orgânicas.
ACEDER http://www.gov-madeira.pt/

Pode-se ler:
Artigo 8.º Direção de Serviços de Apoios Técnicos Especializados 
1 - A Direção de Serviços de Apoios Técnicos Especializados, abreviadamente designada por DSATE, é a unidade orgânica de apoio à DRE em matéria de apoios no âmbito das áreas técnicas especializadas. 
2 - São atribuições da DSATE, designadamente: 
a) Definir as orientações gerais de organização dos serviços de psicologia e orientação escolar e vocacional, serviço social, psicomotricidade, diagnóstico, terapêutica, acessibilidade e ajudas técnicas;
b)...

CURSOS PROFISSIONAIS (e outros): condições de acesso ao Ensino Superior

Para os alunos dos CP; CEF; Artísticos Especializados; Cursos Vocacionais  que pretendem prosseguir estudos no ensino superior, de acordo com o Capítulo II, ponto 13, artigo 9 "Realização dos exames finais nacionais" do Despacho normativo n.º 1-D/2016 (aqui)

 Os alunos dos cursos do ensino artístico especializado, dos cursos profissionais e dos cursos vocacionais, com o curso concluído no ano escolar 2012/2013 e seguintes, que pretendam prosseguir estudos no ensino superior realizam, como autopropostos, o exame final nacional de Português (639), da componente de formação geral dos cursos científico- -humanísticos, e um outro exame final nacional, escolhido de entre os que são oferecidos para os vários cursos científico -humanísticos, sendo a classificação final de curso para efeito de prosseguimento de estudos (CFCEPE) calculada de acordo com a seguinte fórmula:
CFCEPE = (7CFC + 3M)/10
sendo:
CFC — Classificação Final de Curso
M — Média aritmética simples dos exames realizados

A resposta à pergunta nº 21. Quais os exames que os alunos dos cursos profissionais e vocacionais têm de realizar para efeito de prosseguimento de estudos no ensino superior? poderá ser também consultada no GUIA GERAL de EXAMES/2016 (http://www.dges.mec.pt/guiaexames/)
Os alunos dos cursos profissionais e dos cursos vocacionais de nível secundário com o curso concluído no ano letivo 2012/2013 e seguintes, que pretendam prosseguir estudos no ensino superior, realizam, como autopropostos, o exame final nacional de Português (639), da componente de formação geral dos cursos científico-humanísticos, e um outro exame final nacional, escolhido de entre os que são oferecidos para os vários cursos científico-humanísticos.
A CFCEPE é calculada pela média ponderada da classificação final do curso profissional ou vocacional (peso de 70%) e da média aritmética simples das classificações dos dois exames referidos (peso de 30%), arredondada às unidades, da seguinte forma:
CFCEPE = (7CFC+3M)/10
Sendo:
CFCEPE – classificação final de curso para efeito de prosseguimento de estudos
CFC – classificação final do curso, calculada até às décimas, subsequentemente convertida na escala de 0 a 200
M – média aritmética simples dos exames nacionais, arredondada às unidades, na escala de 0 a 200
A classificação de cada um dos exames a utilizar para efeito do cálculo da CFCEPE pode ser inferior a 95 pontos (9,5 valores), desde que o resultado final da fórmula seja igual ou superior a 95 pontos.
Os alunos dos cursos profissionais podem realizar os exames finais nacionais para efeito de prosseguimento de estudos, independentemente do número de módulos concluídos do curso que se encontrem a frequentar, devendo contudo acautelar a validade das provas de ingresso.
Os alunos titulares de cursos profissionais, concluídos no ano letivo de 2011/2012, ou em anos anteriores, que pretendam prosseguir estudos no ensino superior apenas necessitam de realizar os exames finais nacionais nas disciplinas que elegerem como provas de ingresso.
Para o cálculo da CFCEPE dos cursos profissionais, mantêm-se válidos os exames finais nacionais correspondentes aos programas curriculares homologados no âmbito do Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, e realizados desde o ano letivo de 2005/2006, desde que relativos a disciplinas de planos de estudos abrangidos por este normativo.
Para além dos exames finais nacionais exigidos para efeito de prosseguimento de estudos, os alunos têm de realizar os exames que satisfaçam as provas de ingresso requeridas pelos estabelecimentos do ensino superior, para candidatura ao concurso nacional de acesso ao ensino superior.

quarta-feira, 2 de março de 2016

TESE Ana Martins - Vinculação e Trabalho



Ana Martins (Doutoramento em Psicologia - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto) sob a orientação do Professor Doutor Joaquim Luis Coimbra

Neste episódio da RTPlay apresentamos a Doutora Ana Martins e o seu percurso. Podemos contar com testemunhos do Professor da FPCEUP, Joaquim Coimbra; da Psicóloga e Terapeuta Familiar, Inês Magalhães; entre outros.

Licenciou-se e doutorou-se em Psicologia pela Universidade do Porto. Realizou o primeiro estudo europeu sobre a entrada dos jovens no mercado de trabalho.

Na sua investigação explica que a transição do ensino superior para o mercado de trabalho implica bem mais do que a procura de um emprego. Trata-se do fim de uma era e o início de outra, o que subjaz um luto sobre o que foram estes jovens adultos e o que quererão ser. O que é ser adulto? Que papéis representam as relações com as pessoas mais próximas (pais, amigos, namorados) nos significados atribuídos a esta transição, à adultez emergente, ao trabalho e à incerteza? Num cenário em que nos deparamos com níveis historicamente altos de desemprego jovem, que caminhos percorrem os jovens adultos do ensino superior?


Assistir ao vídeo em RTPlay : A Minha Tese com Ana Martins e Joaquim Luis Coimbra

Projetos sobre Diferentes Formas de Tráfico de Seres Humanos


Com vista à inclusão do tema do Tráfico de Seres Humanos (TSH) no sistema educativo, a medida 20 do III PNPCTSHapela à participação das escolas (ensino básico e secundário) através da elaboração de projetos sobre as diferentes formas de TSH. 
Considerando que constitui uma das formas mais graves de violação dos Direitos Humanos, os projetos deverão contemplar uma abordagem centrada na educação para a cidadania. Por conseguinte, a ação pedagógica e preventiva, junto das crianças e dos jovens, de consciencialização sobre a gravidade do crime de TSH, visa também contribuir para a sua formação enquanto pessoas responsáveis e solidárias, capazes de exercer os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito crítico e democrático.
No site da Direção-Geral da Educação reservado ao tema foi criado um espaço destinado à divulgação e partilha de projetos (http://www.dge.mec.pt/educacao-para-cidadania )
Os projetos a divulgar deverão estar enquadrados nos Termos de Referência dos Projetos sobre Diferentes Formas de Tráfico de Seres Humanos.

terça-feira, 1 de março de 2016

Resolução da Assembleia da República n.º 38/2016

Resolução da Assembleia da República n.º 38/2016 - Diário da República n.º 40/2016, Série I de 2016-02-26
Assembleia da República 
Recomenda ao Governo o reforço de medidas sobre a praxe académica.
ACEDER AQUI

Lançamento do movimento "Pessoas@2020"



O Pessoas@2020 é um movimento sem fins lucrativos, aberto à participação de elementos dos mais diversos quadrantes organizacionais que se pretende constituir como uma referência do conhecimento, inovação e partilha de boas práticas ao nível da gestão de pessoas em contexto organizacional.
O movimento surgiu da vontade de um grupo alargado de gestores, empresários, docentes, consultores e empreendedores, no sentido de colocar o desenvolvimento do Capital Humano entre as prioridades das organizações portuguesas até 2020.
Visa desenvolver uma comunidade inovadora, interventiva e influenciadora que difunda e apoie a prossecução das melhores práticas de gestão de pessoas e desenvolvimento organizacional.
Pessoas@2020 tem como propósitos:
  • Colocar o Capital Humano no topo da agenda dos decisores empresariais, políticos, económicos e académicos em Portugal;
  • Incentivar a compatibilização entre a sustentabilidade dos negócios e uma correcta administração dos correspondentes activos humanos;
  • Promover o desenvolvimento de todos os profissionais com responsabilidades de gestão de pessoas;
  • Disseminar as melhores práticas organizacionais em termos de gestão das pessoas;
  • Contribuir para melhorar a produtividade e, por consequência, a competitividade das organizações;
  • Colaborar com os poderes públicos e entidades governamentais em assuntos referentes à gestão e desenvolvimento do Capital Humano.